Aiba realizará capacitação de pilotos agrícolas para atuarem em combate aéreo a incêndios de campos e florestas

De 11 a 15 de agosto, a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), promoverá com apoio dos produtores rurais, uma capacitação direcionada a pilotos agrícolas em combate aéreo para atuarem em incêndios de campos e florestas.

Ministrado pela instrutora de aviação agrícola e de combate a incêndios Mônica Sarmento, o curso contemplará carga horária de 30 horas. A aulas teóricas serão ministradas no Complexo da Bahia Farm Show em Luís Eduardo Magalhães e as práticas realizadas em uma propriedade rural no mesmo município.

O curso, que tem como requisito a atuação com segurança e efetividade no combate aéreo de incêndios florestais em áreas rurais, tem participação confirmada de 50 pilotos e aeronaves. Organizado pela Aiba, a capacitação tem o apoio da ABA Manutenção de Aeronaves, Agroplus, Prodeagro, Abapa, Corpo de Bombeiros Militar da Bahia, Governo do Estado da Bahia e o Grupo Franciosi.

O gerente de Sustentabilidade da Aiba, Eneas Porto explica que a entidade agrícola tem um compromisso em unir produção de alimentos e preservação do Cerrado por meio do combate aos incêndios florestais, reforçando a segurança das propriedades e comunidades, que exige preparo técnico, precisão e responsabilidade. “É por isso que estamos promovendo esta capacitação pioneira e necessária, com o apoio dos produtores e de parceiros estratégicos, voltada a quem está na linha de frente do combate aéreo ao fogo: os pilotos agrícolas. Este curso não é apenas uma exigência técnica é um passo firme na construção de uma agricultura mais segura, sustentável e responsável”, explica o gerente.

No encerramento do curso (15), os pilotos receberão os certificados durante uma cerimônia que contará com a presença do presidente da Aiba, Moisés Schmidt, autoridades e representantes das instituições parceiras.

Lula sanciona lei do licenciamento ambiental com 63 vetos.

Para governo, vetos garantem proteção ambiental e segurança jurídica

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta sexta-feira (8), com vetos, o polêmico projeto de lei (PL) aprovado pelo Congresso Nacional que elimina ou reduz exigências para o licenciamento ambiental no Brasil.

Lula vetou 63 dos 400 dispositivos propostos pelo PL do Licenciamento Ambiental ou PL da Devastação – como vinha sendo chamado por ambientalistas – aprovado pela Câmara no último dia 17. 

O Planalto informou que os vetos garantem “proteção ambiental e segurança jurídica” e foram definidos após escutar a sociedade civil.

Apoiado pelo agronegócio e setores empresariais, o PL vinha sendo denunciado por organizações ambientalistas e pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) como grave retrocesso ambiental.

Ao explicar os vetos do presidente Lula em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, a ministra do meio ambiente, Marina Silva, informou que essa foi uma decisão coletiva do governo.

“Foi um trabalho que, no nosso entendimento, mantém o diálogo com o Congresso Nacional, fazendo com que a gente assegure a integridade do licenciamento ambiental e consiga fazer processos que ganhem celeridade sem a perda da qualidade do licenciamento que é fundamental para proteção do meio ambiente em um contexto de crise climática, perda de biodiversidade e de processos de desertificação”, explicou.

Uma medida provisória (MP) e um outro projeto de lei com urgência constitucional também foram assinados por Lula nesta sexta, para recompor, em parte e com outras redações, os dispositivos vetados.

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A MP editada trata exclusivamente da modalidade de Licenciamento Ambiental Especial (LAE), que permitia um licenciamento simplificado para projetos e obras consideradas “estratégicas” pelo governo.

Apesar de manter a nova modalidade criada pelo projeto, o governo vetou a possibilidade desse tipo de processo ser realizada com fase única. Marina Silva explicou que a LAE estabelecida pela MP não exclui etapas.

“O LAE passará a ser acionado para estabelecer projetos prioritários, que terão equipes destinadas a dar celeridade aos licenciamentos, mas não se permitirá licenciamento simplificado, ou monofásico”, informou.

A secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior, destacou que a decisão dos vetos envolveu todo o governo, e não apenas um ministério. Ainda segundo Belchior, o trabalho do governo foi guiado por quatro diretrizes principais.

“As diretrizes são: garantir a integridade do processo de licenciamento; dar segurança jurídica para os empreendimentos e investidores responsáveis; assegurar os direitos dos povos indígenas e comunidades quilombolas, e incorporar dispositivos que tornem o licenciamento mais ágil sem prejudicar sua eficiência”, explicou.

Potencial poluidor

O governo vetou ainda a possibilidade de licenciamento simplificado para empreendimentos de médio potencial poluidor, o que inclui modalidade de licenciamento por autodeclaração.

Com isso, a Licença por Adesão e Compromisso (LAC) fica mantida apenas para obras de baixo impacto ambiental.

“Evita que empreendimento de risco relevante, como barragens de rejeitos, realizem licenciamento simplificado sem análise técnica adequada. O PL do Executivo [assinado hoje], além de restringir a LAC para baixo potencial de impacto, acrescenta limites ao procedimento autodeclaratório”, informou o Planalto.

Unidades da federação

O governo também vetou dispositivos que transferiam, “de forma ampla”, para os estados e o Distrito Federal (DF), a responsabilidade por definir os parâmetros e critérios para licenciamentos. Com os vetos, o governo estabeleceu que os estados devem respeitar “padrões nacionais”.

Também foi vetada a possibilidade de retirar a Mata Atlântica do regime de proteção especial para supressão de floresta nativa.

“[O bioma] já se encontra em situação crítica, com apenas 24% de sua vegetação nativa remanescente”, justificou o Planalto.

Povos tradicionais e produtores rurais

Outro veto do presidente Lula derrubou o dispositivo que limitava as consultas a comunidades indígenas e quilombolas para empreendimentos realizados em suas áreas.

Pelo PL, apenas as comunidades com o território homologado ou titulado teriam que ser consultadas. Com o veto, os grupos indígenas e quilombolas que tenham iniciado o processo de reconhecimento devem ser consultados.

“A limitação proposta no texto do PL aprovado deixaria de fora uma série de povos e territórios em fase de reconhecimento pela Funai e pela Fundação Palmares, contrariando a Constituição Federal”, justificou o governo.

Também foi derrubado pelos vetos o dispositivo que dispensava o licenciamento ambiental para produtores rurais com Cadastro Ambiental Rural (CAR) ainda pendente de análise pelos órgãos estaduais

“A medida protege o meio ambiente, uma vez que somente serão dispensados do licenciamento os proprietários rurais que tiveram o CAR analisado”, informou o Executivo.

Impactos indiretos

O governo vetou ainda dispositivo que limitava ações de compensação apenas aos impactos diretos ao meio ambiente, excluindo os chamados impactos indiretos.

“A medida assegura que, sempre que houver nexo de causalidade entre o empreendimento e os impactos ambientais – diretos ou indiretos -, possam ser exigidas medidas adequadas de mitigação, compensação ou controle, preservando a efetividade do licenciamento ambiental”, explicou o Executivo.

Unidades de Conservação

O presidente Lula vetou ainda o artigo que retirava o caráter vinculante para os pareceres de órgãos gestores de Unidades de Conservação no licenciamento de empreendimentos que afetem diretamente a unidade ou sua zona de amortecimento.

Ou seja, a manifestação do órgão gestor de um parque nacional, de acordo com o PL do Legislativo, não precisaria ser considerado obrigatoriamente para emissão do licenciamento. Com o veto, os órgãos das Unidades de Conservação terão poder real sobre o processo.

“A medida reforça a importância da avaliação técnica especializada na proteção de áreas ambientalmente sensíveis, assegurando que os impactos sobre Unidades de Conservação sejam devidamente analisados e considerados nas decisões de licenciamento”, destacou o governo.

Instituições Financeiras

Outro veto do presidente Lula manteve a responsabilidade de instituições financeiras na concessão de crédito em casos de danos ambientais em projetos por elas financiados.

“A medida reforça a importância de que o crédito seja condicionado ao cumprimento da legislação ambiental, estimulando a prevenção de danos e alinhando o financiamento ao desenvolvimento sustentável. O PL do Executivo [enviado ao Congresso] estabelece que o financiador deve exigir do empreendedor o licenciamento ambiental antes de conceder crédito”, informou o Executivo.

Comissários ficam feridos após A321 cruzar com Airbus A380 em voo no Canadá.

Dois tripulantes da Air Transat ficaram feridos após um Airbus A321LR ser atingido por turbulência de esteira gerada por um Airbus A380 da Emirates, durante voo sobre o Canadá, no penúltimo domingo (27).

O voo TS207 da Air Transat, operado pela aeronave de matrícula C-GOIR, seguia normalmente quando, a cerca de 170 milhas náuticas (314km) ao norte de Gander, Newfoundland, enfrentou forte turbulência provocada pela passagem de um Airbus A380 da Emirates Airline que voava em sentido oposto, a uma altitude 1.000 pés (300m) acima.

