Colheita da soja quebra no Rio Grande do Sul. No Nordeste, perspectiva de continuidade das chuvas.

Lavouras precoces do Oeste baiano já apresentam boa produtividade.

Os agricultores gaúchos estão lamentando sua má sorte, com chuvas muito reduzidas e uma longa seca. Alguns não têm perspectiva de uma colheita maior do que 15 sacas por hectare. No Oeste baiano a média das lavouras deve se aproximar de 60 sacas, com picos de produtividade próximos às 90 sacas por hectare.

Enquanto isso, São Pedro atende as preces dos nordestinos, depois de 7 anos de uma seca cruenta. Chove com vontade neste final de temporada, ao ponto do reservatório da hidrelétrica de Sobradinho ultrapassar a marca de 28% no dia de ontem, devendo estar, no próximo final de semana, com algo entre 31 e 32% de sua capacidade.

Pelas previsões, a chuva não se encerrará de maneira abrupta em abril, o que prevê, na perspectiva mais otimista, que o grande Rio da Integração Nacional acumule até 50% da capacidade de Sobradinho até o final do período.

É a esperança de todos os nordestinos é que a transposição, tanto no eixo norte, como no eixo leste, cheguem em novembro com plena capacidade de remessa para a parte mais seca do sertão.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Uma consideração sobre “Colheita da soja quebra no Rio Grande do Sul. No Nordeste, perspectiva de continuidade das chuvas.”

  1. A região Oeste da Bahia estava precisando uma safra como esta.
    Mais um ano de prejuízo não sei quantos sobrariam.

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