USDA rebaixa estimativa de safra e estoques de passagem. Cotações sobem.

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou nesta quinta-feira (11) seu relatório mensal de oferta e demanda de agosto confirmando uma redução na safra 2011/12 de soja e milho dos Estados Unidos, bem como a área colhida, a produtividade e os estoques finais de ambas as commodities. 

Para a oleaginosa, a estimativa de produção do departamento recuou de 87,77 milhões para 83,17 milhões de toneladas. O número ficou bem abaixo das expectativas do mercado, que eram de 86,38 milhões de toneladas. 

O USDA reduziu ainda em 4,61% a produtividade média das lavouras norte-americanas de soja de 48,64 sacas  para 46,4 sacas por hectare. A área colhida também foi reduzida de 30,07 milhões para 29,87 milhões de hectares. 

Milho

 Assim como a soja, a safra de milho também sofreu redução. O departamento estima uma produção de 328,03 milhões de toneladas ante as 342,15 milhões de toneladas estimadas em julho. O volume ficou bastante abaixo das expectativas do mercado, que apostavam em uma redução, porém, para 332,32 milhões de toneladas.
O rendimento médio do milho foi drasticamente reduzido de 166 para 160,4 sacas por hectare, uma baixa de 3,59%. A área colhida também sofreu redução – de 0,59% – e foi de 34,36 para 34,16 milhões de hectares. 

Estoques finais 

 As reservas da soja, safra 11/12, vieram em 4,22 milhões de toneladas. Em julho, eram 4,76 milhões de toneladas. O número também ficou abaixo do esperado pelos agentes, que apostavam em 4,68 milhões de toneladas. Para o ciclo 10/11, os estoques finais foram ampliados de  5,44 para 6,26 milhões de toneladas. A aposta do mercado, no entanto, era de 6,07 milhões de toneladas. 

Para o milho, os estoques finais foram reduzidos de 22,10 para 18,14 milhões de toneladas, enquanto o mercado apostava em 18,82 milhões de toneladas, safra 11/12. Já para a temporada 10/11, as reservas finais foram calculadas em 23,88 milhões de toneladas ante as 22,35 milhões estimadas em julho. O mercado esperava por algo em torno de 23,4 milhões de toneladas. 

A soja está sendo comercializada a R$41, em Luís Eduardo e Barreiras e o fechamento deve ser maior no final do dia.

Bahia Farm Show já tem 40% do espaço comercializado.

A Bahia Farm Show de 2012 já tem 40% da área da feira comercializada. Desde meados de julho, a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) deu início à oferta de espaços para quem já era expositor na edição 2011. As áreas para novos expositores serão disponibilizadas a partir de 30 de agosto. A próxima edição da maior feira de tecnologia agrícola e negócios do Norte/Nordeste acontecerá de 29 de maio a 02 de junho de 2012.

De acordo com o gerente comercial do evento, Pablo Manopella, desde a feira passada, a maioria dos expositores já sinalizava a intenção de garantir a participação em 2012.

 “Tem sido assim, em todas as edições, mas, especialmente, nas duas últimas, que tiveram como pano de fundo uma excelente conjuntura para o agronegócio brasileiro”, explica Pablo.

Para 2012, a previsão da Aiba é de uma expansão da ordem de 15% na área de exposição da Bahia Farm Show.

“Mas, não descartamos dobrar esse percentual caso haja demanda”, diz o coordenador da feira, Alex Rasia. Para crescer, será necessário investir em infraestrutura. A meta da entidade realizadora é asfaltar 23 mil metros quadrados de rua, de um total de 35 mil metros quadrados do Complexo Bahia Farm Show. “Estamos estudando a viabilidade”, afirma Rasia.

A Bahia Farm Show é promovida pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Associação dos Revendedores de Máquinas e Implementos Agrícolas do Estado da Bahia (Assomiba), Fundação Bahia e Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães.

Cotação da soja espera relatório da USDA em leve alta.

Na madrugada, as cotações reagiam no pregão noturno de Chicago, com leve alta para vencimentos futuros. Hoje sai o relatório da USDA e as notícias não devem ser boas sobre a perspectiva de produção norte-americana. Isso podem significar melhores preços para o agricultor do Oeste baiano que já está investindo em preparo e correção de solo. Informe do Notícias Agrícolas.

Soja anda de lado à espera do relatório da USDA.

A soja e o milho andaram de lado na sessão diurna desta quarta-feira na Bolsa de Chicago. As expectativas do mercado às vésperas do relatório de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga amanhã (11) trouxe bastante volatilidade ao mercado e fez com que as commodities operassem dos dois lados da tabela durante boa parte do pregão. 

A soja acabou fechando o dia no campo positivo, com leves altas. O mercado operou com cautela depois do avanço de quase 16 pontos no pregão noturno de hoje e também por conta das expectativas quanto ao relatório do USDA. 

Já o milho não conseguiu manter a alta e encerrou o dia com pequenas perdas. O mercado financeiro exerceu uma leve pressão nos preços e deixou o mercado em terreno negativo. 

O analista de mercado Terry Reilly afirmou que os “traders de grãos vão ter um choque de realidade amanhã, quando voltarem aos fundamentos”, referindo-se ao boletim a ser divulgado amanhã. Do Notícias Agrícolas.

 Em Luís Eduardo Magalhães, a cotação da soja está empacada nos 40 reais, apesar das altas do dólar. O relatório da USDA certamente agitará os níveis de preço do mercado a termo, já que muitos produtores tem o produto nas modalidades balcão e disponível.

Vanir Kölln lamenta ação do ‘Grande Agronegócio’ em detrimento do Sindicato Rural.

O presidente do Sindicato Rural de Luís Eduardo Magalhães, Vanir Kölln, fez hoje fortes críticas aos dirigentes do agronegócio que foram à Brasília, pedir uma fiscalização do trabalho no campo menos agressiva, ao ministro Carlos Lupi:

“É claro que foram bem recebidos, com sorrisos e histórias bem humoradas. Mas e os resultados? O Ministro pediu a eles, os dirigentes, que se entendessem com os sindicatos dos empregados e com o Ministério Público do Trabalho”.

Diz ainda Vanir:

“Faltou representatividade. Não foram capazes de convidar nem o presidente do Sindicato Rural e não levaram nenhum representante da FAEB – Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia. Vou fazer diferente: vou à Brasília e vou levar todos os presidentes dos sindicatos de trabalhadores da Região, para referendar a posição de nossos associados. Os dirigentes do ‘Grande Agronegócio’ enganam-se quando deixam para trás quase 500 produtores, pequenos e médios, que o Sindicato Rural representa.”

Vanir também tem a opinião que a fiscalização no Oeste baiano, “feita com mais de 15 fiscais e 12 viaturas novas” é agressiva e exagerada. Mas quer levar ao Ministro o depoimento dos próprios empregados, que demonstram, igualmente, insatisfação com a atuação da fiscalização e do Ministério Público do Trabalho. 

Desastre também traz perdas de proporções aos grãos.

As cotações futuras dos grãos negociados na Bolsa de Chicago abriram a semana recuando ainda mais. Nesta segunda-feira, os preços da soja e do trigo fecharam a sessão diurna com perdas de quase 30 pontos e o milho com quase 20. O pânico no mercado financeiro levou os fundos a liquidarem suas posições, acelerando as baixas das cotações. 

As incertezas sobre o futuro da economia global seguem assombrando as commodities em geral e as agrícolas amargam dias de severas perdas. Segundo o analista de mercado Vincíus Ito, da Newedge Corretora, trata-se de um mercado que conta com um potencial para cair ainda mais, uma vez que há fundos que continuam atuando. 

O cenário financeiro, que já vinha bastante delicado, refletiu hoje o impacto do anúncio do rebaixamento da classificação de crédito dos Estados Unidos pela agência Standard & Poors na última sexta-feira (5). Os traders seguem aumentando sua aversão ao risco e migrando para ativos mais seguros, como o ouro, por exemplo, que hoje estabeleceu um novo recorde, ou até mesmo o dólar, que nesta segunda-feira fechou o dia acima de R$ 1,60, com a maior alta desde 2010. De Carla Mendes, do Notícias Agrícolas.

