BC eleva Selic em 0,5 ponto, para 13,25% ao ano, e projeta novo ajuste.

Taxa Selic histórico

Decisão foi em linha com o esperado pelo mercado, que passou a concentrar mais as atenções para o que esperar para próximas reuniões.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central elevou, nesta quarta-feira (15), a taxa Selic em um 0,5 ponto percentual, passando de 12,75% para 13,25%. Com isso, a taxa básica de juros atingiu o seu maior patamar desde dezembro de 2016 e com uma alta pela 11ª vez seguida.

A decisão da instituição monetária brasileira foi em linha com as projeções do mercado, que precificava uma alta desta magnitude em meio ao ambiente inflacionário ainda desafiador.

Para a próxima reunião, o Comitê escreveu, no comunicado, que antevê um novo ajuste, de igual (+0,5pp) ou menor magnitude (+0,25pp).

“O Comitê nota que a crescente incerteza da atual conjuntura, aliada ao estágio avançado do ciclo de ajuste e seus impactos ainda por serem observados, demanda cautela adicional em sua atuação”, afirma no comunicado.

Além disso, o comitê pontua que seus “passos futuros” poderão ser ajustados “para assegurar a convergência da inflação para suas metas, e dependerão da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação para o horizonte relevante da política monetária.”

Segundo o comunicado, o Comitê entende que a decisão de hoje reflete “a incerteza ao redor de seus cenários e um balanço de riscos com variância ainda maior do que a usual para a inflação prospectiva, e é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante, que inclui o ano-calendário de 2023”.

“Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego”, acrescentou.

Conforme o Copom, diante de suas projeções e do risco de desancoragem das expectativas para prazos mais longos, “é apropriado que o ciclo de aperto monetário continue avançando significativamente em território ainda mais contracionista”.

“O Comitê enfatiza que irá perseverar em sua estratégia até que se consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas em torno de suas metas”, argumentou.

Do InfoMoney

Internacional “fatura” o Goiás e avança para o 3º lugar

Ao bater o Goiás por 2 a 1 no Goiás, pela 12ª rodada da competição, no estádio Hailé Pinheiro, em Goiânia, o Internacional de Mano Menezes chega a 11 jogos sem derrota no Brasileirão e vai para o alto na tabela, chegando à terceira posição.
Edenilson e Alan Patrick, em cada tempo, marcaram os gols da vitória do Inter nesta quarta-feira (16) Da Silva fez o gol dos goianos.

A última — e única — derrota do Colorado no torneio aconteceu na primeira rodada. Considerando a Sul-Americana, a invencibilidade chega a 16 partidas. Mano Menezes, por exemplo, não sabe o que é perder como técnico do Inter.
Somando 21 pontos, o Colorado está em terceiro na classificação. Já o Goiás ocupa o 15º lugar, com 14 pontos.

O próximo jogo do Goiás será no domingo (19), contra o Corinthians, fora de casa. Já o Inter enfrenta o Botafogo, no Beira-Rio, também no domingo

Agora vai: Flamengo contrata Cebolinha, que estava no Benfica.

Everton Cebolinha no Flamengo: saiba valores e condições do negócio - 15/06/2022 - UOL Esporte

Os dirigentes do Benfica, de Portugal informaram ao Flamengo que aceitam a proposta feita para a venda do atacante Everton Cebolinha. Assim, o clube carioca fica bem perto de finalizar a negociação e anunciar a chegada do jogador que deverá ser o primeiro reforço do Rubro-Negro para o segundo semestre.

A proposta do Flamengo é de 13,5 milhões de euros ( R$ 71,97 milhões) iniciais, mais bônus que podem fazer o valor chegar a até 16 milhões de euros
( R$ 85,30 milhões). O Rubro-Negro irá realizar o pagamento parcelado em quatro anos.

Everton Cebolinha tem 26 anos e chegou ao Benfica em 2020. O clube português investiu 20 milhões de euros, cerca de 127 milhões de reais na ocasião, para tirar o jogador do Grêmio, clube o qual defendeu de 2013 a 2020, com excelentes atuações que o fizeram chegar à seleção brasileira.

Vitória sobre o Cuiabá tirou o Flamengo do portal da Zona da Degola.

Resultados de ontem pela 12ª Rodada do Brasileiro.

Laboratório Central encontra 4 novas sub-variantes da cepa Omicron da Covid na Bahia.

Festas juninas, com grandes aglomerações, certamente contribuirão para agravar a disseminação do vírus. As autoridades estaduais estão em alerta.

O Laboratório Central da Bahia (Lacen-BA) identificou quatro subvariantes da ômicron no estado. A informação deixou as autoridades em saúde em estado de alerta.

De acordo com a Sesab, 873 amostras coletadas durante o primeiro trimestre desse ano foram analisadas pelo Lacen e 799 sequências foram divulgadas. A análise detectou 730 infecções por subvariantes da ômicron, ou seja, mais de 90% dos sequenciamentos realizados.

Do total, o maior número de casos é do subtipo BA.1, com 660 infectados. A variação BA.1.1 registra 57 ocorrências, seguida pela BA.2, com 11. A mais recente, identificada em abril, é a XF, que tem duas confirmações.

“O maior problema é no momento em que a gente encontra pessoas que não foram vacinadas. Aí é que a gente vai entender como é que está essa força do vírus”, completou.

Lacen-BA identifica quatro subvariantes da ômicron na Bahia e autoridades em saúde ficam em estado de alerta — Foto: Governo da Bahia

As subvariantes foram registradas em pacientes de 193 dos 417 municípios baianos. O maior número de contaminações foi em Eunápolis, no extremo sul do estado, com 176 registros da sub-variante BA.1, seguido de Salvador, com 99.

“Essas subvariantes estão circulando no Brasil inteiro, inclusive nesse momento nós estamos fazendo análises de outras amostras porque no Rio, em São Paulo e em outros estados já temos circulações da AB.4 e AB.5. Isso é causado pela movimentação humana”, revelou Arabela Leal.

O aumento de casos da Covid-19 volta a preocupar autoridades da área da saúde. O município de Serra Dourada já cancelou os festejos juninos para evitar a proliferação do coronavírus.

Para o coordenador do Laboratório de Virologia da Universidade Federal na Bahia (Ufba), Gúbio Soares, a presença das subvariantes no estado acende um alerta para a necessidade de manter os cuidados para limitar o avanço do coronavírus.

“Se você tem sintomas, não vai para festa, não entre em contato com pessoas. Se você está em estado gripal, use máscara. A chance de não ter um pico maior pós-festa existe, essa é a realidade”, opinou Gúbio Soares.

Lacen-BA identifica quatro subvariantes da ômicron na Bahia e autoridades em saúde ficam em estado de alerta — Foto: Sesab

Do G1Bahia, editado.

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Luís Eduardo Magalhães-BA

Prefeito encaminhou à Câmara PL que concede o piso salarial para agentes comunitários de saúde e de combate às endemias

O prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Junior Marabá encaminhou à Câmara de Vereadores nesta quarta-feira, dia 15 de junho, o projeto de lei que concede o piso salarial nacional para dos Agentes Comunitários de Saúde – ACS e dos Agentes de Combate às Endemias – ACE.

Com a aprovação da proposta pela casa legislativa, os servidores passarão a receber o equivalente a dois salários mínimos, no valor fixado de R$ 2.424,00 (dois mil, quatrocentos e vinte e quatro reais) mensais. Além de instituir uma tabela do quadro de progressão horizontal e vertical para os trabalhadores.

Na mensagem enviada aos vereadores, o prefeito destaca a importância da aprovação do projeto com urgência. “Essa é uma forma de incentivo a uma categoria essencial nas políticas públicas relacionadas a área da saúde e tem como objetivo adequar a legislação municipal à Emenda Constitucional que garantiu o piso nacional dos profissionais”, pontuou.

‘A Abin foi na Funai atrás de mim’, conta indigenista que deixou o país para não morrer.

Após denunciar crimes cometidos contra povos indígenas no Maranhão, Ricardo Henrique Rao pediu asilo diplomático na Noruega, em 2019.

