Presta atenção, leitor: vamos fazer um 2017 melhor que este ano complicado.

Dar as boas-vindas a um novo ano é um motivo de festa em todos os países ao redor do mundo. As diferentes culturas se manifestam com pequenos ou grandes rituais particulares, em comunidades ou abertos para o grande público. As crenças são tão variadas quanto curiosas, e marcam tradições cujas origens muitas vezes são desconhecidas. Veja os mais interessantes costumes celebrados ao redor do Planeta para se despedir de um ciclo que termina e receber um novo ano de braços abertos.

No Brasil, entre as crenças e costumes, estão pular sete ondas à beira mar; comer lentilhas, romã, uvas e carne de leitão; vestir roupa branca e, para as mulheres, usar uma calcinha amarela.

Neste final de ano, vamos ter que rever todos esses conceitos e dar uma melhorada nos métodos de execução das “simpatias”, até porque no ano passado fizemos tudo errado, com certeza. Ano aziago e complicado como o de 2016, esperamos, só deve se repetir em 50 anos. Secas na agricultura, conturbações na política, turbações na Justiça. Tudo aquilo que não presta flutuou, tudo aquilo que tinha algum valor afundou. 

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Uma consideração sobre “Presta atenção, leitor: vamos fazer um 2017 melhor que este ano complicado.”

  1. Se o vermelho que alegam representar o amor e a paixão funcionasse o Inter não teria caído.
    Nota da Redação:
    E a Senhora sua avó não teria dado para todo o Corpo de Bombeiros

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