Os rastros de sangue da cocaína, da Colômbia até os mercados europeus.

Um plantador de coca nas montanhas da Colômbia ganha US$500 dólares por ano vendendo a folha aos fabricantes. Um produtor de pasta base ganha 10 dólares por quilo produzido. O “cozinheiro”, que transforma a pasta base em cocaína pura, ganha mais 10 dólares por quilo.

E um mochileiro, ganha 100 dólares por quilo para atravessar os Andes a pé e levar essa cocaína para a Bolívia. Daí, a droga é embarcada em pequenas avionetas, trem, helicópteros, caminhões ou carros para o Brasil.

Quando chega na Europa, a droga vale 90.000 euros por quilo no varejo, com o grama cotado pelo preço duplicado de uma grama de ouro.

Um grande documentário que está rodando no Netflix, “Amazônia Proibida”, conta toda a história com detalhes.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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