Ruralistas se sentem traídos pela política externa do “comandante” do País

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, lançou dúvidas sobre a credibilidade da iniciativa do governo Jair Bolsonaro de tentar fazer parte da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e, em troca, renunciar a vantagens na Organização Mundial do Comércio (OMC).

“(O setor) da agricultura fica receoso, mas é preciso olhar melhor o que vai ser discutido”, afirmou a titular da pasta durante entrevista à GloboNews.

A ministra tentou minimizar um possível estremecimento nas relações com a China. “O ministério precisa ser firme e dizer: precisamos de mercados que comprem os nossos produtos”, disse. “O que a gente precisa dizer para os chineses é que nós somos um bom parceiro”.

Segundo Tereza, “pode haver desaceleração do comércio internacional”, mas “o setor agrícola brasileiro é muito forte”.

O receio relatado pela ministra vem num contexto em que um acordo entre Brasil e EUA prevê a implementação da uma cota isenta de tarifa para moinhos brasileiros importarem trigo norte-americano, o que foi recebido com preocupações por integrantes do setor agrícola no Mercosul.

Pelo pacto, os EUA poderiam exportar 750 mil toneladas do cereal ao ano ao Brasil sem pagar a tarifa de 10 por cento estabelecida para compras do produto fora do Mercosul.

No caso do Brasil, um dos maiores importadores mundiais de trigo, com importações de cerca de 7 milhões de toneladas ao ano, as compras sem tarifa do produto dos EUA poderão fazer concorrência com o produto brasileiro, desestimulando o cultivo no caso de haver pressão sobre preços no mercado interno pelo aumento da oferta importada.

O agronegócio teme que o trigo importado concorra com o produto brasileiro.

*Com Reuters e 247.

Eu avisei: o cara é trapalhão e não tem preparo que vá além do comando de um pelotão (média de 36 homens). Foi assim que ele foi reformado, na condição de primeiro tenente. Ele nunca foi capitão: pegou a promoção ao ser aposentado por “problemas de saúde”.

Ele quer muito invadir a Venezuela. Pois que vá à frente de um pelotão de PQD e jogue-se nos arredores de Caracas.

Os norte-americanos lutaram durante anos para acabar com o agronegócio brasileiro. Com ONGs, com dumping, com tradings financiando a lavoura na base de juros de 30%, com lobby poderoso em Brasília.

Aí veio o comandante e paahh!, numa penada está criando restrições externas que o agronegócio conquistou a duras penas.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

3 comentários em “Ruralistas se sentem traídos pela política externa do “comandante” do País”

  1. Agora apareceu a praga da agricultura. Pena que aconteceu tão cedo…aquela facada ainda me deixa?????? Se esse cara fosse algum debate abriria a boca só pra falar m….. Agora quer governar um pais gigante pelas redes sociais, assim como ganhou uma eleiçao na moleza. Também assessorado por 3 filhos mal criados, e um punhados de raposas. Pode dar certo????? Só tá faltando um velho prefeito bem conhecido aqui dá regiao pra dar uma força na bagunça……………

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