“Não é o Estado que fiscaliza a imprensa, é a imprensa que fiscaliza o Estado”. Carlos Ayres Britto
Perdemos um palhaço. Que se dê graças a Deus pelo riso que tivemos
Não importa onde, quando morre um palhaço perdemos um pouco da alegria, ficamos mais sisudos. Em homenagem a Roberto Bolaños, o genial criador de Chavez, uma ária de “Il Paglicci”, de Ruggero Leoncavallo, “Vesti la Giubba”, com o também inesquecível Luciano Pavarotti.
Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril
Ver todos posts por jornaloexpresso
Uma consideração sobre “Perdemos um palhaço. Que se dê graças a Deus pelo riso que tivemos”
Os personagens de Roberto Bolaños tinham uma característica muito particular, nos fizeram, nos fazem e nos farão rir sempre, eternamente, sem precisar apelar para o besteirol, a baixaria, o duplo sentido. “Ninguém tem paciência comigo” “Sigam-me os bons” “Suspeitei desde o principio” “Foi sem querer querendo” “Não contavam com a minha astúcia”, foram tantos os chamados bordões que ficarão para sempre em nossa memória. Obrigado :Roberto Bolaños por nos ensinar que para rir não há a necessidade de apelar e voce sempre “apelou” para o melhor. Vai-se um palhaço, fica um picadeiro vazio e um publico carente.
Os personagens de Roberto Bolaños tinham uma característica muito particular, nos fizeram, nos fazem e nos farão rir sempre, eternamente, sem precisar apelar para o besteirol, a baixaria, o duplo sentido. “Ninguém tem paciência comigo” “Sigam-me os bons” “Suspeitei desde o principio” “Foi sem querer querendo” “Não contavam com a minha astúcia”, foram tantos os chamados bordões que ficarão para sempre em nossa memória. Obrigado :Roberto Bolaños por nos ensinar que para rir não há a necessidade de apelar e voce sempre “apelou” para o melhor. Vai-se um palhaço, fica um picadeiro vazio e um publico carente.