Na questão da Ucrânia, o buraco é bem mais embaixo.

Os Estados Unidos advertiram nesta segunda-feira (3/3) que um ultimato da Rússia à Ucrânia sobre a Crimeia representaria uma “escalada perigosa” dentro da crise internacional, e estudam impor sanções a Moscou.
Segundo uma declaração de um alto funcionário ucraniano da Defesa, as forças russas lançaram um ultimato aos militares ucranianos na Crimeia para que se rendam. Caso contrário, serão atacados.

Pelo que foi lido, a OTAN, liderada pelos Estados Unidos, vai fazer de tudo no campo da diplomacia e das sanções econômicas para evitar a queda da Ucrânia perante os russos. No entanto, não vai disparar nunca o primeiro tiro para iniciar uma guerra global. A Russia não é o Iraque, nem o Afeganistão. Em termos de guerra convencional, ainda é o país mais poderoso depois dos Estados Unidos. Sem contar com os paióis nucleares. 

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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