Governo afundou florescente indústria automobilística do Brasil.

Fábrica da Ford em Camaçari

Em 2013, quando o PT “estava finalizando seu saque ao País”, como afirmam bolsonaristas fanáticos, produzíamos 3,71 milhões de veículos, por ano, e cerca de 50% do valor dos veículos retornava em impostos para os governos federal e estaduais.

As fábricas empregavam 150 mil funcionários diretamente e mais o dobro disso em fábricas de auto-peças. A nossa balança comercial era equilibrada em alta, com os principais importadores/exportadores, México e Argentina.

Agora, restam 29 fábricas de automóveis fechadas, toda a pirâmide de fornecedores de auto-peças e o desemprego de mão-de-obra altamente qualificada está murchando como maracujá na gaveta.

Foi o que restou do governo negacionista que se negou a comprar vacinas e preferiu vender cloroquina e ivermectina aos incautos.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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