Segundo o relatório preliminar divulgado hoje (07) pelo Transportation Safety Board (TSB) do Canadá, dois comissários de bordo sofreram ferimentos leves. Um deles foi considerado incapacitado e impossibilitado de continuar exercendo suas funções a bordo. Primeiros socorros foram prestados imediatamente.

Apesar do incidente, o voo seguiu sem maiores problemas até seu destino final. A aeronave envolvida na geração da esteira de turbulência foi o A380-800 de matrícula A6-EVG, operando o voo EK204, na rota entre Nova York (JFK) e Dubai.

O caso chama atenção para os riscos associados à turbulência de esteira — especialmente quando envolve aeronaves de grande porte como o A380 — e reforça a importância da separação vertical e horizontal entre tráfegos em rota. Em alguns espaços aéreos o gigante dos ares é colocado no “acostamento”, no procedimento chamado “off-set”, em que o avião é autorizado a voar algumas milhas à direita ou esquerda da aerovia, para evitar que forme uma esteira de turbulência para as aeronaves que estão utilizando o mesmo espaço.

No passado um jatinho enfrentou o mesmo problema ao se aproximar em voo de um A380, porém com consequência mais graves, deixando vários feridos. Já em 2020 um avião foi derrubado pela esteira de turbulência de um A350.

Do portal Aeroin.

Feira da Praça Especial Dia dos Pais leva artesanato ao Jardim Paraíso neste final de semana.

Neste final de semana, dias 9 e 10 de agosto, a partir das 17h, no bairro Jardim Paraíso, a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, realiza mais uma edição da Feira da Praça — especial Dia dos Pais.

O evento reúne o melhor do artesanato local, com uma grande variedade de produtos confeccionados por artesãs do município. Roupas, bolsas, tiaras, brincos e outros acessórios produzidos em crochê, tricô, tricoline, seda, capim-dourado e diversos outros materiais estarão disponíveis para o público.

A Feira da Praça é uma iniciativa que fortalece a economia solidária, incentiva a geração de renda e valoriza o trabalho criativo e sustentável das mulheres empreendedoras da cidade.

Serviço:
O quê: Feira da Praça Especial Dia dos Pais
Quando: 9 e 10 de agosto, a partir das 17h
Onde: Bairro Jardim Paraíso

Mês de incentivo à amamentação tem programação especial nas unidades de saúde de LEM

Agosto é o mês dedicado à amamentação, e em Luís Eduardo Magalhães a Secretaria Municipal de Saúde preparou uma programação especial para conscientizar e orientar as gestantes do município. Desde o dia 1º, todas as Unidades Básicas de Saúde, incluindo as da zona rural, estão recebendo palestras com a enfermeira e consultora em amamentação Tayelle Takamatsu.

A iniciativa faz parte da campanha Agosto Dourado, que simboliza a luta pelo incentivo ao aleitamento materno e reforça a importância desse gesto para a saúde dos bebês e das mães.

“Agosto Dourado porque o leite materno vale ouro. Ele é o primeiro e mais poderoso alimento que um bebê pode receber. Amamentar não é só nutrir, é dar carinho e segurança. É um gesto natural, mas que precisa do apoio de todos: da família, da comunidade e dos profissionais de saúde. Por isso esse mês de conscientização é tão importante”, destacou Tayelle.

A consultora também reforçou os benefícios nutricionais do leite materno:
“O leite materno é o alimento mais completo para o bebê. Fortalece o sistema imunológico, previne doenças e cria um vínculo único entre mãe e filho. Amamentar é um gesto simples, mas o impacto é para toda a vida”, concluiu.

Cronograma de palestras – sempre às 14h, exceto o Vista Alegre,  que será às 9h:

08/08 – ESF Moacir Marchesan

11/08 – ESF Murilo Gemelli

12/08 – ESF Maria Brito

13/08 – ESF Nair Idite

14/08 – ESF Vista Alegre e Vereda Tropical

15/08 – ESF Alessandra Hillman

18/08 – ESF Jardim das Acácias

19/08 – ESF Pastor Adail

20/08 – ESF Oscar Doerner.

Nova gasolina E30 começa a chegar aos postos de combustíveis


Mudança no combustível aprovada em junho vai aumentar de 27,5% para 30% o percentual de etanol na mistura da gasolina; preço deve cair.

Nesta semana que passou as refinarias pelo país começaram a fazer a gasolina E30 com maior percentual de etanol na mistura. O combustível chega às bombas dos postos de abastecimento a partir desta semana, logo que terminarem os estoques da produção de julho na fórmula anterior, com até 27,5% de etanol.

A mudança promete baixar o preço do litro em cerca de R$ 0,11, conforme projeção do Ministério de Minas e Energia.

A nova gasolina E30 foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) – com aval do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e sob o comando do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira – mediante testes feitos em laboratório com diferentes veículos.

A validação técnica era necessária para garantir que não haverá prejuízos com a mudança. Os testes da nova gasolina E30 foram feitos no início do ano no laboratório de motores e veículos do Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano do Sul (SP). Lá foram testados 15 veículos de diferentes anos, entre eles modelos antigos e todos com motores somente a gasolina.

Nas simulações, o estudo verificou o comportamento dos motores durante a partida a frio. Segundo Renato Romio, chefe do laboratório do IMT, os motores abastecidos com a gasolina E30 não apresentaram defeitos nem impacto significativo no consumo.

Como é a nova gasolina E30

A nova Lei do Combustível do Futuro foi sancionada em outubro de 2024 pelo presidente Lula. A principal mudança é o aumento do teor de etanol anidro na gasolina. O percentual do derivado da cana-de-açúcar na gasolina comum era de até 27,5%, onde 18% era o valor mínimo.

Com a mudança, o mínimo de etanol na mistura passa a ser de 22%, com limite de 35%. Porém, de início, o aumento será de 30%, conforme aprovado pelo MME em dezembro.

Segundo o Ministério de Minas e Energia, a transição evitará a importação de 760 milhões de litros de gasolina por ano. E vai gerar um aumento de 1,5 bilhão de litros na demanda por etanol, com investimento estimado em R$ 9 bilhões no setor. Assim, vai impulsionar a produção nacional do derivado da cana e pode até tornar o Brasil independente da importação de gasolina.

 

EUA dobram recompensa pela captura de Nicolás Maduro para R$ 273 milhões.

EUA dobram recompensa pela captura de Nicolás Maduro para R$ 273 milhões

O governo de Donald Trump anunciou nesta quinta-feira (7) que dobrou de US$ 25 milhões para US$ 50 milhões (R$ 273,1 milhões) a recompensa por informações que levem à prisão do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro. Washington acusa o líder chavista de atuar como um dos principais narcotraficantes do mundo e de representar uma ameaça à segurança dos Estados Unidos.

O anúncio foi feito pela secretária de Justiça, Pam Bondi, que publicou um vídeo na rede social X reiterando as acusações contra Maduro. Segundo ela, o ditador utiliza organizações criminosas internacionais, incluindo a facção venezuelana Tren de Aragua e o cartel mexicano de Sinaloa, para introduzir drogas e fomentar a violência nos EUA.

Segundo a procuradora, a agência antidrogas americana (DEA, na sigla em inglês) já confiscou 30 toneladas de cocaína relacionadas a Maduro e seus aliados. O Departamento de Justiça também teria apreendido mais de US$ 700 milhões (R$ 3,8 bilhões) em ativos vinculados a ele, incluindo dois jatos privados, nove veículos e outros bens.

“Sob a liderança do presidente Trump, Maduro não escapará da Justiça e responderá por seus crimes atrozes”, afirmou Bondi, ao justificar o aumento da recompensa.

A medida gerou reação do regime venezuelano. Pelo Telegram, o chanceler Yván Gil disse que a recompensa é uma “cortina de fumaça ridícula” e uma “operação grosseira de propaganda política”. Segundo ele, Washington tenta distrair os cidadãos americanos de seus próprios problemas internos.

A relação entre as duas nações está rompida desde o primeiro mandato de Trump (2017-2021). Em 2020, Washington acusou formalmente Maduro de narcoterrorismo e de conspiração para o tráfico de drogas, oferecendo inicialmente US$ 15 milhões por informações que levassem à sua captura.

Na semana passada, a DEA anunciou que pagaria uma recompensa de até US$ 25 milhões para quem fornecesse informações que levassem à prisão de Maduro.

O histórico da hostilidade de Trump contra Maduro remonta a 2019, quando o republicano reconheceu Juan Guaidó como presidente interino e impôs sanções severas, incluindo um embargo ao petróleo venezuelano. A estratégia, no entanto, fracassou em derrubar o chavista, e a própria oposição encerrou o governo simbólico de Guaidó em 2023.

Apesar da retórica dura, Washington manteve canais de negociação com Caracas para tratar de interesses específicos, incluindo a libertação de cidadãos americanos presos na Venezuela. Em julho, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, anunciou a soltura de dez detidos em um acordo intermediado com a ajuda de El Salvador, mesmo após a gangue Tren de Aragua ter sido classificada pelo governo americano de “organização terrorista global”.

Avião da Azul pousa em emergência em Brasília depois de ameaça de bomba a bordo.

