Almerinda, no auge da filosofia barata.

madame-almerindaConstatação da pitonisa mais famosa do Oeste baiano, Madame Almerinda, ao ver as notícias da interdição do Estádio do Engenhão, no Rio, por perigo de desabamento:

-Um ano depois da Copa, esses estádios todos que não terão público e tendem a desabar, deixarão de ser bens tangíveis para se tornarem definitivamente intangíveis.

Madame Almerinda não é fácil não! Quando se prende a filosofar, sai de baixo. O que ela quis dizer em outras palavras é que os estádios sem time e sem público, como o de Brasília, entrarão direto no escaninho da sucata institucional da Nação.

Que maçada imensa que o Sr. Luiz Inácio nos arrumou. 

 

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Uma consideração sobre “Almerinda, no auge da filosofia barata.”

  1. Prezado Sampaio, concordo que Brasília não tem time de futebol, mas não concordo ao dizer que não tem público. Brasília tem público para que todos os grandes times do Brasil possam jogar.

    Ao estilo Madame Almerinda, digo que você ficará surpreso com o público para o jogo Santos x Flamengo na abertura do Campeonato Brasileiro.

    Se os gaúchos saírem do Rio Grande e fizerem um Gre-Nal em Brasília, vc verá como a casa vai lotar.

    Creio que a utilização dos estádios pós-copa, necessita mais de uma gestão eficiente e profissional do que pessimismos antecipados.

    Abraço

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