Autor: jornaloexpresso
Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril
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Gostaria de estar nessa reunião só para ouvir o projeto futuro do PT.
Nota da Redação:
Acalme-se, Muratinha. Mesmo com Lula preso, o Curintia ainda tem chance no campeonato paulista.
A ansiosa resposta para a pergunta “Capitu traiu ou não Bentinho?” foi dada, depois de quase 4 horas de discussão histórica, pelos sete jurados que fizeram parte do julgamento fictício de Capitu, personagem da obra principal de Machado de Assis, realizado em uma ceeta terça-feira (23), no 2º Tribunal do Júri de Goiânia. Por entender que não existia provas ou fatos reais que comprovassem a traição, o júri, que terminou por volta das 19h30, absolveu Capitu pelo crime de adultério, previsto na época do fato e anteriormente no Código Penal de 1940 (artigo 240), com pena de 15 dias a 6 meses de prisão, mas revogado pela Lei 11.106, de 2005. Bem, vejamos que por não entender ou me recusar a ter esse entendimento, prefiro a ficção. ( mais por gostar dos livros mesmo ) Nesta quarta-feira foi decidido mais um capítulo da ” nossa história “, e isso não é ficção! a falta de provas, seja do triplex, seja da ligação entre o dinheiro usado e os contratos da Petrobrás, já evidenciam a tentativa de ocultar o patrimônio obtido de maneira ilícita; nos demonstra que seguindo esse raciocínio jurídico que se buscou criar, a não existência de provas foi a prova cabal do crime. Mas, durante os questionamentos da defesa do ex presidente, Moro afirma que: ” este juízo jamais afirmou, na sentença que os valores obtidos pela construtora OAS nos contratos com a Petrobrás foram utilizados para pagamento que favorecem indevidamente o ex presidente…até aqui tudo bem. E quanto aos demais, será usada a mesma constituição, que se apliquem as mesmas leis. Me ajudem por favor. Até nos parece que o respeito pela constituição se dá em um mundo fictício de Machado de Assis. [ façam – me uma garapa! Tenho que suportar os asnos.