Vem aí a tarifa de energia diferenciada por horário.

A resolução que estabelece a implantação de medidor eletrônico para permitir a cobrança de tarifas de energia elétrica diferenciadas de acordo com o horário de consumo deverá ser aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) só em 2012.

A audiência pública sobre a proposta da Aneel foi encerrada em janeiro e a previsão era que a votação ocorresse em maio deste ano, mas contribuições ainda estão sendo avaliadas pela área técnica da agência e não há previsão de deliberação da matéria.

A cobrança de tarifas diferentes conforme o horário, que já é adotada no serviço de telefonia, vai possibilitar que os consumidores residenciais controlem melhor o uso da energia elétrica, evitando a utilização de alguns tipos de aparelhos em horários em que a tarifa é mais cara. Também poderá evitar a sobrecarga do sistema elétrico nos horários de maior consumo. Segundo a proposta da Aneel, as tarifas de energia devem se divididas em pelo menos quatro horários e os valores da energia devem ser informados ao consumidor.

Para o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a Aneel deve exigir das concessionárias investimentos de infraestrutura para atender à demanda e não cobrar a mais do consumidor pelo uso da energia no horário de maior consumo. “A intenção da proposta é interessante, porque obriga o consumidor a racionalizar a energia e utilizá-la de maneira inteligente nos momentos em que tenha maior demanda, mas o Idec é contrário a qualquer tipo de aumento na tarifa”, diz a advogada da entidade, Mariana Ferreira Alves.

Ela avalia que é preciso uma política de descontos na fatura para quem usa a energia em horários alternativos, e não cobrar mais caro de quem utiliza quando a demanda é maior. “Até porque há pessoas que trabalham o dia inteiro e só pode tomar banho naquele horário. Ela não pode ser punida com uma tarifa mais alta.”

Na Câmara dos Deputados, um projeto de lei do deputado federal Weliton Prado (PT-MG) proíbe as concessionárias de energia elétrica de cobrar tarifas diferenciadas por horário do consumo, mas permite que as empresas concedam descontos para quem reduzir o consumo em horários de pico. O projeto tramita em caráter definitivo na Comissão de Defesa do Consumidor, mas antes da decisão dos deputados deve ser realizada uma audiência pública sobre o assunto.

Além da cobrança diferenciada, a instalação de medidores eletrônicos de energia vai permitir que os usuários tenham acesso a informações sobre o consumo e o fornecimento de energia e possibilitar a comunicação remota entre consumidor e distribuidora. O prazo para a implantação dos novos relógios de medição pelas distribuidoras deverá ser de 18 meses depois da publicação da resolução. Da Agência Brasil.

Sei não! Tudo indica que vem aí mais uma safadeza oficial. Vamos ter que acabar tomando banho entre 3 e 4 horas da manhã!

 

Notícias do Rio Grande: Marcopolo fabricará ônibus espacial para substituir o da NASA.

Gauchada salga a carne para receber especialistas da NASA.

Gaúchos devem chegar a Marte nos próximos 5 anos. Agora é oficial.
Já se sabia que a tecnologia espacial estava bem avançada na República Riograndense, mas agora o projeto vai deslanchar.
Segundo a Agência Espacial Gaúcha (AEG), a Marcopolo assinou um contrato com o Governo dos Pampas para construir a primeira nave gaúcha.
A espaçonave terá lugar para 10 viventes e contará com churrasqueira, fogão de campanha, despensa com 14 tulhas, bagageiro, quarto de banho, uma latrina de assento e duas de cagar acocado.
Já estão confirmados na viagem o gaiteiro T.N.O. e o tocador de bumbo-legueiro A.L.Q., que têm os nomes preservados por razões de segurança.
As tulhas de mantimentos estarão sortidas com de tudo um pouco: erva-mate, bergamota, rapadura, charque, linguiça, torresmo, arroz, feijão preto e de cor, bolacha e, principalmente, canha.
Segundo o chefe da AEG e responsável pelos estudos, Ahphilóquio Licurgo Fagundes, taura muito inteligente, “crânio” em matemática, física e exímio no jogo do osso, os americanos jogaram a toalha na corrida espacial porque não tinham a tecnologia para revestimento da nave, já que esta é uma patente gaúcha.
Trata-se de uma combinação de casca de cana, gordura de capivara, barro vermelho de Santo Ângelo e pedra moura moída (aquela lá das quebradas do Nhanduí) que, segundo os cientistas, gera um material resistente a altíssimas temperaturas, além de também servir para curar bicheira e sarar cobreiro.
A propulsão do foguete será à base de uma mistura de cachaça marisqueira de Osório com graspa de Ana Rech e esterco de ovelha, que os pesquisadores gaúchos afirmam ser dezenas de vezes mais potente que o combustível atualmente utilizado pela NASA.
Há décadas que esta tecnologia vem sendo desenvolvida – em segredo – na Estância Porteira Fechada (perto da estação do Guaçu-boi, no Alegrete).
Dizem que o único momento tenso do projeto foi quando uma chinezada andou por lá para espionar, mas foram corridos no laço pelo capataz da estância e 4 cachorros ovelheiros.
Os americanos – que tentavam desenvolver um trabalho parecido na Área 51 – foram convidados a visitar o projeto.
Foram recebidos com um assado de costela no fogo de chão, tomaram uns mates e gostaram do que viram, mas saíram mais quietos que guri cagado nas calças.
Em nota à imprensa, os nossos cientistas disseram:
“Mostramos tudo a eles, mas desde o começo ficaram desacorçoados, de boca-aberta. Não entenderam bosta nenhuma. É uma tecnologia anos-luz na frente da deles.”
Fagundes acrescentou:
 “Estamos a passos largos para a conquista de Marte. Não vai 5 anos e teremos gente apeando por lá. Pelo menos uma prenda já vai junto, na missão, para organizar o primeiro CTG espacial. Vamos em paz mas, pelo sim, pelo não, levamos na mala de garupa uma faca carneadeira marca coqueiro deitado, um relho trançado de 8 e uma garrucha de cano duplo. Vai que lá também tem marciano castelhano…” Garimpado por Murilo Sampaio Juchen.

 

O avião da discórdia.

O ministro Carlos Lupi desce do avião avião King Air, de prefixo PT-ONJ, no Maranhão. Ele viajou em companhia do  gaúcho Adair Meira, dono de três ONGs que têm contratos milionários com a pasta. Adair providenciou o avião turbo-hélice King Air para que Lupi cumprisse uma agenda oficial em sete municípios do Maranhão, em dezembro de 2009. Lupi não é só um mero corrupto dado a palhaçadas. É um mentiroso também.

Hoje o Ministro interrompeu seu feriadão na Bahia. Amanhã tem uma entrevista com Dilma Rousseff. Deve receber seu bilhete azul e veranear por tempo indeterminado em alguma praia deserta.

 

EMBASA ganha presente da Prefeita. Tudo para agradar o Governador.

A prefeita Jusmari Oliveira deve fazer o seu feudo político, a Câmara de Vereadores, que corrobora todas suas iniciativas políticas, referendar amanhã a EMBASA como detentora do serviço público de fornecimento de água e esgotamento sanitário em Barreiras.  Desde 1992 a concessão está vencida.

