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A Organização Mundial da Saúde (OMS) voltou a acender o sinal de alerta após o agravamento de um surto de ebola na República Democrática do Congo e em Uganda.
A entidade reforçou o pedido para que os países estejam preparados para uma possível expansão da doença e fortaleçam seus sistemas de vigilância e resposta.
Segundo a OMS, o aumento de casos suspeitos, o elevado número de mortes investigadas e a circulação do vírus em áreas com intensa mobilidade populacional elevam o risco de disseminação internacional. A organização classificou a situação como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional, mobilizando esforços globais para conter o surto.
O ebola é uma doença viral grave, transmitida pelo contato direto com sangue, secreções e outros fluidos corporais de pessoas ou animais infectados. Dependendo da variante do vírus e do acesso ao tratamento, a taxa de mortalidade pode ser muito alta.
Apesar do alerta, não há indicação de surto no Brasil. O objetivo da OMS é que os países reforcem a vigilância epidemiológica, capacitem profissionais de saúde e estejam preparados para agir rapidamente caso surjam casos importados.