PF descarta bomba em avião da Azul que pousou em Brasília. A PF informou ainda que as investigações sobre a autoria da ameaça seguem em curso e que a aeronave foi liberada para retomar a operação.

imagem colorida de avião da azul alvo de ameaça de bomba em brasilia

Após varredura antibombas, a Polícia Federa (PF) descartou a presença de qualquer artefato explosivo em avião da companhia aérea Azul que fez um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de Brasília.

Em nota divulgada na madrugada desta sexta-feira (8/8), a PF informou que o avião foi liberado para retornar à operação.

As investigações sobre a autoria da ameaça seguem em curso. A PF informou que a ameaça de bomba estava escrita em um bilhete encontrado no banheiro da aeronave.

Do Metrópoles.

Plano de contingência ao tarifaço deve sair até terça, diz Alckmin

São Paulo (SP), 12/05/2025 - O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou hoje, que a estimativa é de que o comércio varejista movimente R$ 16 bilhões este ano. A projeção foi anunciada durante o Apas Show, festival de alimentos e bebidas que termina na próxima quinta-feira (15).
Foto: Cadu Pinotti/Agência Brasil

Pacote de ajuda considerará variações dentro de um setor

O plano de contingência para ajudar os setores afetados pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos deve sair até terça-feira (12), disse o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.

Segundo ele, haverá uma “régua” para considerar a variação de exportações dentro de um mesmo setor, para tornar o socorro mais preciso.

“Ele [o plano de contingência] foi apresentado ao presidente Lula, que terminou ontem tarde da noite o trabalho [de leitura]. O presidente vai bater o martelo e aí vai ser anunciado. Se não for amanhã, provavelmente na segunda ou terça-feira”, disse Alckmin ao conceder entrevista nesta quinta-feira (8) no estacionamento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).

De acordo com Alckmin, o plano de contingência procurará ter foco, para ajudar as empresas mais afetadas pela imposição da tarifa de 50% sobre produtos brasileiros pelo governo de Donald Trump.

O vice-presidente afirmou que será instituído um parâmetro para avaliar os efeitos das tarifas sobre cada setor da economia, baseado no grau de exportações para os Estados Unidos.

“Há setores em que mais de 90% [da produção] vai para o mercado interno, com exportações de 5%, no máximo 10%. E tem setores em que metade do que se produz é para exportar. E tem setores que exportam mais da metade para os Estados Unidos. Então, foram muito expostos, estão muito expostos”, declarou.

Citando o setor de pescados, Alckmin disse que o plano pretende diferenciar os produtos com maior ou menor exposição ao mercado estadunidense.

“Às vezes dentro de um próprio setor, você tem uma diferenciação de quem exporta mais e menos”, destacou. “No caso da tilápia, o maior consumo é interno. Já o atum tem a maior parte da produção destinada à exportação”, acrescentou.

Embaixador

Alckmin não entrou em detalhes sobre a reunião que teve com o encarregado de negócios da embaixada dos Estados Unidos, Gabriel Escobar.

Apenas disse que o encontro foi “muito bom”.

A reunião ocorreu fora da agenda nesta tarde. Antes de encontrar o vice-presidente, Escobar reuniu-se com o presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Nelsinho Trad (PSD-MS).

Após sair do ministério, Escobar visitou a Câmara dos Deputados.

Calçados

Antes de encontrar-se com o representante da embaixada estadunidense, Alckmin reuniu-se com a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Segundo o vice-presidente e ministro, o setor será bastante afetado pelo tarifaço, com o couro, matéria-prima para os calçados sofrendo um impacto maior.

“Recebi agora o setor de calçados, a Abicalçados. É um setor também afetado, que usa muita mão de obra. Mas, mais afetado que o calçado, é o couro. O couro, mais de 40% [da produção] é para exportação”, comentou.

Operação Ceres: Justiça recebe denúncia do MPBA contra grupo acusado de fraudar licenças ambientais no Inema.

Oeste da Bahia: Retomada gradual do regime de chuvas garante maior nível de  água dos rios dos últimos quatro anos | Abapa – Associação Baiana dos  Produtores de Algodão

Oito pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público da Bahia por operarem no Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) esquema de corrupção e crimes ambientais que fraudava processos de licenciamento ambiental para empreendimentos rurais de grandes fazendeiros da região oeste do estado, concedendo autorizações de forma privilegiada e ilegal em troca de vantagens financeiras.

As investigações do MPBA ainda estão em curso, com o propósito de identificar e responsabilizar outros suspeitos de envolvimento no esquema.

Resultado da ‘Operação Ceres’ e oferecida pelo 7º Promotor de Justiça de Patrimônio Público da Capital e pelo Grupo de Atuação de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), a denúncia foi recebida pela Justiça no último dia 27, dando início ao processo penal contra os denunciados. Entre os réus, estão servidores públicos, ex-funcionários do órgão e fazendeiro. Segundo as investigações da ‘Operação Ceres’, deflagrada em julho do ano passado, os réus teriam recebido no mínimo R$ 16,5 milhões de fazendeiros entre os anos de 2018 a 2024.

Foram denunciados por crimes de corrupção e associação criminosa: Maristela Tereza de Castro,  ex-secretária parlamentar na Assembleia Legislativa da Bahia; Jacques Douglas Santos Silva da Palma, então coordenador de posto avançado do órgão em Guanambi; Angélica Xavier da Silva Cardoso, Victor Vinícius Santana Arouca e Patrícia Viviane Barros de Azevedo, que atuaram como secretários da Direção-Geral do Inema; Sabrina Mendes Leal Santos Teixeira de Freitas, ex-secretária da Coordenação de Agrossilvipastoris; Alexander Von Amomon, consultor ambiental e o fazendeiro Gervalter Barreiros Pizato, proprietário das fazendas Pedra Preta, Perobal e Barreirinho. Jacques Douglas também responderá por crime ambiental.

Festa de Santa Dulce chega aos leitos do Hospital do Oeste

Como parte da programação festiva em honra à primeira santa nascida no Brasil, o Hospital do Oeste (HO), unidade administrada pela Obras Sociais Irmã Dulce (OSID) em Barreiras, vem desenvolvendo uma série de ações voltadas ao público acolhido pelo complexo. Entre as novidades, está a realização esta semana de peregrinações por diversos setores do hospital, em especial, junto aos pacientes em recuperação. Remetendo às caminhadas de Santa Dulce dos Pobres em prol dos mais necessitados, os cortejos realizados junto às enfermarias levaram a mensagem de amor e de esperança presentes no legado do Anjo Bom do Brasil.

“Trabalhar com os valores de Santa Dulce dos Pobres é proporcionar conforto a quem mais precisa, principalmente aos pacientes em recuperação”, comenta a líder geral do HO, Marina Barbizan. Para a aposentada Valdecy Santana, que realiza atividades voluntárias na unidade, “é prazeroso ver a alegria dos pacientes ao receberem a peregrinação. Rezo com amor e devoção a cada visita”.

A programação festiva no HO segue com a realização de uma missa virtual na segunda-feira (11), às 11h; e no dia 13, Data Litúrgica de Santa Dulce, com o plantio simbólico, às 8h, de árvores no Hospital do Oeste. Também no dia 13, às 19h, será celebrada uma missa na Comunidade Santa Dulce dos Pobres, no bairro São Pedro.

Dólar cai e bolsa sobe no primeiro dia do tarifaço de Trump.

entrada em vigor da tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros nos Estados Unidos não interferiu no mercado financeiro nesta quarta-feira (6). O dólar fechou abaixo de R$ 5,50 pela primeira vez em quase um mês. A bolsa de valores subiu mais de 1% e atingiu o maior nível em duas semanas.

O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (6) vendido a R$ 5,463, com recuo de R$ 0,043 (-0,78%). Exceto na primeira hora de negociação, a cotação operou em baixa e fechou próxima às mínimas do dia.

No menor nível desde 8 de julho, a moeda norte-americana caiu 2,46% apenas nos quatro primeiros pregões de agosto. Em 2025, a divisa recua 11,6%.

O mercado de ações teve um dia de ganhos. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 134.568 pontos, com alta de 1,04%. Subindo pela terceira vez seguida, com alta de 1,59% na semana, o indicador está no nível mais alto desde 23 de julho.

Apesar de o tarifaço do governo Donald Trump passar a valer hoje, o dólar continuou a cair com o aumento das chances de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) cortará os juros a partir de setembro. Nesta quarta-feira, uma diretora regional do Fed disse que os juros básicos nos Estados Unidos devem cair nos próximos meses.

Juros menores em economias avançadas estimulam a migração de capitais especulativos para países emergentes, como o Brasil. Nem a imposição de uma tarifa adicional de 25% para a Índia pelo governo Trump reverteu a queda do dólar.

* com informações da Reuters

Após obstrução de Plenário, Hugo Motta abre sessão e pede respeito.

Presidente da Câmara diz que interesses pessoais não podem prevalecer

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), abriu a sessão plenária na noite desta quarta-feira (6), por volta das 22h30, após um longo período de obstrução e protestos por parlamentares da oposição. 

Motta criticou a ação dos deputados e disse que as manifestações têm que obedecer o regimento da Casa. 