O ex-prefeito Saulo Pedrosa conseguiu reverter a situação, concedendo o serviço à empresa municipal. No entanto, bastou a Prefeita assumir para devolver à EMBASA e ao Governador o serviço. Segundo fontes bem informadas, a empresa fatura 2,5 milhões de reais por mês, com lucro de 2 milhões de reais. Agora, com a entrada em funcionamento do esgotamento sanitário, obra realizada pelo Governo Federal, a empresa vai acrescentar mais 80% nas contas.

Vereador se joga de avião e é colhido pela hélice.

Agnaldo

Está sendo velado na tarde dessa terça, na Câmara Municipal de Condeúba, sudoeste baiano, o corpo do ex-vereador Agnaldo José Pereira, 44 anos, que morreu no início da noite de segunda atingido por uma hélice de avião. O acidente ocorreu durante a aterrisagem de um avião monomotor numa pista de barro de pouco iluminação, situada na Fazenda Cajueiro, pertencente à família do político. Pereira teria se assustado e pulado do avião antes do motor ser desligado, sendo atingido pela hélice e morrendo na hora.

Familiares do ex-vereador contaram que ele tinha medo de viajar de avião. Quando a aeronave, pilotada por um irmão de Pereira e que transportava também um primo dele, se descontrolou e saiu da pista na aterrisagem Pereira apavorado abriu a porta e saiu rapidamente. Mas ele correu em direção à hélice sendo atingido em cheio.

A delegacia local abriu inquérito para apurar o caso. O corpo de Pereira será sepultado no fim da tarde dessa terça. Do jornal A Tarde.

Secretária de Educação de Barreiras joga a toalha.

A atual secretária municipal de educação, Maria do Carmo Gomes Ferraz, teria pedido exoneração do cargo na última sexta-feira (11/nov). Sem conseguir falar com a prefeita Jusmari Terezinha há dias, para tratar de assuntos de interesse da pasta, a educadora decidiu passar o bastão. A carta de demissão de Maria do Carmo teria sido entregue ao chefe de gabinete da alcaidessa, Teófilo Jerônimo. Texto de Fernando Machado; foto do Jornal Nova Fronteira.

Saúde e política não podem se misturar.

É eminente – bem como necessária – uma fiscalização do TCU – Tribunal de Contas da União na aplicação das verbas públicas da Saúde no Hospital do Oeste e nas obras assistidas pela Obras Sociais Irmã Dulce. Represamento de cirurgias eletivas e mau atendimento, mas principalmente administração política no acolhimento de pacientes em emergência. Se tem padrinho político, interna. Se não tem, aguarda ou morre. Prefeitos da Região alinhados com o casal Oliveira tem atendimento prioritário. Os outros, bem pouquinho ou quase nada.

O governador Jaques Wagner e o secretário Jorge Solla não podem lavar as mãos num processo desses. Nem os representantes do Ministério Público Federal.

O contribuinte, principalmente os pobres e miseráveis, vira marisco neste enfrentamento entre o mar e a rocha.

Com vocês, o campeão da desfaçatez: “Palavra de governador é prova”.

O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), negou-se a apresentar provas de que o depósito de R$ 5.000 feito por um lobista em sua conta bancária era apenas o pagamento de um empréstimo feito em caráter pessoal.

Ao ser questionado sobre o tema, o petista afirmou, via assessoria, que a “palavra de um governador de Estado já é, por si, uma prova”.

Agnelo era diretor da Anvisa quando, no dia 25 de janeiro de 2008, recebeu em sua conta pessoal um depósito de R$ 5.000 feito por Daniel Tavares, que trabalhava como lobista para a farmacêutica União Química. Conforme a Folha revelou, Agnelo liberou no mesmo dia certificado para que a empresa pudesse participar de licitações. A Anvisa abriu investigação sobre o caso. A farmacêutica nega irregularidades. Informações da Folha.

Polícia Militar: demonstração de eficácia.

A pronta resposta da Polícia Militar à morte de um integrante de suas fileiras, matando um dos assassinos, nesta madrugada, em Barreiras,  é retrato da capacidade da Força. Sinal de que também tem condições efetivas de combater outros crimes, como o tráfico e assaltos a mão armada. Esta semana um assaltante foi dominado pelos fiéis de uma igreja, em Luís Eduardo Magalhães. Depois de várias ligações para o 190 acabaram soltando o meliante, por que nem a PM, nem a Polícia Civil, apareceram para conduzi-lo à cadeia.

Atualíssima!

Frase pronunciada em 1920 e que parece que foi dita hoje para os brasileiros de bem:

Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand (judia, fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920), mostrando uma visão com conhecimento de causa: 

 “Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”.

Caupi entra como alternativa na rotação da soja para pequenos produtores.

Foto de Jonathan Campos, da Gazeta do Povo

Os produtores de grãos da Bahia transformam suas próprias lavouras em campos experimentais na corrida para aumentar a produtividade. O gaúcho Renato Strassburger (foto), agricultor que atua em Luís Eduardo Magalhães (Oeste) desde 1996, resolveu incluir o feijão caupi no sistema de rotação de culturas, o que facilita o controle de pragas.

Cultivares da Embrapa Meio-Norte estimulam a produção comercial do alimento, um dos mais consumidos pela população do Nordeste. Com 190 hectares de soja e 120 de milho, Strassburger dedica 10 hectares à leguminosa. Se o teste der certo, vai se tornar produtor de caupi de vez.

O aperfeiçoamento do sistema produtivo tende a abrir mais espaço para o feijão, observa o agrônomo Robson Mafioletti, que acompanha a Expedição Safra, blog mantido pela GRPCOM e pendurado no site do jornal paranaense Gazeta do Povo. Mafioletti realiza na viagem pelo Centro-Norte, que começou na quinta-feira e segue até o próximo fim de semana.

 

“A idade do besteirol”, um artigo de Fábio Campana*.

Li, outro dia, que Arthur Koestler calculou que no século XVIII a humanidade dispunha de um grande pensador ou um grande escritor para cada 50 mil habitantes. Hoje, ela não terá mais de um para cada 200 milhões de viventes.
Contrariando todas as previsões erguidas no século XIX, a velocidade e amplitude da produção e distribuição de riquezas, em vez de nos darem asas, fizeram-nos pedestres morais e intelectuais, soldados de infantaria a rastejar no deserto, envolvidos, quando muito, em pequenas escaramuças de circunstância.
Entramos no século XXI angustiados pelo destino sem grandeza que é a marca de nosso tempo. Nem por isso conseguimos escapar facilmente da servidão ideológica que a sociedade industrial nos impôs. Sucumbimos às evidências e às tentações do progresso material e nos recusamos a questionar o empobrecimento da vida intelectual que patina no lamaçal da bricolagem pós-moderna.
Ninguém, em sã consciência, põe em dúvida as vantagens que as descobertas científicas proporcionaram. A medicina avançou em algumas áreas e com ela a expectativa de vida da maioria dobrou. Agora o homem vive mais e dispõe de mais tempo para o ócio criativo, mas prefere gastá-lo no consumo conspícuo da cultura de baixa densidade.
As comunicações tornaram-se virtualmente instantâneas e compulsórias, além de universais, o que ampliou o mercado de ilusões e expectativas. O mundo contemporâneo, com sua classe média emergente, tornou-se ávido pelo besteirol produzido incessantemente pelos meios de comunicação. Besteirol que constitui 99% do acervo da internet, a fonte mais consultada para esclarecer dúvidas da manada.
Um operário qualificado de hoje vive com muito mais conforto e higiene que os membros da corte de Luís XIV. Que dizer da vida de um camponês da primeira metade do século passado se comparada com a do homem do campo em nossos dias.
Também houve avanços na tolerância. Barreiras milenares de censura, restrições morais e policiais caíram até o limite vizinho da extinção. Preconceitos antigos que regiam o comportamento das pessoas desapareceram em proveito da liberdade.
Resultado da farta produção e distribuição de bens materiais, saltamos da pós-barbárie para a vida moderna. Nem tudo, entretanto, são flores. Mas é preciso perceber que há um terreno em que as virtudes da moderna tecnologia mostraram-se pouco eficazes e até contraproducentes. É o da criação intelectual, que perdeu em quantidade e até em qualidade. Atrofiou-se.
Ora, pois, a demanda cresceu, a produção encolheu, a solução do século foi mediocrizar para atender às expectativas da maioria. Basta ver as nossas universidades. De centros de produção do saber passaram a produtoras em massa de técnicos de baixa extração.
O que faz sucesso é a mediania. O que a massa exige não é a grandeza, o gênio criador ou até a incômoda dimensão heróica de outras épocas. A originalidade não tem valor, o que vale é a moda. As pessoas se identificam pelas grifes e se dão a todo tipo de vulgaridade, inclusive na cama.
E chamam isso de felicidade.