Por Marcos Weissheimer, do Sul21

Ricardo Rao (segundo da esquerda para a direita), durante ação em território indígena no Maranhão. À esquerda dele, o guardião da floresta Paulo Paulino, assassinado durante missão dentro da Terra Indígena Arariboia. (Arquivo pessoal)

No dia 25 de novembro de 2019, Ricardo Henrique Rao, indigenista especializado da Fundação Nacional do Índio (Funai), entregou à Comissão de Direitos Humanos e Minorias, da Câmara dos Deputados, um documento intitulado “Atuação miliciana conectada ao crime organizado madeireiro, ao narcotráfico e a homicídios cometidos contra os povos indígenas do Maranhão – Um breve dossiê”. O dossiê denunciou o envolvimento de policiais militares e civis em crimes praticados contra a população indígena da Amazônia Oriental, no estado do Maranhão. Após entregar o dossiê, avaliando estar marcado para morrer, Ricardo Rao solicitou asilo diplomático a Noruega, a partir de contatos que havia estabelecido com povos originários daquele país.

Começava para Ricardo um exílio involuntário que ainda não terminou. Após dois anos com asilo temporário, o indigenista foi para Roma, onde está ajudando a articular uma campanha para responsabilizar o presidente Jair Bolsonaro pela morte de cidadãos brasileiros que também têm cidadania italiana, durante a pandemia de covid-19, inspirado em uma jurisprudência construída em processos contra militares acusados de crimes cometidos nos marcos da Operação Condor, durante a ditadura. Em entrevista ao Sul21, Ricardo Rao fala sobre seu trabalho como indigenista na Funai, sobre os crimes que denunciou e sobre o ambiente instaurado no trabalho da Fundação a partir do governo Bolsonaro. “Para quem tem perfil combativo e idealista, é uma situação de acosso permanente”, resume.

Ele também lembra do trabalho do indigenista Bruno Pereira, com quem chegou a trabalhar: “Era um modelo para todos nós indigenistas idealistas. O Bruno é um exemplo disso que estou te falando. Era 24 horas dedicado ao indigenismo. O Bruno pediu essa licença para se preservar do assédio laboral que iam arrumar pra cima dele. Ele ia acabar sendo demitido e por isso pediu a licença. Eu também tentei pedir essa licença, mas ela me foi negada porque queriam que eu ficasse lá perto dos milicianos que eu tinha denunciado para me ver morto”.

Sul21Como começaram os problemas em seu trabalho como indigenista no Maranhão que acabaram culminando com um pedido de asilo diplomático para o governo da Noruega e sua saída forçada do Brasil?

Ricardo Rao: As coisas começaram a piorar desde o início do governo Temer. Com o governo Bolsonaro, tudo só foi se agravando. No meu caso, a situação começou a se agravar com a apreensão de uma moto. Na logística dos acampamentos de madeireiras sempre tem que ter uma moto que faz deslocamentos de pequena distância para pegar munição, água e alimentos para os madeireiros que estão lá cometendo crime ambiental. E eu apreendi uma moto dessas. Essa moto pertencia a um sujeito chamado Lauro Mineiro, envolvido com crimes ambientais. Dois ou três dias depois, o subcomandante do batalhão da PM de Imperatriz, a segunda maior cidade do Maranhão, com cerca de 300 mil habitantes, invadiu a minha sala querendo a moto de volta. A partir daí eu vi que a situação tinha mudado. Antes não acontecia isso. Na verdade, a PM sempre nos prestou um apoio relutante, mas apoiava. A gente não confiava muito. Era só pela presença deles.

Essa tentativa de extorsão não deu resultado. Assim que ele saiu da minha sala, eu fui para a aldeia e destruí a moto, dentro da lei. A gente pode fazer a apreensão ou a destruição. A lei permite ambos. O protocolo do Ibama e de outros companheiros da Funai mesmo é sempre a destruição imediata porque aí a gente já se livra do risco de os criminosos nos atacarem para recuperar o bem. Neste caso, eu tive o entendimento que o estado de direito e o império da lei já não vigoravam no Brasil.

Esse mesmo oficial da Polícia Militar tinha um contato muito estreito com um Procurador da República que fiscalizava a nossa atuação lá. A Funai, como um órgão federal, está sujeita a um grau de controle externo por parte do Ministério Público Federal. Esse procurador, por ingenuidade ou por opção ideológica, também passou a praticar assédio contra nossa atuação.

Outro evento da maior gravidade que me convenceu de que a situação estava especialmente perigosa foi o envio de um destacamento da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) na Funai, em 2019. Quando a gente viu isso? A Abin foi na Funai atrás de mim. Na hora pensei, isso aí virou a Gestapo agora? Um dia depois da Abin ter ido na Fundação Nacional do Índio, na rua Simplício Moreira, no centro de Imperatriz, a Funai abriu um processo administrativo-disciplinar contra mim, com uma acusação absurda. Eu percebi que a situação estava ficando muito complicada.

Capa do dossiê entregue por Ricardo à Câmara dos Deputados (Reprodução)

Sul21Qual foi a acusação?

Ricardo Rao: Salvo engano, foi por conta de uma discussão que eu tive com um servidor, que sabotou uma missão na qual eu estava envolvido. Eu tive uma altercação com ele, mas foi tudo documentado e não foi cometido nenhum delito. Eles aproveitaram essa altercação para abrir esse procedimento. Teriam aproveitado qualquer outra coisa para abrir um procedimento punitivo contra mim. É somar dois e dois. Num dia veio a Abin, no dia seguinte tem um processo deste tipo. Para mim há um nexo muito claro.

Sul21: E aí você foi punido…

Ricardo Rao: Não, não fui punido porque depois da morte do Paulino eu preparei um dossiê e decidi sair do país. Eu sabia, depois de cinco anos lá,  que a Polícia Federal e o Ministério Público Federal do Maranhão estavam completamente contaminados. Eu sempre preparei denúncias muito substanciosas. Nunca vi nenhuma prosperar.

Sul21Como foi esse episódio da morte do Paulino?

Ricardo Rao: O Paulo Paulino Guajajara, apelidado de Lobo Mau, foi morto em missão de vigilância dentro da Terra Indígena Arariboia. Era um guardião da floresta muito efetivo e eficaz e um bom amigo meu. Ele era vítima de um lawfare muito grande.

Como advogado, eu acompanhei vários processos falsos contra ele. Fui advogado dele e acompanhei um desses procedimentos. O Paulino foi morto num confronto lá no interior da terra indígena. Segundo a Polícia Federal, o caso já está esclarecido. Eu não acredito.

Dias antes, o Paulino tinha me falado sobre uma plantação de maconha muito grande que estava sendo financiada com a participação de um “polícia lá do Rio de Janeiro”, como ele me disse. Na hora, já pensei que tinha milícia no meio. Poucos dias depois, eu fui levar uns indígenas para serem ouvidos numa delegacia de polícia da região, quando conheci um investigador chamado de Carioca. Eu associei as coisas. Pouco depois disso, o Paulino foi morto e o Laércio, primo dele, foi baleado. O Laércio sobreviveu.

Depois da morte do Paulino eu sabia que seria o próximo. Esse Carioca já tinha me dito (usou um termo obsceno que não vou repetir) que “aqui namoradinho de índio morre cedo”. Então eu preparei um dossiê relatando todos esses atos criminosos e encaminhei para a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, na época presidida por um deputado do PT que era padre (não lembro o nome agora).

Até onde eu sei, não fizeram nada. Tentei protocolar no gabinete do Tulio Gadelha, mas não tive sucesso. Eu sabia que ia vazar porque sempre vaza e que, a partir daquele momento, a minha vida ia valer muito pouco.

Por conta disso, eu me desloquei até a Noruega onde eu tinha contatos com os povos tribais de lá. Eu havia feito contato com alguns líderes deles durante a Olimpíada Universal dos Povos Indígenas, que ocorreu em Palmas, durante o governo Dilma. Quando a gente olha para o passado vê que dias legais já tivemos. Eu fiz contato e eles me disseram que iriam me ajudar a conseguir asilo na Noruega, o que acabou acontecendo.

Sul21Houve um pedido formal, então, de asilo diplomático na Noruega?

Ricardo Rao: Sim, houve. E aqui quero agradecer ao deputado Orlando Silva, que intercedeu por mim junto às autoridades norueguesas, a Sonia Guajajara, que também intercedeu por mim, e à doutora Diana Franco, uma promotora de Justiça. Se não tivesse havido um pedido formal eu não teria contado com tanta proteção por parte do governo norueguês.


O indigenista denunciou, entre outras coisas, a exploração ilegal de madeira em terras indígenas (Arquivo pessoal).

