Brasil chega à marca das 100 mil mortes.

Está ouvindo daí a oração contrita do Presidente da República, que não tem capacidade nem para escolher um Ministro da Saúde; que entrou em rixa particular com governadores de Oposição; que só se preocupa em salvar a pele dos filhos e encaminhar a reeleição?

Os culpados pelas mortes somos nós mesmos, que resolvemos escolher um líder com sérios desvios de comportamento.

Que virou garoto propaganda de um medicamento rejeitado pela Organização Mundial da Saúde e pelas autoridades médicas dos principais países do Mundo. Aquele mesmo que vaticinou uma gripezinha, que afirmou não ser coveiro e que depois de 100 mil mortes acha que devemos tocar a vida.

A China, um país com 1,4 bilhão de habitantes, fechou uma província inteira e sofreu pouco mais de 4 mil mortes. O Brasil e os Estados Unidos, governados por projetos mal-acabados de déspotas, já registram juntos mais de 260 mil mortes.

Chegamos à marca de 100 mil óbitos e 3 milhões de casos confirmados por covid-19.

Ainda somos o segundo país com maior número de casos e óbitos pela doença no mundo, e também o país com mais mortes de profissionais da saúde e de gestantes.

Cerca de 80% das gestantes do mundo que morreram por covid-19 são brasileiras, de cada 10 gestantes do mundo que vieram a óbito por covid-19, 8 foram no nosso país.

Não estamos matando só os velhos. Estamos matando as mães e seus filhos que ainda não nasceram. 

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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