“O que aconteceu entre o dia de ontem e hoje com a obstrução dos trabalhos não faz bem a esta casa. A oposição tem todo o direito de se manifestar, de expressar sua vontade. Mas tudo isso tem que ser feito obedecendo o nosso regimento e a nossa Constituição. Não vamos permitir que atos como esse possam ser maiores que o Plenário e do que a vontade dessa Casa”, disse Motta. 

Parlamentares da oposição estão desde ontem (6) obstruindo os plenários do Senado e da Câmara dos Deputados em protesto contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. Eles também querem que seja pautada a anistia geral e irrestrita aos condenados por tentativa de golpe de Estado no julgamento da trama golpista, assim como o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Mota disse que os parlamentares não podem priorizar interesses pessoais ou eleitorais. 

“Nesta casa mora a solução das construções para o nosso país, que tem que estar sempre em primeiro lugar, e não deixarmos que projetos individuais, pessoais ou até eleitorais possam estar à frente daquilo que é maior que todos nós, que é nosso povo que tanto precisa das nossas decisões”. 

O presidente da Câmara pediu diálogo e respeito, mas garantiu firmeza da presidência da Casa.

“Sempre lutarei pelas nossas prerrogativas e pelo livre exercício do mandato. E o exercido do mandato se dá no respeito àquilo que para nós é inegociável, que é o direito de cada um exercer o direito à fala, a se posicionar, e de quem preside a casa de presidir os trabalhos”. 

Obstrução

Ao chegar no plenário da Câmara, Motta teve dificuldades de assumir sua cadeira na Mesa Diretora, por obstrução de alguns parlamentares, especialmente os deputados Marcel van Hattem (Novo-RS) e Marcos Pollon (PL-MS).

Mais cedo, o Colégio de Líderes da Câmara dos Deputados decidiu realizar sessão presencial do Plenário na noite desta quarta-feira (6) às 20h30, mas os parlamentares de oposição demoraram para liberar o espaço para a realização da sessão. O Plenário está ocupado desde ontem por deputados da oposição, em protesto contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Suspensão

Conforme nota da Secretaria-Geral da Mesa, qualquer conduta que tenha por finalidade impedir ou obstaculizar as atividades legislativas sujeitarão os parlamentares ao Regimento Interno da Câmara dos Deputados.

O regulamento prevê a apresentação, pela Mesa Diretora, de representação dirigida ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar pedindo a suspensão cautelar de mandato de deputado pelo período de seis meses por quebra de decoro.

Conselho Tutelar

O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, deputado Reimont (PT-RJ) apresentou uma denúncia ao Conselho Tutelar sobre a presença da filha da deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) no plenário, que é um bebê de colo. Segundo o deputado, a conduta suscita preocupações quanto à segurança da criança, “que foi exposta a um ambiente de instabilidade, risco físico e tensão institucional”

“Fui chamada pelos colegas e tive que vir com a minha bebê. Será que vão tirar a gente à força?”, questionou a deputada Júlia Zanatta, sentada na cadeira do presidente da Casa, Hugo Motta.

Senado

Mais cedo, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), determinou que a sessão deliberativa do Senado desta quinta-feira (7) seja realizada em sistema remoto. Segundo ele, a decisão tem o objetivo de garantir o funcionamento da Casa e impedir que a pauta legislativa seja paralisada por causa da obstrução do plenário do Senado por parlamentares da oposição.

Um forte libelo canadense contra o gangsterismo de Trump

 

Em discurso forte, o político canadense acusou Donald Trump de atacar o Canadá com tarifas econômicas em retaliação ao reconhecimento oficial do Estado Palestino — decisão apoiada por 95% da população canadense, segundo ele.

Angus afirmou que Trump também está tentando interferir na independência do Judiciário brasileiro com ameaças econômicas, e fez um chamado urgente:
“Estamos vivendo uma luta global contra o fascismo.”

Prefeitura promove Conferência Municipal do SUAS com foco na participação social e no fortalecimento das políticas públicas

Com o compromisso de fortalecer a política de assistência social e ampliar o diálogo com a população, a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, por meio da Secretaria Municipal da Cidadania, promoveu nesta segunda-feira (04) a 12ª Conferência Municipal do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), com o tema: Construção, Proteção Social e Resistência. O evento, realizado na sede do Sindicato Rural, reuniu gestores públicos, trabalhadores do setor e usuários do SUAS.

A Conferência teve como objetivo avaliar os serviços atualmente ofertados no município e propor diretrizes para seu aprimoramento.

Durante o encontro, foram apresentados os principais programas da Secretaria da Cidadania voltados à proteção social de pessoas em situação de vulnerabilidade, como o Centro de Apoio à Mulher (CAM), o Programa Municipal de Atendimento à Terceira Idade (PROMATI), o POP RUA e o Cesta Cidadã.

Eduardo Bolsonaro diz que está trabalhando para ampliar sanções dos EUA contra o Brasil

O parlamentar defendeu o tarifaço imposto por Trump, que entra em vigor nesta quarta (6): “Acho que tem valido a pena.”

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta quarta-feira (6) que está trabalhando para que o governo dos Estados Unidos amplie as sanções contra o Brasil como retaliação a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), seu pai. A declaração foi feita em entrevista ao jornal O Globo.

Segundo matéria do InfoMoney, Eduardo diz que a medida compõe uma estratégia sua para pressionar pela saída do ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF) e pela aprovação de uma anistia “ampla, geral e irrestrita” a aliados condenados ou investigados por tentativa de um golpe de Estado em 2022, que culminou nos atos do 8 de Janeiro de 2023.

Na avaliação do parlamentar, as sanções já anunciadas, que incluem a restrição de visto e bloqueio de bens dos membros da Corte, podem ser ampliadas para outras autoridades brasileiras, como o presidente da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre.

“Uma vez que não é pautado o impeachment do ministro Alexandre de Moraes no Senado, uma vez que o presidente da Câmara não pauta uma anistia, eles estão entrando no radar das autoridades americanas”, falou.

“Ou tenho 100% de vitória, ou 100% de derrota. Ou saio vitorioso e volto a ter uma atividade política no Brasil, ou vou viver aqui décadas em exílio”, disse Eduardo.

Eduardo ainda defendeu o tarifaço de 50%, imposto pelo presidente americano Donald Trump, sobre produtos brasileiros, que entra em vigor nesta quarta, alegando que a medida tem motivação política e que “há um sacrifício a ser feito” para encerrar o que chama de “ditadura de toga”.

“Dou graças a Deus que ele voltou suas atenções para o Brasil. Acho que tem valido a pena”, afirmou o deputado, que negou ter recebido críticas ao agronegócio.

O parlamentar reforçou que mantém interlocução frequente com políticos e assessores próximos a Trump, incluindo parlamentares republicanos e o ex-estrategista Steve Bannon, e que visita a Casa Branca “quase toda semana”.

Vivendo nos Estados Unidos desde março, quando se licenciou do cargo de deputado federal, Eduardo afirmou que não pretende renunciar ao seu mandato e estuda enviar um ofício à Câmara alegando “perseguição” para justificar sua ausência no país.

Ele também não descartou disputar a Presidência da República em 2026, desde que receba apoio do pai e consiga, antes, “resgatar a normalidade democrática no Brasil”.

Tem valido a pena para quem, cara pálida?

Ameaçada por tarifa de Trump, carne brasileira ganha mercado na Argentina.

Compras mensais de carne bovina do Brasil alcançam maior patamar desde 1997, impulsionadas por peso fraco.

Da Bloomberg e de O Globo.

Açougue em Buenos Aires: argentinos estão comprando mais carne brasileira

A Argentina, país conhecido por sua tradição pecuária, está importando cada vez mais carne bovina. E o Brasil, que a partir de hoje terá seus produtos tarifados em 50% por sanções do presidente americano Donald Trump, é um dos países que mais viu suas vendas de carne crescerem para o mercado argentino.

A alta nas importações argentinas de carne é impulsionada pelas políticas monetárias e comerciais do presidente Javier Milei, que tornaram mais acessível comprar do exterior, enquanto os preços locais continuam elevados.

As importações mensais de carne bovina do Brasil atingiram uma média de 1.033 toneladas no primeiro semestre do ano, frente a apenas 24 toneladas no mesmo período de 2023. Trata-se do maior volume sazonal registrado nos dados desde 1997, segundo números oficiais brasileiros. No total, as importações argentinas de carne bovina neste ano estão no nível mais alto desde 2019.

Os argentinos consomem cerca de 50 quilos de carne vermelha por ano, um número que vem caindo gradualmente, mas que ainda mantém o país entre os maiores consumidores globais. Como o churrasco é parte da cultura social argentina, os preços da carne são acompanhados de perto pelos eleitores que Milei precisa conquistar nas eleições legislativas de outubro.

Em junho, o preço da carne na Grande Buenos Aires subiu 53% em relação ao ano anterior, bem acima da inflação geral, que foi de 39%.

Embora o aumento das importações represente um volume pequeno para um país que produz 250 mil toneladas por mês, ele reflete a aposta de Milei em manter o peso forte e abrir a economia argentina para conter a inflação.

Embora essas políticas tenham ajudado a moderar os preços às vésperas das eleições, também tornaram as importações mais baratas. Isso tem afetado a balança comercial, num momento em que o governo busca gerar mais dólares para estabilizar a economia e cumprir os compromissos com o Fundo Monetário Internacional.

