O Gênio empresarial dos anos 80 agora que revolucionar a Educação

Foto: Leonardo Rodrigues / Valor Econômico/Ag. O Globo
Foto: Leonardo Rodrigues / Valor Econômico/Ag. O Globo

Nos anos 1980, o empresário Ricardo Semler ganhou notoriedade ao revolucionar a forma de gestão de sua empresa, a Semco. Criou um modelo em que os funcionários avaliam e escolhem os próprios chefes e não têm horário ou mesmo obrigação de aparecer no escritório. Os lucros explodiram, levando o sistema a ser copiado em várias partes do mundo.

Agora, Semler quer fazer o mesmo na área da educação. Crítico impiedoso do ensino atual, ele fundou há pouco mais de uma década o Instituto Lumiar, que mantém, em são paulo, duas escolas particulares e uma pública responsáveis por virar de cabeça para baixo o cotidiano letivo: não há a figura tradicional do professor, as turmas são agrupadas por faixas etárias ampliadas e os alunos escolhem em que ordem trabalham os tópicos do currículo.

O objetivo de Ricardo Semler é propagar o modelo do Lumiar planeta afora. Segundo o empresário, já há 31 estabelecimentos do Exterior e dezenas de municípios brasileiros interessados. Por aqui, acaba de assinar uma parceria com a Abril Educação para, até o final do ano, começar a vender o método a instituições particulares e redes públicas. Também promete implementá-lo de graça, a partir do ano que vem, nos municípios que não tenham como pagar.

No Exterior, integra a coalização Synapses, que quer levar o método a outras partes do globo. A Synapses tem entre seus participantes a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o clube de países ricos responsável pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes(Pisa) – que, apesar de ser o mais reputado ranking do ensino, não é poupado de críticas por Semler.

Leia a entrevista completa no Diário Catarinense.

 

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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