O nome do jogo é cobiça. E não importa quanto custa em dinheiro e vidas.

 

Um míssel Tomahawk custa cerca de R$ 5,3 milhões. Navios e aviões norte-americanos dispararam mais de 120 desses foguetes de alta precisão contra instalações sírias, na madrugada desta sexta-feira. Imagine agora quanto custa toda a Sexta Frota Americana estacionada no Mediterrâneo.

A intervenção ianque tem apenas um objetivo: dominar as rotas dos oleodutos e a extração de petróleo no Oriente Médio. A região está em conflito porque tem muito petróleo. É o mesmo que já aconteceu no Iraque e o que acontece hoje na Venezuela e no Brasil.

O mesmo acontece com a Rússia, que quer manter a ponta de desembarque de seus oleodutos no Golfo Pérsico.

É só um jogo, a tal geopolítica, não importa quem esteja morrendo, quem são os amigos ou inimigos.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Uma consideração sobre “O nome do jogo é cobiça. E não importa quanto custa em dinheiro e vidas.”

  1. Não se falou em quase 500 mil vítimas dessa guerra, muitas delas crianças, idosos, mulheres e civis inocentes. Parece que sob a ótica vesga de quem escreveu o texto o Assad é um Santo. O cara domina o país com mão de ferro, eleição limpa e democracia na Síria são impensáveis e a culpa é dos ianques e dos russos, cara pálida?

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