Sul21: Então, você saiu do Brasil em 2019 e não conseguiu voltar mais…

Ricardo Rao: Sim. agora eu estou em Roma. Em 2019, eu consegui asilo provisório na Noruega, onde fiquei até março deste ano. O meu advogado me advertiu que, como eu tenho cidadania italiana, era certo que o governo norueguês não iria me conceder o asilo definitivo. Ele me disse que, se eu quisesse, podia ir empurrando essa situação e ficando na Noruega. Eu venho de uma faculdade de Direito que é uma espécie de “Khmer Vermelho” dos cursos jurídicos do país, a Unesp Franca. Estou sempre em contato com meus companheiros de lá, colegas, professores, juízes e promotores. Nós quebramos a cabeça para arrumar uma maneira de tentar buscar justiça e dar uma resposta jurídica aos crimes reiterados de Jair Bolsonaro. Uma das ideias que nos ocorreu é o que eu vim fazer aqui em Roma.

No genocídio da covid, patrocinado e executado pelo Bolsonaro, pelo Pazuello, pelas Forças Armadas que ficaram fabricando cloroquina, entre as vítimas fatais há um número, que estimamos na casa das centenas, de brasileiros e brasileiras que também tinham cidadania italiana. Esses mortos estão sujeitos à proteção das leis italianas. Já existe jurisprudência neste sentido, como é o caso do coronel Áttila Rohrsetzer, que matou um cidadão italiano na Operação Condor.

Nós vamos utilizar essa jurisprudência, que serviu para condenar esse coronel, para condenar Jair Bolsonaro, Pazuello, coronel Elcio, Eduardo Ramos e outros. Assim, considerando que eu não poderia adquirir o status de asilado definitivo na Noruega, vim para Roma para tocar essa iniciativa.

E faço aqui um apelo aos gaúchos que lerem essa entrevista. Sei que tem muitos italianos aí. Estamos precisando de pessoas que perderam familiares ou amigos, com cidadania italiana, que se disponham a participar dessa ação identificando essas pessoas para nós. Quem perdeu um nonno ou uma nonna e não se conforma com essa morte evitável, nos ajude a identificar vítimas para que a gente possa tomar as medidas necessárias aqui na Itália.

Estamos aqui lutando com a maior dificuldade. Estou morando numa ocupação aqui em Roma graças a uma articulação feita por companheiros sem teto. Na Noruega, eu tinha um apoio estatal muito forte, tinha casa, comida, internet e um salário. Eles não me permitiam trabalhar. Aqui eu não tenho nada disso. A Nadir Paulino, enfermeira da Funai, minha mãe, que tem uma pensãozinha desse tamanho, está convertendo metade dela em euro e mandando pra mim. Não estou reclamando, não. Mesmo com toda essa dificuldade, nós já conseguimos identificar uma vítima. Mas só uma vítima não vai comover o procurador da Vara Penal daqui. Eu tenho informação de que toda a família Bolsonaro está tirando passaporte. Eles acham que depois disso tudo eles vão pegar um sacão de dinheiro e vir pra cá viver “la dolce vita”. Não vão. E, no que depender da nossa ação, “la dolce vita” com a qual estão delirando vai ser “molto amara”.

Sul21Pelo que você vem conseguindo acompanhar, qual a situação vivida hoje pelos servidores da Funai, sob o governo Bolsonaro?

Ricardo Rao: Para quem tem perfil combativo e idealista, é uma situação de acosso permanente. A Funai sempre foi dividida. Quem escreveu sobre isso com muita propriedade foi o Marcio Meira, responsável pela reestruturação da Funai e presidente da Fundação durante cinco anos, o que é uma raridade. Ele conseguiu dar uma continuidade administrativa e disse que não conseguiu fazer mais porque a Funai é um órgão faccionado. Há grupos internos que se digladiam constantemente. Sempre tivemos, desde os tempos do Rondon. Temos, por exemplo, aqueles que entram no serviço público não para servir ao público, mas para servir a si mesmo. Eles representam um perfil tremendamente maléfico. Esse pessoal está soltando rojão no atual governo. Eu vi com os meus olhos servidor da Funai falando que “índio não presta” e coisas do tipo. Esse tipo de servidor e aqueles ainda do tempo da ditadura estão muito bem. Estão recebendo sem precisar trabalhar.

Essa banda podre está aproveitando para abrir um monte de procedimentos administrativos disciplinares contra nós, que somos da banda rondoniana. Olha o trabalho do Bruno, que coisa linda. Morrer, se preciso for. Nada mais Rondon que isso.

Sul21Você conheceu o Bruno Pereira?

Ricardo Rao: Sim, eu conheci o Bruno. Entramos juntos no mesmo concurso, fiz o treinamento com ele e estivemos juntos em uma ou duas missões. Tinha o perfil rondoniano clássico. Era um modelo para todos nós indigenistas idealistas. O Bruno é um exemplo disso que estou te falando. Ele não saiu da Funai porque foi exonerado a mando desse Sergio Moro, que deu a ordem para destituí-lo da sua função de coordenador geral de índios isolados. Ele foi destituído da função, mas seguiu com o cargo do concurso dele que era agente em indigenismo. Eu ficava pensando como é que um cara tão capacitado como o Bruno não era indigenista especializado, como um cara burro como eu acabei me tornando. Depois me dei conta que isso foi pela dedicação dele. Ele não tinha tempo nenhum. Era 24 horas dedicado ao indigenismo. O Bruno pediu essa licença para se preservar do assédio laboral que iam arrumar pra cima dele. Ele ia acabar sendo demitido e por isso pediu a licença. Eu também tentei pedir essa licença, mas ela me foi negada porque queriam que eu ficasse lá perto dos milicianos que eu tinha denunciado para me ver morto.

Sul21O desaparecimento dele e de Dom Phillips está repercutindo muito aí na Itália também?

Ricardo Rao: Sim, muito. Daqui a pouco, inclusive, vou dar uma entrevista para uma televisão italiana sobre isso. Não sejamos ingênuos, né, aqui o nome do Bruno sempre vem em segundo lugar. Em primeiro vem o do Dom. Mas esse é um mal que vem para o bem. Isso serviu para mostrar ao mundo quem é Jair Bolsonaro e quem é o Exército brasileiro. Achei uma grande indignidade uma declaração do Mourão que ouvi ontem. O homem é general do Exército, a origem dele é o Batalhão de Infantaria da Selva e ele vem dizer que “lá é perigoso mesmo”. Mas pra que esse senhor recebe seu salário? Se é perigoso, faça o seu trabalho e torne aquela região segura. Esse governo serviu para que enxergássemos o grau de decomposição das Forças Armadas. É o império da mamata e da inépcia.

Sul21Como está a tua situação legal hoje dentro da Funai?

Ricardo Rao: Eu fui criminosamente exonerado. Cabe destacar aqui um detalhe do direito administrativo. Você só pode exonerar um servidor público da função dele, não pode exonerar do cargo. Eu sou indigenista especializado. Para a Funai se livrar de mim, só tem um jeito: me demitindo. E eles só podem me demitir se eu fizer alguma coisa muito grave e depois de um processo disciplinar. Assim que me concederam o asilo diplomático, a Funai cortou meus vencimentos. Era para eu ter continuado não recebendo tudo, mas o básico sim. Foi até bom que tenham cortado. Acho antiético isso. Como ia ser muito trabalhoso pra eles encontrar uma razão para me demitir, eles retornaram ao meu estágio probatório. Como disse, eles podem exonerar um servidor de sua função ou durante o estágio probatório, que são os três primeiros anos em que você trabalha. Quando eu saí do Brasil, eu já tinha dez anos de Funai. Eles arrumaram um erro formal no meu estágio probatório, lá em 2015, e a partir daí eu fui exonerado e condenado a devolver todos os meus salários e diárias que recebi depois do meu estágio probatório, no qual fui aprovado com nota máxima. Eu tenho elogios de todas as coordenadorias regionais por onde passei. Fui nomeado para três cargos de chefia.

Então, do ponto de vista formal, eu me encontro na condição de exonerado por não ter superado meu estágio probatório, uma decisão tão esdrúxula que eu nem me preocupo com ela. Advogados e juízes já me garantiram que é uma decisão tão absurda que conseguiremos uma liminar contra ela facilmente quando eu retornar ao Brasil.

Sul21Você pretende voltar ao Brasil e voltar a trabalhar na Funai?