*

Fábio Campana é jornalista e escritor. Diretor da editora Travessa dos Editores. Editor das revistas Et Cetera e Ideias. Colunista político dos jornais O Estado do ParanáTribuna do Paraná e Gazeta do Paraná.

Foi secretário de Comunicação Social da Prefeitura de Curitiba e secretário de estado da Comunicação Social em três governos. Editor da extinta revista Atenção. Editor do extinto Correio de Notícias. Foi colunista político do jornal Gazeta do Povo por 11 anos e comentarista da rádioBanda B.

Fábio Campana nasceu em 1947 no município paranaense de Foz do Iguaçu. Publicou Restos Mortais, contos (1978), No Campo do Inimigo, contos (1981), Paraíso em Chamas, poesia (1994), O Guardador de Fantasmas, romance (1996), Todo o Sangue (2004), O último dia de Cabeza de Vaca (2005) e Ai (2007). Vive em Curitiba desde 1961. Campana é editor de um site de notícias políticas e culturais, um dos mais acessados de Curitiba.

Um dia esquecido.

Dia 12, sábado, foi comemorado o dia mundial da campanha “Educar para Prevenir o Diabetes”. Mais de 300 milhões de pacientes em todo o mundo sofrem com o diabetes. Em Luís Eduardo Magalhães, o fornecimento de fitas para o controle da glicose no sangue foi suspenso.

Bahia quer know how neozelandês para inserção na cadeia de exportação.

O boi da Bahia precisa melhorias para exportação: castração, genética, rastreamento, fiscalização no abate, melhoria de pastagens e adaptações da indústria.

Representantes do Sindicato da Indústria da Carne e Derivados do Estado da Bahia (Sincar) participaram na última sexta-feira (11) de uma reunião com o embaixador da Nova Zelândia no Brasil, Mark Trainor, para conhecer os interesses neozelandeses na agropecuária baiana e apresentar os potenciais do estado, sobretudo, as oportunidades de investimento para melhoria do processamento de carnes. O encontro ocorreu na sede da Federação da Agricultura do Estado da Bahia (Faeb), e foi ministrada pelo presidente da Federação, João Martins da Silva. A caprinovinocultura e a cadeia produtiva do leite também estiveram representadas no encontro.

A Nova Zelândia é sétimo maior exportador de carne bovina do mundo, tem um rebanho bovino aproximado de 9,5 milhões de animais, e exporta cerca de 80% do que produz. Ela contabiliza em torno de 30 milhões de ovinos. Nos últimos anos, recorrentes missões comerciais têm acontecido entre a Nova Zelândia e a Bahia, que incluíram a ida do governador Jaques Wagner para aquele país em 2010. Em junho deste ano, o Sincar também capitaneou uma expedição para buscar referências tecnológicas nas melhores e mais eficientes plantas industriais neozelandesas.

A proposta esboçada pelo embaixador na reunião da Faeb teve foco maior na transferência de know how. Um grupo de consultores neozelandeses já se encontra em terras baianas, dispostos a iniciar um trabalho de consultoria nas plantas industriais.

“Acho uma proposta muito interessante de se conhecer. Mas, também, assinalo que há muito espaço para atração de investimentos neozelandeses em todo o estado. Já temos aqui um caso de sucesso com a produção de leite a pasto no Oeste da Bahia, uma das maiores produtividades do mundo, e podemos dar início a outras experiências”, disse Júlio Farias, presidente do Sincar.

Padronizar para exportar

O presidente do Sincar, Júlio Farias, lembra que, embora no estado existam seis frigoríficos com o selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), sendo um deles o maior frigorífico do mundo, o JBS, mesmo assim, o estado não exporta“nem um bife”. Segundo ele, não por falta de interesse dos frigoríficos em se adequar. “Falta padronizar também a matéria-prima. Boi para exportação tem de ser rastreado e castrado, mas nada disto existe ainda. São necessários investimentos em toda a cadeia produtiva, melhorar genética, investir em recuperação de pastagens. O Estado também tem fazer seu dever de casa, fiscalizando o abate e diminuindo a clandestinidade. De Catarina Guedes.

Agrifirma deverá investir até R$130 milhões em novas terras.

Fazenda Bananal

O jornalista Fernando Lopes, do “Valor Econômico” publica interessante matéria sobre a ação empresarial da Agrifirma, que há poucos dias realizou uma audiência pública sobre o plano de sustentabilidade da Fazenda Bananal, ao norte de Luís Eduardo Magalhães.

“Capitalizada por um aporte de R$ 130 milhões de um fundo de private equity gerido pela BRZ Investimentos, a Agrifirma faz planos para ampliar suas fronteiras de atuação. Com foco no mercado de terras, e até agora concentrada no oeste da Bahia, a empresa acredita que é hora de abrir o leque e prospectar oportunidades nas regiões de Cerrado de Maranhão, Piauí e Tocantins, o chamado “Mapito”, e no Centro-Oeste.

Constituída em fevereiro de 2008 com o apoio de investidores estrangeiros como RIT Capital Partners e Lord Rothschild, a Agrifirma dedica-se desde sua fundação à aquisição de terras “brutas” e à venda dessas propriedades depois de transformadas em áreas agrícolas desenvolvidas. Antes da “injeção” da BRZ, por meio do fundo Brasil Agronegócio FIP, concluiu o processo de transformação de uma fazenda de 6 mil hectares no município de Barreiras e formou um portfólio de 63 mil hectares dividido em três “clusters” hoje em formação também no oeste baiano.

“Agora queremos consolidar nosso modelo de negócios em uma escala maior”, afirma Julio Bestani, CEO da Agrifirma, da qual foi um dos fundadores. Com o aporte, o fundo gerido pela BRZ, que tem entre seus investidores os principais bancos brasileiros e fundos de pensão do país, assumiu uma posição majoritária na empresa, que foi rebatizada como Agrifirma Brasil Agropecuária Ltda. A antiga Agrifirma Brasil, por sua vez, continua existindo, com seus mesmos investidores, e passou a se chamar Genagro.

