Subindo, subindo, subindo o preço dos combustíveis. O céu é o limite.

A Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom) espera um aumento nos preços dos combustíveis da Petrobras para esta quinta-feira (5/5), quando também será divulgado o balanço comercial do primeiro trimestre de 2022.

A expectativa é de que haja reajuste de 12% no preço da gasolina e de 24% no diesel, que corresponderiam à defasagem no preço de paridade de importação (ppi), ou seja, à diferença entre os preços praticados no mercado interno e externo.

A Petrobras está há 55 dias sem reajustes nos preços dos combustíveis, período em que ocorreram substituições na presidência e no Conselho da estatal. O último aumento ocorreu aos 57 dias de defasagem de preços na paridade internacional.

“O mercado espera ações da Petrobras alinhadas com seu discurso de necessidade de preços alinhados ao mercado, para evitar desabastecimento e dar segurança para que sejam realizados os investimentos necessários”, explica Sérgio Araújo, presidente da Abicom.

Se os combustíveis subirem como estão previsto, aguarde aumentos sucessivos nos alimentos. Um litro de leite, do mais comum, com o qual você alimenta o seu pequeno mamífero em casa, já pode ser encontrado por R$7,00.

Outros aumentos são surpreendentes: a mandioca, que a Dilma homenageou como alimento do pobre, descascada, já vale 7 reais o quilo. Pode uma coisa dessas?

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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