Na segunda (9), António Guterres, secretário-geral da ONU, afirmou que está angustiado com o anúncio de Israel, que afirma que iniciará um cerco à Faixa de Gaza e irá tirar eletricidade, alimentos e combustível. Além disso, é esperado que moradores da região sofram com escassez de água também.
Israel intensificou ataques e bombardeios em Gaza
Os ataques seguem intensos nesta manhã na região. O grupo extremista Hamas, que controla a Faixa de Gaza, disse que iria executar um refém israelense para cada bombardeio contra casas de civis sem aviso prévio. Os reféns estão distribuídos em pontos diferentes de Gaza para dificultar o trabalho de resgate por parte do exército israelense.
O Hamas ameaçou, inclusive, transmitir ao vivo as execuções caso o aviso não seja cumprido. Desde o início do conflito, no sábado, 900 israelenses e quase 700 palestinos já morreram. Mas existem estatísticas em que esse número ronda as 2.000 vítimas fatais. Há mais de 3.700 feridos e um número incalculável de desaparecidos.
Na noite, o porto de Haifa, uma região até agora incólume, foi bombardeado por foguetes originários de Gaza e do Líbano.