Lá vai o Brasil, descendo a ladeira, sem perspectiva de reversão.

Os ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil da Presidência da República, general Braga Netto, deverão prestar ao Tribunal de Contas da União (TCU) informações sobre os impactos orçamentários e fiscais das medidas governamentais de combate à pandemia pelo coronavírus.

A Corte quer que os dois expliquem a criação de gastos em desacordo com o Orçamento de Guerra. O pedido foi feito pelo ministro Bruno Dantas. Ele acatou integralmente as orientações técnicas da Secretaria Geral de Controle Externo do Tribunal, mas considerou que é preciso mais detalhes.

A projeção do próprio governo é que o endividamento bruto chegue a 95% do PIB este ano e 96% em 2023. O governo projeta receitas de R$ 1,4 trilhão até o fim do ano, mas despesas de R$ 1,9 trilhão – resultando num déficit de R$ 787 bilhões.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

2 comentários em “Lá vai o Brasil, descendo a ladeira, sem perspectiva de reversão.”

  1. São mil sujeitos vibrando negativo a favor do gestor presidencial, más há 03 (três) mil vibrando positivo pelo nossos gestores nacionais, porém não há possibilidade de descer ladeira alguma, tirem a trave dos olhos e vejam com o olhar parcial e responsável temos muito o que notar em favor dos contribuintes e graças a Deus.

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  2. Mais uma vez o pais tá sendo governado em favor puramente do capital financeiro, ou seja, os bancos e seus investimentos de rapina. O capital produtivo indo pro ralo e sendo vendido a preço de banana, como o petróleo. O país sendo devastado escancaradamente. Estamos indo de volta pra os anos 80 e 90 onde o PIB era uma fração do que é hoje e onde a miséria da população era pior do que naquela época. E vem aí de volta a CPMF.

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