As brigas políticas entre opositores de Lula nas eleições de 2026 pipocam por todos os lados. Agora, Ricardo Salles fala mal de Valdemar do PL, de Eduardo Bolsonaro e é acusado por Frias. Entre cuspidas, arranhões e “passa moleque”, lá vai, na avenida, a Escola Desunidos da Corrupção.
Em 22 de abril de 2020, o então Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, na famosa reunião ministerial gravada, disse que o Governo deveria aproveitar o grave momento da Covid para “passar a boiada” ambiental.
Salles defendeu que o governo aproveitasse a atenção da mídia voltada para a pandemia de Covid-19 para flexibilizar normas regulatórias de proteção ambiental, o que chamou de “passar a boiada”.
O ex-ministro defendeu a alteração de regras sem precisar de aprovação do Congresso, focando em portarias e normas técnicas.
A fala gerou grande repercussão negativa e, segundo o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), a gestão Salles implementou mais de 124 medidas que trouxeram riscos às políticas ambientais.
O pedido de afastamento de Salles foi solicitado pelo Ministério Público Federal (MPF) em julho de 2020 por improbidade administrativa, citando o desmonte da proteção ambiental
