O Presidente Xi Jinping expressou isso com clareza histórica:
“O povo chinês nunca intimidou, oprimiu nem escravizou os povos de outros países, nem no passado, nem no presente, e nunca o fará no futuro. Em contraste, o povo chinês não permitirá que nenhuma força estrangeira o oprima, o escravize nem o suprima. Qualquer um que tente isso chocará contra um muro de aço construído com o sangue e a carne de 1.400 milhões de chineses.”
Isso não é um discurso vazio. É a síntese de uma nação que viveu um século de humilhação, invasões, guerras do ópio e semicolonialismo, e que hoje se ergueu com dignidade soberana. A China não busca império. Nunca exportou ópio, nunca organizou tráfico de escravos transatlântico, nunca invadiu continentes inteiros. Sua história é de comércio, intercâmbio cultural e coexistência (Rota da Seda).
Mas aprendeu, da forma mais dura, que a fraqueza convida à agressão. Por isso, sua mensagem é firme: defesa inabalável de sua soberania e desenvolvimento. Esse “muro de aço” não é apenas militar. É industrial, tecnológico, cultural e, acima de tudo, a vontade unificada de 1.400 milhões de pessoas que já não aceitam ser pisoteadas.
Quem ainda não entendeu os erros da história está condenado a repeti-los.
