Temporal causa prejuízos de monta na região leste de Luís Eduardo

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Uma consideração sobre “Temporal causa prejuízos de monta na região leste de Luís Eduardo”

  1. “DEUS SIM, COELBA NÃO”

    E disse Deus: Haja luz; e houve luz. E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas.
    E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro. Gênesis 1:3-5

    Ontem (02/02/16), por volta das 18hs, desabou um enorme temporal sobre Luís Eduardo Magalhães e, como sempre brincamos, basta o cachorro fazer pipi no poste que lá se vai a energia. O cachorro em questão deve ter tomado um diurético daqueles pois o temporal além de inundar algumas áreas ocasionou a interrupção do fornecimento de energia, em particular no bairro Jardim Paraíso, das 18 as 23:47hs. Cinco horas e quarenta e sete minutos sem energia.

    O mais engraçado de tudo é que a Coelba disponibiliza um sistema de torpedo/SMS através do numero 27308, através do qual você envia o torpedo com o numero do contrato e a mensagem da falta de energia. Algum tempo atrás eles ate enviavam uma resposta com o protocolo e o tempo de espera pela energia, agora não respondem mais.

    Liguei direto na prestadora através do 08000710800, por volta das 19hs, e fui informado pelo computador que a previsão era de que até as 22:12hs voltaria a energia. Já a atendente humana disse que a previsão era de 3 horas para o restabelecimento da energia, podendo ocorrer antes ou depois. Bela explicação e justificativa. Piada né? Voltou bem depois.

    Para completar eu estava resolvendo um caso na Delegacia e meu celular descarregando, o que poderia me causar um enorme problema. Sem energia, celular descarregando, sem poder colocar o meu carro na garagem e tendo que esperar, coloquei o celular no carregador do carro e fui para um posto de gasolina, na loja de conveniência comer algo e deixar o celular carregando.

    Retornei para casa às 22hs e deixei meu carro estacionado na frente transformando, perdoem a brincadeira, Deus em meu flanelinha, entregando nas mãos Dele o cuidado do meu possante. Valeu a pena. Ninguém tocou nele.

    Como arte final a operadora do meu celular resolveu acompanhar a Coelba e praticamente saiu do ar. Nestas horas é que vemos o quanto somos dependentes seja da energia elétrica, seja da telefonia em todos os seus estertores. Um absurdo! E meu pensamento remeteu ao tempo de meus avós quando energia elétrica era algo coisa para barão, gente poderosa e se vivia muitíssimo bem, obrigado.

    Ate quando seremos reféns da tecnologia, sim pois nos tornamos exatamente isso, reféns da tecnologia, do mais simples ao mais complexo.

    Ontem, enquanto Deus dizia “Haja a luz”, a Coelba dizia: “Ah, mas não haja mesmo.” E não houve.

    Que Deus se apiede da Coelba e de nós pobres mortais que dela dependemos.

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