Como já está totalmente desenvolvida, a fazenda de 6 mil hectares em Barreiras, a Campo Aberto, que produz grãos, permaneceu sob controle da Genagro, que a arrendou para a Agrifirma Brasil Agropecuária. A Genagro também mantém caixa, estoques e outros ativos financeiros – além da participação minoritária na “nova Agrifirma” -, e pretende continuar investindo no setor agrícola, mantendo os planos para lançar ações em bolsa. Já os três “clusters” em desenvolvimento e seus 63 mil hectares ficaram com a Agrifirma Brasil Agropecuária.

Essas propriedades – as fazendas Rio do Meio, Arrojadinho e Bananal -, informa a BRZ, estão localizadas no oeste da Bahia a cerca de 550 quilômetros ao norte de Brasília, 850 quilômetros a oeste do porto de Salvador e a uma distância de 1,2 mil quilômetros da floresta amazônica. Café, algodão, soja e milho estão entre os produtos cultivados nesses “clusters”. “O Brasil tem um posicionamento único [no setor de agronegócios] em nível mundial. Estamos no lugar certo, no momento certo”, diz Bestani, CEO e diretor da nova Agrifirma Brasil Agropecuária.

“Decidimos pela Agrifirma por causa de seus critérios agrícolas, sociais, trabalhistas e de sustentabilidade, já que nossa ideia é levar ao setor as boas práticas de governança”, diz Nelson Rozental, sócio diretor da BRZ Investimentos, que foi incubada na GP Investimentos e até 2008 era conhecida como GP Administração de Recursos. “Nosso foco não é apenas aquisição de terras, mas agronegócios como um todo”, afirma ele.

Segundo Ricardo Propheta Marques, também sócio e diretor da BRZ, há muitas oportunidades no setor e é preciso ter um portfólio diversificado. De alguma maneira ligados ao campo, o Brasil Agronegócio FIP já investe também em uma empresa florestal e em outra de logística focada em produtos agrícolas. Dos R$ 840 milhões do fundo, cerca de 40% já estão comprometidos, incluindo o aporte de R$ 130 milhões na Agrifirma.

Os sócios da BRZ são econômicos quanto a futuras apostas ligadas ao setor, mas revelam que no momento garimpam oportunidades nos segmentos de alimentos processados e fertilizantes. No modelo de negócios da BRZ, as parcerias com as empresas que recebem investimentos de fundos geridos por ela não são eternas. O prazo de saída, após o retorno dos aportes, pode chegar a sete ou oito anos, prorrogáveis conforme o caso.

Para a Agrifirma Brasil Agropecuária, não está descartada uma abertura de capital no futuro. Como o Brasil Agronegócio FIP é totalmente formado por investidores brasileiros, a BRZ afirma que os projetos de expansão da nova Agrifirma não que serão afetados pelas restrições que serão impostas pelo governo para a aquisição de terras por estrangeiros no país. Essas restrições ainda estão em discussão.”

Geddel na cidade?

Comentou-se, ontem, com insistência, que o ex-deputado Geddel Vieira Lima teria estado em Luís Eduardo Magalhães para visitar companheiros de partido. Juarez de Souza desmentiu, agora pela manhã, a notícia, afirmando que inclusive o presidente do PMDB local, Fábio Lauck, esteve durante o dia todo na sua fazenda. Juarez desmentiu também que tivesse sido programada uma reunião dos partidos para o dia 2 de dezembro.

Juarez está preocupado mesmo é com a realização do Grande Prêmio de Turfe da Bahia, que será realizado na sua pista particular, em dezembro.

Hoje segundo dia de prova para vestibulandos da UFBA

Os candidatos a uma vaga na mais importante universidade pública da Bahia realizam, nesta segunda-feira (14), o segundo dia do vestibular para o ano que vem. As provas da Universidade Federal da Bahia (UFBA) são aplicadas em Vitória da Conquista, Barreiras e na capital, Salvador.

Mais de 36 mil pessoas se inscrevem para participar da seleção, porém, a abstenção foi de pouco mais de 9% neste domingo (13). No segundo dia de provas, os candidatos respondem questões de matemática, ciências humanas e língua estrangeira.

Os testes de português e ciências naturais já foram aplicados. O gabarito já está disponível para os candidatos. As provas da segunda fase serão realizadas entre os dias 18 e 22 de dezembro.

Agora, sim!

A presidente Dilma Rousseff disse na manhã desta segunda-feira (14), em seu programa de rádio “Café com a Presidenta”, que irá enfrentar “a superlotação dos pronto-socorros e a falta de leitos nos hospitais brasileiros”. Ela comentou o lançamento dos programas SOS Emergências, de gestão hospitalar, e Melhor em Casa, que oferece atendimento em casa para pacientes que não precisam de internação.

Agora, sim! Dona Dilma tomou as rédeas na mão e vai resolver o problema. Se não for mais uma obra inacabada do Governo do PT, tudo ficará bem.

Desentendimento no trânsito acaba em morte

O serralheiro Damião Vieira da Costa, de 34 anos, natural de Aracaju e que há quatro anos residia em Luís Eduardo Magalhães, foi morto com três tiros, na noite de domingo, 13. O assassinato ocorreu por volta de 19h50 na rua Bom Jesus da Lapa, no bairro Mimoso II e segundo informações, um desentendimento no trânsito teria provocado o crime. 
O acusado do homicídio, João Moraes, teria fugido em uma motocicleta. O corpo de Damião, pai de cinco filhos, foi encaminhado ao IML de Barreiras, após liberação da polícia técnica, que esteve no local do crime. Próximo ao corpo da vítima policias encontraram uma faca de cozinha, tipo peixeira. A polícia civil informou que, segundo a esposa da vítima, o suspeito do homicídio teria efetuado quatro disparos, três deles atingiram as costas de Damião. 
Ainda na noite do crime, o menor M.A.M de 17 anos, neto do acusado foi ouvido pelo delegado Rivaldo Luz, após ter sido acusado de dar fuga ao avô. O jovem foi liberado em seguida. No início da madrugada desta segunda-feira, 14, a esposa de Damião, Rosa, também foi ouvida. Segundo informações policiais nenhum dos envolvidos havia passagem com a polícia. Texto e foto de Cátia Andréia Dörr, do jornal Classe A.

João Moraes, acusado pelo crime, é conhecido na cidade, pois tem uma banca de frutas próximo ao antigo prédio da Prefeitura. Ele é pai do vereador Geraldo Morais, que, em viagem, ficou sabendo do ocorrido pelo telefone.

Segundo versões, o primeiro tiro sofrido pela vítima atingiu o peito, quando esta, com a faca na mão, ameaçava familiares de João Moraes. Somente depois do primeiro disparo, Damião empreendeu fuga, sendo então atingido por mais dois disparos nas costas. O desentendimento no trânsito foi ocasionado depois que Damião colidiu um carro Fox com um velho Gol, dirigido por familiar de João Moraes. Após uma breve discussão e troca de palavrões, Damião perseguiu o Gol até a casa de João Moraes, quando se deu o crime.

A classificação do Brasileirão após a 34ª rodada.