Ricardo Rao: Claro, pretendo sim. Não sou emigrante, não. Só não sei quando. O futuro é um grande ponto de interrogação. Esses criminosos estão empoderados. Toda a estrutura do Estado está infiltrada. Com a vitória do Lula, ele vai ganhar o governo, mas a gente precisa saber como será para ele ganhar o Estado. O Supremo Tribunal Federal deu ordem para não se invadir favela. Eles invadem todo dia, matam e ainda falam: “E aí, Supremo?” Nós não estamos vivendo no império da lei. Eu afrontei diretamente esse grupo político criminoso. Não sei quanto tempo vai levar para ser seguro o meu retorno. Na verdade, eu não sei se vai ser seguro o meu retorno. Eu estava conversando com a deputada Maria Dantas e ela me disse que vai demorar muito tempo.

É com um pesar muito grande que eu vejo o que está acontecendo no nosso país. Para mim, o Brasil está parecendo a Espanha no período pré-guerra civil.

Suspeito confessa crime e diz que corpos foram incendiados no AM

Osoney da Costa e Amarildo dos Santos mataram, esquartejaram e queimaram Dom Phillips e Bruno Pereira após pesca ilegal.

Um dos suspeitos presos pelo desaparecimento do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista brasileiro Bruno Pereira, sumidos há 11 dias, confessou nesta quarta-feira (15) o crime para a Polícia Federal. Osoney da Costa disse que ele e Amarildo dos Santos mataram Dom Philips e Bruno Pereira no dia 5 após serem flagrados pescando ilegalmente.

Os corpos teriam sido decepados, esquartejados e queimados na terra indígena do Vale do Javari, na Amazônia.

A informação é do jornalista Valteno de Oliveira. A Polícia Federal deve dar uma coletiva ainda nesta quarta-feira para dar encerramento ao caso.

O motivo do crime teria sido a pesca ilegal na região. Estavam pescando pirarucu, foram alertados por Bruno e Dom Phillips que estava fotografando. Eles foram rendidos e levados para uma vala, onde foram mortos e tiveram os corpos esquartejados e incendiados.

Osoney foi levado no início da tarde desta quarta-feira pela PF para apontar o local do crime. A PF vai dar o caso como encerrado e indicar Osoney e Amarildo pelo assassinato. Também há a suspeita de participação de outras pessoas nas mortes de Dom Phillips e Bruno Araújo Pereira.

Bruno e Dom desapareceram no dia 6 de junho, quando se preparavam para visitar uma comunidade indígena na região Vale do Javari, segundo a União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Unijava).

Bruno era indigenista especializado em povos indígenas isolados e conhecedor da região, onde foi coordenador regional por cinco anos. Já Dom Phillips era veterano de cobertura internacional e morava no Brasil há mais de 15 anos.

Da Band News

Flagrante de pesca ilegal, seguido de tortura, homicídio e desaparecimento de cadáveres? Melhor acreditar no achamento da cidade perdida de Ratanabá e nos honorários advocatícios do Senador 01. 

Luís Eduardo tem vacina contra a Covid disponível em vários locais.

A Secretaria Municipal de Saúde de Luís Eduardo Magalhães informa que no município estão disponíveis todas as vacinas para a 1º, 2º, 3º e 4º dose.

A vacinação está ocorrendo em 06 Unidades de Saúde da Família das 8h00 às 12h00 e das 13h30 às 17h00. Sendo elas: Oscar Doener, Jardim Das Oliveiras, Moacir Marchezan, Vereda Tropical, Yoshio Shirabe e Ida Klein.

Hoje temos 100% da população acima de 12 anos vacinadas com a primeira dose; 95% com a segunda dose, 44% com a primeira dose de reforço e a segunda dose de reforço 10%.

Já as crianças de 5 a 11 anos estão com 72% com a primeira dose e 52% com a segunda dose.

Durante o período junino, nos dias 16, 17 e 18 estaremos com um ponto de apoio da vacinação na Policlínica localizada no Bairro Santa Cruz das 08h00 às 13h00.

Barreiras também está vacinando

Produtos da Agricultura Familiar da Bahia marcam presença na I Feira Nordestina, que começa hoje (15/06), em Natal, no Rio Grande do Norte

A I Feira Nordestina da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Fenafes), que começa nesta quarta-feira (15), a partir das 18h, no Centro de Convenções de Natal, Rio Grande do Norte e segue até o próximo domingo (19), contará com a apresentação e comercialização da produção diversificada e qualificada da agricultura familiar da Bahia.

Em um estande de 84 metros quadrados, 60 participantes, de 25 cooperativas baianas, irão comercializar produtos das diferentes regiões do estado.

São 30 toneladas de 150 produtos. Tem café gourmet; chocolate; flocão de milho não-transgênico; cortes finos de caprinos e ovinos; mel e pólen, castanha de caju e pasta de castanha de caju; doce de goiaba com acerola; frutas desidratadas como abacaxi, jaca e banana; cervejas artesanais de licuri, nibs de cacau e umbu; além de produtos artesanais de povos indígenas e quilombolas; e muitos mais.

A Feira é inspirada na Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária da Bahia, realizada, em Salvador, pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR). O objetivo é fortalecer iniciativas integradas de políticas públicas em torno do Programa de Alimentos Saudáveis do Nordeste, principal bandeira dos estados que compõem o Consórcio Nordeste.

Sucesso na Bahia, o evento em Natal também contará com os quiosques de alimentação especializados, com destaque para a Chocolateria, com chocolate frio e quente; Umbuteria, com cerveja de umbu; Licuriteria, com cerveja de licuri; Beijuteria, com deliciosos beijus; e Bodeteria, com cortes de caprinos e ovinos como Pernil de Cordeiro, Carrê Francês de Cordeiro, Paleta de Cordeiro, Chopan de Bode, Espetinho de Bode e Linguiça de Bode.

O evento visa ainda proporcionar o intercâmbio de políticas públicas envolvendo governos e movimentos sociais, para fortalecer o cooperativismo solidário e a comercialização desses produtos.

Também serão realizadas formações, com palestras, oficinas e cursos. Entre os temas está o Acesso à Terra, Sistemas Agroalimentares, Produção de Alimentos Saudáveis e Agroecologia.

A previsão é receber um público visitante de mais de 10 mil pessoas, durante os cinco dias do evento, que terá entrada gratuita.

A participação das cooperativas da agricultura familiar da Bahia na Fenafes é uma iniciativa do Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à SDR, com cofinanciamento do Banco Mundial e do Fida, respectivamente.

Começa amanhã, dia 16, o São João antecipado de Luís Eduardo Magalhães

Começa nesta quinta-feira o São João antecipado de Luís Eduardo Magalhães que acontecerá entre os dias 16 e 18 desta semana e nos dias 24 e 25 da semana que vem. O evento promete ser o maior São João do Oeste baiano e contará com uma estrutura nunca vista antes na região.

Serão ao todo cinco dias de festa, com muita música e concurso de quadrilhas. Nos primeiros três dias, a festa acontecerá por conta das grandes atrações nacionais como Wesley Safadão, Thiago Aquino, Bel Marques, Desejo de Menina e Forró dos Plays. Os dias 24 e 25 foram reservados para as apresentações culturais e atrações regionais.

Após dois anos sem os tradicionais festejos juninos, a realização de um evento deste porte no município será de grande importância para a economia local. “A geração de empregos e renda para o município já pode ser notada pelo aumento no movimento dos setores de vestuário, hotelaria, serviços e alimentação. E olhe que a festa ainda não começou”, diz o secretário de governo e coordenador do evento, Danilo Henrique.

Esta ação conta com o apoio do Estado da Bahia, através da Superintendência de Fomento ao Turismo da Bahia – BAHIATURSA.

Programação
– 16 de junho (Quinta-feira)
Amigas do Samba; Pegado do Povo; Desejo de Menina; Hítalo Silva; Lukinhas Rodrigues; Forró dos Plays e Henrique Sallys.

– 17 de junho (Sexta-feira)
Baião de 2; Mano Forrozeiro; Bell Marques; Megha Boys; Fábio Bairon; Thiago Aquino e Zal e Banda.

– 18 de junho (Sábado)
Léo Lima; Haja Gás, Gustavo Braga; Wesley Safadão; Oz Primozz do Forró; Tetezinho e Aline Fernandes.

– 24 de junho (Concurso de Quadrilhas)
Quadrilha Junina Tira o Pé na Brasa; Grupo Cultural Junina Cai Mas Não Cai; Junina Ki Balanço; Juninho Moraes e Wellinton Moraes.

– 25 de junho
Sávio Lima, Brian; Chocolate; Isaías Estilizado; Sargento Getúlio; Quarteto do Samba e Jânio e Banda.

Privatização da Eletrobras vai trazer inflação e contas altas, diz Fattorelli.