Em Luís Eduardo Magalhães, as cotações da soja já espelharam, hoje, a crise mundial, caindo 2 reais por saca de 60 kg, para R$40,

Já galopam os 4 cavaleiros do Apocalipse.

Estava previsto que o mundo acabava na terça-feira. Erramos! Acabou três dias depois: a agência de classificação de risco Standard & Poor’s rebaixou a nota da dívida americana nesta sexta-feira para AA+, o que significa que a maior economia do mundo deixou de ser AAA.

Ao longe se ouve o barulho da quebradeira das bolsas em todo o mundo. A BOVESPA já está olhando firme para o fundo do poço, na linha dos 50 mil pontos, depois de beirar os 70 mil.

Ainda bem que temos o sábado e o domingo para os ânimos se acalmarem. Segunda-feira vai ser um dia decisivo, inclusive para os grãos brasileiros, o esteio da economia do Oeste baiano.

O Paraíso, quem diria, fica mesmo no Oeste da Bahia.

As baixas temperaturas na madrugada desta sexta-feira provocaram geadas no Centro-Sul do Brasil. Cafeicultores do sul de Minas Gerais relatam perdas drásticas nas lavouras. Não há previsão de geada para final de semana e temperaturas voltam a subir.

Estamos mesmo no paraíso, aqui no Oeste da Bahia. Máxima produtividade, excelente qualidade e nenhum acidente metereológico que afete a produção. 

Dólar, apático, cai. Governo vai precisar intervir com decisão no câmbio.

Em meio às especulações sobre a saúde da economia americana e o noticiário negativo vindo do velho continente, as operações de câmbio no país atravessaram uma sessão relativamente mais calma.A moeda americana encerrou a quarta-feira (3/8) em queda de 0,32% frente ao real, a R$ 1,560 para compra e R$ 1,562 para venda.

A desvalorização acumulada do dólar é de 6,1% no ano. Numa equação grosseira, se apenas essa queda fosse compensada, a soja, que hoje vale R$42 em Luís Eduardo, poderia valer algo em torno de R$44,60. Parece pouco, mas para atividades que trabalham com margens líquidas abaixo de 10%, isso pode parecer tudo. O saldo de entrada e saída de dólares no país (fluxo cambial) ficou positivo em US$ 15,825 bilhões em julho, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (3/8) pelo Banco Central.

No acumulado do ano, o fluxo cambial está positivo em US$ 55,658 bilhões, sendo que no mesmo período do ano passado o fluxo havia sido positivo em US$ 4,075 bilhões.

As medidas paliativas que o Governo Federal anunciou esta semana, com a retirada da contribuição previdenciária de indústrias que tem forte concentração de mão-de-obra, significam uma virada de costas ao câmbio. A indecisão política em relação a uma âncora cambial pode comprometer o desenvolvimento da economia do setor primário, ainda base das exportações e locomotiva do desenvolvimento econômico. Com informações do Brasil Econômico, Valor Econômico e outras fontes.

Dólar reage com novas medidas do Governo.

O dólar reagiu, hoje, com ganho de 1,35%, para R$1,559, com a implementação das medidas governamentais que taxam em 25% os ganhos sobre posições vendidas dos chamados derivativos. Isto é: aqueles investidores que ganham prometendo vender dólar e ações por preços abaixo do esperado.

Com a maior taxação o volume de dólares que entra no país tende a diminuir, o que reduziria a cotação. Os derivativos cambiais têm grande influência na formação de preços da moeda norte-americana no mercado à vista.

A notícia chega em boa hora para o agronegócio, principalmente para as cotações da soja, que depois da onda de calor norte-americano, são fortemente pressionadas pelas chuvas regulares no cinturão do milho.

No entanto, o grande clamor da indústria, que está esboroando-se sob os ataques das importações, principalmente as chinesas, é o principal motivo da atitude do Governo. Poucos sabem até quanto o dólar pode reagir frente ao real. Mas só o viés de alta já é uma garantia de empregos e investimentos na indústria.

O Governo promete também, embora ainda não tenha utilizado este instrumento, a possibilidade de o fundo soberano brasileiro comprar moeda norte-americana nos mercados à vista e, também futuro. 

A soja foi comercializada hoje, nos mercados de Luís Eduardo Magalhães e Barreiras, por preços entre 41 e 42 reais a saca de 60 kg.

Saldo positivo na balança comercial de LEM pode ser melhor que 2010


De janeiro a maio de 2011, Luís Eduardo Magalhães exportou US$ 214,2 milhões, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Mantida a atual média mensal (US$ 42,8 mil), até o fim de 2011, terão sido exportados US$ 514,3 milhões, cifra que não bate o recorde de 2008 (US$ 541 milhões), mas que é mais alta que o resultado de 2010: US$ 486 milhões.

Metade vai para a Alemanha

Alemanha (46,71%), China (21,49%) e Portugal (9,64%) continuam sendo os principais destinos dos produtos de LEM, tendo comprado, entre janeiro e maio de 2011, 77% de todos os produtos da cidade.

Todavia, no ranking dos principais países compradores de LEM, o destaque foi para a Coréia do Sul, quarta colocada, que ampliou em 379% a compra de produtos de LEM em relação ao mesmo período de 2010 e já responde por 5,64% de tudo que é exportado por LEM.

 Principais produtos exportados por LEM em 2011

1º – Bagaços e outros resíduos sólidos, da extração do óleo de soja – 45% (US$ 97,3 milhões).

2º – Outros grãos de soja, mesmo triturados – 43,5% (US$ 93,3 milhões).

3º – Algodão simplesmente debulhado, não cardado, nem penteado – 8,6% (US$ 18,4 milhões).

4º – Mamões (papaias) frescos – 1% (US$ 2,2 milhões).
5º – Linteres de algodão, em bruto – 0,45% (US$ 957 mil).
6º – Café não torrado, não descafeinado, em grão – 0,33% (US$ 703 mil).
7º – Algodão não debulhado, não cardado, nem penteado – 0,33% (US$ 699 mil).

8º – Lecitinas e outros fosfoaminolipídios – 0,20% (US$ 437 mil).

Do nosso editor em Brasília, Cassiano Sampaio.

Soja e milho encontram alta na forte onda de calor nos Estados Unidos.

As condições de clima desfavorável nos Estados Unidos continua ditando o ritmo do mercado de grãos na Bolsa de Chicago. Nesta terça-feira, após as baixas de ontem, o mercado avança e fechou o pregão noturno com altas de dois dígitos tanto para soja, quanto para o milho e para o trigo – o qual registrou variação positiva de mais de 20 cents. 
A previsão é de que o calor excessivo se estenda para as próximas semanas e até mesmo para o mês seguinte, período determinante para a produtividade da soja. Além dos Estados Unidos, o clima na Europa também preocupa, uma vez que há a previsão de tempestades para importantes regiões produtoras, o que dá suporte, principalmente ao mercado do trigo. 
Além disso, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou nesta segunda-feira (18) mais um relatório semanal de acompanhamento de safra informando que caiu o índice de lavouras de soja e milho em boas ou excelentes condições nos EUA. 
Segundo o departamento, 66% das lavouras de milho estavam em boa ou excelente condição até domingo, 3% a menos do que na semana anterior. Na soja, 64% tinham a mesma classificação, ante 66% do último relatório. Da safra de trigo de primavera, 73% estavam em boas ou excelentes condições.
Esse declínio do índice reflete a onda de calor e a falta de umidade que atinge o Cinturão do Milho, principal região produtora dos Estados Unidos. Segundo analistas, o desenvolvimento das lavouras está atrasado e pode continuar assim caso o clima continue sem contribuir. 
Para Shawn Mc Cambridge, analista sênior de grãos da Jeffries Bache, de Chicago, “o mercado de milho deve encontrar suporte nesses sinais de estresse das 
lavouras”. De Carla Mendes, do Notícias Agrícolas.

Em Luís Eduardo Magalhães e Barreiras, a soja foi comercializada hoje entre R$42 e R$43 a saca de 60 quilos, segundo o Sindicato Rural e a AIBA. A onda de calor nos Estados Unidos é tão forte que dezenas de pessoas já morreram em consequência do fenômeno. Só nos últimos 30 dias foram batidos 300 recordes históricos de altas temperaturas.

Banco do Brasil reabilita 40 mil produtores para contratar novos créditos.

