Pode isso, Arnaldo, usar inteligência militar na campanha eleitoral?

O nome disso é aparelhamento. As Forças Armadas devem se ater à segurança nacional, movimento de tropas nas fronteiras, invasões do País por milícias armadas e, em casos especiais, intervenções do tipo realizado no Rio de Janeiro, onde uma verdadeira guerrilha, fortemente armada, tomou o poder.

Se as Forças Armadas fazem levantamento sobre candidatos ainda é plausível. Mas daí a fornecer esse levantamento a um dos candidatos, vai uma longa distância. Está gerado um sério e grave precedente institucional.

É de se perguntar: por que o episódio Riocentro teima em não morrer?

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

3 comentários em “Pode isso, Arnaldo, usar inteligência militar na campanha eleitoral?”

  1. A verdadeira cor ou ideologia de qualquer ditador é a sede pelo poder. O salvador da pátria Hugo Chaves e toda a milicada era tão democrata quanto o salvador da pátria Bozonaro e toda sua milicada. O resto é histerismo ideológico de quem ainda pensa que o muro de Berlim continua de pé.

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