




“É um saldo muito positivo, pois a maioria dos nossos vereadores e pré-candidatos tem uma média de 500 votos ou mais. São nomes que na última eleição tiveram juntos cerca de 30 mil votos. Esse time vai somar muito para a força do nosso grupo político nas eleições desse ano aqui em Barreiras”, comemorou.
Tesla: queda significativa na Bolsa norte-americana com o avanço dos concorrentes no mercado.
Bom, pelo menos é isso que sugere o mais recente estudo do Grupo Caliber, consultoria especializada na gestão de marcas e reputação corporativa.
“Nossas pesquisas mostram que 83% dos norte-americanos conectam a figura de Musk diretamente à Tesla e não há dúvidas de que suas declarações públicas e controvérsias políticas, cada vez mais associadas à extrema direita, estão pesando sobre a marca”, pontua o presidente-executivo (CEO) da Caliber, Shahar Silbershatz.
A Agência Reuters também conversou com especialistas em marketing, pesquisas e sobre o setor automotivo para saber como eles enxergam a Tesla. “Estimamos um crescimento de 15% nas vendas de EVs, nos EUA, neste primeiro trimestre e, deste deste bolo, as comercializações da marca não crescerão mais do que 3%. Em outras palavras, se há uma desaceleração neste segmento ela não é, de todo, dos veículos elétricos, mas da Tesla”, pontua a consultora Stephanie Valdez Streaty, da Cox Automotive.
Ao que parece, da mesma forma como a personalidade descomunal Elon Musk beneficiou sua marca, com uma visão ambientalista, que reimaginou os automóveis, o contrário ocorre quando ele se mete em política.
Uma pesquisa sobre consumo da CivicScience aponta que 42% dos entrevistados têm uma imagem negativa de Musk – há exatos dois anos, eram 34% por cento.
No mesmo sentido, a consultoria Brand Finance descobriu que a reputação da Tesla caiu, em 2023, nos Estados Unidos, Holanda, França, Reino Unido e Austrália – na Alemanha e na China, esta percepção se manteve inalterada.
“Um número modesto, mas crescente, de compradores de EVs está cada vez mais desanimado com o comportamento de Musk e seu envolvimento com questões políticas. E o pior é que, agora, estes mesmos consumidores encontram alternativas mais acessíveis no mercado do que um Tesla”, destaca o presidente da AutoPacific, Ed Kim.
“Há quem não queira dar um centavo para ele”, acrescentou.
De qualquer maneira, a Tesla segue com o maior índice de fidelização nas pesquisas do S&P Mobility, segmentado às principais marcas de automóveis, com um índice de retenção dos clientes de 68% – ou seja, proprietários de EVs da marca que os trocam por outros modelos da Tesla.
Sobre o “X” (ex-Twitter), é importante frisar que Musk sangrou a própria Tesla em quase US$ 300 bilhões – somando o valor de compra e a desvalorização de suas ações, na sequência do polêmico negócio – para comprar a rede social que, hoje, vale menos de US$ 42 bilhões (o equivalente a R$ 212 bilhões) ou 31,5 vezes menos que o Facebook (Meta Platforms) e o mesmo que a nossa Ambev.
Mas os ataques dissuasórios e diversionistas em relação à suprema corte brasileira podem ser fruto de “aditivos”.
CETAMINA “Y OTRAS COSITAS”
Desde o início deste ano, o “Wall Street Journal” vem destacando que membros do conselho da Tesla (que é uma empresa de capital aberto) e da SpaceX (empresa privada da que Musk tem 79% do controle de fato, por meio de voto) estão preocupadíssimos o uso de cetamina, cocaína, ecstasy e outras drogas pelo presidente-executivo (CEO) e isso, na prática, viola os contratos de ambas as empresas com o governo norte-americano – é aquela história que todo mundo conhece, de uma empresa privada que, na verdade, vive pendurada nas barbas do Tio Sam.
Musk respondeu a um relatório interno com uma inusitada postagem no “X”, dizendo que havia concordado com três anos de testes aleatórios pela NASA e, pelo menos até agora, que não foram encontrados vestígios de álcool ou substâncias ilícitas no seu corpinho. Sobre o uso – escandaloso – de cetamina, Musk disse que um médico receitou o opióide, que é um anestésico frequentemente abusado por suas propriedades alucinógenas, para tratar de depressão e que tem prescrição para isso.
Na prática, desde que começou a aditivar a língua e “investir” em redes sociais, Musk e seus investidores perderam mais de US$ 510 bilhões (o equivalente a R$ 2,56 trilhões), valor levado pelo vento junto com as palavras do parlapatão.
Infelizmente, o bravateiro ainda é um dos cidadãos mais ricos do planeta e, em um mundo em decomposição, isso faz diferença. A impressão que dá é de que a tal “pequena quantidade” de cetamina, usada “uma vez a cada duas semanas” está escalonando aquilo que diz a própria bula do medicamento e passando da agitação à confusão, chegando às alucinações.
Bom, mesmo, seria se ignorássemos seus delírios e nos limitássemos, apenas e tão somente, a aguardar a bem-aventurança de uma overdose.




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Por g1 Piracicaba e Região e EPTV



Da Agência Brasil







Da Agência Brasil

O despacho do STF:

Então, quais foram essas opiniões corajosas que X está defendendo? Bem, existem dois tweets principais (ambos os quais Happe excluiu posteriormente) que estão no centro do processo. Um deles, descrito no processo judicial como “Posto do Banheiro”, disse:

Da CNN Brasil
Wagner Leonardo comemora gol pelo Vitória na final do Campeonato BaianoMÁRCIO ROBERTO/AGÊNCIA F8/ESTADÃO CONTEÚDO



A pista que já foi escala técnica de voos internacionais, hoje, acanhada, espera pela modernização.
De @crisedomilei, no Twitter.
Colheita de trigo na Rússia.

Da esquerda para a direita: o chefe de gabinete da Secretaria de Agricultura do Estado da Bahia, Luiz Rezende; o vice-presidente da Aiba, Moisés Schmidt; o presidente da Aiba e da Bahia Farm Show, Odacil Ranzi; o coordenador da Bahia Farm Show e vice-presidente da Associação Brasileira do Sistema de Plantio Direto, Antonio Pradella; e o prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Junior Marabá.



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© Dusty Pixel photography/Getty Images/Reprodução
Da Superinteressante
Neide Melo, comerciante, vibra com a chegada do asfalto em sua rua, a Flamboyant
A empresária Neide Paiva, proprietária de um restaurante na rua Flamboyant, no bairro Jardim das Acácias,em Luís Eduardo Magalhães, comemorou a chegada do asfalto em frente ao seu comércio, depois de longos 17 anos.



Ao centro, Franklin Willer, sua esposa Pâmela Crespo e um dos filhos do casal. O prefeito Junior Marabá, vereadores e amigos.

A semente de ódio que o milico de baixa extração, deputado de baixo clero e presidente genocida plantou neste País, ainda continua germinando e testando a Justiça em seus mais diversos níveis.

Por Plínio Teodoro, na Revista Fórum

Editado por Brasil247.