O Banco do Brasil decidiu reabilitar 40 mil produtores até agora impedidos de contratar novos empréstimos de crédito rural em razão de haver renegociado dívidas antigas em programas de investimento.

Ao anunciar a destinação de R$ 45,7 bilhões ao setor na nova safra (2011/2012), o vice-presidente de Agronegócios do BB, Osmar Dias, informou ontem que a medida não seguiu nenhuma resolução oficial ou orientação do governo, mas foi uma decisão interna do banco. “Esses 40 mil não podiam contratar por ter renegociado investimentos. Tiramos esse impedimento e isso é uma forma de desburocratização”, afirmou.

A barreira foi imposta pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) à época da última grande repactuação dos débitos. Mas os pagamentos antecipados de boa parte dessas dívidas, cujo volume aumentou de forma significativa nos últimos meses, deu segurança ao BB para ousar.

A decisão do banco cria um “potencial” de R$ 3 bilhões de negócios com esse grupo de produtores, informou o diretor de Agronegócios do BB, Ives Fülber. “Antes de decidir isso, fizemos avaliações das condições financeiras de cada um. Isso não implica em riscos. Haverá garantia real e limites de crédito em cada operação dessa”, afirmou.

A medida ajudará o banco a ampliar sua carteira de crédito rural, cuja fatia nesse mercado somou 61,2% no primeiro trimestre deste ano. O volume de empréstimos rurais do banco chegou a R$ 78,3 bilhões. Desse total, 92,2% estavam classificados entre os níveis de risco “AA” e “C”, considerados os mais seguros pelo mercado financeiro.

A nova safra terá um novo desenho para o BB. Alguns segmentos do setor rural foram escolhidos para reforçar a oferta de crédito, hoje abundante nos depósitos à vista e na poupança rural. O banco elegeu como foco a agricultura familiar, os médios produtores, as ações de redução das emissões de gases do efeitos estufa e as cooperativas agropecuárias.

O BB terá como uma de suas prioridades as ações de ampliação do atendimento aos produtores. E o Banco Postal, uma parceria com os Correios, ajudará na estratégia. O BB ampliará a oferta de seus serviços a 2.076 municípios onde atualmente não mantém uma agência bancária.

“Vamos dar força ao microcrédito, aos pequenos empreendedores e aos agricultores familiares dessas regiões mais distantes dos grandes centros”, relatou Osmar Dias. Assim, o BB antecipará sua meta de chegar a todos 5.565 municípios brasileiros. “Isso estava previsto para janeiro de 2015. Agora, faremos em 2012”, disse. Hoje, 880 agências do banco respondem po 80% de todo o crédito rural.

O BB também decidiu entrar firme para ajudar o governo a cumprir sua meta de redução das emissões de gases do efeito estufa. Até 2020, o país se comprometeu a reduzir entre 36% e 38% essas emissões. Para isso, o BB destinará R$ 850 milhões para financiar atividades do chamado “baixo carbono”. O primeiro contrato foi assinado ontem com uma produtora de Ipameri (GO).

Em uma área de 900 hectares, o BB emprestou R$ 708 mil para recuperação de pastagens e da mata ciliar, além da plantação de eucalipto e adequação para o sistema de integração lavoura-pecuária-florestas. Esse valor é mais do que todo o volume emprestado pela linha Agricultura de Baixo Carbono (ABC) na safra 2010/2011. “O banco não operou antes porque precisávamos fazer adequações aos problemas estruturais”, explicou Osmar Dias. Os recursos serão da fonte “poupança rural”, cujas taxas de juros são subsidiadas pelo Tesouro Nacional. Do Valor Econômico com edição do Notícias Agrícolas.

CONAB confirma a safra recorde de 2011. Produção cresceu quase 9%.

 A colheita de grãos na safra 2010/2011, que se encerrou no dia 30 de junho, deve se consolidar em 162 milhões de toneladas. O levantamento – décimo feito pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para o ciclo – é o maior já registrado no país. O volume supera em 8,6%, ou 12,8 milhões de toneladas, o recorde anterior (da safra passada), quando foram colhidas 149,2 milhões de toneladas.

A área plantada nesta safra cresceu 4,4%, passando de 47,4 milhões de hectares na safra passada para 49,5 milhões de hectares na atual. Em relação à pesquisa anterior, divulgada há um mês, houve aumento de 0,31%, ou 523 mil toneladas, na expectativa de colheita. Ainda serão feitos mais dois levantamentos para que se tenha o resultado final, totalmente apurado, do resultado da safra 2010/2011.

Segundo o boletim da Conab, o atraso do período das chuvas nos meses de plantio das principais culturas, como soja e milho, não comprometeu o bom desenvolvimento delas. Além disso, mesmo abaixo da normalidade, as precipitações pluviométricas foram suficientes e resultaram “em produtividades até surpreendentes, haja vista a ocorrência do fenômeno La Niña nos estados da Região Sul e parte do Centro-Oeste”.

As principais responsáveis pelo crescimento da safra, de acordo com a estatal, aliando boa influência do clima com aumento de área plantada, foram as culturas de soja, milho, algodão, feijão e arroz. A pesquisa foi feita entre os dias 20 e 24 de maio por técnicos da Conab. Eles consultaram representantes de cooperativas e sindicatos rurais, de órgãos públicos e privados nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, além de parte do Norte.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) também divulgou hoje, no Rio de Janeiro, uma projeção para a safra nacional de grãos. Segundo a sexta estimativa do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de 2011, a produção nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deve chegar a 161,5 milhões de toneladas, volume 8% superior à safra recorde obtida em 2010 (149,6 milhões de toneladas). Da agência BR.

Arroz pode deixar a mesa e ir para porcos e galinhas.

A crise nos preços do arroz gaúcho é tão grande que as autoridades estaduais estão promovendo o uso do cereal em rações para animais. Segundo o Globo Rural, o Rio Grande do Sul importa de outros estados cerca de um 1,5 milhão de toneladas de milho para a produção de rações, que poderiam ser substituídas por 1,8 milhão de toneladas de arroz para se obter a mesma produção.

 Em função dos estoques nacionais de milho estarem baixos e haver superprodução de arroz, o secretário da Agricultura, Luiz Fernando Mainardi, acredita que a medida resolveria dois problemas de uma vez: “Sob o ponto de vista técnico nutricional, a substituição de um pelo outro aponta uma equivalência. Vamos buscar encontrar uma equação econômico-financeira que permita viabilizar a substituição”.

Ministério abre novos mercados para carne suína.

A África do Sul reabriu seu mercado à carne suína brasileira. O anúncio foi feito hoje (29) pelo ministro da Agricultura, Wagner Rossi, que ressaltou que o país africano foi o último a reverter sua posição após o foco de febre aftosa registrado em 2005 no Brasil. As últimas negociações foram feitas no fim da semana passada em Pretória com dirigentes do Ministério da Agricultura, Florestas e Pesca sul-africano. “É nossa terceira vitória do setor de suínos: abrimos o mercado da China, dos Estados Unidos e, agora, o da África do Sul. E também estamos avançando com a Coreia do Sul e o Japão”, disse Rossi em coletiva de imprensa. Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, a África do Sul tomou, em 2005, uma medida “exacerbada” em virtude de foco de febre aftosa em bovinos em Mato Grosso do Sul e barrou as exportações inclusive de Santa Catarina, reconhecida internacionalmente como área livre de aftosa sem necessidade de vacinação. Segundo Neto, a reabertura desse mercado “corrige irregularidade, totalmente em desacordo com as regras de comércio internacional amparadas pelo Acordo sobre as Medidas Sanitárias e Fitossanitárias da Organização Mundial do Comércio (OMC), que causou sérios prejuízos à suinocultura desde outubro de 2005”.

A ação do Ministério da Agricultura é importante para o Oeste baiano, que quer tornar-se um polo suinocultor, focando no promissor mercado do Nordeste e na abundância de matéria prima. Não tem sentido o Nordeste importar carne e embutidos de porco de Santa Catarina quando existem condições perfeitas de produção por aqui.

Preços externos da soja continuam crescendo.

