Um plantador de coca nas montanhas da Colômbia ganha US$500 dólares por ano vendendo a folha aos fabricantes. Um produtor de pasta base ganha 10 dólares por quilo produzido. O “cozinheiro”, que transforma a pasta base em cocaína pura, ganha mais 10 dólares por quilo.
E um mochileiro, ganha 100 dólares por quilo para atravessar os Andes a pé e levar essa cocaína para a Bolívia. Daí, a droga é embarcada em pequenas avionetas, trem, helicópteros, caminhões ou carros para o Brasil.
Quando chega na Europa, a droga vale 90.000 euros por quilo no varejo, com o grama cotado pelo preço duplicado de uma grama de ouro.
Um grande documentário que está rodando no Netflix, “Amazônia Proibida”, conta toda a história com detalhes.

Amazônia proibida. Tão melhor quanto Menino 23, mesmo que em contextos diferentes.