“Como a Argentina foi ficando mais cara em dólares, isso permitiu que carne do Brasil chegasse a preços competitivos”, explicou Diego Ponti, analista do mercado de carnes da AZ Group. “Mas são volumes muito pequenos. Devem ser negócios pontuais em regiões próximas ou comércio entre plantas da mesma empresa que atuam na Argentina e no Brasil.”

Os frigoríficos argentinos, que pagam o gado em pesos, chegaram a desembolsar o equivalente a quase US$ 5 por quilo de boi gordo, segundo dados compilados pela AZ Group. A maior parte das exportações de carne bovina da Argentina — avaliadas em US$ 3,4 bilhões em 2023 — tem como destino a China.

No entanto, a recente tarifa de 50% imposta por Donald Trump à carne brasileira, no contexto de sua guerra comercial global, pode mudar o mapa competitivo.

“Os excedentes que o Brasil não conseguir vender para os EUA, provavelmente serão direcionados principalmente para a China”, disse Ponti. “Então, o mais provável é que os importadores chineses passem a negociar contratos com preços mais baixos.”

Tarifaço sobre parte de exportações brasileiras entra em vigor hoje.

Taxa de 50% afeta cerca de 36% das exportações para os Estados Unidos

Porto de Santos.

Entraram em vigor, nesta quarta-feira (6), as tarifas de 50% impostas sobre parte das exportações brasileiras para os Estados Unidos. A medida, assinada na semana passada pelo presidente norte-americano Donald Trump, afeta 35,9% das mercadorias enviadas ao mercado estadunidense, o que representa 4% das exportações brasileirasCerca de 700 produtos do Brasil ficaram fora do tarifaço

Café, frutas e carnes estão entre os produtos que passam a pagar uma sobretaxa de 50%. Ficaram de fora dessa taxa suco e polpa de laranja, combustíveis, minérios, fertilizantes e aeronaves civis, incluindo seus motores, peças e componentes, polpa de madeira, celulose, metais preciosos, energia e produtos energéticos.

O tarifaço imposto ao Brasil faz parte da nova política da Casa Branca, inaugurada por Donald Trump, de elevar as tarifas contra parceiros comerciais na tentativa de reverter à relativa perda de competitividade da economia americana para a China nas últimas décadas.

No dia 2 de abril, Trump iniciou a guerra comercial impondo barreiras alfandegárias a países de acordo com o tamanho do déficit que os Estados Unidos têm com cada nação. Como os EUA têm superávit com o Brasil, foi imposta, em abril, a taxa mais baixa, de 10%.

Porém, no início de julho, Trump elevou a tarifa para 50% contra o Brasil em retaliação a decisões que, segundo ele, prejudicariam as big techs estadunidenses e em resposta ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de liderar uma tentativa de golpe de Estado após perder o pleito de 2022.

Especialistas consultados pela Agência Brasil avaliam que a medida é uma chantagem política com objetivo de atingir o Brics, o bloco de potências emergentes que tem sido encarado por Washington como uma ameaça à hegemonia estadunidense no mundo, em especial, devido à proposta de substituir o dólar nas trocas comerciais.

Lula

Em pronunciamento no domingo (3), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou que não quer desafiar os Estados Unidos, mas que o Brasil não pode ser tratado como uma “republiqueta”. O presidente disse ainda que pais não abre mão de usar moedas alternativas ao dólar.

O governo brasileiro informou ainda que o plano de contingência para auxiliar as empresas afetadas pelo tarifaço será implementado nos próximos dias, com linhas de crédito e possíveis contratos com o governo federal para substituir eventuais perdas nas exportações.

Negociações

Após a confirmação da imposição das tarifas na semana passada, a Secretaria de Tesouro dos Estados Unidos entrou em contato com o Ministério da Fazenda para iniciar as negociações sobre as tarifas, ao mesmo tempo que Trump anunciou estar disposto a conversar, pessoalmente, com o presidente Lula.

Já nesta semana, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que as terras raras e minerais críticos podem ser objeto de negociação entre Brasil e Estados Unidos. Esses minérios são essenciais para a indústria de tecnologia, e é um dos principais motivos de disputa entre Pequim e Washington.

“Temos minerais críticos e terras raras. Os Estados Unidos não são ricos nesses minerais. Podemos fazer acordos de cooperação para produzir baterias mais eficientes”, disse Haddad em entrevista a uma rede de televisão.

Ainda segundo o ministro da Fazenda, o setor cafeeiro acredita que pode ser beneficiado por um acordo com os EUA para excluir o produto da lista de mercadorias tarifadas. No mesmo dia que Trump assinou o tarifaço, a China habilitou 183 empresas brasileiras para exportar café para o país asiático.

Galvani recebe Selo Prata do GHG Protocol e avança na gestão de emissões de carbono.

Sobre nós - Galvani Fertilizantes
A certificação valida o inventário de emissões com base em metodologia global e reforça a estratégia de descarbonização da empresa

A Galvani Fertilizantes, empresa brasileira de mineração e líder na produção e entrega de fertilizantes fosfatados no MATOPIBA – região que abrange partes do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia –, recebeu o Selo Prata do Programa Brasileiro GHG Protocol, um dos principais reconhecimentos nacionais na área de gestão de emissões de gases de efeito estufa (GEE).

O selo é concedido a empresas que elaboram e publicam voluntariamente seus inventários com base na metodologia do GHG Protocol, o padrão internacional mais utilizado para contabilização de GEE. No caso da Galvani, o reconhecimento atesta a consistência do inventário referente ao ano-base de 2024, que contempla as emissões diretas (Escopo 1) e as indiretas associadas ao consumo de energia elétrica (Escopo 2), com verificação interna conforme os critérios do programa.

“Receber o Selo Prata é um passo importante para consolidarmos nossa estratégia climática com transparência e credibilidade. Esse reconhecimento reforça nossa jornada rumo à descarbonização, incentivando a melhoria contínua na gestão de emissões e a ampliação do uso de fontes limpas de energia, em linha com nossa meta para 2030, conforme descrito no nosso Relatório de Sustentabilidade”, afirma Sylvia Tabarin, diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Galvani.

Metas e próximos passos

A certificação está alinhada à estratégia de sustentabilidade da companhia, que prevê ações estruturadas para redução de emissões, como:

  • Publicação anual do inventário a partir de 2025;
  • Ampliação do monitoramento das emissões de Escopo 3 (cadeia de valor);
  • Adoção crescente de fontes renováveis de energia, com certificação I-REC;
  • Desenvolvimento de um plano de descarbonização integrado à expansão industrial.

“Mais do que cumprir requisitos técnicos, buscamos integrar a agenda climática à nossa estratégia de crescimento. Isso envolve publicar inventários anuais, acompanhar de perto nossa cadeia de valor e estruturar um plano de descarbonização para os próximos anos”, complementa Sylvia Tabarin.

Secretário de Saúde de Luís Eduardo Magalhães cumpre agenda em Brasília.

O Secretário de Saúde de Luís Eduardo Magalhães, Dr. Pedro Henrique Ribeiro, está em Brasília cumprindo agenda com a finalidade de viabilizar recursos para novos investimentos na saúde do município. Além do Ministério da Saúde, o secretário esteve com o deputado Mario Negromonte (PP).

Pela manhã Dr. Pedro Henrique este no Ministério da Saúde onde se reuniu com corpo técnico. “Viemos aqui buscar habilitações e qualificações dos serviços de nosso município, a fim de aumentar os repasses dos recursos na saúde de Luís Eduardo Magalhães”, disse o secretário.

Outra frente aberta pelo secretário Pedro Henrique foi a busca por emendas parlamentares destinadas à saúde. “Tive uma audiência com o deputado Mário Negromonte Júnior, que é o atual presidente do PP na Bahia. Na oportunidade apresentei nossos programas de saúde e conversamos sobre o destino de emendas parlamentares para Luís Eduardo”, concluiu o secretário Pedro Henrique.

Deputados e senadores obstruem as duas casas do Parlamento para tirar Bolsonaro da prisão domiciliar

Senador Rogério

“No Senado e na Câmara, ocuparemos as mesas diretoras das duas Casas. No Senado e na Câmara, vamos obstruir as sessões. O Senado já está lá, com cinco senadores sentados na mesa; cinco deputados também estão na Câmara dos Deputados, afirmou o senador Rogério Marinho (PL-RN), na terça-feira (5/ago), em um comunicado à imprensa, ao lado de vários parlamentares bolsonaristas.

É uma medida extrema, nós entendemos, mas faz mais de 15 dias que eu, por exemplo, como líder da oposição, não consigo interlocução com o senador Davi Alcolumbre (presidente do Congresso Nacional e do Senado Federal).

Segundo o bolsonarista ignorado por seu golpismo explícito, Alcolumbre age com “desrespeito com a Casa e com o Parlamento“.

E acrescenta que “Alcolumbre pode ser aliado do governo, mas não pode ficar de costas para a instituição e não pode ficar de costas para o Parlamento“, disse, sem entender (?) que ele próprio está de costas para a Constituição Federal.

