Jornalista conservador afirma que o mundo terá paz quando o império dos EUA acabar

O mundo só terá paz quando os EUA deixarem de existir como existem hoje. Quando eles forem um país tão pobre quanto o resto do planeta, incapaz de gastar trilhões de dólares em balas e bombas para matar crianças e impor seu imperialismo e colonialismo sobre nós.
Tenho repetido isso há anos e agora até o jornalista conservador Tucker Carlson reconhece que isso não só é necessário como está acontecendo.
A incapacidade dos EUA de vencer no lrã e seu isolamento, chegando ao ponto de ameaçar deixar a Otan, mostram que o império estadunidense na verdade já acabou. Eles não reconhecem esse fato, mas a realidade é que esse processo já começou. Os EUA não conseguem se impor contra qualquer nação que tenha um mínimo de capacidade de defesa. Pelo contrário, os EUA só têm obtido vitórias contra países pequenos e pobres como Panamá, Venezuela ou Palestina.
O mundo está testemunhando a incapacidade dos EUA de manter sua dominância de outra forma que não seja pela força e também está vendo que mesmo pela força eles não conseguem derrotar países que estão há décadas sob sanções como o lrã.
Carlson vê essa situação da mesma forma que eu tenho repetido: isso é uma ótima notícia. Os EUA não precisam deixar de existir para deixarem de ser uma nação criminosa. Basta eles mudarem. Como eles se recusam a mudar, então o mundo está mudando para tirar essa capacidade dos EUA. Países estão se armando e mostrando que o poder militar estadunidense não é invencível.
A hegemonia estadunidense está acabando e isso é excelente para o mundo. A paz mundial passa necessariamente pelo EUA deixarem se ser um bully internacional. Estamos vendo isso acontecer ao vivo.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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