“Presente é caixa de chocolates: 17 milhões em jóias é propina”, diz economista.

www.brasil247.com - Eduardo Moreira

O economista Eduardo Moreira se revoltou com o tratamento dado pela imprensa brasileira ao comportamento criminoso de Jair Bolsonaro, que recebeu uma propina de 17 milhões de reais, em joias, às vésperas da entrega de uma refinaria da Petrobrás a um fundo árabe, bem abaixo de seu valor de mercado.

Em 30 de novembro de 2021, um mês após a comitiva do então presidente Jair Bolsonaro viajar para o Oriente Médio, o governo brasileiro a venda da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), localizada em São Francisco do Conde, na Bahia e seus ativos logísticos associados.

A venda foi realizada para o Mubadala Capital, um fundo árabe dos Emirados Árabes Unidos, pelo valor de US$ 1,8 bilhão.

No entanto, cálculos estimados pelo Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep) indicam que a refinaria valia entre US$ 3 bilhões e US$ 4 bilhões.

Eduardo Moreira tem o direito de ser otimista. Mas é de duvidar que o ex-presidente não tenha auferido uma gorda quantia em ações do fundo, alguma coisa entre 100 e 500 milhões de dólares.

Afinal, os baianos e sergipanos aí estão para, pagando os combustíveis mais caros do País, recuperar rapidamente os cofres árabes.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Uma consideração sobre ““Presente é caixa de chocolates: 17 milhões em jóias é propina”, diz economista.”

  1. É o pagamento pela entrega da refinaria de salvador à Acelen. Os bons serviços prestados às nações árabes.

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