Júri popular do assassino do militante petista, Marcelo Arruda, foi suspenso.
Jorge José da Rocha Guaranho, agente penitenciário federal e apoiador de Jair Bolsonaro, chegou na festa de aniversário de Arruda, tesoureiro do Diretório local do PT, atirando. A esposa de Arruda ainda tentou interferir, afastando o petista, mas ele já estava ferido de morte.
A defesa do assassino fez uma série de pedidos, mas entre eles colocou a liberdade provisória do réu.
O Juiz indeferiu todas então a defesa informou que ia se retirar do plenário. Está evidente que o objetivo deles não era o julgamento do caso e a busca pela justiça, mas somente a liberdade provisória do réu.
O Juiz Hugo Michelini Junior remarcou o julgamento para 2 de maio.
O bolsonarista pode pegar 22 anos de prisão pelo assassinato de Arruda.
“Muita ansiedade, muito nervosismo, mas com fé que hoje se inicia a justiça”, disse Pâmela Silva, viúva do petista assassinado em sua festa de 50 anos, antes do início do juri popular que vai sentenciar Jorge Guaranho.
A semente de ódio que o milico de baixa extração, deputado de baixo clero e presidente genocida plantou neste País, ainda continua germinando e testando a Justiça em seus mais diversos níveis.