Marinho disse ainda que Alcolumbre “representa o conjunto do Congresso Nacional. Ele precisa ouvir o Parlamento. Então, nós estamos de obstrução e ocupamos as duas mesas diretoras”.

Por conta da situação, que mostra um movimento coordenado explícito em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, o influenciador social Pedro Ronchi comentou, refletindo a voz de milhões de brasileiros progressistas por um Brasil soberano:

“Eles nunca fazem protesto pedindo melhorias para o povo. Só pensam no próprio umbigo

Do portal Urbs Magna

Haddad diz que tarifaço afetará 4% das exportações brasileiras aos EUA

Brasília (DF), 05/08/2025 - Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante 5ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), realizado no Palácio do Itamaraty. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que o tarifaço norte-americano afetará 4% das exportações brasileiras àquele país, mas que, desse total, 2% já terão um destino alternativo. A declaração foi dada nesta terça-feira (5) durante a 5ª reunião plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável.

Haddad iniciou sua participação no evento destacando uma série de “notícias boas” que acabaram perdendo espaço na mídia por conta da preocupação com os efeitos do tarifaço no Brasil.

“Foi uma semana apreensiva, mas com muita notícia boa. Conquistas que levam bem estar à população”, disse o ministro, ao citar a saída do Brasil do Mapa da Fome; ao menor índice de desemprego da história (5,8%); e à renda dos brasileiros que, segundo ele, “aumentou como não ocorre desde o Plano Real”.

O ministro citou também a queda da inflação e da desigualdade, “para a mínima da história”, bem como os resultados primários das contas públicas; a qualidade do ajuste fiscal e a preservação dos investimentos em áreas como infraestrutura e educação.

Mercados

O ministro lembrou que as exportações para os Estados Unidos já representaram 25% do que o país envia ao exterior, ressaltando, no entanto, que “graças a política do governo Lula, ainda em 2003, de abrir os mercados para os produtos brasileiros, elas [exportações para os EUA] representam agora 12%. Desses 12%, 4% são afetados pelo tarifário”.

“E dos 4%, mais de 2% terão, naturalmente, outra destinação porque são commodities com preço internacional que vão encontrar o seu destino no curto ou no médio prazo”, acrescentou.

Haddad, no entanto, ponderou que a situação requer cuidados e muita atenção.

“Mas estamos atentos. Não é porque 2% ou 1,5% das exportações serão afetadas que nós vamos baixar a guarda. Nós sabemos que há, nesse 1,5%, setores muito vulneráveis. Setores que geram muito emprego, como é o caso da fruticultura. Setores que exigem da nossa parte uma atenção especial, que vai ser dada”, complementou.

Ele explicou que a preocupação do governo federal é a de garantir que as pessoas “comam, trabalhem, invistam”.

“Vamos socorrer essas famílias prejudicadas com uma agressão que já foi chamada de injusta, de indevida, e de não condizente com os 200 anos de relação fraterna que nos ligam ao povo dos Estados Unidos”, afirmou o ministro.

Boas notícias

Ainda na sua fala, Haddad retomou as “boas notícias” que deram o tom da parte inicial de seu discurso.

“Podia falar também dos recordes em investimento, tanto na indústria quanto em infraestrutura, que está vivendo o seu melhor momento em 15 anos. Temos que olhar para tudo isso em meio a essa situação geopolítica que nós estamos vivendo. Temos que olhar para tudo isso com otimismo, até porque sem otimismo eu não aconselho alguém a assumir o Ministério da Fazenda do Brasil”, afirmou.

Prefeitura lança Programa de Regularização de Propriedade de Imóveis com 50% de desconto no ITBI

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães instituiu, por meio da Lei Municipal nº 1.172/2025, o Programa de Regularização de Transações Imobiliárias, que concede 50% de desconto no ITBI, o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis, por um período de 90 dias.

O objetivo do programa é incentivar os proprietários a regularizarem juridicamente a propriedade de seus imóveis, garantindo segurança jurídica e valorização patrimonial.

“Essa é uma oportunidade única para quem ainda não formalizou a transferência definitiva do imóvel. A redução de 50% no ITBI representa um incentivo direto à regularização fundiária, com benefícios para o contribuinte e para o município, que passa a ter um cadastro mais atualizado e regularizado”, destacou o secretário da Fazenda, Willton Novaes.

Como vai funcionar

Para se beneficiar do desconto, o proprietário deve emitir a guia do imposto no Setor de Tributos da Prefeitura até o dia 16 de setembro de 2025, e concluir a regularização da transferência no Cartório de Registro de Imóveis até 30 de dezembro de 2025.

Como fazer a adesão
Os interessados devem procurar a Diretoria de Tributos, localizada na sede da Prefeitura (Avenida Octogonal, Praça dos Três Poderes – 1º andar), no horário das 8h às 12h e das 14h às 18h.
Mais informações podem ser obtidas também pelo site luiseduardomagalhaes.saatri.com.br ou pelo WhatsApp: (77) 3628-9000.

Cerimônia de abertura da 23ª Edição da OILEM acontecerá no dia 08 de agosto

Jogos serão realizados de 18 de agosto a 09 de outubro, em 15 modalidades

A cerimônia de abertura da 23ª edição das Olimpíadas Intercolegiais de Luís Eduardo Magalhães (OILEM) será realizada no dia 8 de agosto, às 19h, no Ginásio Poliesportivo José Queiroz Barreto Neto, localizado na Avenida JK.

Considerada a maior competição municipal Intercolegial do Norte/Nordeste, a OILEM é promovida pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Educação, por meio da Gerência de Desporto Escolar.

Em 2025, reunirá aproximadamente 8.300 alunos, distribuídos em 1.241 equipes, representando 45 delegações de escolas das redes municipal, estadual e particular. A estrutura do evento contará ainda com a participação de 2.257 dirigentes escolares.

Modalidades A OILEM contemplará 15 modalidades esportivas, são elas: Atletismo, Natação, Basquetebol, Tênis de Mesa, Futsal, Xadrez, Handebol, Voleibol, Futebol Society, Queimada, Ginástica Rítmica, Jiu-Jitsu, Judô, Vôlei de Praia e Karatê.

Jogos As competições ocorrerão entre os dias 18 de agosto a 9 de outubro, nos turnos da manhã, tarde e noite, com disputas nos seguintes locais: Ginásios José Queiroz Barreto Neto e José Alberto Lauck, Estádio Municipal Coronel Aroldo, Clube Rio de Pedras, Praça Gerson Hoffmann e na nova Pista de Atletismo do bairro Sol Nascente.

Serviço:

Cerimônia de abertura da 23ª Edição da OILEM
Local: Ginásio José Queiroz Barreto Neto
Horário: 19h

Governo quer reduzir preço da CNH em até 75% com fim da obrigatoriedade das autoescolas.

Golpe da CNH cita notificação extrajudicial; veja como se proteger - Estadão

Proposta avaliada pelo Ministério dos Transportes prevê flexibilização no processo de formação de condutores e enfrenta resistência do setor.

O custo para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) pode cair de R$ 4.000 para até R$ 1.000 caso avance um projeto avaliado pelo governo federal que propõe o fim da obrigatoriedade de frequentar autoescolas. A medida, segundo o Ministério dos Transportes, visa desburocratizar o processo de habilitação e reduzir barreiras financeiras para a população.

Atualmente, os gastos para obtenção da CNH variam entre R$ 3.000 e R$ 4.000, a depender do estado. Com a nova proposta, os valores poderiam recuar para uma faixa entre R$ 750 e R$ 1.000, uma redução de até 75%.

O projeto ainda está em fase de estudo e tem provocado reações contrárias por parte de autoescolas e entidades do setor. Para os críticos, a flexibilização no processo de formação pode comprometer a segurança no trânsito e aumentar o número de acidentes.

O governo, no entanto, sustenta que a exigência das provas teórica e prática será mantida. A principal mudança seria no formato de preparação do candidato, que passaria a ser responsável por sua própria capacitação. A parte teórica poderia ser estudada em plataformas digitais credenciadas, presencialmente nos CFCs (Centros de Formação de Condutores) ou por meio de conteúdo gratuito oferecido pela Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito).

Na prática, a proposta elimina a carga horária obrigatória de 20 horas de aulas de direção. O candidato poderá se preparar com instrutores autônomos, que deverão ser previamente credenciados pelos Detrans estaduais e capacitados por cursos digitais da própria Senatran.

Esses profissionais serão identificados por meio da Carteira Digital de Trânsito, que passará a registrar o instrutor como apto para acompanhar os futuros condutores.

O Ministério dos Transportes avalia que a obrigatoriedade das autoescolas tem se mostrado uma barreira de entrada, especialmente para jovens e pessoas de baixa renda. A expectativa é que o novo modelo amplie o acesso à CNH sem comprometer a avaliação final exigida para a concessão do documento.

PRF apreende fuzis que estavam sendo levados do Rio para Porto Seguro.

Armas pertenciam a uma facção criminosa fluminense.

Sete fuzis e dez carregadores que estavam sendo levados para a cidade de Porto Seguro, no litoral sul da Bahia, foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Teresópolis.

As armas e os carregadores estavam escondidos dentro do painel de um carro que seguia em direção ao município baiano.