Os grãos continuam subindo na Bolsa de Chicago. Nesta quarta-feira, soja, milho e trigo fecharam o pregão noturno com altas de dois dígitos e iniciaram a sessão diurna ampliando seus ganhos. O milho estendeu, segundo analistas da agência Bloomberg, seu maior ganho em quase três meses. 
O que os preços refletem hoje, principalmente, são as boas notícias vindas da Grécia, que tranquilizam o mercado e já sinalizam o início de uma recuperação em vários setores, inclusive no de commodities. 
A Grécia aprovou nesta quarta-feira (29), um plano de austeridade que prevê corte de gastos e privatizações. O pacote atende a exigência do FMI e também da União Europeia para que seja liberado dinheiro para saldar as dívidas do país. 
Diante disso, por volta das 11h50 (horário de Brasília), a soja já registrava altas de mais de 12 pontos e o milho mais de 20. Com as boas notícias vindas da Grécia, a economia já pode respirar um pouco mais aliviada, o que incentiva os investidores a voltarem às compras no mercado de commodities depois da signficativa baixa registrada pelos preços nos últimos dias. De Carla Mendes, do portal Notícias Agrícolas.

Em Luís Eduardo Magalhães, as cotações devem se aproximar da barreira emblemática dos 40 reais, impulsionadas apenas pelas cotações externas, já que o mercado interno, em fase de processamento da safra, encontra-se plenamente abastecido.

Fundação MT realiza evento para classe produtora do Oeste Baiano

A Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso realiza, amanhã e quinta-feira, o I Encontro Técnico Fundação MT Bahia na cidade de Luis Eduardo Magalhães, com o objetivo de difundir tecnologia agrícola para produtores, agrônomos, consultores e técnicos do Oeste Baiano. Na ocasião, serão mostrados os últimos resultados de pesquisa para as culturas de soja e algodão.

Agricultura de precisão, mercado, nematóides, variedades de soja, mofo branco, nutrição de plantas e ecofisiologia da produção serão temas das palestras a serem apresentados no evento por pesquisadores da Fundação MT, da Tropical Melhoramento & Genética (TMG), da Kleffmann, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da Universidade de Rio Verde (Fesurv) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

O primeiro dia do Encontro Técnico Fundação MT Bahia começará a partir das 12h00 e encerará com um jantar de confraternização. O segundo dia do evento iniciará a partir das 07h30 e será encerrado com um almoço.

Há onze anos a Fundação MT realiza o Encontro Técnico em Mato Grosso. É um evento tradicional que a classe agronômica do estado aguarda ano a ano. Aliás, não só de MT como de outros estados. Nas quatro últimas edições do evento houve a presença de agrônomos de várias partes do Brasil. Normalmente as vagas se esgotam bem antes do prazo final. Assim será na Bahia, onde estará uma equipe técnica altamente qualificada, por isso há muito interesse em participar deste evento.

Governo intervém com decisão no mercado interno do arroz.

Sem conseguir obter até agora os resultados esperados com o apoio ao setor, o governo anunciou nesta segunda-feira (27/06) a ampliação das medidas para recuperar o valor pago aos produtores pelo arroz, um dos poucos alimentos de grande consumo que não pegaram carona no momento de alta dos preços das commodities agrícolas. A meta é incluir nos estoques públicos todo o excedente produzido e ainda aumentar as exportações em 600 mil toneladas, criando um déficit de 592 mil toneladas. 
“O foco do governo é enxugar esse produto do mercado. Quanto mais dificuldade [o mercado] tiver para encontrar o produto para comprar, mais rápido os preços vão subir”, afirmou o secretário-adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt, durante entrevista no Ministério da Agricultura. Atualmente, o rizicultor está vendendo a saca de 50 quilos de arroz no Rio Grande do Sul por cerca de R$ 19, enquanto o preço mínimo estabelecido pelo governo é de R$ 25,80. 
Dados apontam que o estoque final de arroz ao final da safra 2010/2011 será de 2,498 milhões de toneladas, sendo que 1,1 milhão de toneladas já faz parte dos estoques públicos. Este ano, foram feitos leilões de contratos públicos de opção de venda para 520 mil toneladas e autorizada a aquisição direta de 360 mil toneladas pelo governo. Hoje, o governo anunciou que fará leilões de contratos públicos de opção de venda para mais 500 mil toneladas. 
Com essas medidas, os estoques de arroz em armazéns oficiais pode chegar a 2,48 milhões de toneladas, restando 18 mil toneladas do cereal no mercado. O governo conta, no entanto, que conseguirá apoiar a exportação de mais de 600 mil toneladas, além das 900 mil toneladas previstas no início da safra, gerando, assim, um déficit de 592 mil toneladas de arroz no mercado brasileiro. Para incentivar as exportações, foram anunciados leilões de Prêmio de Escoamento de Produto (PEP) e de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro) para até 500 mil toneladas.

Grãos têm expressiva reação na bolsa de Chicago.

A terça-feira mostra forte recuperação para as commodities agrícolas. Na Bolsa de Chicago, os grãos fecharam o pregão noturno de hoje com expressiva alta encontrando sustentação principalmente no clima dos Estados Unidos.  
A preocupação vem com as áreas na região noroeste do Corn Belt – um dos principais pólos produtores norte-americanos – e com as lavouras próximas às margens do rio Missouri. 
Ontem, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu relatório de acompanhamento de safra apontando que o plantio da soja chegou a 94%, e que 75% das lavouras de milho estão em boas ou excelentes condições. 
Entretanto, uma notícia divulgada ontem pelo Notícias Agrícolas mostra que embora os números  mostrem que a safra está indo muito bem, os agricultores dizem que não é exatamente isso que acontece. 
Em algumas regiões, por conta do excesso de chuvas no início da primavera norte-americana, os produtores tiveram que replantar uma grande parte da área. Agora, depois de outro forte período de 10 dias de fortes chuvas, o processo poderá ter que ser feito novamente.
Além disso, há ainda a previsão de que as temperaturas acima do normal podem se mover do norte para o sul das Grandes Planícies e também para o Meio -Oeste dos Estados Unidos em meados da semana que vem. Essas altas temperaturas poderiam comprometer o bom desenvolvimento das lavouras. 
Nesta terça-feira, além dos fundamentos positivos, os fatores externos também contribuem com as altas. O petróleo já ensaia uma recuperação e o euro volta a ganhar terreno frente ao dólar. Por Carla Mendes, do Notícias Agrícolas.

Incra diz que faltam profissionais para analisar georreferenciamento em MS. Sem a GEO, como averbar reservas ou vender a fazenda?

O INCRA – Instituto de Colonização e Reforma Agrária afirma que existem 11,7 mil processos em andamento em Mato Grosso do Sul. O chefe da divisão, Helio Akio Toyama, diz que a média para avaliar cada um é de no mínimo 10 dias. Nesse ritmo, seriam necessários ao todo três anos e meio para que todos os processos fossem apreciados.

O georreferenciamento é um sistema para definir a localização exata de uma propriedade rural, levando em consideração as coordenadas e limites da área. Os dados seguem as normas técnicas do Incra. Sem o georreferenciamento, o produtor fica impedido de vender o imóvel nem fazer o desmembramento das terras ou a averbação definitiva da reserva legal.

Um decreto federal assinado em 2005 estabeleceu prazos para que os produtores façam a demarcação da área. Imóveis acima de 500 hectares são obrigados a ter o georreferenciamento. Nas áreas menores, o prazo termina em novembro deste ano.

O pecuarista Ricardo Sassi, de Camapuã, município há 130 quilômetros de Campo Grande, contratou em 2009 uma empresa especializada e investiu R$ 20 mil para fazer a medição de 3 fazendas. Uma delas, a Diamante, possui 1,2 mil hectares medidos e demarcados, onde o pecuarista cria 1,6 mil cabeças de gado nelore.

A área já tem a reserva legal recuperada. Quando a família de ricardo comprou a propriedade, há sete anos, o córrego estava quase assoreado, mas hoje são 120 metros preservados de um lado e outro da margem. A cerca impede a passagem do gado. Mas a área verde da fazenda ainda não foi reconhecida em cartório.

O georreferenciamento da fazenda Diamante, em Camapuã, foi feito em 2009. No mesmo ano o processo deu entrada no Incra em Campo Grande, mas está parado até agora. “Nós gastamos recursos financeiros, fizemos todos os processos legais de medição de área, anexando todos os documentos que o Incra exigia, depois não houve mais resposta”, afirma o pecuarista.