“Qual a justificativa para privatizar empresa estratégica, com dinheiro em caixa – cerca de R$ 15 bilhões – e quase R$ 40 bilhões de lucros acumulados nos últimos anos?”

Essa foi uma das várias questões levantadas pela coordenadora nacional da Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lucia Fattorelli, durante sua fala em Comissão Geral no plenário da Câmara dos Deputados.

Chamada para debater a política energética e o desenvolvimento econômico e social no Brasil, Fattorelli destacou que o país não está economicamente travado por acaso, e sim por um projeto liderado pela política monetária do Banco Central que busca colocar o país em recessão

Privatização da Eletrobras provocará grave impacto na inflação, pois:

– O Uso de termelétricas a gás, com garantia de “preço-teto” atualizado, significa que os preços de energia irão subir constantemente.

– A “Inflexibilidade de no mínimo 70%” fará com que se use energia das termelétricas, ainda que ela esteja muito mais cara que a energia de outras fontes.

– O Uso do gás provocará um reflexo turbinado do elevado preço dos combustíveis adotado pela Petrobras (PPI – Preço de Paridade de Importação aplicado pela Petrobras, como se importássemos todo o petróleo consumido no país) nos preços de energia elétrica.

– A Descotização provocará aumento brutal de preços, impactando na inflação como um todo.

Todos esses fatores causadores de inflação são usados pelo Banco Central para justificar a elevação brutal dos juros e seguir amarrando a nossa economia! Isso precisa mudar!

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Luís Eduardo Magalhães-BA

Confira os resultados da 2º etapa do Baiano de Velocidade na Terra em Luís Eduardo.

A segunda etapa do Campeonato Baiano de Velocidade na Terra, disputado nas categorias Autocross, Kartcross e Turismo, realizado nos dias 11 e 12 de junho, no autódromo Municipal Júnior Polleto, em Luís Eduardo Magalhães foi marcado pela presença do público e resultados importantes.

No Turismo, os três primeiros colocados foram Sidiney Silva (1º), Chico Moreno (2º) e Marcelo Davi Canzi (3º); no Autocross, Ricardo Basso (1º), Gabriel Lazzari (2º) e Marcos Beck (3º) e no Kartcross, Jose Neto (1º), Breno Elger (2º) e Danilo Kudora (3º). Os cinco primeiros colocados de cada categoria foram premiados com troféus.

Para o presidente do Clube de Pilotos do Oeste (CPO), Chico Moreno, a modalidade esportiva tem se tornado popular entre o público da cidade. “O evento foi muito bom, com mais estrutura e a presença do público prestigiando o evento. O pessoal está indo, gostando e isso é muito bom”, destacou.

A realização da 2º etapa do Campeonato contou com o apoio da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria Municipal de Cultura e Esporte.

– Confira os resultados:
Turismo
1º Sidiney Silva
2º Chico Moreno
3º Marcelo Davi Canzi
4º Juliano Telles
5º Marcelo Canzi

Autocroos
1º Ricardo Basso
2º Gabriel Lazzari
3º  Marcos Beck
4º Altair Rodhe
5º Marcos Balan

Autocroos Light
1º Altair Rodhe
2º Paulo Levinski
3º Guilherme Figueiredo
4º Sidnei Silva
5º Rogerio Rodrigues

Kartcroos
1º Jose Neto
2º Breno Elger
3º Danilo Kudora
4º Mattheus Fedrizzi
5º Vitor Willms

Boi atropelado entra em ônibus e fere motorista

Na manhã desta sexta-feira (10), um boi foi atropelado por um ônibus em uma estrada, sendo arremessado para dentro do veículo e atingindo o motorista. A tragédia aconteceu em Porto Velho (RO) no km 863 da BR-364. Além do animal preso nas ferragens, outro boi também foi atropelado e morreu logo à frente do ônibus.

O acidente causou curiosidade nos motoristas que passavam pela cena e viam o boi preso na janela do veículo.

De acordo com informações da Polícia Federal Rodoviária (PRF) o boi invadiu a pista sem que o motorista do ônibus pudesse ter tempo de frear. Ele acabou sendo atingido pelo animal e ficou preso nas ferragens, sofrendo ferimentos leves tendo de ser levado ao hospital.

boi, ônibus

Os passageiros não ficaram feridos por conta do acidente e tiveram apenas que ser transferidos a outro ônibus.

A polícia irá investigar as causas do acidente e como o segundo boi foi atingido já que não se sabe como o animal foi parar na rodovia e o que causou sua morte.

Prefeitura vai disponibilizar horários especiais do transporte público para o Arraiá de LEM

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria Municipal de Segurança e Trânsito, vai disponibilizar horários especiais do transporte público para o Arraiá de LEM, que acontece no bairro Santa Cruz, nos dias 16, 17 e 18 de junho. A oferta tem como objetivo possibilitar a acessibilidade ao local da festa, aos moradores dos bairros mais distantes.

Linhas de transporte

– Linha 1 Sol do Cerrado (Tropical Ville II, Jardim Ipê, Jardim das  Acácias etapa 1);

– Linha 2 Sol do Cerrado (Jardim das Oliveiras, Vereda Tropical, Jardim das Acácias etapa 2);

– Linha 4 Luar do Oeste (Vista Alegre, Top Park, Nova Brasília, Bq. dos Girassois, Lot. Mimoso  D’Oeste);

– Linha 7 Rural (Galhinhos e Muriçoca);

– Linha 8 Assentamento Rio de Ondas (Vila I, II, III, IV e Novo Paraná).

Horários

– Linha 1 (saída dos bairros: 21h às 00h) – (retorno: 3h às 5h);

– Linha 2 (saída dos bairros: 21h às 00h) – (retorno: 3h às 5h);

– Linha 4 (saída dos bairros: 21h às 00h) – (retorno: 3h às 5h);

– Linha 7 (saída dos bairros: 20h às 00h, partida única) – (retorno: 3h às 5h);

– Linha 8 (saída dos bairros: 19h, partida única) – (retorno: 3h às 5h).

Bahia tem combustível mais caro do País por culpa de Bolsonaro, diz Deputado

A privatização da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), em São Francisco do Conde, pelo governo Bolsonaro, é a responsável pela gasolina comercializada na Bahia ser a mais cara do Brasil, denunciou o deputado estadual Robinson Almeida (PT). O petista também acusou o pré-candidato ao governo estadual, ACM Neto (UB), de apoiar, com seu grupo político, a venda da empresa pública para o grupo árabe Mubadala Capital e também a mudança na política de preço dos combustíveis, atrelada a cotação do dólar e a especulação internacional.

“A gasolina mais cara da Bahia se deve à privatização da RLAM, que teve o silêncio cúmplice de ACM Neto, que apoia, com seu grupo político, a agenda econômica da inflação, do desemprego e da fome que Bolsonaro implementou no Brasil”, denunciou Robinson Almeida, vice-líder do governador Rui Costa na Assembleia Legislativa.

O parlamentar criticou o preço do litro da gasolina, que passa de R$ 8 em muitas cidades baianas, e o valor cobrado pelo gás de cozinha, vendido, em muitos municípios, com valor acima de R$ 120 o botijão.

“Esse desmonte, essa agenda privatista, de entrega do patrimônio nacional ao capital internacional, essa política econômica antipovo, perversa de Bolsonaro, apoiada pelo grupo político do ex-prefeito de Salvador no Congresso Nacional, é a responsável por ter deixado tudo caro e dificultado a vida de nosso povo”, enfatizou Robinson Almeida. “Nosso povo sabe que nos governos do PT, com Lula e Dilma na presidência, a vida era muito melhor. E vamos lutar para resgatar o Brasil para o povo brasileiro, derrotando Bolsonaro e a turma do atraso e da mentira, os responsáveis por trazer para nosso país os fantasmas da inflação, do desemprego e da fome”, afirmou o deputado.

Privatização

Segunda maior refinaria do Brasil, a Refinaria Landulpho Alves, hoje Mataripe, foi à primeira no país a ser privatizada pelo governo Bolsonaro, em novembro de 2021, sendo adquirida pelo fundo árabe Mubadala Capital por US$ 1,8 bilhão, metade do valor de mercado do empreendimento.

Desde a sua privatização, o preço dos combustíveis e do gás de cozinha na Bahia dispararam com os reajustes frequentes praticados pelo fundo Árabe que administra a Mataripe. Uma comparação feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostrou a disparidade entre os reajustes praticados este ano pela Mataripe e pela Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco, a mais próxima da Bahia.