O veículo foi abordado por uma equipe da PRF na BR-116, altura do quilômetro 71, em Teresópolis, nessa segunda-feira (4). Como o motorista demonstrou nervosismo, os agentes resolveram fazer uma busca minuciosa no automóvel.

Os policiais acharam as armas em um compartimento dentro do painel do carro: sete fuzis calibre 5,56mm desmontados e 12 carregadores. O motorista disse que entregaria o armamento a uma facção criminosa do Rio com ramificação na Bahia.
O registro da apreensão foi feito na delegacia policial de Teresópolis. O motorista, após ser autuado em flagrante, foi encaminhado ao sistema prisional do fluminense, onde ficará à disposição da Justiça, aguardando julgamento.

Sem Imigrantes, sem Comida: o Agronegócio dos EUA à Beira do Colapso

Da Forbes

Ofensiva de Donald Trump chegou ao campo e atinge uma força de trabalho que sem ela a produção agrícola do país pode perder até US$ 60 bilhões

O agronegócio dos Estados Unidos depende fortemente de imigrantes, especialmente na produção de culturas. Entre esses, uma grande parte ainda atua sem documentação legal, fazendo com que políticas de imigração e fiscalização no trabalho tenham impacto direto no setor e na segurança alimentar. Desde janeiro, a investida de Donald Trump para deportar 1 milhão de imigrantes ainda neste ano, o setor agrícola vinha sendo poupado e era um dos que sofriam menos ações de fiscalização por parte da divisão de Imigração e Alfândega (ICE).

Mas algo parece ter mudado. As batidas policiais de julho foram devastadoras para muitos e, em meio a todo o caos, a intensificação da fiscalização do ICE passou a mirar o setor agrícola americano. Dezenas de trabalhadores foram retirados de seus postos em campos e unidades de embalagem no coração das terras agrícolas da Califórnia, do Vale de San Joaquin ao litoral. Dezenas também foram retiradas de um pequeno frigorífico em Omaha, Nebraska. E 11 trabalhadores foram presos em uma fazenda de laticínios no Novo México.

Este é um jogo perigoso que está sendo jogado, cujos impactos devem repercutir em toda a indústria alimentícia. Os imigrantes impulsionam tudo, da agricultura à embalagem e processamento, passando pela equipe da maioria das cozinhas de restaurantes. E, para alimentar a todos, eles trabalham em alguns dos empregos mais perigosos que existem — muitos empregos que, segundo os empregadores, ficariam vagos. Aumentos de preços e escassez são apenas o começo do que os consumidores começarão a sentir.

O país possui 2,6 milhões de empregos diretos em fazendas, cerca de 1,2% do total da força de trabalho dos EUA, segundo dados Economic Research Service do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) Quando se incluem setores relacionados (processamento, distribuição, serviços etc.), o total sobe para 22,1 milhões de empregos, ou 10,4% dos empregos norte-americanos.

Há estudos mostrando que a deportação em massa de trabalhadores pode causar queda de produção agrícola estimada entre US$ 30 bilhões e US$ 60 bilhões, além de ameaçar a segurança alimentar do país. Em regiões como Wisconsin e Dakota do Sul, onde 70% da mão de obra em fazendas de laticínios é de imigrante, a remoção desse grupo comprometeria completamente a produção.

O governador da Califórnia, Gavin Newsom, por exemplo, junto com prefeitos de vários municípios, tenta barrar o uso militar nas operações e vem acionando a justiça federal. Sem imigrantes (documentados ou não), a produção enfrenta colapso, ao mesmo tempo em que comunidades rurais entram em crise, com medo, protestos e pressão econômica.

As atuais operações de deportação em massa desestabilizam o setor agrícola e a saída seria a expansão de programas legais, como o H‑2A (visto temporário para trabalhadores agrícolas). Ela seria a principal saída de curto prazo, mas enfrenta limitações e falta de estrutura de controle. Outra saída seria a aprovação do projeto de lei Farm Workforce Modernization Act que propõe legalizar trabalhadores agrícolas que já atuam nos EUA, mas ele está parado e enfrenta resistências políticas.

 

Bolsonaro é detido em casa por determinação da Justiça

 

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (4) a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Na decisão, Moraes afirma que Bolsonaro utilizou redes sociais de aliados – incluindo seus três filhos parlamentares – para divulgar mensagens com “claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal e apoio ostensivo à intervenção estrangeira no Poder Judiciário brasileiro”.

Uma dessas postagens ocorreu no domingo, em razão de atos a favor de Bolsonaro em cidades do país.

“Não há dúvidas de que houve o descumprimento da medida cautelar imposta a Jair Messias Bolsonaro”, escreveu Moraes.

Para o ministro, a atuação do ex-presidente, mesmo sem o uso direto de seus perfis, burlou de forma deliberada a restrição imposta anteriormente.

Moraes tinha determinado medidas cautelares a Bolsonaro no dia 25 de julho, por indícios de que o ex-presidente estava obstruindo o processo no qual é réu por tentativa de golpe de Estado.

Dentre essas medidas estavam, por exemplo, o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de sair de casa à noite e nos fins de semana.

Ele também estava proibido de veicular conteúdo nas redes e de usar redes de terceiros para esse fim.

Moraes considerou que Bolsonaro descumpriu essa medida ao usar as redes dos filhos.

Ao determinar que Bolsonaro cumpra prisão domiciliar em seu endereço residencial, em Brasília, o ministro também impôs:

-proibição de visitas, salvo por familiares próximos e advogados;

-recolhimento de todos os celulares disponíveis no local.

Para recolher o celular, a Polícia Federal fez buscas na casa do ex-presidente no fim da tarde desta segunda.

Brasil registra criação de 166,6 mil postos de trabalho em junho.

Abertura de empregos caiu 19,2% em relação a junho do ano passado.

A criação de emprego formal caiu em junho. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, 166.621 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

A criação de empregos caiu 19,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em junho de 2024, tinham sido criados 206.310 postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores. Em relação aos meses de junho, o volume foi o menor desde 2023, quando foram abertas 155.704 vagas. A comparação considera a metodologia atual do Caged, que começou em 2020.

Nos seis primeiros meses do ano, foram abertas 1.222.591 vagas. Esse resultado é 6,8% mais baixo que no mesmo período do ano passado. A comparação considera os dados com ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores.

De janeiro a junho do ano passado, foram criados 1.311.751 postos de trabalho formais. A mudança da metodologia do Caged não torna possível a comparação com anos anteriores a 2020.

Setores

Na divisão por ramos de atividade, todos os cinco setores pesquisados criaram empregos formais em junho.

A estatística foi liderada pelos serviços, com a abertura de 77.057 postos, seguidos pelo comércio, com 32.938 postos a mais. Impulsionada pela safra, a agropecuária vem em terceiro lugar, com a criação de 25.833 postos de trabalho.

Em quarto lugar está a indústria (de transformação, de extração e de outros tipos), com a criação de 20.105 postos de trabalho. Por fim, o nível de emprego subiu na construção civil, com a abertura de 10.665 postos.

Destaques

Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com a abertura de 41.477 postos formais. A categoria de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais abriu 12.821 vagas.

Na indústria, o destaque positivo ficou com a indústria de transformação, que contratou 17.421 trabalhadores a mais do que demitiu. Em segundo lugar, ficou o segmento de água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação, que abriu 1.218 vagas.

As estatísticas do Caged apresentadas a partir de 2020 não detalham as contratações e demissões por segmentos do comércio. A série histórica anterior separava os dados do comércio atacadista e varejista.

Regiões

Todas as cinco regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em junho. O Sudeste liderou a abertura de vagas, com 76.332 postos a mais, seguido pelo Nordeste, com 36.405 postos. Em seguida, vem o Centro-Oeste, com 23.876 postos, com a ajuda da safra. O Sul abriu 18.358 postos de trabalho, e o Norte criou 11.683 vagas formais no mês passado.

Na divisão por unidades da Federação, 26 das 27 registraram saldo positivo. Os destaques na criação de empregos foram São Paulo (+40.089 postos); Rio de Janeiro (+24.228) e Minas Gerais (+15.363). O único estado que fechou vagas foi o Espírito Santo, com a extinção de 3.348 postos, principalmente no setor de café.

Veja como se transformam os governos em autocráticos

Trump demitiu o chefe e diretorias do instituto que coleciona e armazena dados porque o órgão publicou estatísticas com as quais não concorda. Bolsonaro fez o mesmo no Brasil, alterando sistemas no IBGE e no INP, que controlava os desmatamentos e subsequentes incêndios na Amazônia e no Pantanal.

Bolsonaro também demitiu o delegado federal que denunciou o crime que estava fazendo o Ministro do Meio Ambiente, e sem falar na pandemia que não deixava a população saber os dados de mortos pela doença. Os dois vídeos são autoexplicativos:

Este é o primeiro projeto para produção nacional de super ímãs usando terras raras brasileiras.

A primeira iniciativa público-privada de produção de ETRs no Brasil quer colocar o país, segunda maior reserva dos minerais raros do mundo, no mapa global da produção de tecnologias.

