E o lixão, professor Oziel, entra também na lista das malvadezas?

Marcelo Rufino, servidor público e morador de Luís Eduardo Magalhães, foi ver de perto o lixão da cidade. E constatou que até a camada de terra que era colocada por cima do lixo agora sumiu. Veja o que ele diz:

“Em tempos de audiências públicas e promessas para o feliz ano novo, não podemos fechar os olhos aos reais resultados: demissão de funcionários, exoneração de servidores em processos pra lá de duvidosos, cortes de direitos e outras malvadezas, notamos que a cidade precisa de atenção.

Um lixão outrora irregular, mas agora bem pior e a céu aberto, forma montanhas de dejetos, bem maiores que meus míseros 1,70m, mas que parecem não incomodar a atual gestão.”

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Uma consideração sobre “E o lixão, professor Oziel, entra também na lista das malvadezas?”

  1. É absurdamente incrível o descaso das gestões públicas com este assunto. Se tão somente se queimasse o” lixo ” para gerar energia seria uma fonte de lucros para o município ao invés de ser um problema de saúde pública.

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