 Depois da derrota do Internacional de ontem, para a medíocre equipe do Cruzeiro, fica difícil qualquer avaliação da do time gaucho. Destaques para Vasco e Corinthians, que seguem firmes na liderança, distanciando-se dos demais concorrentes. E para o Bahia, que derrotou o Atlético-GO em Goiânia e agora preciso de mais uns três pontinhos para se confirmar na primeira divisão.

 

Agora ficou fácil!

Deu na internet: Marta Suplicy é a verdadeira heroína dos oprimidos deste País. Defendeu os gays, lésbicas e adereços, no século passado, quando estes eram minoria. Agora, que são maioria, fica fácil defendê-los.

Queremos ver mesmo se ela defende José Dirceu para candidato do PT em 2014. Aí o buraco vai ficar definitivamente mais embaixo.

F1: Hamilton vence depois de abandono de Vettel na primeira volta.

O domingo teve um fato inédito para a Fórmula 1 nesta temporada. O GP dos Emirados Árabes foi o primeiro não completado por Sebastian Vettel em 2011. Em cena rara, o piloto da Red Bull abandonou logo depois da primeira volta. Melhor para Lewis Hamilton, que venceu a prova e ganhou forças na briga pelo vice-campeonato.

O fim de semana parecia bom para Vettel. Afinal, o alemão havia igualado o recorde de Nigel Mansell de maior número de poles em uma mesma temporada (14). O piloto da Red Bull começou bem a prova em Yas Marina, mas não contava com um pneu furado para estragar seus planos de vencer a 12ª corrida da temporada.

Hamilton não teve muitas dificuldades para ganhar a prova. O pódio ainda teve Fernando Alonso (2º) e Jenson Butto (3º). Felipe Massa completou a prova na quinta posição. Rubens Barrichello, que largou em último, foi o 12º; Bruno Senna acabou em 16º. Do UOL.

Saúde pública brasileira, um caso de polícia.

Um menino de 10 anos, que teve o fêmur fraturado e esperou 22 dias por uma cirurgia na perna, conseguiu finalmente ser operado ontem (11), em Goiás, depois da intervenção da Associação dos médicos do Estado. 

Ele recebeu apoio do médico Robson Azevedo, que realizou a operação no Hospital Ortopédico de Goiânia. “O procedimento transcorreu normalmente e o resultado foi está dentro do que esperava a equipe”, disse o cirurgião.

Gabriel Silva quebrou a perna após cair de uma árvore em Aparecida de Goiânia (região metropolitana de Goiânia). No dia do acidente, o pai do menino tentou conseguir uma vaga para o filho em várias unidades de saúde, mas não conseguiu.

Ele foi levado a três hospitais. Recebeu uma tala na perna, mas foi liberado pois nenhuma das unidades tinha condições de realizar o procedimento. 

O menino disse que está ansioso para voltar a jogar bola, mas que não pretende mais subir no cajueiro de onde caiu.

Em abril, a reportagem do UOL Notícias mostrou outro caso semelhante registrado no Estado. Victor Hugo Alves, 11, esperava com o braço quebrado por uma cirurgia na rede pública de saúde em Goiás. Os médicos alegavam falta de material no Hospital Geral de Goiânia, mas no dia seguinte à publicação da reportagem ele foi operado. De Raphael Borges, para UOL.

Não são bandidos o diretor de um hospital, o médico e o gestor de saúde que deixam um menino 22 dias com o fêmur quebrado? Ainda vamos ter que invocar as leis de proteção aos animais para cuidar de nossos pacientes?  Desde 10 de Junho de 1934, o Decreto 4.645, assinado pelo presidente Getúlio Vargas, dá proteção aos animais no País. Por que então não se protegem os clientes da rede pública de saúde? Vergonha é um termo delicado demais para qualificar o banditismo dessa gente. 

Forças armadas e polícias começam a batalha de ocupação da Rocinha.

Foto de Guito Moreto, da Agência o Globo

A operação iniciou agora às 1h30m da madrugada, mas o grosso do efetivo ainda aguarda no pé do morro. As forças policiais avançam com extremo cuidado, pois temem encontrar trechos minados e armadilhas com explosivos nas casas. Segundo o jornal o Globo e de acordo com os informes, integrantes da quadrilha de Antônio Bonfim Lopes, o Nem, ex-chefe do tráfico local, preso na Lagoa na quarta-feira, esconderam explosivos em vários pontos da favela. Policiais federais ouvidos pelo GLOBO disseram que existe realmente a possibilidade de encontrarem um campo minado durante a ocupação — o que já foi comunicado a todas as forças que atuarão na ação. Foi recomendado ao Bope e aos fuzileiros navais, por exemplo, usar rastreadores de explosivos e cães durante a tomada das favelas. Em depoimento informal à PF, no entanto, Nem negou a presença de explosivos.

 A ocupação da Rocinha e do Vidigal foi planejada há pelo menos um ano. A Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança, com apoio dos órgãos de inteligência das polícias Federal, Civil e Militar, vem monitorando os bandidos, além de contar com a colaboração de moradores das duas comunidades, que deram informações sobre esconderijos de armas, drogas e traficantes. Agentes infiltrados moraram nas favelas por meses e mapearam seus principais pontos, utilizando inclusive GPS. Leia mais sobre esse assunto em o Globo, onde o leitor pode acompanhar a invasão ao vivo, com informes instantâneos.

 

Começam a se definir os candidatos à presidência da AMA

Parece que estão definidos os competidores para a eleição da nova diretoria da AMA-Associações dos Moradores do Aracruz, nas próximas eleições do dia 18 de fevereiro de 2012. Scheila Bernardes é funcionária da rádio e candidata voluntária e traria de volta ao comando da AMA a família Splenger.

Mas o candidato que tem a preferência da presidente, Zelinda Novais,  da maior parte da diretoria e de um grande número de líderes comunitários é mesmo o atual tesoureiro, Diego Alves de Souza, o quinto da esquerda para a direita nesta foto, de camisa clara de mangas.

Alguém explica?

Alguém pode explicar a relevância dessas lutas livres, com sigla em inglês, que viraram moda entre homens e mulheres? Que orgulho besta é esse do brasileiro, ao afirmar que os melhores lutadores são brasileiros? Me desculpem os entendidos e aqueles que tem uma opção sexual, digamos, mais avançada. Mas esse agarramento de homens de cueca, no chão, na opinião de um grande número de pessoas não passa de veadagem explícita.

Galvão Bueno, o locutor rococó da Globo, chamou os lutadores de “gladiadores do terceiro milênio”. Tenha dó, Galvão!

Matou por que?

Inquirido pelo escrivão, o assassino confesso relata seu crime numa delegacia de Salvador.

-Doutor, ele me chamou de “caga voando”.

-Sim. E por causa disso você deu 5 tiros nele?

-Pois é, doutor. Quem caga voando é morcego. O morcego é parente do rato. O rato gosta de queijo. O queijo vem da vaca. O marido da vaca é chifrudo. Está vendo, doutor, ele me chamou de corno!

América-MG derrota mais um ponteiro e sai da lanterna.

Todos estão gostando do América-MG, que resolveu, com raça, enfrentar os grandões e não se entregar na última colocação do campeonato brasileiro. Faltando apenas 12 pontos para disputar, o time mineiro botou o Fluminense para dançar na própria casa. E já deixou a lanterna, empurrando para lá o Avaí.