Enquanto o reajuste do diesel na Rnest, da Petrobras, foi de 45%, na Mataripe foi superior a 58%. A Petrobras aumentou o gás de cozinha (GLP) em 10%; a Mataripe aumentou em mais de 17%. Já a gasolina aumentou 37% na refinaria da Petrobras enquanto que na Mataripe o reajuste foi superior a 48%.

Brasil sob ataque: Centrão quer aprovar emenda contra decisões do STJ

Boulos relança 'Gabinete do Amor' em bar palestino de São Paulo

Guilherme Boulos, líder do PSOL, denunciou, hoje, no Twitter, manobra de congressistas do Centrão para aprovar emenda à Constituição que dá ao Congresso o poder de anular decisões do STF em que um dos ministros discordou.

A aliança entre mercenários e milicianos quer destruir a democracia no Brasil, afirmou.

Outra twiteira se indignou:

Não se trata de emenda à Constituição, mas de revogação de Cláusula Pétrea, especificamente da separação dos poderes. Inaceitável, não podemos permitir que antes das eleições Centrão e Lira destruam a Constituição. A sociedade precisa reagir, muito grave.

Guerra ameaça agricultura ucraniana e sinaliza fome a nível global

Da Euronews

É época das colheitas no sul da Ucrânia, mas a única coisa que os proprietários destes campos conseguiram fazer até agora foi escapar das bombas russas.

Nadia Ivanova trabalha na Agricultura. Ela tem uma quinta, com quatro mil hectares, perto de Mikolaiv mas as tropas russas destruíram-na, parcialmente, em março, quando tentavam avançar para norte.

Há muito para fazer e o caminho de regresso à normalidade está cheio de desafios. Nadia referia que por um lado é “impossível vender cereais”, por outro não há dinheiro para reconstruir a fábrica de processamento que foi destruída e os técnicos que podem repará-la não são da região e, como estão perto da frente de batalha, ninguém se desloca ali para repará-la.

Nadia emprega 76 pessoas. Em tempo de paz a quinta poderia produzir mais de doze mil toneladas de cereais, por ano. Nos seus armazéns restam 2.000 toneladas da época passada, mas a ferrovia está destruída e os navios bloqueados sob ameaça de serem atingidos por mísseis russos.

Uma situação dramática mas não apenas para a Ucrânia. As Nações Unidas alertavam para uma crise alimentar global agudizada pela guerra no país. A alta comissária da ONU para os Direitos Humanos afirmava que o número de pessoas em situação grave de insegurança alimentare deverá passar de “276 milhões, no início de 2022, para 323 milhões no decurso do ano”.

Para Michelle Bachelet os horrores infligidos à população civil na Ucrânia deixarão uma marca inesquecível e irreversível.

Pesquisas mostram a derrocada de Bolsonaro

Por Vicente Vilardaga, da Revista Isto é.

A nova pesquisa BTG/FSB divulgada hoje mostra que a reeleição de Jair Bolsonaro é uma fantasia, um delírio político, algo quase impossível e cada vez mais distante. Isso explica o desespero do candidato, que articula um golpe e não para de buscar artimanhas para reverter o quadro desfavorável.

A rejeição enfrentada pelo presidente é gigantesca e está associada à percepção de que é um sujeito desumano, misógino e perseguidor de minorias.

Seu comportamento durante a pandemia foi imperdoável. E a fatura será cobrada.

O que se vê neste momento é ele sendo derrotado em qualquer cenário, inclusive correndo o risco de perder para Lula já no primeiro turno. No segundo turno, ele perde para outros adversários como Ciro Gomes e tem empate técnico com Simone Tebet.

Na semana passada, os bolsonaristas reclamaram e conseguiram a suspensão da divulgação dos dados da última pesquisa da XP/Ipespe, que também mostrava Lula numa folgada dianteira e Bolsonaro em maus lençóis.

Agora, com a nova sondagem, as suspeitas se concretizaram. Bolsonaro perde de Lula por 44% a 32% no primeiro turno e, no segundo, a vitória seria por 54% a 36%. Contra Ciro, o presidente perderia de 48% a 32% e contra Simone Tebet haveria um empate técnico de 40%.

Não é estranho que isso aconteça diante de um País derrotado pela inflação e com uma população sem perspectivas de aumentar o poder aquisitivo e vencer o endividamento crescente. O governo atual fomenta a desigualdade e a pobreza e entristece a Nação.

Desesperado, Bolsonaro parece cada vez mais um animal acuado que fará o que estiver ao seu alcance para impedir a inevitável derrocada e atacar Lula e outros adversários.

É de se esperar que ele incite episódios violentos para criar um clima de insegurança e incerteza, faça acusações mentirosas contra oponentes e até tente dar um golpe.

Toda sujeira é possível a partir de agora.

O certo é que a candidatura de Bolsonaro não vai frutificar porque há uma percepção crescente de que o presidente é um inútil, que só causa problemas e promove a cizânia. As próximas pesquisas devem confirmar que seu projeto político está prestes a naufragar.

Funcionários entram em greve em protesto pelas declarações do Presidente do órgão.

Os funcionários da Funai (Fundação Nacional do Índio) entram em greve, nesta terça-feira (14), por decisão de seu servidores. Eles aprovaram estado de greve que dura 24 horas.

Os funcionários querem que o presidente da instituição, Marcelo Augusto Xavier da Silva, se retrate sobre a informação de que Bruno Pereira e Dom Phillips, desaparecidos desde domingo (5), teriam tido contato com indígenas sem autorização, e que acionará o Ministério Público Federal para apurar o caso.

Presidente da Funai de Bolsonaro é investigado porque teria dado soco no rosto do próprio pai - BBC News Brasil

Marcelo Augusto é delegado da Polícia Federal e obviamente não é um indigenista. Apenas obedece ordens do 3º andar do Planalto. Além de ter sido investigado por bater no próprio pai, quando delegado, sua atuação foi investigada em duas apurações internas da PF, e ele chegou a ser afastado de uma operação em terra indígena. Xavier também foi rejeitado numa primeira avaliação psicológica para o cargo de delegado da PF, embora tenha passado em outra, depois. Marcelo Augusto Xavier da Silva foi escolhido por Jair Bolsonaro para presidir a Fundação Nacional do Índio (Funai). Xavier é próximo de deputados da chamada bancada ruralista do Congresso, mas não é só isso que caracteriza a trajetória dele.

Além da Indigenistas Associados (INA), participaram da assembleia que decidiu pela greve representantes do Sindsep-DF (Servidores Públicos Federais do Distrito Federal), da Condisef (Confederação Nacional dos Servidores Públicos Federais) e da Ansef (Associação Nacional dos Servidores da Funai).

Desde do Marechal Rondon, o militar que espalhou o telégrafo na Amazônia, sob o lema “Morrer se preciso for, matar nunca”, passando pelo SPI – Serviço de Proteção ao Índio e FUNAI, os verdadeiros donos da terra foram protegidos em maior ou menor proporção.

Hoje os entregaram aos garimpeiros, traficantes, grileiros e madeireiros. Querem sacrificar os índios para garimpar, explorar minérios e desmatar à vontade. Os indigenistas íntegros correm tanto risco como os índios. 

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Luís Eduardo Magalhães-BA

Senado aprova projeto que limita ICMS dos combustíveis

Projeto retorna à Câmara para nova análise dos deputados

O Senado aprovou ontem(13), próximo à meia noite, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 18/2022, que limita a aplicação de alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo.

Segundo a proposta, esses produtos seriam classificados como essenciais e indispensáveis, levando à fixação da alíquota do ICMS em um patamar máximo de 17%, inferior à praticada pelos estados atualmente. O texto também prevê a compensação da União às perdas de receita dos estados.

O objetivo do projeto é provocar a redução no valor dos combustíveis na bomba, aliviando o gasto do consumidor com gasolina, que supera os R$ 7 o litro no país, e com o diesel, beneficiando também caminhoneiros e transportadores. O PLP também busca reduzir o valor do gás de cozinha e da conta de luz.

Foram 65 votos a favor e 12 contrários. O projeto volta para a Câmara para nova análise após as emendas inseridas no texto. Para o relator do projeto no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), o PLP é “um passo importantíssimo para derrubar a inflação”, além de segurar os preços nas contas de luz e nos postos de combustível. Ele também afirmou que o Congresso “faz história” ao incluir esses setores entre os considerados essenciais.

“Participei da Constituinte de 1988, lá a gente dizia que a essencialidade dos produtos tinha que ser definida por lei complementar. E se passaram mais de 30 anos e o Congresso, em nenhum momento, definiu a essencialidade dos produtos. Portanto, esse é um passo importante, estamos fazendo história”, disse o senador.