O engenheiro agrícola Aldemir Ribas é dono de uma empresa que faz projetos de georreferenciamento, e conta que tem dezenas de processos parados no órgão. “O Incra tem desde final do ano passado paralisado todas as atividades de conferência dos trabalhos. Isso tem causado transtorno a todos os profissionais que trabalham nessa área”, diz Ribas.

O instituto diz que não tem profissionais habilitados para fazer isso. Segundo o Incra, dois funcionários estão passando pela aprovação do Conselho Regional de Agronomia, Arquitetura e Engenharia (Crea-MS), mas ainda sem data para recompor os quadros do órgão. “Essa habilitação demora em torno de 20 dias, e temos vários funcionários que estão solicitando essa habilitação, e está dentro do prazo”, diz Toyama. Do G1.

Governo lança o Safra verde: ‘Agricultura de Baixo Carbono’ terá R$ 3,15 bilhões

Dilma Rousseff, ladeada pelo vice-presidente Michel Temer e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, junto com os ministros Helena Chagas (Comunicação Social), Wagner Rossi (Agricultura) e Afonso Florence (Desenvolvimento Agrário) no lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2011/2012. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A agricultura sustentável tornou-se um dos principais eixos do Plano Agrícola e Pecuário 2011/2012 anunciado nesta sexta-feira (17/6), em Ribeirão Preto, no interior paulista. Criado em 2010, o Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), vai incorporar todos os programas de investimentos voltados à produção eficiente com sustentabilidade. Com isso, o ABC passa a ter R$ 3,15 bilhões na temporada 2011/2012. O Plano Agrícola e Pecuário foi lançado pela presidenta Dilma Rousseff e pelo ministro da Agricultura, Wagner Rossi.

“É evidente o empenho governamental para o cumprimento dos compromissos voluntários assumidos pelo Brasil por ocasião da COP-15, em Copenhague, e o reconhecimento da contribuição positiva da agropecuária na mitigação da emissão de gases que provocam o efeito estufa na atmosfera”, diz Rossi.

O acesso ao crédito também ficará mais fácil. A taxa de juros do Programa ABC é de 5,5% ao ano, a menor fixada para o crédito rural destinado à agricultura empresarial. O prazo de pagamento pode chegar a 15 anos. Produtores e cooperativas poderão contratar até R$ 1 milhão por beneficiário.

Rossi explica que o Programa Agricultura de Baixo Carbono engloba agora o Programa de Plantio Comercial e Recuperação de Florestas (Propflora) e Programa de Estímulo à Produção Agropecuária Sustentável (Produsa). “Estamos dando passos largos para tornar a agricultura e a pecuária brasileira como uma das mais inovadoras do mundo”, comenta o ministro.

Ele lembra que as linhas de crédito irão financiar a recuperação de áreas e de pastagens degradadas, implantação e ampliação de sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta, correção e adubação de solos, plantio e manutenção de florestas comerciais, adoção da agricultura orgânica, agricultura de precisão, recomposição de áreas de preservação permanente ou de reserva legal. “Tratam-se de tecnologias reconhecidamente eficientes para ampliar a produtividade por unidade de área e reduzir a emissão dos gases de efeito estufa”, destaca.

Além do ABC, o governo também vai ampliar o limite de custeio da safra, fixado em R$ 650 mil, para os produtores que adotarem práticas sustentáveis como o plantio direto na palha, o sistema de agricultura orgânica e os que já possuam ou apresentem plano de recuperação de áreas de preservação permanente (APPs) e de reserva legal. Esse valor pode ser expandido em até 45% dependendo da quantidade de técnicas utilizadas pelo produtor.

Veja as ações do Plano ABC:

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Ministério da Agricultura afasta pequenos produtores de leite.

A partir de 1º de julho, entra em vigor a Instrução Normativa (IN) nº 51/02, do Ministério da Agricultura (MAPA), que regulamenta os novos parâmetros de qualidade para produção do leite nacional, equiparando-os aos europeus. A medida significa uma mudança drástica no modelo de produção leiteira do país e poderá excluir até 85% dos pequenos produtores rurais que produzem leite em escala familiar no Brasil, que não conseguiriam adequar sua produção às novas exigências legais.

Os principais pontos da IN 51/02 atingem a quantidade de bactérias e células somáticas permitidas para a comercialização do leite. Trocando em miúdos, o leite que é oferecido hoje no país apresenta um total de 750 mil UFC/ml e com a implantação da Normativa, baixará para 100 mil, uma redução de 87%. Já a contagem de células somáticas deverá ser reduzida praticamente à metade, passando de 750 mil CS/ml para 400 mil.

De acordo com o último censo agropecuário do IBEG, a agricultura familiar é responsável por 58% da produção de leite no país. Caso a Normativa seja implementada, a maior parte dos pequenos produtores ficará excluída da cadeia de produção leiteira, já que as novas exigências requerem grandes investimentos que vão desde o processo de criação e manejo do gado até o processo de manipulação do leite extraído.

MATOPIBA destacada como a nova fronteira agrícola.

A região situada entre sul do Maranhão, norte do Tocantins, sul do Piauí e noroeste da Bahia – denominada Matopiba – é uma das apostas do Ministério da Agricultura como a nova fronteira agrícola do país. “A região será um marco da agricultura do século 21 em função, inclusive, dos preços reduzidos da terra”, aponta Derli Dossa.

O ministério prevê aumento na produção de grãos em Matopiba. O salto será de 13,3 milhões de toneladas de grãos colhidos em 2010 para 16,6 milhões de toneladas no início da próxima década. Em compensação, a área de colheita deve aumentar de 6,4 milhões hectares para 7,5 milhões de hectares.

Estimativas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), divulgadas nesta terça-feira (14/6), em Brasília, indicam que a produção de grãos deve aumentar 23% até 2021 e a área de colheita será 9,5% maior que atual. A produtividade da agricultura empresarial brasileira vai continuar a garantir safras cada vez maiores, mas com uma expansão menor da área plantada até a próxima década. A participação da produção brasileira no comércio exterior deve aumentar ainda mais, ressaltando que o mercado interno mantenha-se como o principal destino dos alimentos produzidos no país.

Os números foram colocados pela Assessoria de Comunicação Social (ACS) no site do Mapa. As estimativas constam do relatório “Brasil – Projeções do Agronegócio 2010/2011 a 2020/2021” do ministério, realizado em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). “O país deve continuar a produzir alimentos para o nosso povo e outras nações do planeta. Isso mostra a importância e a força do setor agropecuário na economia brasileira”, aponta o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, que concedeu entrevista junto com o coordenador geral de Planejamento Estratégico do Ministério, José Garcia Gasques.

Começa em agosto o período de vazio sanitário da soja na Bahia

Soqueira precisa ser completamente erradicada. Ou via gradagem ou através de dessecantes.

O vazio sanitário, período em que é proibido o cultivo da soja – e também é exigida a eliminação de soja voluntária ou tiguera (plantas originárias dos grãos caídos no solo durante a colheita) começa nesta próxima quarta-feira, 15,  nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima e Paraná.

Na Bahia o período de controle vai começar no dia 15 de agosto e terminar em 15 de outubro. O período ideal de plantio da soja é de 15 de novembro a 15 de dezembro.

De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa),vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, essa medida visa reduzir a sobrevivência do fungo Phakopsora pachyrhizi, causador da ferrugem asiática da soja evitando assim ataques precoces da doença na safra. 
Desde 2006, o vazio sanitário foi adotado no Brasil. Atualmente a medida preventiva está implantada em 12 estados (MT, GO, MS, TO, SP, MG, DF, MA, PR, BA, RO, PA). A maioria deles adotou o vazio sanitário por 90 dias. No entanto, três deles optaram pelo período de 60 dias: Bahia, Pará e Maranhão. Com informações do portal da revista Globo Rural.

 

Farm Show bate todos os recordes e quase dobra venda.

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Com um crescimento que surpreendeu até mesmo os organizadores, a Bahia Farm Show 2011, mais que nunca, se consolida como a maior feira de tecnologia agrícola e negócios do Norte/Nordeste. A edição que ocorreu na última semana, entre os dias 31 de maio e 04 de junho, bateu recordes em negócios prospectados, área e público. O valor apurado na comercialização de máquinas, implementos, insumos e outros produtos durante os cinco dias do evento foi de R$570 milhões, ou 80% a mais que em 2010, quando os negócios chegaram a R$316 milhões. Os dados foram levantados junto aos agentes financiadores que participaram do evento, como Bradesco, Banco do Brasil, BNB e Desenbahia.

