Audácia não tem limites: Dallagnol diz que Aras nada tem a ver com “Lava-Jato”.

Da redação do Urbs Magna

O chefe da Força-Tarefa de Curitiba, Deltan Dallagnol, resolveu peitar o PGR (Procurador-Geral da República) Augusto Aras.

Ele ligou para um jornalista pedindo que queria publicar uma resposta para seu superior dizendo que dados da Lava Jato que foram compartilhados com o FBI são secretos, o que é o mesmo que dizer que os mesmos não são da sua conta.

Em entrevista à Folha, o procurador da Lava Jato de Curitiba, Deltan Dallagnol, disse que não vai mostrar os dados compartilhados com o FBI ao procurador geral da República, Augusto Aras, acrescentando que “quando as informações são sigilosas, há regras para o acesso”.

Foi o próprio Dallagnol que pediu para falar ao jornal e estabeleceu as regras e entrevista por email.

O procurador disse também que “o acesso pela PGR só é legítimo nos termos das leis e decisões judiciais. Foi nesses termos que compartilhamos informações e provas dezenas de vezes nos últimos anos com a PGR e vários órgãos, mas nunca houve um pedido de acesso indiscriminado como agora“.

Insubordinado, Deltan disse ainda que que Aras parece um banqueiro:

Do mesmo modo, o chefe da Receita Federal não tem o direito de ver o Imposto de Renda de um certo contribuinte, e o banqueiro não deve acessar os detalhes dos gastos de um correntista, sem justificativa. Quando as informações são sigilosas, há regras para o acesso“.

Nota da Redação de O Expresso:

Essas tentativas de homicídio doloso de reputações entre Sérgio Moro+Deltan Dallagnol+Lava Jato contra Augusto Aras+Famiglia Bolsonaro são apenas fortes rusgas eleitorais.

Todos querem o poder, enquanto a Pátria Mãe, tão distraída, é altamente traída em todas as circunstâncias. São apenas traidores da Pátria e vão todos acabar no Tribunal de Haia.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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