Bezerra leu seu relatório em plenário na semana passada e hoje se ateve às emendas recebidas pelo projeto. Foram 77 no total e Bezerra acolheu quatro integralmente e nove parcialmente.

Emendas

Uma das emendas acatadas repõe perdas de arrecadação do Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb) e de ações de serviços de saúde. Ambos setores têm receitas vinculadas à arrecadação com o ICMS. O relator incluiu um trecho que prevê a manutenção das vinculações à saúde e educação básica, mas de forma proporcional à dedução dos contratos de dívida dos Estados com a União.

Bezerra também incluiu no texto um dispositivo para conferir segurança jurídica aos gestores estaduais. Assim, eles poderão reduzir a arrecadação do ICMS sem ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). De acordo com o regramento, um ente federativo não pode abrir mão de uma receita sem indicar uma nova fonte de arrecadação para compensar.

Após a aprovação do texto-base, os senadores aprovaram um destaque – os demais foram rejeitados. O destaque aprovado prevê que, se os estados e municípios perderem recursos em função da lei, a União vai compensá-los para que os atuais níveis do Fundeb sejam mantidos.

Senadores

O PLP não foi unânime no plenário. Alguns senadores se colocaram contrários ao projeto. Para Zenaide Maia (Pros-RN), o projeto não ataca o principal causador do aumento dos combustíveis, que é a atual política de preços da Petrobras, vinculada ao preço internacional do barril de petróleo e o valor do dólar.

“Esse PL não tem nada a ver. E, ainda, sem a garantia de que vai ter redução dos preços na bomba de combustível, a gente sabe que depende do dólar, e a certeza de que a Petrobras, assim que for aprovado isso aqui, vai recompor os preços, porque já faz mais de 20 dias que não dava aumento”.

Carlos Portinho (PL-RJ), novo líder do governo no Senado, defendeu o projeto e pediu a participação dos estados no esforço de reduzir o preço do combustível para a população. Segundo ele, o governo tem contribuído ao abrir mão de impostos federais sobre o combustível para reduzir o impacto da inflação explicada, segundo ele, pela guerra na Ucrânia, dentre outras variáveis internacionais.

“Temos que cortar os impostos, assim como diversas nações no mundo, neste momento de emergência internacional, estão fazendo. É o que temos para hoje”, disse. “Agora é hora dos governos: é hora do Governo Federal, que põe na mesa, e é hora desse sacrifício dos governos estaduais”.

Relatório

Na semana passada, ao apresentar o relatório à imprensa, Bezerra afirmou que, se aprovado, o PLP poderia derrubar em R$ 1,65 o preço da gasolina e em R$ 0,76 o preço do diesel. No entanto, destacou que os preços poderiam apenas “não subir muito mais”, a depender do cenário internacional, que influencia no preço do barril de petróleo e na valorização do dólar frente ao real.

“Não estamos tabelando preço. Tem uma guerra na Ucrânia, a Rússia é responsável por 25% da produção de diesel no mundo, os preços estão tensionados. É evidente que pode haver elevação de preços. Mas, mesmo que haja, isso vai ajudar a não subir muito mais do que subiria”, disse, na ocasião.

Já existe um projeto, aprovado no Senado em março, que pretende reduzir o valor dos combustíveis. O Projeto de Lei 1.472/2021 propõe a mudança a forma de cálculo do preço dos combustíveis, além de criar uma Conta de Estabilização, para garantir a previsibilidade nos preços ao consumidor. O projeto, considerado uma das prioridades do Senado no início deste ano, atualmente está parado na Câmara dos Deputados, sem previsão de votação.

LEM: Prefeitura Decreta Ponto Facultativo para a próxima sexta-feira, dia 17

A próxima sexta-feira, dia 17 de junho será ponto facultativo em Luís Eduardo Magalhães. O decreto n° 1.113/2022 levou em consideração que o dia 17 de junho deste ano recai entre o feriado de 16 de junho, data comemorativa de Corpus Christi e a proximidade com o fim de semana.

O Decreto destaca no seu artigo 2º os setores públicos e privados que deverão permanecer em funcionamento em função da essência de seus serviços.

“Os que atuam nas áreas de segurança, serviços de saúde, assistência social, cemitérios, transportes, infraestrutura, abastecimento de água e limpeza em geral, os quais deverão obedecer ao horário normal de
trabalho nas respectivas unidades, bem como os servidores municipais que, por absoluta necessidade do serviço, forem convocados para trabalhar no referido dia”.

Municipal de Voleibol Feminino e Masculino de Luís Eduardo Magalhães tem vencedores

O fim de semana foi decisivo para as equipes que disputaram o Campeonato Municipal de Voleibol Feminino e Masculino de Luís Eduardo Magalhães. E neste domingo (12), conhecemos os grandes vencedores.

No feminino, a equipe campeã foi a UPV LEM, com o resultado de 03 X 00 contra a UPV Team. No Masculino, o UPV Biovest levou a melhor contra o Fênix Voleibol, resultado: 03 X 00. Os primeiros três colocados receberam prêmios em dinheiro, além de medalhas e troféus.

A competição que iniciou no dia 28 de maio, reuniu 160 atletas e 13 equipes, além das comissões técnicas. A competição foi realizada pela Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, por meio da Secretaria de Cultura e Esporte e da Liga Desportiva.

Confira abaixo os resultados:
– Feminino

1° – UPV Lem
2° – UPV Team
3° – Cemac

– Masculino

1° – UPV Biovest
2° – Fênix Voleibol
3° – Lugar- UPV Karasuno

Formosa: grupo destrói construções e queima máquinas e veículos em fazenda

Uma propriedade rural, a fazenda Tapuia, foi alvo de ataque em Formosa do Rio Preto, no Extremo Oeste baiano. Um vídeo recebido pelo Bahia Notícia mostra o estrago causado na fazenda, situada na região dos Gerais do Rio Preto, a mais de 100 quilômetros da sede do município. O fato ocorreu no último sábado (11) e provocou um rastro de destruição. A suspeita é que o crime tenha relação com disputa pela posse de terra.

No ataque, carro e tratores foram incendiados, cercas foram cortadas, um casa que funcionava como alojamento de funcionários veio abaixo. O homem que faz o vídeo chega a dizer que fizeram “um arregaço”. Um tanque de água que servia de fornecimento ao local também foi destruído, assim como o curral da  fazenda.

O autor do vídeo diz ainda que apenas um gerador de energia sobrou do estrago feito. O Bahia Notícias entrou em contato com a delegacia de Formosa do Rio Preto nesta segunda-feira (13).

Ao site, o delegado titular do município, Arnaldo Alves, disse que foi informado sobre o ocorrido e que as tratativas já foram iniciadas, como o pedido de reforço da segurança ao comando da Polícia Militar da Região. Até o momento não há informações sobre a autoria e a motivação do crime.

Polícia do Pará prende homem apontado como um dos maiores desmatadores no Estado

Desmatamento na Amazônia cresceu 56,6% em 3 anos de governo Bolsonaro - Revista Galileu | Meio Ambiente

Desmatamento na Amazônia Legal cresceu quase 60% nos três anos do Governo Bolsonaro.

Apontado pelas autoridades como um dos maiores desmatadores de terras da Amazônia, sobretudo no Pará, o fazendeiro Geraldo Daniel de Oliveira, de 60 anos, foi preso nesta quinta-feira, 9, pela Polícia Civil do Estado. A prisão do acusado aconteceu durante o segundo dia da Operação Outsiders. As informações foram confirmadas nesta sexta-feira, 10, pela Secretaria de Segurança Pública do Estado (Segup), que coordenou as diligências.

Geraldinho, como é conhecido, foi preso na Fazenda Ouro Verde, no município de São Félix do Xingu, no sul do Pará. A propriedade está localizada na Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu, região na qual o fazendeiro, segundo a Segup, atuava cometendo crimes ambientais.

Outros dois homens também foram presos no local, e vão responder por porte ilegal de arma de fogo. Estima-se que, em crimes ambientais, o fazendeiro tenha, aproximadamente, R$ 40 milhões em multas aplicadas pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama).

Em agosto de 2019, o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), acusou Geraldo de desmatar 5,5 mil hectares de áreas ambientais no Estado, o que é equivalente a seis mil estádios do Maracanã. Ele já respondeu a quatro ações envolvendo crimes ambientais. O fazendeiro ainda foi denunciado pelo MP por contratar pessoas para promover queimadas em unidade de conservação no sul do Pará, e também, motoqueiros para ameaçar agentes ambientais.

