Caminhoneiros se apropriaram do próprio movimento e vão parar o País.

Sim, foi ali na beira da pista, tomando água morna e comendo marmita vencida, que os caminhoneiros rejeitaram o pedido do Messias para parar o movimento. Muito pelo contrário: os líderes agora querem fechar para todos os carros, com exceção de ambulâncias e transporte de remédios e oxigênio.

Os caminhoneiros identificaram rapidamente, principalmente os autônomos e aqueles que vivem de comissão, que o Governo do Mito está pouco se lixando para eles. Existe até um boato de novo aumento de combustível, principal insumo do transporte, para amanhã.

Os profissionais sentiram que os preços dos fretes, cada vez menores, não vão aumentar com a economia estagnada. A safra e o pico da exportação passou. Agora é roer o pedaço mais amargo da atividade.

O que vai acontecer é isso mesmo que o leitor está imaginando: os caminhoneiros vão ajudar a empurrar Bolsonaro na beira do precipício.

No momento, postos de controle interromperam o fluxo de veículos em 14 estados.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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