 Em área de exposição, a feira cresceu 27%, e mais de 44,3 mil pessoas passaram palas catracas do Complexo, para participar de um verdadeiro festival de tecnologia. A Bahia Farm Show 2012 já tem data: de 29 de maio a 02 de junho.

 “Batemos recordes de produção e produtividade nas lavouras nesta safra, e estes resultados refletiram na Bahia Farm Show. O produtor se capitalizou e reinvestiu suas margens no negócio, ampliando áreas plantadas e, consequentemente, adquirindo mais tecnologias”, explica o presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Walter Horita.

Ele ressalta que a edição passada já foi vitoriosa, sinalizando o bom momento que o agronegócio começaria a experimentar no Brasil, cujo início se deu no segundo semestre de 2010, após cerca de quatro anos muito difíceis.

“É incrível a avidez que o produtor tem por novidades. Temos uma responsabilidade muito grande com o mundo, de produzir alimentos em abundância e acessíveis, otimizando a relação com os recursos naturais como a água e o solo. Só assim, com técnica e tecnologia, é que se consegue vencer o desafio da produtividade”, afirma Horita.

Horita diz que expectativas mais otimistas da Bahia Farm Show serão superadas.

Valter Horita, presidente da AIBA, relata que o sucesso repetido da Bahia Farm Show, com crescimento acima de 20%, reflete o bom momento do agronegócio. O volume de negócios deve superar a cifra anunciada na última edição impressa deste jornal, R$400 milhões. A estatística da feira deverá estar pronta na terça ou quarta-feira, como de costume, quando o diretor-executivo Alex Rasia anunciará os números definitivos.

O fim da zona tampão da aftosa tem reconhecimento internacional.

O fim da zona tampão na Bahia tem agora reconhecimento internacional. O reconhecimento dessa área como zona de proteção foi divulgado oficialmente pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) durante a 79ª Assembléia Geral de Delegados da OIE, realizada em Paris no dia 27 de maio último.

O anúncio do reconhecimento está sendo um dos fatos mais marcantes da Bahia Farm Show, feira de tecnologia que acontece no município de Luís Eduardo Magalhães até este sábado (4), e foi destaque na fala do governador Jaques Wagner na abertura do evento, e está sendo comemorado pelos pecuaristas dos oito municípios que sofriam restrições com a zona tampão.

A Bahia já havia conquistado o status de livre da febre aftosa com vacinação da zona de proteção desde a publicação da instrução normativa nº 45, de 28 de dezembro de 2010, pelo Ministério da Agricultura. “Mas com o aval internacional e a resolução da OIE, os pecuaristas da zona de proteção agora passam a ter o mesmo status sanitário em todo o território nacional, sem restrições quanto ao comércio em qualquer parte do mundo”, disse o secretário da Agricultura, Eduardo Salles.

Estandes mais movimentados da Bahia Farm Show

Ford Caminhões e Buriti Ford Automóveis e Utilitários.

Paraíso Motors Mitsubishi.

Paraíso Motors Mitsubishi

Aero Centro Aeronaves.

Topvel Chevrolet e o Camaro, maior sucesso de visitação.

Missioneira, com a linha Agrale e o utilitário Marruá, sob a batuta de Alencar e Edson Wisniwieski.

Fertilizantes Galvani, sob Ariel Candiotti, que informa excelentes vendas em 2011.

Bamagril: Valter Horita, Pedro Hersen, Humberto e Luiz Ziglioli Barcellos.

João Barata, cafeicultor pioneiro, é homenageado na Bahia Farm Show.

A história de vida, a ousadia e a visão de futuro do cafeicultor João Barata, pioneiro no cultivo do café na região Oeste da Bahia, mereceram homenagem da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães nesta quinta-feira, 2, durante a  Bahia Farm Show. O prefeito Humberto Santa Cruz entregou uma salva de prata ao empresário e produtor rural Luiz Antônio Cansanção, que na ocasião representou o senhor João Barata. O homenageado não pode estar presente, porque está em Portugal, onde também receberá mérito do Governo Português, no próximo dia 7.

O português João Barata, hoje com 92 anos, chegou por aqui aos 70, com o sonho de plantar café. Foi ele quem instalou o primeiro cultivo comercial do café no Oeste baiano, em 1994, trazendo de Angola a experiência de produzir café irrigado, dando inicio ao novo ciclo do café na Bahia.

Entre os presentes na homenagem estavam o presidente da AIBA, Walter Horita; o diretor da Abacafé – Associação dos Cafeicultores do Oeste da Bahia,  Antonio Guerreiro; e o  presidente do Sindicato Rural, Vanir Kölln.

Quebra da safra chinesa poderá aumentar importação.

As importações de soja da China deverão aumentar de 54,5 milhões de toneladas – estimadas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) para 58 milhões de toneladas, de acordo com informações do próprio departamento.
Esse incremento deverá ser resultado da quebra da produção chinesa por conta de uma severa estiagem que castiga o país, a pior em 60 anos. A safra de soja da nação asiátic deverá recuar de 15,2 para 14,45 milhões de toneladas.
De acordo com os números divulgados pelo Ministério do Comércio no último dia 31, as importações da China de maio devem somar 5,43 milhões de toneladas. Caso se confirme, o volume será o maior do ano e 40% maior do que o importado em abril.
Para junho, a  previsão é de que os chineses comprem cerca de 4,8 milhões de toneladas. Fonte: Notícias Agrícolas, Carla Mendes.

Humberto: sensibilização sobre questão ambiental destacada.

O prefeito Humberto Santa Cruz participou nesta quinta-feira, 2, na Bahia Farm Show, do Fórum Canal Rural Bahia Farm Show 2011 – intitulado, Código Florestral: As novas regras para a produção agrícola. “O debate foi mais um importante passo para sensibilização acerca da questão ambiental frente ao desenvolvimento econômico do Oeste baiano”, avaliou Santa Cruz, após o debate televisionado ao vivo, direto do complexo da Bahia Farm.

Também presente no encontro, a secretária de Meio Ambiente de LEM, Fernanda Aguiar, fez considerações, citando exemplos. “Uma reserva legal de São Paulo poderia ser compensada em outro estado, a exemplo da Bahia, desde que seja o mesmo bioma, como é o caso do Cerrado”, sugeriu ao ressaltar que a questão precisa ser amadurecida. “Tudo depende de consenso”, completou a secretária.

O deputado federal Aldo Rebelo (PC do B/SP) enriqueceu o debate, que teve a participação dos secretários estaduais baianos, Eugênio Spengler, do Meio Ambiente, e Eduardo Salles, da Agricultura. Com esclarecimentos essenciais sobre a realidade que envolve a agricultura regional, também participou o presidente da Associação de Agricultores da Bahia, Walter Horita.

Nas falas dos secretários estaduais: Spengler e Salles ficou a reflexão para a responsabilidade com o planejamento ambiental, uso adequado de tecnologia agrícola, manejo do solo, compensação ambiental e reserva legal. Para ambos, esses aspectos são relevantes perante as discussões sobre o novo Código Florestal, já aprovado na Câmara Federal.

Aldo Rebelo: “Senado não fará alterações no Código Florestal.”

Pouco deve ser alterado no projeto do novo Código Florestal no Senado em relação ao texto aprovado na Câmara dos Deputados. Esta foi a informação dada pelo deputado federal Aldo Rebelo (PC do B – SP) em debate com agricultores realizado nesta quinta-feira (2), durante a Bahia Farm Show, maior feira de tecnologia agrícola e negócios do Norte e Nordeste, que segue até este sábado (4) no município de Luis Eduardo Magalhães.  “Posso dizer que 98% do código é o que foi aprovado e, se houver alguma modificação no Senado, serão questões pontuais. Não haverá um substitutivo e a base para o trabalho do Senado será o texto aprovado na Câmara”, afirmou o deputado que foi o relator do projeto na Câmara Federal.

