

Marcelo Rufino, servidor público e morador de Luís Eduardo Magalhães, foi ver de perto o lixão da cidade. E constatou que até a camada de terra que era colocada por cima do lixo agora sumiu. Veja o que ele diz:
“Em tempos de audiências públicas e promessas para o feliz ano novo, não podemos fechar os olhos aos reais resultados: demissão de funcionários, exoneração de servidores em processos pra lá de duvidosos, cortes de direitos e outras malvadezas, notamos que a cidade precisa de atenção.
Um lixão outrora irregular, mas agora bem pior e a céu aberto, forma montanhas de dejetos, bem maiores que meus míseros 1,70m, mas que parecem não incomodar a atual gestão.”





É absurdamente incrível o descaso das gestões públicas com este assunto. Se tão somente se queimasse o” lixo ” para gerar energia seria uma fonte de lucros para o município ao invés de ser um problema de saúde pública.