Presidente da China ordena ações e hierarquia das peças do tabuleiro da geopolítica.

O Presidente Xi Jinping expressou isso com clareza histórica:

“O povo chinês nunca intimidou, oprimiu nem escravizou os povos de outros países, nem no passado, nem no presente, e nunca o fará no futuro. Em contraste, o povo chinês não permitirá que nenhuma força estrangeira o oprima, o escravize nem o suprima. Qualquer um que tente isso chocará contra um muro de aço construído com o sangue e a carne de 1.400 milhões de chineses.”

Isso não é um discurso vazio. É a síntese de uma nação que viveu um século de humilhação, invasões, guerras do ópio e semicolonialismo, e que hoje se ergueu com dignidade soberana. A China não busca império. Nunca exportou ópio, nunca organizou tráfico de escravos transatlântico, nunca invadiu continentes inteiros. Sua história é de comércio, intercâmbio cultural e coexistência (Rota da Seda).

Mas aprendeu, da forma mais dura, que a fraqueza convida à agressão. Por isso, sua mensagem é firme: defesa inabalável de sua soberania e desenvolvimento. Esse “muro de aço” não é apenas militar. É industrial, tecnológico, cultural e, acima de tudo, a vontade unificada de 1.400 milhões de pessoas que já não aceitam ser pisoteadas.

Quem ainda não entendeu os erros da história está condenado a repeti-los.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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