Como na história trágica de Al Capone, o contador de Antônio Henrique, na Prefeitura de Barreiras, pode botar tudo a perder. Apesar de faturar um “contratinho” de R$70 mil por mês, recebidos rigorosamente em dia, com um monte de funcionários próprios na folha da Prefeitura Municipal, o contabilista põe areia em todas as engrenagens ao seu bel prazer. Manda em secretários, na controladoria, nos recursos humanos, nas licitações e, obvio, nos pagamentos, sem sempre com a delicadeza necessária. Está criando um grande lago de areias movediças para Tonhão, apesar de ser homem de sua extrema confiança. Ele acredita na sua invisibilidade, mas 90% dos colaboradores de Tonhão estão de olho na sua atuação. A “eminência parda” tem sala, despacha como super secretário e toma decisões que desagradam companheiros da velha guarda de Antônio. Tem gente que aposta na sua queda iminente.
Nota da Redação:
Por motivo de acordo judicial, retificamos as informações desta nota.

Como é o nome do contador? Deveria constar.