A prisão aconteceu há quase três anos do mandado de prisão expedido pela Justiça. Neste intervalo, após ser dado como foragido, o fazendeiro obteve um habeas corpus.

O secretário de Segurança Pública e Defesa Social do Pará, Ualame Machado, explica que o acusado já estava no radar das autoridades. “Geraldinho já é conhecido não só da polícia como dos órgãos ambientais, portanto já era investigado desde 2019 quando foi deferido um mandado de prisão contra ele, além de ser conhecido como um dos maiores desmatadores do Estado do Pará, em especial da região da Apa do Triunfo, portanto a prisão efetuada é importantíssima para que possamos desarticular os crimes praticados por ele naquela área”, disse à Agência Pará.

Operação

A Operação Outsiders foi coordenada pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), deflagrada junto às Polícias Militar, Civil e Científica, além do Corpo de Bombeiros Militar e da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas). As diligências foram feitas por quase 50 agentes dos órgãos envolvidos na operação, iniciada na última quarta-feira, 8, pelas frentes aéreas, com a utilização de três aeronaves do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp) e terrestre.

A Operação Outsiders, em português, quer dizer forasteiro. O título faz alusão às pessoas vindas de outros Estados para atuar no desmatamento em terras no Pará. A maioria dos responsáveis pelo desmatamento na região são do Espírito Santo, Tocantins e de Goiás, de onde Geraldo é natural. O Estadão não conseguiu localizar os advogados dos acusados.

Desmatamento

Dados do Sistema Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), pertencente ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), apontam que o desmatamento no Estado do Pará passou a desacelerar. Em maio deste ano, a diminuição foi de 53% em terras de responsabilidade do Estado, ao comparar o mesmo mês do ano anterior. Esta foi a maior redução alcançada em todo o território paraense. Somando as áreas estaduais e federais, a redução de desmatamento foi 49%, neste mês, ao comparar com maio de 2021. Estadão Conteúdo.

Campanhas de vacinação contra gripe e sarampo continuam em LEM até 24 de junho

Seguindo orientação do Ministério da Saúde, a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães prorrogou as campanhas de vacinação contra a gripe e o sarampo até o dia 24 de junho.

Confira as salas de vacinação no município:
Paulo Rodolfo – Jardim das Acácias;
Vereda Tropical;
Jardim das Oliveiras – no bairro Jardim das Oliveiras;
Mimoso 1 – no bairro Mimoso 1;
Yoshio Shirabe – cidade Universitária;
Moacir Marchezan – São Francisco;
Luis Gustavo Rosa – Mimoso 3;
Ida Klein – Mimoso 3;
Nair Idite Poganski – Florais Léa;
Oscar Doerner – Santa Cruz;
Oswaldo Cruz – Santa Cruz;
Conquista – no bairro Conquista;
Antonio Carlos Faedo – Florais Léa,
Prédio do Lacen – Centro.

Confira o público habilitado para vacinação:

Influenza
– Crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias);
– gestantes, puérperas, povos indígenas, trabalhadores da saúde, idosos com 60 anos e mais;
– professores das escolas públicas e privadas;
– pessoas portadoras de doenças crônicas, com deficiência permanente;
– profissionais das forças de segurança e salvamento e das forças armadas;
– caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso;
– trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional;
– adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade.

Sarampo
– Crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias);
– trabalhadores da saúde.

Atualização da caderneta de vacina volta ao Sol do Cerrado nesta terça (14)

Ação da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Saúde, vai levar a atualização da caderneta de vacinação para o bairro Sol do Cerrado, nesta terça-feira, dia 14 de junho, das 8h às 12h.

Estarão disponíveis todas as vacinas preconizadas pelo Ministério da Saúde, inclusive a do Covid-19. Para receber a imunização, o paciente deverá comparecer ao local com um documento oficial com foto, caderneta de vacina, comprovante de residência e o cartão do SUS atualizado. Crianças e adolescentes devem ser acompanhados por um responsável legal.

Prefeito Junior Marabá encaminha para a Câmara projeto de lei que eleva Novo Paraná a condição de distrito

O prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Junior Marabá encaminhou à Câmara de Vereadores nesta segunda-feira, dia 13 de junho, projeto de lei que eleva a comunidade do Novo Paraná a condição de distrito, uma indicação do vereador Adelar Cappellesso.

No momento da assinatura do PL, o gestor estava acompanhado de três ilustres moradores do povoado, os irmãos Adellar e Jaime Cappellesso, além de Walter Baldoni, integrantes de famílias que deram início à comunidade ainda no ano de 1980.

A elevação distrital é uma luta antiga e vai representar avanços para o povoado que atualmente abriga cerca de 2 mil pessoas e abrange uma área de aproximadamente 100 hectares.

Perícia Legal vai dizer se corpos encontrados são de Bruno e Phillips

Alessandra Sampaio, esposa de Dom Philips, disse ao jornalista André Trigueiro, da GloboNews, que dois corpos foram encontrados na Amazônia e precisam passar por perícia para serem identificados.

Alessandra chegou a dizer que os corpos localizados eram de Dom e Bruno e, segundo Trigueiro, esclareceu que a informação não é oficial.

O jornalista britânico Dom Philips e o indigenista brasileiro Bruno Pereira estão desaparecidos desde domingo, 5 de junho, na região do Vale do Javari.

Barbárie: pertences de Bruno Pereira e Dom Phillips são encontrados na mata.

Um sentimento de consternação tomou conta de indígenas do Vale do Javari, na Amazônia, no fim da tarde de domingo, 12, com a localização pelo Corpo de Bombeiros de uma mochila do jornalista Dom Phillips e objetos pessoais do indigenista Bruno Pereira.

“Na região onde se concentraram as buscas foram encontradas objetos pertencentes aos desaparecidos. Sendo um cartão de saúde referente a Bruno Pereira, uma calça preta pertencente a Bruno Pereira, um chinelo preto pertencente a Bruno Pereira, um par de botas pertencente a Bruno Pereira, um par de botas pertencente a Dom Phillips uma mochila pertencente a Dom Phillips, contendo roupas pessoais”, diz a nota da PF divulgada na noite deste domingo.

Segundo indígenas, a mochila pertencia certamente a um dos dois. O objeto foi colocado dentro de um saco branco e levado pela Polícia Federal para perícia. Foto: Wilton Junior/Estadão

Segundo indígenas, a mochila pertencia certamente a um dos dois. O objeto foi colocado dentro de um saco branco e levado pela Polícia Federal para perícia. Foto: Wilton Junior/Estadão

O objeto estava amarrado a uma árvore em uma área alagada, de difícil acesso, no Rio Itaquaí. Era uma mochila grande, como as usadas por viajantes. Dentro havia um notebook, camisas, bermudas e diversos livros. Ela foi encontrada num local próximo à região em que eles faziam o caminho de volta de uma incursão à comunidade ribeirinha de São Rafael para Atalaia do Norte. Foi nessa comunidade que os dois foram vistos pela última vez no último dia 5.

A mochila foi mostrada por militares a indígenas que acompanhavam os trabalhos de busca e que conheciam ambos. Eles afirmaram que os materiais eram semelhantes aos que costumavam ser usados por Bruno e Dom em expedições. Os achados foram levados em um helicóptero do Exército para que fossem periciados e a PF confirmou a posse dos objetos.

Desde sábado as equipes de busca trabalhavam a partir de uma observação feita por indígenas sobre as condições de um trecho da mata em uma margem do Itaquaí. A vegetação indicava a passagem de uma embarcação por ali, numa manobra pouco usual.

Ontem, os trabalhos foram retomados. Segundo o chefe das operações da Marinha em Atalaia do Norte, Ricardo Sampaio, a área vasculhada tem cerca de 100 km². Pela primeira vez, as ações militares foram realizadas em conjunto com os indígenas.

O objeto foi encontrado por mergulhadores do Corpo de Bombeiros do Amazonas. Eles só conseguiram acessar a área quando recorreram a um barco capaz de navegar em áreas muito rasas. “Tivemos a grata satisfação de ter êxito e encontrar uma mochila. Nessa mochila, tinha notebook, todos os pertences, meias, camisas, bermudas”, disse um porta-voz do Corpo de Bombeiros, em Atalaia do Norte. Além da mochila, as equipes de busca encontraram uma lona semelhante à que estava na embarcação usada pelos desaparecidos.

Varredura

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Luís Eduardo Magalhães-BA