Os EUA inauguram uma era de pirataria, roubo e rapina em todo o Mundo.

Como consequência, milionários de todo o mundo constroem bunkers e abrigos anti-nucleares. Aos pobres, só resta mesmo voltar às cavernas.

Large Crumbling Abandoned Factory Detroit Michigan Foto stock 516968686 | ShutterstockBairros abandonados em Detroit, hoje uma das cidades mais perigosas do mundo.Lições da quebra de Detroit | ArchDaily Brasil

Detroit declara maior falência municipal da história dos EUA

A Venezuela está enfrentando o pior desastre natural da sua história, apontando para mais de 20 mil mortes. E os Estados Unidos, que assaltou a pátria bolivariana, enviou ajuda de 150 milhões de dólares.

Uma mixaria para quem já sequestrou mais de US$220 bilhões de petróleo e perdas decorrentes dos bloqueios econômico. Além disso, mantém retidas 32 toneladas de ouro no Banco da Inglaterra, no valor de US$2 bilhões.

Hoje, os Estados Unidos determinaram novo cerco econômico ao Irã, o estreito de Ormuz foi fechado e o petróleo deu novos saltos de preço.

De onde se deduz que os patrões de Donald Trump, controladores da energia mundial, determinaram que o petróleo precisa se manter em preços elevados para que a especulação resulte em mais lucro fácil. São os mesmos que mandaram explodir os gasodutos submarinos no Báltico.

As explosões submarinas nos gasodutos Nord Stream 1 e 2, que transportavam gás natural da Rússia para a Alemanha, ocorreram em 26 de setembro de 2022 no Mar Báltico. O incidente provocou grandes vazamentos de metano, afetando a infraestrutura energética europeia e deprimindo a produção industrial, em destaque na Alemanha.

Agora, com a alta do petróleo e o bombardeio sistemático de instalações petrolíferas e navios transportadores russos, além da caça a petroleiros iranianos, China, Japão, Coreia do Sul e Taiwan enfrentam a escassez do produto e enfrentarão também depressões em suas produções industriais. 

Os EUA querem ganhar protagonismo com a sua combalida indústria, mesmo que para isso tenham que acabar com a economia da metade do mundo.

Cidades industriais dos EUA que entraram em depressão severa formam o Cinturão da Ferrugem (Rust Belt). Essa região do Centro-Oeste e Nordeste dependia de siderurgia, carvão e automóveis. Após o auge no século XX, a desindustrialização causou falências, desemprego em massa e abandono urbano.

Cidades como Detroit (Michigan), Youngstown (Ohio), Cleveland (Ohio), Buffalo (Nova York) e Gary(Indiana) tiveram redução de até 50% da população e 2/3 das vagas de trabalho nos últimos anos. 

Só resta, então, a pirataria internacional, como vem acontecendo na Venezuela e no Irã. Mesmo que para isso tenha que assassinar dezenas de milhares de inocentes e bombardear cidades.

Trump é muito perigoso.  Ações unilaterais recentes baseadas na retomada da Doutrina Monroe — como intervenções na América Latina e o acirramento severo de ameaças militares contra o Irã — são vistas por diplomatas como precedentes perigosos para o direito internacional e risco aumentado de um confronto nuclear. 

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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