O jogador Neymar se tornou assunto principal na imprensa de todo o País depois do episódio de troca de agressões com uma modelete. A moça não é fácil: hoje se fala até que ela agrediu um ex-marido com uma facada no peito.
Patrocinadores como Nike e Mastercard estão congelando seus contratos com o jogador em virtude da repercussão negativa. E até a CBF já quer afastá-lo da Seleção, independente da grave lesão que sofreu ontem no jogo contra o Catar, em Brasília. O Real Madrid também deixou em compasso de espera as negociações para sua contratação.
O que é estranho nisso tudo é que o Primeiro Mandatário da Nação, sr Jair Messias Bolsonaro, já fez o seu julgamento do caso, ao visitar, ontem, mesmo, no hospital, o camisa 10 da Seleção.
A visita do Presidente, mais que demonstrar solidariedade na hora da lesão do tornozelo, dá a entender que Neymar não incorreu em ilícito algum em Paris. Se o jogador for eventualmente processado, o Presidente arcará com as consequências danosas da sua solidariedade.
Jogadores de futebol não deveriam estar entre as preocupações prioritárias de um presidente.


Caro periodista, sua ingenuidade deixa-me comovido. É fato que a opinião pública dispensou solidariedade incondicional ao menino Ney, e nada seria tão oportuno e conveniente quanto pousar ao lado do craque (lesionado físico e moralmente) enquanto sua popularidade faz um vôo livre de macaco. O Jair não perderia isso!