Imagem espetacular, do fotógrafo Sebastião Salgado, de poço de petróleo explodido, no Kuwait, durante a primeira guerra EUA-Iraque.
Alta ocorre em meio à escalada das tensões no Oriente Médio, que aumenta as preocupações sobre o fluxo da commodity.
O petróleo disparou novamente nesta quinta-feira (10) em meio à escalada da guerra no Oriente Médio. O barril do Brent, referência internacional, subiu 6,3% e fechou a US$ 107,63, após superar os US$ 108 durante o pregão — o maior nível desde maio.
A cotação tem subido rapidamente desde o início de julho, quando o Brent era negociado por menos de US$ 72. De lá para cá, a alta já passa de 49%, devido aos temores de que a guerra continue prejudicando o fluxo global de petróleo.
O avanço desta quinta-feira ocorreu após os Houthis, grupo do Iêmen aliado ao Irã, assumirem o controle de Moca, importante cidade portuária no sudoeste do país. A área é usada como rota alternativa para o transporte de petróleo da Arábia Saudita.
O conflito entre Estados Unidos e Irã já havia prejudicado o fluxo pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo. Com novos pontos de escoamento afetados, aumentou o temor de redução da oferta, pressionando os preços.
Por Redação g1 — São Paulo
Quando o petróleo estiver baixando de novo, o facínora Donald Trump inventa uma nova ação hostil, no Oriente Médio, para suspender os preços. A ação dos EUA tem método e objetivos. Os gangsters da Casa Branca estão ganhando rios de dinheiro com a especulação da oscilação dos preços.
