São Paulo para: metroviários e Estado não se entendem

A Companhia do Metropolitano (Metrô) de São Paulo manteve nesta sexta-feira (6), em audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), a última proposta de reajuste salarial feita aos metroviários, de 8,7%, índice apresentado ontem (5). Os mediadores do TRT chegaram a propor que a empresa apresentasse um aumento de, ao menos, 9%. O Metrô, no entanto, não aceitou.

Os mediadores propuseram então que, se fosse dado aumento de 8,8%, a participação nos lucros e resultados (PLR) fosse dividida igualmente entre os empregados, uma das reivindicações dos metroviários. A empresa negou novamente.

Os metroviários afirmaram, no início da sessão, que poderiam reduzir o pedido de reajuste de 12,2%, apresentado ontem, desde que houvesse avanço na proposta da empresa. Esta foi a quinta reunião de conciliação entre as partes que terminou sem acordo. Sem nova proposta, as chances são mínimas de a assembleia dos trabalhadores, marcada para a noite de hoje, decidir pelo encerramento da greve.

O dinheiro que se gastou só no engarrafamento de hoje, dava para pagar o salário, dos metroviários, com o aumento, por um ano. São Paulo parou de verdade. Tem política no assunto?

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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