Avião da Air France que sobrevoava o Brasil pousa em emergência no Paraguai

Um avião da Air France, com 274 passageiros a bordo, que viajava de Buenos Aires para Paris, fez um pouso de emergência nesta terça-feira (19) no Aeroporto Internacional de Assunção, Paraguai, após registrar um vazamento de combustível.

O comandante do aparelho, um Boeing 777-200, declarou a emergência após constatar a perda de combustível ao sobrevoar a região de Curitiba, no Paraná, informou Luis Aguirre, porta-voz da Direção Nacional de Aeronáutica Civil.

O avião pousou sem problemas no aeroporto da capital paraguaia, e os passageiros aguardam a chegada de outro aparelho, procedente de Buenos Aires, para prosseguir com a viagem para Paris. Da AFP e G1.

Não entendi a preferência pelo aeroporto de Assuncion, quando na rota direta do avião estavam Guarulhos (SP) e Galeão (RJ), todas pistas com capacidade para receber a aeronave. Três motivos podem ser válidos: 

a) Condições meteorológicas em São Paulo e no Rio de Janeiro.

b) Sobrevoar áreas densamente povoadas com perda de combustível.

c) O preço do combustível e do pouso da aeronave nos aeroportos brasileiros, bem mais salgados.

Do jeito que anda a carruagem, em breve seremos todos paraguaios, por falta de opção.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

2 comentários em “Avião da Air France que sobrevoava o Brasil pousa em emergência no Paraguai”

  1. De fato, a primeira coisa que me ocorreu foi “porque Assunção?” Não sou expert em aviação, mas acredito piamente que foi em virtude do preço do combustível. De fato, o mundo está perdido. Pensei que fossem só as pequenas companhias que fizessem este tipo de absurdo. Voar tudo isso com vazamento de combustível, colocando em risco a segurança dos passageiros, enquanto tinha opções com um terço da distância, deveria ser investigado.

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