Zambelli denunciada por 10 crimes. Que tipo de droga essa gente usa?

Carla Zambelli é denunciada pela PGRLula Marques/Agência Brasil

A certeza da vitória nas eleições de 2022 levou à sensação de impunidade. Era fácil para a Deputada contratar um hacker, levá-lo ao Palácio da Alvorada, obter as bençãos do Supremo Ogro e dar início a uma série de crimes, que certamente a levará à cassação do mandato e à prisão (O Expresso).

Informa a Revista Fórum, nesta terça-feira (23), que o procurador-geral da República Paulo Gonet denunciou a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) e Walter Delgatti Neto pela invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realizada em 2023.

Em 4 de janeiro do ano passado, Delgatti teria entrado no sistema do CNJ a mando de Carla Zambelli para inserção de documentos falsos no ambiente digital.

Um plano de Zambelli era inserir um documento falso que ordenava a prisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, com uma assinatura falsa dele mesmo.

Segundo a PGR, as evidências mostradas pela Polícia Federal indicam que “Zambelli comandou a invasão a sistemas institucionais utilizados pelo Poder Judiciário, mediante planejamento, arregimentação e comando de pessoa com aptidão técnica e meios necessários ao cumprimento de tal mister, com o fim de adulterar informações, sem autorização expressa ou tácita de quem de direito”.

Agora, a primeira turma do Supremo, composta por Alexandre de Moraes, Carmen Lúcia, Luiz Fux, Cristiano Zanin e Flávio Dino vai avaliar se recepciona a denúncia.

Constam contra Zambelli e Delgatti dez crimes. Sete são expostos no artigo 154-A e parágrafo 2 do Código Penal, se referindo a invasão de dispositivo informático. Outros três estão no artigo 299 do CP (falsidade ideológica), por terem inserido documentos ideologicamente falsos no sistema informático.

Delgatti está preso desde agosto pelo crime e Zambelli nega participação no esquema, afirmando que o hacker é um “mitômano”.

O que diz a PF?

Segundo as investigações da Polícia Federal, Delgatti foi o executor do crime – ele já confessou sua participação – e Zambelli foi a mentora.

O hacker relatou ter recebido R$ 40 mil de Zambelli para promover o atentado hacker. Em fevereiro, quando ambos foram indiciados pela Polícia Federal, a defesa de Delgatti reiterou sua participação no crime.

“Desde sua prisão, Walter confessa sua participação na invasão da plataforma do CNJ. O indiciamento de Carla Zambelli confirma que Walter, a todo momento, colaborou com a justiça, levando a PF até a mandante e financiadora dos atos perpetrados por ele. No mais, a defesa pretende reiterar o requerimento que tem como objetivo a liberdade de Walter, ausente motivo para manutenção da custodia cautelar, uma vez encerrada a investigação”, disse, em fevereiro, Ariovaldo Moreira, advogado do hacker de Araraquara. 

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Uma consideração sobre “Zambelli denunciada por 10 crimes. Que tipo de droga essa gente usa?”

  1. usam bosta ceca de gado cheiram um pozinho que vinha no avião da FAB e as vezes cheiram os pedidos do bozó principalmente quando ele está de caneco entupido

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