O recente interesse do governo norte-americano nos minerais brasileiros — o Brasil é líder em reservas de nióbio e ocupa o segundo lugar do mundo em concentração de elementos de terras raras (ETRs) — levantou preocupação do governo e da sociedade em relação à exploração e ao refino nacional desses elementos.

Embora tenha posição de destaque na concentração dos ETRs (com cerca de 23% das reservas globais, atrás apenas da China, que tem 49%), o Brasil não está entre os principais produtores e exportadores mundiais, e suas iniciativas de extração são abastecidas, em sua maior parte, por capital estrangeiro.

Em Minas Gerais, um dos estados com maior concentração de ETRs do Brasil (junto a Goiás), a Serra Verde Pesquisa e Mineração (SVPM), primeira operação comercial de terras raras no país e a primeira fora da Ásia a produzir em escala os quatro elementos magnéticos essenciais (Nd, Pr, Tb, Dy), recebe aporte de empresas estrangeiras, e exporta a maioria do concentrado (com teor estimado em 30% de ETRs) para ser refinado na China, já que aqui não há refinarias próprias. A empresa opera, aqui, um circuito integrado de mineração e beneficiamento, que é vinculado a contratos com refinadores no exterior.

Em Poços de Caldas (MG), a australiana Viridis Mining & Minerals domina os projetos de exploração de argilas iônicas na Caldeira & Colossus. A produção está prevista para iniciar entre o final de 2027 e início de 2028.

m Goiás, a extração é liderada por duas empresas: a Serra Verde e a canadense Aclara Resources, que lá desenvolve o Carina Project, na região de Nova Roma, Goiás, em que foram descobertos depósitos de argilas iônicas contendo ETRs pesados e leves. O investimento na reserva foi estimado em cerca de R$ 2,5 bilhões, e a extração a partir do Carina Project ainda está em fase de desenvolvimento.

Um plano para a produção nacional?

As perspectivas para a nacionalização do refino e da produção de tecnologias com os óxidos de terras raras (obtidos pela purificação dos minerais) envolvem, agora, um projeto de desenvolvimento nacional: o MagBras – ‘Da Mina ao Ímã’, coordenado pelo Centro de Inovação e Tecnologia para Ímãs de Terras Raras do SENAI (CIT SENAI ITR), que deu um passo decisivo para colocar o país no mapa global.

Os ímãs permanentes feitos à base de terras raras são conhecidos por suas propriedades magnéticas superiores, com resistência a altas temperaturas e à desmagnetização. Usados em sensores de posição e velocidade, são componentes essenciais, além disso, dos motores elétricos e dispositivos eletrônicos de alta tecnologia (como discos rígidos). Também têm uso nas cadeias de energia limpa, como componentes dos geradores que captam energia eólica.

Lançado oficialmente em 14 de julho de 2025, o MagBras forma uma aliança com 38 empresas, startups e centros de pesquisa brasileiros e estrangeiros, com investimento na ordem de R$ 73 milhões (financiado em parte pelo fundo de desenvolvimento do SENAI, Fundep).

O objetivo é construir, do zero, uma cadeia produtiva nacional para a extração, o refino e a fabricação dos ímãs de ETRs.

A iniciativa adquiriu, em dezembro de 2023, com fundos do CIT SENAI, o LabFabITR, primeiro laboratório-fábrica de ímãs e ligas de terras raras do Hemisfério Sul, sediado no município mineiro de Lagoa Santa. Lá, há unidades de processamento mineral, de ligas especiais e de metalurgia, com potencial para se tornar a maior planta de pesquisa aplicada na produção de ímãs da América do Sul, afirma a FIEMG (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais).

Em julho de 2025, a mineradora australiana St George Mining, parte do projeto, entregou a primeira amostra de óxidos de ETRs de origem brasileira, processados localmente no Projeto Araxá. Segundo o laudo técnico, a amostra tinha mais de 95% de óxidos de ETRs, com impureza abaixo de 0,2% (isto é, de elementos não correspondentes a terras raras).

O teor de magnetismo encontrado foi de cerca de 20% NdPr (neodímio e praseodímio), com quantidades relevantes dos elementos samário e disprósio, metais críticos para ímãs de alta performance.

No Projeto Araxá, desenvolvido pela St George, a reserva é de pelo menos 40,64 milhões de toneladas, com teor médio de 4,13% de óxido total de terras raras (TREO), e 41,20 milhões de toneladas com 0,68% de nióbio, de acordo com dados do JORC Code (que estabelece os padrões mínimos para resultados de explorações de minerais e minérios). O depósito já concentra a principal produção global de nióbio, informa reportagem do Discovery Alert.

Com a mina de Araxá prevista para iniciar suas operações de maneira oficial em 2027, o Brasil quer alcançar uma capacidade produtiva significativa em terras raras e nióbio, com até 20 mil toneladas anuais no médio prazo.

O MagBras, primeira iniciativa público-privada de produção de ETRs no Brasil, avança, agora, com estudos de escala e na busca por documentos necessários de certificação e adequação às normas industriais, e deve explorar parcerias internacionais.

Da Revista Fórum

 

AVIVA LEM 2025 encerra com sucesso e reúne 100 mil pessoas em quatro dias de celebração.

O último dia do AVIVA LEM 2025 foi marcado por uma programação especial dedicada à família e à fé. O AVIVA Kids encantou a criançada com apresentações de Tia Israela, Tia Jé e da consagrada Cristina Mel, que há mais de 30 anos alegra gerações com suas músicas cristãs infantis.

À noite, o encerramento ficou por conta do ministério Diante do Trono, sob a liderança de Ana Paula Valadão. Em um momento de profunda adoração, o público se emocionou com canções que marcaram a música cristã brasileira, como o clássico “Preciso de Ti”.

Durante os quatro dias de evento, cerca de 100 mil pessoas passaram pelo espaço montado ao lado do Mercado Municipal, fortalecendo o propósito do AVIVA LEM de celebrar a fé cristã com unidade.

O prefeito Junior Marabá falou do sucesso do evento.

“Ver nossa cidade reunida em adoração, com tantas famílias participando, é algo que nos emociona. O AVIVA LEM já é um dos maiores eventos gospel da Bahia, e ver isso crescer ano após ano nos enche de alegria. Agradeço a todos que fizeram parte dessa linda celebração de fé.”

Uma morte e cinco feridos em colisão entra carreta e camionete na BR 242

Um grave acidente registrado na madrugada desta segunda-feira (04), no trecho urbano da BR-242, em Barreiras, no oeste da Bahia, resultou na morte de uma pessoa e deixou outras cinco feridas. A ocorrência foi atendida pela Delegacia da Polícia Rodoviária Federal de Barreiras – UOP 01, vinculada à Superintendência da PRF na Bahia.

De acordo com o relatório da equipe C3R-BA, o acidente ocorreu por volta da 1h20 da manhã, no quilômetro 874 da rodovia, e envolveu uma colisão transversal entre um caminhão e uma camionete.

As causas exatas do acidente ainda estão sob investigação, mas a colisão provocou ferimentos em cinco ocupantes, além do óbito de uma pessoa que estava na camionete. Equipes de socorro foram acionadas e prestaram os primeiros atendimentos às vítimas no local, encaminhando os feridos a unidades de saúde da região.

O local ficou parcialmente interditado durante o atendimento da ocorrência, e a Polícia Rodoviária Federal reforçou a sinalização para garantir a segurança dos demais motoristas que transitavam pelo trecho.

A PRF orienta os condutores a redobrar a atenção, especialmente durante a noite e a madrugada, quando a visibilidade é reduzida e o risco de acidentes aumenta.

Do Alô, Alô Salomão

Marcos do Val desembarca no Brasil e PF coloca tornozeleira eletrônica

Parlamentar driblou proibição de viajar e usou passaporte diplomático para ir aos EUA

O senador Marcos do Val (Podemos-ES) foi alvo de operação da Polícia Federal e vai usar tornozeleira eletrônica. O parlamentar teve aplicada medidas cautelares na manhã desta segunda-feira, 4, assim que desembarcou no Brasil após um driblar uma proibição do Supremo Tribunal Federal (STF) e viajar aos Estados Unidos.

Diante do descumprimento das cautelares anteriores, o ministro Alexandre de Moraes determinou a aplicação de tornozeleira eletrônica no parlamentar. A equipe da PF o aguardava no aeroporto de Brasília para realizar a operação no momento de seu desembarque.

Do Val teve seus passaportes apreendidos em uma operação anterior da PF para não poder deixar o País, mas conseguiu viajar com um documento que não foi apreendido pela PF. O senador saiu do Brasil por Manaus (AM), com o passaporte diplomático, apesar de haver uma ordem de apreensão do documento enquanto durarem as investigações contra ele.

“Não estou aqui fugindo, estou curtindo e dando atenção à minha filha no parque Universal Orlando. Alexandre de Moraes recebeu com 15 dias de antecedência informações de onde eu estaria, qual era o meu voo, o hotel que eu estou e até os ingressos que eu comprei”, afirmou o senador em vídeo gravado no fim de julho nos Estados Unidos.

Em agosto do ano passado, Moraes determinou a apreensão dos passaportes de do Val, inclusive o diplomático, e o bloqueio de R$ 50 milhões da conta dele.

Do Terra.