O único ponto que poderá sofrer alterações, segundo o deputado é o que trata das áreas de proteção permanente (APP’s), em especial, as áreas de beira de rio, encostas e topos de morros com uso alternativo do solo já consolidado. “São cerca de dois milhões de agricultores, a maioria deles pequenos, que desenvolvem atividades nestas áreas. Buscamos uma medida que garantisse a proteção ambiental com a manutenção destas áreas consolidadas”, afirmou Rebelo.

De acordo com o deputado, há por parte do governo federal uma posição de que é necessário flexibilizar esta questão, respeitando características específicas de cada região, como a produção nas margens do Rio São Francisco e a pecuária leiteira em Minas Gerais. “Há o reconhecimento de que a APP não pode ocupar mais de 20% das áreas produtivas nas propriedades, caso contrário, haveria fazendas que seriam incluídas em 100% de APP, o que inviabilizaria a atividade econômica naquelas terras”, argumentou.

O novo Código permite a compensação de reserva legal fora das propriedades, se for preciso, em outro estado, contanto que seja no mesmo bioma, reserva legal em condomínio ou em áreas públicas. O secretário de meio ambiente da Bahia, Eugênio Spengler, destacou que a compensação de áreas de reserva legal em outros estados não seria o ideal para a preservação dos biomas. “O que eu sugiro, é que esta compensação seja realizada em áreas da mesma bacia, assim poderíamos garantir uma preservação com eficiência naquele ecosistema”, sugeriu.

O presidente da Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Walter Horita, pontuou que esta é uma questão que deve ser avaliada respeitando as características de cada região. No caso do Oeste baiano, por exemplo, ele afirma que apesar de algumas propriedades registrarem pendências ambientais, apenas 35% do cerrado na região é utilizado pela agricultura. “Aqui nós temos cerca de 60% da área preservada e ainda assim registramos uma safra recorde aliada a índices recordes de produtividade”, destacou.

Ele lembrou, porém, que em regiões de agricultura mais antiga, houve muito desmatamento irregular porque não havia legislação para regulamentar a atividade, muitas vezes com o incentivo do governo, como aconteceu nas décadas de setenta e oitenta. “No passado, algumas barbaridades foram feitas, quando não havia consciência desta questão ambiental. Em alguns casos, com o incentivo do governo federal. A discussão das questões ambientais é uma discussão recente”, completou Horita.

Sobre este meio termo, o secretário de agricultura da Bahia, Eduardo Salles, acredita que é impossível chegar a um texto sem controvérsia. “Nunca chegaremos a um consenso na questão ambiental, mas neste caso do código florestal, não poderia ter sido aprovado um texto de maneira mais democrática”, afirmou ele.

Segundo Aldo Rebelo, o que as organizações ambientais chamaram de anistia a desmatadores, não é o que o código propõe. “Não é perdão, é o reconhecimento de que não havia legislação específica para estas atividades. As multas não serão perdoadas, serão adiadas e a presidente Dilma já percebeu que anistia não é a proposta do Código”, argumentou ele. Rebelo também contestou o papel de ONGs ambientais no país. “Estas organizações internacionais são bem vidas, mas para cumprir o papel de fiscalização e proposição, para legislar o povo brasileiro elege deputados e senador, este não é o papel destas entidades”, ressaltou. Informações da Agência A Tarde.Texto: Thais Rocha. Fotos: Vaner Casaes. Matéria distribuída pela assessoria de imprensa da Bahia Farm Show, via Agripress.

Aguarde cobertura completa da Bahia Farm Show.

Estamos fazendo a cobertura completa da Bahia Farm Show e seus principais eventos. O relato será postado hoje, a partir das 23 horas, reservando as maiores reportagens sobre a performance dos expositores e do evento como um todo para a edição impressa, que será fechada na segunda-feira e circulará a partir de terça-feira, 7.

Chevrolet promove ação de marketing e vendas na Bahia Farm Show

A Chevrolet participa da quarta edição da Bahia Farm Show. Líder absoluta de vendas no segmento pickups, no Oeste baiano, com mais de 50% de participação de mercado, a Chevrolet promove uma grande ação de marketing e vendas durante a feira. Em um estande de mais de 500 metros quadrados (instalado em uma área de 800 metros quadrados), o visitante da Farm Show poderá comprar qualquer veículo da marca com preços e condições de pagamento especiais.

A nova Chevrolet S10, que de janeiro a abril bateu recordes de vendas no estado,  e a Nova Montana estarão ainda mais atraentes durante a feira. “Nossa marca terá maior disponibilidade de veículos para pronta entrega. Para atender às necessidades do produtor rural, que é picapeiro por natureza, teremos 130 unidades disponíveis de S10 e Montana”, avisa o diretor da Topvel, José Freitas Brandão, o Zuba, como é conhecido em todo interior da Bahia.

O presidente do Banco GMAC, David Lee Brinkman, participa da solenidade de abertura da Bahia Farm Show 2011 e anunciou condições exclusivas para quem comprar um Chevrolet durante a feira. São financiamentos com taxas a partir de 0.94% ao mês, além do Plano Fazendeiro, uma modalidade de financiamento que atende às necessidades do produtor rural, porque está alinhado à sazonalidade da safra agrícola.

Além de taxas e linhas de financiamento diferenciadas, o visitante que comprar um veículo Chevrolet vai desfrutar do prazer de fazer um vôo panorâmico sobre a feira. “Ele terá a emoção de comprar um Chevrolet novo, somada à emoção de voar”, comenta o diretor da Topvel. Zuba decidiu repetir na Farm Show uma ação que fez sucesso em um feirão da concessionária, realizado em Luís Eduardo. Um avião  estará disponível na área externa do estande. No local, haverá ainda Espaço Kids e o cliente terá acesso à “Entrega Mágica Chevrolet”, que torna especial o momento da compra, com a oferta de brindes e outros mimos.

“Nossa expectativa é melhor possível em relação ao sucesso da participação da Chevrolet na feira, que é a maior vitrine do agronegócio da Bahia”, afirma o gerente regional de operações da Chevrolet, Hélio Helfenstein. O diretor comercial de Pós Vendas da Chevrolet, Sérgio Medeiros, também participa da Farm Show 2011. “O público que freqüenta as feiras de agronegócios, em geral, é apaixonado por acessórios e gosta de personalizar seus veículos, por isso merece atenção especial da nossa área de pós-vendas”, justifica Medeiros.

A Topvel participa da feira desde que ela foi criada, em 2004, com o nome de Festa da Colheita. “Esta é maior participação da Chevrolet na história da feira, portanto, apostamos no sucesso da ação”, afirma o gerente regional marketing, Miguel Ângelo Brito. Além do estande diferenciado, uma criação da Plural Promoções, a marca apresenta aos visitantes atrações como o Chevrolet Camaro, o Chevrolet Malibu, o Chevrolet Agile com acessórios, incorporando o estilo do homem do campo, e as versões topo de linha dos modelos Captiva e Vectra.

Embraer vende 3 aviões Ipanema no primeiro dia da Bahia Farm Show

Durante encontro com a imprensa, realizado no estande da Empresa no Bahia Farm Show, a Embraer anunciou a venda de três novos aviões agrícolas Ipanema somente no primeiro dia do evento (31 de maio), todos para clientes da Bahia. Na mesma ocasião, a Empresa também divulgou que a previsão de entregas deste modelo em 2011 subiu de 40 para 44 unidades.
“No início do ano, nossa meta era produzir e entregar 40 aviões Ipanema, mantendo o bom resultado obtido em 2010. No entanto, a expansão do agronegócio no país, em especial na região oeste da Bahia, onde é realizado o Bahia Farm Show, gerou uma demanda adicional que nos fez ajustar a produção para atender a todos os clientes, conforme a necessidade específica de cada um”, informou Fábio Bertoldi Carretto, Gerente Comercial da Embraer para a Aeronave Ipanema.
Um destes clientes é o produtor rural João Carlos Jacobsen Rodrigues, da cidade de Barreiras. Proprietário da JCC – Jacobsen Companhia de Cultivos, ele receberá seu primeiro avião Ipanema no segundo semestre de 2011. “Estamos preparados para aumentar ainda mais a cadência produtiva, caso isto seja necessário”, completou Fábio.
A presença do Ipanema no oeste baiano é antiga, mas se intensificou nos últimos anos com a acelerada expansão do agronegócio na região. Um bom exemplo é o do Grupo Busato, que no início do ano recebeu seu quarto avião Ipanema movido a etanol. “Temos um relacionamento de oito anos com o Grupo Busato, que tem se demonstrado muito satisfeito com os bons resultados gerados pela aeronave”, afirmou W. Rangel, Diretor da Cavok Aviação Ltda., representante comercial do Ipanema para a Bahia.

