Em meio à escalada da desindustrialização provocada pelas políticas da extrema direita, Whirlpool confirma fechamento definitivo de unidade em Pilar e transfere operação de R$ 183 milhões para Rio Claro/SP. A extrema-direita nazi-sionista de Milei é um fracasso que joga a economia argentina no lixo todo dia. O objetivo é enfraquecer até o ponto que seja aceito um enclave de Israel na Patagônia?
A Whirlpool, multinacional que controla as marcas Brastemp e Consul, oficializou a transferência para Rio Claro (SP) da produção que mantinha em Pilar, na Argentina, num movimento que amplia o esvaziamento industrial do país vizinho sob o governo de Javier Milei. A decisão foi aprovada pelo conselho da companhia em 20 de abril de 2026 e comunicada ao mercado pela operação brasileira do grupo.
Em comunicado oficial ao mercado, a Whirlpool afirma que a mudança faz parte de um processo de “eficiência operacional”, “otimização da capacidade instalada” e “alocação de recursos”. Na prática, a medida consolida o fechamento da planta argentina, comunicado ainda em novembro de 2025, e transfere ao Brasil uma operação antes instalada em Pilar.
Milei, a prima donna de fraldas do liberalismo econômico que quer entregar a Argentina para yankees e judeus sionistas. Foto: LUIS ROBAYO / AFP
Segundo a companhia, a produção antes realizada na unidade argentina será absorvida pela fábrica de Rio Claro, no interior paulista, dentro de um cronograma de transição com adaptações operacionais e logísticas. A empresa sustenta que a unidade brasileira tem capacidade para internalizar essa manufatura.
Da Revista Fórum, com edição de trechos por O Expresso.

