Terremoto na Colômbia fez pelo menos 20 mortos; há pessoas nos escombros.

Terremoto na Colômbia fez pelo menos 20 mortos; há pessoas nos escombros

O terremoto de 7,4, registado esta segunda-feira, na Colômbia fez, pelo menos, 20 mortos. O terremoto é mais forte que o país sofreu na última década e foi também sentido no Equador, Venezuela e Panamá.

O terremoto de magnitude 7,4 registrado nesta segunda-feira, na Colômbia, deixou pelo menos 20 mortos. Estas são as informações mais recentes sobre o incidente.

Este é o terremoto mais forte que o país sofreu na última década. O tremor também foi sentido no Equador, na Venezuela e no Panamá.

Na cidade de Cali, pelo menos 20 prédios desabaram e, segundo o prefeito Alejandro Eder, pode haver pessoas presas nos escombros.

Segundo um balanço preliminar, 18 pessoas foram confirmadas como mortas na cidade de Pereira, e outras duas em Zarzal, município localizado no departamento de Valle del Cauca, informa o Metrópoles.

O terremoto de forte intensidade atingiu a Colômbia na manhã desta segunda-feira e foi sentido na capital do país, Bogotá. Segundo a Reuters, o tremor foi sentido até a fronteira com a Venezuela.

De acordo com a agência de notícias espanhola EFE, o terremoto ocorreu às 7h34 no horário local (13h34 em Lisboa) e teve seu epicentro na localidade de San José del Palmar, no departamento de Chocó, localizado na costa do Pacífico.

O tremor ocorreu a uma profundidade de 82 quilômetros, informou o Serviço Geológico Colombiano (SGC) em um primeiro boletim. O terremoto também foi sentido em várias províncias do Equador, incluindo Pichincha, cuja capital é Quito.

Também havia informações de que partes das fachadas de muitos edifícios se desprenderam em Cali e Manizales. Na segunda cidade, uma das torres da catedral sofreu danos.

“Há muitos edifícios com fissuras”, afirmou o prefeito de Cali, Alejandro Eder, em declarações à rádio Blu Radio. Até o momento, não havia informações sobre vítimas na cidade.

 

 

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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