O deputado estadual Marcelo Nilo (PDT) se reelegeu, na tarde desta segunda-feira (2) para o quinto mandato consecutivo na presidência da Assembleia Legislativa. A votação, em regime secreto, registrou 1 voto nulo e 51 a favor de Nilo. Os 11 deputados do PT – sigla que tentou emplacar a candidatura de Rosemberg Pinto ao cargo de presidente – não votaram, devido a um acordo da bancada. O próprio Rosemberg, que se retirou do pleito ao alegar que a reeleição de Nilo é inconstitucional, não compareceu ao plenário para votar.
Além dele, não votaram o líder da oposição Zé Neto, Fátima Nunes, Gika, Joseildo Ramos, Zé Raimundo, Luiza Maia, Neuza Cadore, Maria del Carmen, Marcelino Galo e Paulo Rangel. A mesa diretora ficou composta com Adolfo Menezes (PSD) na primeira vice-presidência, a segunda Tom Araújo (DEM), a terceira Carlos Geilson (PTN), a quarta Sargento Isidório (PSC); primeiro secretário Leur Lomanto Jr (PMDB), segundo Aderbal Caldas (PP), terceiro Fabrício Falcão (PCdoB) e quarto Sidelvan Nobrega (PRB). A mesa diretora ficará no posto no biênio 2015-2016.
Após ser reeleito pela quinta vez como presidente da Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira (2), o deputado estadual Marcelo Nilo (PDT) afirmou que quem venceu a eleição foi a democracia. Nilo disse também que este deve ser o dia de maior emoção de sua vida pública.
“Hoje talvez seja o dia de maior emoção da minha vida pública. Aqui é a casa dos iguais, mas os iguais são diferentes. Temos as condições políticas e estruturantes. Sou o único deputado da Bahia que ficou 16 anos na oposição”, afirmou Marcelo Nilo. O deputado ainda declarou que todos sabiam que ele não desejava ser candidato à Assembleia novamente. Segundo Nilo, seu desejo era ser governador.
*Com redação de Júlia Sarmento, do Metro 1.

