
O presídio provisório de Barreiras, cuja obra foi concluída há mais de 2 anos, poderá finalmente receber presos.
A empresa Socializa Empreendimentos e Serviços de Manutenção Ltda. venceu a licitação pública para administrar o presídio pelo valor global de R$47.283.773,06 por um contrato de 30 meses, o que demandaria recursos de da ordem de R$1.576.000,00 por mês.
O presídio tem vagas para até 600 detentos, mas o volume de presos em todo o Oeste, alojado nas custódias das delegacias não deve ultrapassar no momento, 250.
Portanto cada detento custaria mensalmente aos cofres públicos a importância de mais de R$6.000,00, quando o custo em outras unidades terceirizadas não ultrapassa os 3.000,00, inclusive em Lauro de Freitas, Itabuna e Vitória da Conquista, onde a mesma empresa terceiriza os serviços de administração penitenciária.
O resultado foi divulgado na edição desta quarta-feira (22) do Diário Oficial do Estado. Com informações do Bahia Notícias, editadas por este jornal.
Outro dado importante é que a obra custou pouco mais de R$31 milhões ao Estado e agora a terceirização por pouco mais de 2 anos custará um valor 50% maior que esse.

Será que é tão difícil pensar em presídios que favoreçam ao apenado a trabalhar para pagar seu custo ao Estado?