Palhaçadas de direitistas não acabam
O pré-candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema, afirmou neste sábado (18) que, caso seja eleito, pretende privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil, destinando os recursos obtidos com a venda das estatais para investimentos em infraestrutura em todo o país. A declaração foi feita durante o 10º Encontro Nacional do partido, realizado em São Paulo.
Ao apresentar o que classificou como a terceira missão de um eventual governo, Zema afirmou que a privatização das empresas públicas seria um dos pilares de sua estratégia econômica.
“Vamos começar privatizando a Petrobras e o Banco do Brasil. E não é para pagar as contas de Brasília, mas para construir o futuro do Brasil. Esse dinheiro vai virar estradas, ferrovias, hidrovias, portos pelo país inteiro. Hoje o Brasil produz como um gigante, mas ainda transporta a sua riqueza como um país atrasado”, declarou.
Segundo o governador de Minas Gerais, a proposta faz parte de um plano voltado para “virar a chave do crescimento e da prosperidade”. De acordo com Zema, seu objetivo seria reduzir os gastos públicos, diminuir a dívida do país e criar condições para a redução das taxas de juros como forma de impulsionar a economia.
Flávio: apoio a bandidos e sediciosos.
Outro assunto que pontuado nas declarações de um possível derrotado nas eleições, como Zema: Flávio Bolsonaro afirma que vai subir a rampa do planalto acompanhado pelos condenados da tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023.
Em seu discurso, Flávio voltou a defender a concessão de anistia aos condenados pelos ataques às sedes dos Três Poderes e fez uma projeção para uma eventual posse presidencial em 2027. “Alguns inocentes, tem alguns aqui, serão anistiados e vocês vão subir a essa rampa junto comigo”, declarou o senador.
Na sequência, o parlamentar reforçou sua expectativa eleitoral ao afirmar: “Vai ter Bolsonaro subindo a rampa do Palácio do Planalto em 2027.”
A declaração faz referência à cerimônia de posse presidencial. Em 1º de janeiro de 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva rompeu o protocolo tradicional ao subir a rampa do Palácio do Planalto acompanhado de representantes de diferentes segmentos da sociedade brasileira, simbolizando a diversidade da população.