O preço básico do Ipanema movido a etanol é R$ 678 mil. Líder de mercado no Brasil, com 75% de participação, o avião agrícola utiliza o etanol, o mesmo combustível de fonte renovável utilizado nos nossos carros. Além de mais econômico, o uso do etanol melhora o desempenho do avião e contribui para o desenvolvimento sustentável do agronegócio brasileiro. Para mais detalhes sobre o avião, visite www.aeroneiva.com.br.

Humberto agradece ao Governador na abertura da Bahia Farm Show

Governador Jaques Wagner assina decreto que prorroga a adesão ao Plano Oeste Sustentável, durante abertura da Bahia Farm Show. Foto: Manu Dias/SECOM. Clique na imagem para ampliar.

Humberto assina os convênios que trazem 14 milhões para asfalto e mais duas ambulâncias para Luís Eduardo.

11h12m: O prefeito Humberto Santa Cruz acaba de discursar na abertura da Bahia Farm Show. O Prefeito disse que já investiu 30 milhões de reais na infraestrutura do Município, que vem somar-se aos 15 milhões do convênio que assina com o Desenbahia, a agência de desenvolvimento do Estado, também voltados para melhorias na cidade:

-Muito me orgulha, Governador, ser prefeito num momento desses, em que aumenta o volume do desenvolvimento na cidade e na agricultura. Estamos fazendo uma cidade mais digna e mais transparente.

Humberto agradeceu ao Governador os investimentos do DERBA no aeroporto de Luís Eduardo, dizendo que dará, agora, continuidade às obras da infraestrura, com hangares e estradas.

Humberto, de maneira urbana, fez referência à presença do deputado federal Oziel Oliveira. Mas ressaltou a visita do secretariado de Jaques Wagner e do deputado João Leão, seu grande parceiro na obtenção das verbas que chegam hoje à cidade.

O Governador lembrou, em seu discurso, que teve votação expressiva na cidade e que seu objetivo é devolver com muito trabalho essa escolha do eleitorado:

“Sem prejuízo dos heróis da agricultura, vamos voltar nosso trabalho para os mais miúdos, como gosto de dizer. Em meu nome e em nome da presidente Dilma Rousseff quero agradecer ao povo de Luís Eduardo.”

Wagner lembrou que passam pela região oeste os “maiores investimentos em logística dos últimos 50 anos na Bahia”, com recursos dos governos federal e estadual – a Ferrovia de Integração Oeste/Leste (Fiol) e sua extensão no extremo leste do estado, o Complexo Intermodal Porto Sul, que buscam o equilíbrio entre geração de emprego, desenvolvimento econômico e social, e sustentabilidade ambiental. “Eu não tenho dúvida de que a ferrovia vai transformar não só o oeste, mas toda a linha por onde passa. Ela corta o nosso estado na horizontal, sai da fronteira com Goiás e Tocantins e vem até o Oceano Atlântico, entre Ilhéus e Itacaré”.

Wagner assina convênio de 15 milhões na abertura da Bahia Farm Show.

Na abertura da Bahia Farm Show 2011, na manhã deste dia 31, o governador Jaques Wagner vai anunciar um pacote de financiamentos, através da Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia). Além de disponibilizar R$ 80 milhões para operações de crédito, pelo novo programa Proagro Máquinas, o governador assina a autorização para empréstimos no total de R$ 27 milhões para a região Oeste.
São R$ 15 milhões para a Prefeitura Municipal de Luiz Eduardo Magalhães e quatro financiamentos pré-aprovados para o agronegócio. Wagner deve ficar até o meio-dia em Luís Eduardo.

Os recursos serão investidos em infraestrutura urbana, com obras de pavimentação, drenagem e terraplenagem em 29 ruas, além de construção de pistas, ciclovias e passeios, numa extensão aproximada de 172 km² de área. Foi aprovado também um financiamento de R$ 130 mil para aquisição de duas ambulâncias.

Ruas beneficiadas

As seguintes ruas serão beneficiadas: Rua Itabuna, Rua Irecê, Rua Irecê trecho 2, Avenida Ihtizhak Rabin, Rua Padre Anchieta, Rua São Francisco, Rua Xique Xique, Rua Arcênio Rempel, Rua do Cedro, Rua das Acácias, Rua do Oitizero, Rua Manoel Novaes, Rua Otomar Shwenberg, Rua Ceará, 13 de Maio, 31 de Março, Rua Bráulio Severino Fracaro, Rua Cafarnaum, Rua Rui Barbosa, Rua ACM Eixo 1A, Rua ACM Eixo 1B, Rua ACM Eixo 2A, Rua ACM Eixo 2B, Ruas do JardimParaíso Eixo 01, Rua do Paraíso Eixo 02, Rua do Paraíso Eixo 03, Rua Pataxó, Rua Baru, Rua São Francisco Trecho 02.

Horita, Humberto e Wagner na abertura da feira em 2010: o asfalto chega em boa hora.

Equipamentos agrícolas

A meta da Desenbahia é captar R$ 80 milhões em financiamentos durante a realização da Bahia Farm Show, que ocorre de 31 de maio a 4 de junho. A nova linha Proagro Máquinas visa ao financiamento de equipamentos agrícolas nacionais e importados, a juros de 7% ao ano. A linha pode financiar até R$ 5 milhões em cada operação para aquisição de tratores, implementos agrícolas, colheitadeiras, sistemas de irrigação, veículos utilitários com capacidade para 1,5 toneladas e até aviões agrícolas. A Desenbahia montou um estande na feira para atendimento aos produtores.

Região Oeste terá aporte de R$ 300 milhões durante a Bahia Farm Show

Por mais um ano, o Banco do Nordeste marca presença na Bahia Farm Show – Feira de Tecnologia Agrícola e Negócios, com recursos, provenientes do FNE, BNDES e Poupança Rural.

Nesta edição do evento, serão disponibilizados R$ 300 milhões para aquisição de implementos agrícolas. Além disto, o Banco realizará em seu estande a tradicional cerimônia de assinatura de contratos, com clientes de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, na presença do Secretário de Agricultura do Estado, Eduardo Sales, representando o Governador Jaques Wagner; do prefeito Humberto Santa Cruz; do Diretor do Banco do Nordeste, Paulo Sérgio Ferraro e do Superintendente do BNB, Nilo Meira Filho.

Contratação na feira

Na próxima quarta-feira (01.06), será realizada a cerimônia de assinatura de contratos, com a presença de clientes, autoridades e parceiros. Na ocasião, serão liberados cerca de R$ 150 milhões para investimentos na Região Oeste da Bahia. Além disso, profissionais do banco das agências de Correntina, Barreira e LEM, estarão disponíveis no estande, atendendo aos clientes, oferecendo linhas de crédito e orientação empresarial, durante todo o período da feira.

Assinatura de Protocolo

Na terça-feira, durante a abertura da Bahia Farm Show, o Banco do Nordeste assina, junto a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, uma Carta de Autorização para a elaboração do PMT – Programa de Modernização da Administração Tributária. Este projeto tem como objetivo, coibir a sonegação de impostos e a injustiça tributária, desta forma, aumentando a arrecadação do município.

INAUGURAÇÃO DA AGÊNCIA CREDIAMIGO

No dia 31 de maio, às 19hs, o Banco do Nordeste irá inaugurar mais uma agência do Crediamigo, desta vez em Luís Eduardo Magalhães, na Rua Paraíba, Q 71, LT 13, nº 799 – Centro.

Com 33 agências em todo o Estado, o Crediamigo é o maior Programa de Microcrédito Orientado e urbano da América Latina e beneficia mais de 102 mil pessoas na Bahia.

Voltado ao comércio informal, o Crediamigo oferece taxas de juros diferenciadas, crédito fácil e orientação para os pequenos empreendedores, como a costureira, o vendedor de cachorro quente ou o verdureiro.