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Quase 40% das famílias vivem com mínimo de pouco mais de 200 dólares.

06/06/2022

Brasil entra para o mapa da fome e Bolsonaro aumenta seu salário para R$ 41 mil - A Verdade

A derrocada econômica provocada pela dupla Temer-Bolsonaro está levando quase 40% dos assalariados a sobreviverem com um salário mínimo, em tempos de inflação alta, a qual derruba esses salários ao longo do ano.

No último trimestre do penúltimo ano da gestão Dilma, 27,6% ganhavam até o piso. No governo Bolsonaro este número já chega a 38,22%. Em 2012, o salário mínimo era de 400 dólares, chegando a 176 dólares em 2020.

Desemprego e desalento

Agora imagine a situação de famílias que vivem com menos de 80 dólares do auxílio do Governo. Em meados de maio deste ano, mais de 3,4 milhões de brasileiros estavam desempregados há mais de dois anos.

De acordo com o levantamento, ao final do 1º trimestre de 2022 o número de trabalhadores desempregados há mais de 2 anos era de 3,463 milhões – cerca de 29% do total de desempregados no país.

Trata-se da segunda maior proporção de desempregados há mais de 2 anos de toda a série da pesquisa, iniciada em 2012. Ela havia sido maior somente no trimestre anterior, o 4º de 2021, quando atingia cerca de 3,6 milhões dos desempregados, o que correspondia a 30,3% do total de brasileiros em busca de uma vaga no mercado naquele período.

O levantamento do IBGE, realizado por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) é referente ao primeiro trimestre de 2022, quando o país registrava um contingente de mais de 11,9 milhões de desempregados.

Só é considerado desempregado aquele trabalhador que não está ocupado no mercado de trabalho, tem disponibilidade para trabalhar e está, efetivamente, em busca de uma vaga.

Esta semana que passou, o indigitado Presidente Provisório da República, disse que não entende os 40% (na verdade 49%) de Lula nas pesquisas. Fica difícil mesmo entender, quando se ganha 41 mil de salário e duas aposentadorias, do Exército e da Câmara, e ainda se gasta em pouco mais de 3 anos R$21 milhões no cartão corporativo da Presidência. 

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