LEM: vamos ter que comprar água do caminhão-pipa?

Há três dias a água fornecida pela EMBASA não tem pressão suficiente para chegar até os reservatórios das residências situadas nas regiões mais altas da cidade, como nos bairros Luar do Cerrado e Verde Vida.

Realizada uma reclamação ontem, a mocinha do telemarketing foi muito gentil em dizer que o problema seria solucionado em dois dias.

E parece que a promessa será cumprida. Agora, as seis horas da manhã, as caixas d”água continuam secas como língua de papagaio.

Haja paciência com esse povo relapso da tal EMBASA! Como os nordestinos do agreste, vamos ter que nos acostumar em comprar água do caminhão-pipa.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Uma consideração sobre “LEM: vamos ter que comprar água do caminhão-pipa?”

  1. Mais uma vez a grande responsabilidade está no desinteresse dos governos municipais e na apatia da população que aceita tudo bovinamente.
    Por que repassar para uma empresa como a Embasa que presta um péssimo serviço e cobra muito caro, o serviço de fornecimento de água potável? Alguns municípios do Oeste da Bahia teriam plenas condições de assumir tal tarefa e ainda cobrarem um preço mais justo.
    Na cidade de Formosa do Rio Preto com um belo e perene rio cortando aquela cidade ocorre por incrível que possa parecer falta de água nas residências. Talvez como reflexo do quase inexistente investimento na cidade ainda que arrecade muito por lá.

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