Por via das dúvidas, Bolsonaro evita sobrevoar a Venezuela.

Foto: Reprodução / Redes sociais

O temor que um míssil ou uma interceptação aérea pudesse interromper o voo de Bolsonaro rumo ao exílio, fez com que o ex-Presidente comandasse evitar o sobrevoo de território venezuelano. A atitude beira as raias da esquizofrenia.

Ao deixar o país rumo aos Estados Unidos às vésperas do fim de seu mandato, na tarde desta sexta-feira (30), o agora ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) evitou percorrer o espaço aéreo da Venezuela.

Ele partiu de Brasília (DF) em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) às 14h e fez uma escala em Boa Vista (RO), de onde retomou a viagem por volta das 17h. Em vez de seguir em linha reta para os EUA, a aeronave presidencial fez um desvio e passou pela Guiana para não cruzar o país governado pelo desafeto Nicolás Maduro.

Procurada pela coluna de Rodrigo Rangel, no portal Metrópoles, a FAB não informou o motivo da escolha da rota.

O desvio ocorre justamente no dia em que o governo Bolsonaro revogou uma portaria que impedia Maduro de entrar no Brasil. Com a mudança, existe a possibilidade do presidente da Venezuela participar da posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), neste domingo (1º).

Ao chegar na Flórida, o Presidente Sainte se dirigiu a casa de um lutador brasileiro. Ao que parece, o convite do ex-presidente Donald Trump gorou esta semana.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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