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PGR pede ao STF arquivamento de processos com base na CPI da Covid.

26/07/2022

Bolsonaro mostra caixa de cloroquina para emas do Alvorada - Jornal Correio

Atenção: a PGR determina que correu tudo bem com a pandemia de Covid-19 no País. Um único detalhe, irrelevante no caso, é que 700 mil pessoas foram sacrificadas no propinoduto de vacinas, na difusão de protocolos primitivos de atendimento e na falta de vagas em UTIs especializadas.

A Procuradoria Geral da República defendeu arquivar apurações das acusações da CPI de charlatanismo, prevaricação, infração de medida sanitária, uso irregular de verba e epidemia com resultado de morte.

A Procuradoria-Geral da República pediu nesta segunda-feira (25) ao Supremo Tribunal Federal (STF) o arquivamento de sete das dez apurações preliminares sobre o presidente Jair Bolsonaro, ministros e ex-ministros do governo abertas a partir das conclusões da CPI da Covid.

Como cabe à Procuradoria-Geral o pedido de abertura de inquéritos e ações penais, a praxe no Supremo — em caso de solicitações de arquivamento — é atender à PGR.

Dessas apurações cujo arquivamento foi solicitado, em cinco a comissão parlamentar de inquérito pedia o indiciamento de Bolsonaro, acusado dos crimes de charlatanismo, prevaricação, infração de medida sanitária preventiva, emprego irregular de verba pública e epidemia com resultado de morte.

A PGR também pediu o arquivamento de apurações que envolviam os ministros Marcelo Queiroga (Saúde) e Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União); o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR); os ex-ministros Eduardo Pazuello (Saúde) e Braga Netto (Casa Civil); Élcio Franco e Hélio Angotti Netto (ex-secretários do Ministério da Saúde), Heitor Abreu (ex-assessor da Casa Civil) e o deputado Osmar Terra (MDB-RS).

No relatório final, a CPI acusou Bolsonaro de ter cometido nove crimes. Ao pedir os arquivamentos, a PGR concluiu não haver indícios das práticas desses crimes.

Ricardo Barros também teve o indiciamento pedido pela CPI, acusado de irregularidades na compra de vacinas. Mas essa apuração já havia sido arquivada em junho.

Com isso, das dez apurações abertas com base nas conclusões da CPI, oito já foram arquivadas.

Bandidos! Pagarão caro pelos seus crimes.

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