A equipe americana tem 40% de aproveitamento no segundo turno e está à frente de São Paulo, Atlético-GO, Atlético-PR, Avaí, Ceará, Palmeiras e Cruzeiro, este o último colocado no returno com apenas 16% de aproveitamento. O Cruzeiro tem apenas uma vitória, 4 empates e 9 derrotas em 14 jogos. E 15 golos de saldo negativo, com a pior defesa e o pior ataque nesta segunda fase do campeonato.

Amanhã, novas emoções na reta final do Brasileirão.

Agora o casamento sai mesmo.

O texto a seguir é do “The i-piauí Herald”, uma delícia, e mostra a reação da Presidenta após ouvir a declaração de amor de Carlos Lupi. Humor à parte, acho que a Presidente teve ganas de dar uns pescotapas e uns sacode no Ministro balançante.

BRASÍLIA – Segundo boletim médico liberado pelo Planalto, logo após ouvir a declaração de amor do ministro do Trabalho Carlos Lupi, feita em rede nacional, a presidenta Dilma foi acometida de palpitações e calores generalizados. Semi-desfalecida, a presidenta convocou as ministras Ideli Salvatti e Gleisi Hoffman, além de sua mãe. Depois de uma demorada conversa, na qual houve choro, a primeira mandatária confessou ao grupo que também acalentava sentimentos complexos em relação a Lupi.

Horas depois, em entrevista ao vivo no Jornal da Globo, Dilma batucou um refrão do Raça Negra: “O amor faz a gente enlouquecer / faz a gente dizer coisas / Pra depois de arrepender/ Mas depois, vem aquele calafrio / E o medo da solidão faz perder o desafio”. Findo o último verso, a presidenta piscou para a câmera e sussurrou: “Lupito, essa é para você”. A seguir, fez um coração com as mãos.

Pela manhã, os dois enamorados se encontraram no Parque da Cidade,  bucólico jardim no Rio de Janeiro conhecido por gerações de noivos que ali registram as fotografias de seus enlaces amorosos. Repórteres presentes à cena informaram que os dois chegaram num Monza azul, Dilma guiando e Lupi no banco do carona. Em comentário chistoso, o ministro confidenciou a um cinegrafista da RedeTV! que lhe parecia algo exagerada a quantidade de laquê do penteado presidencial.

Seguiram-se as belas formalidades. Vestido em trajes búlgaros, Lupi abriu uma caixa com a logomarca da Vale do Rio Doce e de lá sacou duas alianças de ouro. Com olhar republicano fixado na presidenta, pôs-se então a solfejar: “Esse metal precioso foi garimpado no coração do Brasil com o suor de trabalhadores qualificados por ONGs de inclusão social. Aceite esse sacrifício de nosso povo e sele de uma vez por todas a nossa eterna aliança”. Os assessores próximos à cena não contiveram a emoção ao registrar a resposta de Dilma: “Aceito, mas você terá de pedir minha mão para mamãe”.

Os dedos carmesins do crepúsculo mal avançavam sobre o céu fluminense quando decidiu-se marcar as bodas. Michel Temer ligou para exigir que todos os padrinhos sejam vinculados ao PMDB. O partido, que também ficou responsável pela organização da cerimônia, estabeleceu convênios com doze ONGs que irão coordenar todos os aspectos do núbil evento. “Compramos dezoito sacos de arroz para atirar sobre os noivos, e conseguimos fechar o contrato em prestações de R$ 3 milhões”, explicou o vice-presidente.

Aturdido com a notícia, Edison Lobão prometeu recorrer ao STF para anular o casamento. 

ACM Neto: oposição fará plantão pela saída de Lupi.

“A operação-abafa do governo, que tentou blindar o ministro em seu depoimento aos deputados, na quinta-feira, não deu certo porque ele não saiu do foco”, disse o líder do DEM na Câmara, ACM Neto (BA), hoje, 12, ao jornal Estadão,  ao anunciar um plantão da oposição a partir do feriado desta terça-feira em Brasília, para pedir a saída de Lupi. “Ninguém pode se manter no ministério à custa de uma declaração de amor à presidente Dilma, porque o governo é dela e ela será cobrada”, emenda ACM.

 Na Comissão de Fiscalização, o deputado Mendonça Filho (DEM-PE) perguntou a Lupi se ele havia recebido algum alerta da Casa Civil sobre problemas com a prestação de contas de ONGs. Ele também quis saber se o ministro havia usado um jatinho pertencente a um dos dirigentes da Fundação Pró-Cerrado, Adair Meira – o que o parlamentar considerou um fato grave.

 Lupi informou aos deputados que desconhece o dirigente da entidade e que nunca usou o jatinho dele. “Não tenho relação pessoal com o seu Adair. Não sei onde ele mora e nunca andei em avião dele. Já andei em aviões que o PDT alugou para eventos da legenda. Todos são contabilizados e prestados conta.”

Se a moda de fazer plantão pela saída de corruptos do Governo, a Oposição ficará reunida permanentemente até o final da gestão de Dilma Rousseff. Sabe-se que Lupi furou a fila e que no mínimo mais dois ministros estão prontos para a catapulta. Ou para a guilhotina, já que depois da saída forçada vão virar mulas sem cabeça.

Vingança do motorista: estudantes de Barreiras intoxicados com “pó de mico” em ônibus.

Cerca de 30 estudantes foram intoxicados, no fim da tarde desta sexta-feira, em Barreiras, por um motorista de ônibus da Secretaria Municipal de Educação. 
Os passageiros, com idade entre 12 e 14 anos, alunos da Escola Renato Gonçalves, seriam transportados até o Km 30 da BR 020, onde residem.

Segundo as próprias vítimas, o condutor do veículo escolar queria se vingar das crianças e, por isso, espalhou por todo interior do carro uma substância da flora regional conhecida como “pó de mico”, que causa coceira e queimaduras. 
Alguns dos jovens não suportaram os danos e desmaiados foram encaminhados ao Hospital do Oeste, sendo medicados e posteriormente liberados. O caso foi levado à delegacia de Polícia, que deverá investigar o atentado. De Fernando Machado, do ZDA. Fotos do celular do mesmo jornalista.

Populares socorreram os alunos em outros carros.

Se fosse com um filho meu, este motorista ia passar um ano sem conseguir se coçar.

No Brasil, o chamado pó de mico é oriundo dos tricomas que cobrem as superfícies das vagens de trepadeiras ou arbustos do gênero mucuna conhecidos como olho-de-boi, mucunã, plantas  às vezes também chamada pó-de-mico. O tricoma destas plantas possui uma enzimaproteolítica chamada mucunaína que provoca intensa coceira quando em contato com a pele. É usado na medicina popular para combater os vermes intestinais, ingerido misturado com mel. Da wikipédia.

Divisão do Pará é reprovada por 58%, aponta Datafolha

A divisão do Pará é rejeitada por 58% dos eleitores do Estado, de acordo com pesquisa do Instituto Datafolha divulgada ontem. Ainda há, porém, uma margem para mudanças de opinião, já que apenas 19% dos entrevistados se consideram bem informados sobre o plebiscito que ocorrerá em 11 de dezembro no Estado. 

O percentual de rejeição é o mesmo tanto para a criação do Carajás (sudeste do Pará) como para a criação do Tapajós (oeste do Estado). Os favoráveis à implantação dos novos Estados são 33% para ambos os casos. 

A diferença está nos que afirmam ainda não saber seu voto. Questionados se são a favor da criação do Carajás, 8% responderam que não sabem. No caso do Tapajós, 10% disseram não saber. 

A soma dos percentuais dá 99% no caso de Carajás e 101% para Tapajós. Isso ocorre devido aos arredondamentos numéricos, porque o Datafolha não trabalha com números decimais. A pesquisa, encomendada em parceria entre Folha, TV Liberal e TV Tapajós (afiliadas da Rede Globo no Pará), ouviu 880 eleitores paraenses de 7 a 10 de novembro. Do Correio Braziliense.

Essa consulta votada recentemente no STF, que dita que todos os integrantes de um estado e não só os eleitores da região a ser emancipada votem, enterrou as aspirações dos estados do Carajás, Tapajós,  São Francisco e Extremo Sul da Bahia. Dia mais ou dia menos a luz da razão iluminará nossos legisladores e as diferenças entre populações tão díspares como aquelas do litoral e do oeste baiano serão consolidadas num projeto de desenvolvimento interessante dos pontos de vista sociológico, econômico e geopolítico de ambos os estados.

Se no século XVI a Bahia já era dividida em três capitanias hereditárias  ( Todos os Santos, Ilhéus e Porto Seguro), por que não agora?

O Carajás é uma proposta para uma nova unidade federativa do Brasil, que seria fruto do desmembramento do Pará. Se Carajás, no sudeste paraense, for criado, por meio de um plebiscito que já está marcado para o dia 11 de dezembro de 2011, onde todos os eleitores do Pará devem participar da eleição, terá uma população de aproximadamente 1,700 milhão de habitantes, e 289.799 km² de área.

Será o nono maior estado em termos territoriais, com 39 municípios e 18% dos eleitores do atual estado do Pará. Será maior do que países como Portugal, Uruguai e Equador. Somente 11,04% de sua população são paraenses, o restante da população migrou de todo o Brasil, sendo que os maranhenses, tocantinenses e mineiros juntos representam quase 55% da população total da região. A capital do novo estado seria a cidade de Marabá, que possui atualmente 233.462 habitantes IBGE/2010.

Também já está em andamento o projeto de uma nova universidade federal, a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), com sede na cidade de Marabá. A região proposta é marcada por graves conflitos agrários que geram muitos entraves socias para o desenvolvimento local. Carajás teria um PIB que corresponde a aproximadamente 28% do PIB do Pará. Da wikipédia.

Mais de 700 magistrados são investigados, diz CNJ

Existem no Brasil ao menos 704 investigações abertas contra magistrados nas corregedorias de tribunais estaduais para apurar supostas irregularidades cometidas no exercício do cargo.

 As informações estão disponíveis desde ontem em um banco de dados organizado pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) a partir de estatísticas das próprias cortes. A medida, segundo o CNJ, visa “dar mais transparência aos processos disciplinares contra juízes e desembargadores nas corregedorias locais”.

A iniciativa da divulgação é do presidente da instituição, Cezar Peluso, e foi motivada por recente polêmica que provocou embate público entre ele e a corregedora do CNJ, Eliana Calmon. Na época, a corregedora disse que um possível enfraquecimento do CNJ abriria espaço aos “bandidos de toga”. De acordo com os dados divulgados, o tribunal com maior número de casos é o do Piauí, com 211, seguido por São Paulo (134), Amazonas (59) e Minas Gerais (52). 

Apesar de a medida ter a intenção de dar visibilidade aos processos, o nome dos magistrados é preservado: só suas iniciais são divulgadas. Pelo sistema, não é possível saber ao certo o número de magistrados investigados, uma vez que um juiz ou desembargador pode ser alvo de várias ações. Só no Piauí, segundo a Folha apurou, um só juiz enfrenta 29 processos.

Prefeitura faz campanha de vacinação contra a raiva canina.

A Prefeitura de Luís Eduardo, com o apoio da Guarda Municipal, realiza, durante todo o dia de hoje, vacinação de cães e gatos contra a raiva. Fotos de Sauro Thiele.

 

 

Cassações por infidelidade partidária poderão ser quase 300.

Por conta da infidelidade partidária, a Procuradoria Regional Eleitoral da Bahia (PRE-BA) moveu mais 21 ações contra prefeitos, vice-prefeitos e vereadores que se desfiliaram de um partido sem apresentar a justa causa prevista em lei, nesta semana. De acordo com o procurador geral, Sidney Madruga, mais 282 novas ações devem ser movidas pela PRE até o final do ano. Neste extensa lista, basicamente estão todos os novos correligionários do PSD que possuem cargo eletivo. Do jornal Tribuna.

Banco Central revê medidas de restrição ao crédito

O Banco Central decidiu rever a maior parte das regras que limitavam empréstimos a pessoas físicas desde dezembro do ano passado. 
 A medida tem como objetivo evitar uma desaceleração mais forte da economia brasileira no próximo ano. Ela se junta a outra indiciativa do BC, que começou a reduzir os juros em agosto. 
No caso dos financiamentos de veículos, por exemplo, o BC decidiu retirar a restrição a empréstimos de até 60 meses sem entrada. A limitação para financiamentos acima desse prazo foi mantida. 
A instituição decidiu ainda manter o percentual mínimo de pagamento das faturas de cartão de crédito em 15%, adotado em junho deste ano. O BC desistiu de elevar esse percentual para 20% a partir de dezembro, pois o atual limite “tem se mostrado suficiente para o controle” das dívidas. 
O BC também reduziu as exigências que encareciam o crédito com desconto em folha de pagamento (consignado) com prazo entre 36 e 60 meses. Em compensação, apertou ainda mais as exigências para financiamentos desse tipo acima desse prazo. 
No crédito pessoal, o BC flexibiliza empréstimos entre 24 e 36 meses, que voltam para as regras anteriores; mantém a regra para aqueles de até 60 meses e limita ainda mais financiamentos acima desse prazo. 
Com essas medidas, o BC quer baratear o crédito de curto prazo e, ao mesmo tempo, evitar que as pessoas tomem empréstimos muito longos, que têm nível de inadimplência mais alto. 
Para restringir ou incentivar esses empréstimos, o BC usa uma ferramenta conhecida como “exigência de capital”. 
Em geral, o banco precisa de R$ 11 de capital para garantir cada R$ 100 emprestados. Em dezembro do ano passado, para segurar o crescimento do crédito, o BC aumentou a exigência para R$ 16,5 nos empréstimos mais longos. 
Agora, o BC reduziu a exigência para os R$ 11 originais nos empréstimos mais curtos. No crédito de longo prazo, ela subiu para R$ 33. Da Folha.

Chevrolet Cobalt : mais do que um novo carro, uma nova referência

O modelo, que está sendo lançado pela Chevrolet este mês, foi desenvolvido pelo Centro Tecnológico da GM do Brasil e será comercializado em mais de 40 países na Europa, África, Oriente Médio e América do Sul. Em Luís Eduardo Magalhães, a Topvel  prepara  uma grande festa para a chegada do novo modelo.
■Motor 1.4 Econoflex tem novidades que o deixam ainda mais eficiente
■Níveis de acabamento e conforto/dirigibilidade só encontrados em veículos de segmentos superiores
■Interior surpreendente e espaçoso, 18 porta-objetos e o maior porta-malas da categoria, com 563 litros
■Cobalt chega custando R$ 39.980 na versão LS, R$ 43.780, na versão LT e R$ 45.980 na versão LTZ, a mais completa da linha
■Sedã possui garantia de 3 anos sem limite de quilometragem

Apresentado ainda como conceito no Salão de Buenos Aires, na Argentina, em junho deste ano, o Cobalt agora chega em sua versão final às 600 concessionárias Chevrolet em todo Brasil. Criado a partir de pesquisas que direcionaram desde as linhas dos designers até a calibragem da suspensão, o sedã tem uma série de diferenciais que o colocam em uma posição de mercado que transcende segmentos.

O foco para o desenvolvimento do novo sedã foi a necessidade dos clientes. Um carro construído de dentro para fora, com design feito para durar, tendo como norte as pesquisas que reforçaram a importância do espaço, versatilidade e de uma clara demonstração de prestígio acessível, com refinamento no acabamento e equipamentos capazes de colocar o novo sedã da Chevrolet em uma faixa de segmentação mais ampla, com preço de carro compacto e oferta de espaço e conforto só encontrados em sedãs de categoria superior.

“O Cobalt certamente irá além do que hoje é oferecido no mercado e por isso conquistará os clientes que o utilizarão no dia-a-dia. Ele conta com um novo nível de dirigibilidade, com um interior fora do comum, sem joelhos pressionando os ocupantes dos bancos da frente, sem ombros apertados, sem limitações para as bagagens na hora de viajar. Maciez na condução, estabilidade e muito conforto a bordo. O Cobalt é tudo isso e muito mais. Um carro além das expectativas”, afirma Grace Lieblein, presidente da General Motors do Brasil.

Fruto de uma arquitetura global, o Cobalt foi totalmente desenvolvido pelo Centro Tecnológico da General Motors no Brasil, e será comercializado em mais de 40 países espalhados pela Europa, África, Oriente Médio e América do Sul. Além do Brasil, que é o primeiro país a receber o Chevrolet Cobalt, outras 3 fábricas também produzirão o modelo.

Prestígio em linhas feitas para durar
A proposta do Chevrolet Cobalt já fica clara em suas proporções bem definidas. Um sedã de três volumes, o qual recebeu linhas que garantem presença e um desenho final que não se perde com o tempo, em uma mistura entre o clássico, o formal e o familiar, com uma conotação de prestígio. Com largura de 1.735 mm e comprimento de 4.479 mm, a impressão é de um sedã médio-grande, com acabamentos refinados em um desenho clean.

Com uma linha de cintura alta, que transmite robustez, o Cobalt tem no aspecto frontal o DNA claro da marca Chevrolet, com personalidade própria, destacado pelos faróis frontais, bastante atraentes. Na traseira, lanternas de elementos duplos com detalhes cromados e aplicação de lentes internas dão o ar de modernidade ao sedã.

“As linhas do Chevrolet Cobalt são limpas, acentuadas pelos vincos que valorizam o tratamento de superfícies aplicado em sua carroceria. Expressam claramente o consagrado DNA da marca no mundo todo. Tenho certeza que seu design vai se perpetuar como atual durante muito tempo”, afirma Carlos Barba, Diretor Executivo de Design da GM América do Sul.

No porta-malas, o Cobalt traz a maior capacidade do segmento, com 563 litros e uma acessibilidade total, reforçando a versatilidade do modelo que é um carro realmente familiar, em um casamento perfeito entre o prestígio durante a semana no trabalho e compromissos sociais, e o conforto e versatilidade aos finais de semana, ao acomodar toda a família, sem restrições.

E mais: todo esse espaço em linhas que geram um coeficiente de penetração aerodinâmico baixo, de 0,32, que contribui para que o Cobalt seja o melhor em desempenho e economia de combustível em seu segmento.

Versatilidade, conforto e conectividade são as marcas do interior do Cobalt

Internamente, o espaço, versatilidade, acabamento e conforto encontrados no Chevrolet Cobalt são seus grandes diferenciais, que o remetem, inclusive, a concorrentes de segmentos superiores.

Com o maior entreeixos da categoria, o novo sedã da Chevrolet tem espaço para cinco adultos que ficam confortavelmente acomodados, com espaço para os ombros, pernas e joelhos que são destaques na categoria. Os materiais utilizados no interior do veículo criam um ambiente de refinamento e clara percepção de qualidade, com superfícies refinadas.

O painel em dois tons, a iluminação Ice Blue com LEDs dos instrumentos que misturam mostradores digitais e analógicos possibilitam uma visualização perfeita das informações bem como deixam claro a modernidade e tecnologia. Como também a aplicação do inserto com pintura exclusiva no volante, combinado com detalhes cromados no painel de instrumentos e nos painéis de porta contribuem para um visual ainda mais luxuoso.

Para a conveniência dos ocupantes, o Cobalt conta com entrada USB e fontes de energia no console central, que permitem uma conectividade incomum na categoria.

No tocante aos porta-objetos, são 18 no total. O Cobalt tem um console central com dois porta-copos mais um nicho para colocar uma garrafa de até 1,5 litro. Os porta-mapas, nos painéis das portas são amplos e também ganharam nas portas dianteiras espaço para garrafas com até 1,5 litro de capacidade.

Nas clínicas realizadas pela General Motors em vários países do mundo, o design exterior e interior, as dimensões e capacidades, e o custo-benefício foram os itens que mais se destacaram.

Validação global em mais de 460 mil quilômetros rodados e mais de 3.700 simulações

Como o Chevrolet Cobalt rodará por mais de 40 países espalhados pela Europa, África, Oriente Médio e América do Sul, seu processo de validação teve ainda mais variáveis e para isso o modelo rodou 460 mil quilômetros em testes de durabilidade (enfrentando desde neve e gelo a temperaturas escaldantes) e em seu desenvolvimento passou por mais de 3.700 simulações em todas as disciplinas de engenharia.

Graças ao entreeixos superior à maioria dos concorrentes aliado a calibração da suspensão, o Cobalt foi desenvolvido para garantir uma dirigibilidade superior para os padrões da categoria, em uma composição perfeita entre estabilidade e conforto, solidez e maciez. O modelo foi desenvolvido pelo Centro Tecnológico da GM no Brasil a partir de uma arquitetura global, utilizada em modelos na America do Norte, Europa e Ásia.

O resultado é um sedã com um comportamento dinâmico similar ao dos carros europeus. Firme nas curvas, mas confortável e com ótima absorção das irregularidades do solo, o Cobalt tem uma condução suave e agradável com foco no conforto dos ocupantes. O trabalho na suspensão também focou na minimização dos ruídos e vibrações.

Um exemplo disso é motor, apoiado em quatro coxins especiais que contribuem para a redução de ruído, vibração e aspereza, além de melhorar a dirigibilidade e comportamento dinâmico. Todos os coxins, incluindo os da transmissão, foram minuciosamente calibrados para minimizar os efeitos das vibrações e ruídos externos. Eles ajudam a controlar a transferência de forças para o sistema de direção, assegurando um controle mais preciso e uma resposta ainda mais eficiente. Leia mais sobre o modelo clicando em Continue Lendo “Chevrolet Cobalt : mais do que um novo carro, uma nova referência”