Deputado Robinson é escolhido líder da Federação PT, PC do B e PV

Petista vai liderar 17 deputados e atuação do bloco no parlamento

O deputado estadual Robinson Almeida (PT) foi eleito, nesta terça-feira (31), líder da Federação PT, PC do B e PV. O bloco reúne 17 deputados estaduais eleitos para a 20ª legislatura, o maior em número de parlamentares na Assembleia Legislativa, que na eleição de 2022 obteve o maior número de votos válidos (1.927.771).

Nesta quarta-feira, dia 1⁰ fevereiro, a Assembleia Legislativa abre os trabalhos da nova legislatura com o desafio de ajudar no fortalecimento da democracia, do desenvolvimento da Bahia e na reconstrução do Brasil.

“O maior desafio da Federação é ajudar ao governador Jerônimo, na parceria com o presidente Lula, continuar as transformações na Bahia. Como líder, vamos construir uma ação orgânica e com unidade dos 17 deputados do PT, PC do B e PV”, afirmou Robinson Almeida, que na legislatura anterior foi vice-líder do governador Rui Costa (PT) no parlamento.

63 deputados eleitos tomam posse na Alba na quarta-feira (1º)

Os novos parlamentares assumem a 20ª Legislatura na Casa, em sessão solene, prevista para iniciar às 14h30

Um novo mandato se inicia na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) a partir de quarta-feira (1º) com a posse dos 63 deputados estaduais eleitos, no último pleito de 2022. Os novos parlamentares assumem a 20ª Legislatura na Casa, em sessão solene, prevista para iniciar às 14h30.

A ocasião contará com a presença do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o vice Geraldo Júnior (MDB).

Conforme prevê seu Regimento Interno, o Parlamento baiano se reúne, em sessões preparatórias neste dia, para dar posse a seus membros e eleger sua Mesa Diretora para o próximo biênio 2023-2024. A cerimônia de posse acontece no Palácio Deputado Luís Eduardo Magalhães, sede do Legislativo, e será conduzida pelo seu presidente, deputado Adolfo Menezes (PSD).

Por ordem alfabética, cada parlamentar é chamado pelo secretário da sessão para ratificar com a expressão “assim o prometo” o juramento preconizado pela Constituição Estadual, proferido pelo presidente dos trabalhos: “Prometo cumprir fielmente a Constituição Federal e a Constituição Estadual, promover o bem-estar geral do Estado e observar suas leis”. Caso seja necessário, é feita uma chamada dos ausentes para declará-los também empossados.

Após a posse dos deputados, é convocada imediatamente outra sessão para eleger a Mesa Diretora. Candidato à reeleição, o presidente Adolfo Menezes não poderá dirigir o trabalho, que será comandado pelo deputado Nelson Leal (PP), que é o parlamentar reeleito que mais tempo ocupou o cargo de presidente.

Em seguida, o chefe do Legislativo eleito então fará seu discurso de posse, bem como a convocação da sessão solene de reabertura dos trabalhos legislativos, que acontece na próxima sexta-feira (3), às 9h, quando o governador Jerônimo lerá a sua primeira mensagem anual ao Parlamento.

Editado pelo Bahia.ba

Gregorio Duvivier: ‘Rogério Marinho é o pior do bolsonarismo insepulto’.

O ator e humorista Gregorio Duvivier criticou nesta terça-feira (31) a candidatura de Rogério Marinho (PL-RN) à presidência do Senado.

“Rogério Marinho na presidência do senado seria uma catástrofe. O pior do bolsonarismo insepulto ressurgindo das trevas pra comandar o Senado: pesadelo. MARINHO NÃO”, disse o ator. 

O senador do PL-RN ficou entre os assuntos mais comentados nas redes por ser candidato ao Senado. O senador Sergio Moro (União Brasil-PR), ex-juiz declarado parcial pelo Supremo Tribunal Federal, também foi motivo de críticas no Twitter por ter declarado apoio a Marinho.

Do Brasil247

Palestra sobre Saúde Mental encerra o Janeiro Branco em Luís Eduardo Magalhães

Profissionais de saúde de Luís Eduardo Magalhães tiveram uma manhã dedicada às reflexões sobre saúde mental, nesta terça-feira (31), no auditório da Unopar/Pitágoras, com a palestra do médico psiquiatra Dr. Marcos Vinicius.

De acordo com o especialista, o principal objetivo do encontro é espalhar a ideia de ampliar o cuidado e a oferta da saúde mental.

“Problemas de saúde mental são a maior causa de incapacidade laboral e afastamento do trabalho e indivíduos gravemente acometidos por transtornos mentais vivem de 10 a 20 anos menos do que indivíduos saudáveis”, pontuou.

Prefeitura de Luís Eduardo recebe troféu Melhores do Ano da Federação Baiana de Triathlon

O triatleta Tiago Perez, a secretária Vânia Cenci e o professor Sérgio Louzada.

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães foi homenageada, através da Secretaria Municipal de Cultura e Esportes, na pessoa da Secretária Vânia Cenci, com o troféu Melhores do Ano da Federação Baiana de Triathlon (Febatri). A premiação ocorreu na última sexta-feira (27), em Salvador, durante a Pré-temporada 2023.

O sucesso do Duathlon realizado e organizado pela Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães em parceria com a Liga Desportiva, garantiu a homenagem. A competição que em 2023 terá a sua terceira edição, foi o primeiro grande evento esportivo do governo Junior Marabá. A prova já faz parte do Campeonato Baiano de Duathlon e esse ano deve integrar o calendário do Campeonato Brasileiro da Modalidade.

“Os trabalhos da modalidade no município foram muito elogiados, e o nosso Duathlon o grande destaque, por ser uma pista muito boa, pela prova ser totalmente gratuita e ainda ter premiação em dinheiro. Fazer a diversidade cultural e esportiva está dando frutos. Agradeço  toda autonomia que o prefeito Junior Marabá tem dado a nossa equipe de Cultura e Esportes”, ressaltou a secretária Vânia Cenci.

Premiação em dobro

Além do município, o triatleta Tiago Perez, que representa Luís Eduardo Magalhães, também foi premiado com o troféu Melhores do Ano da Febatri. Perez contou com o apoio da Secretaria de Cultura e Esportes em diversas competições, e em 2023 vai  disputar o Mundial de Triathlon de Longa Distância, em Ibiza, na Espanha.

Prefeitura de Luís Eduardo dá início à Pré-Jornada Pedagógica

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria Municipal de Educação iniciou nesta segunda-feira (30), a Pré-Jornada Pedagógica 2023, na Unopar/Pitágoras. O encontro com Diretores, Vice-Diretores e Coordenadores Pedagógicos segue até a quarta-feira, dia 1° de fevereiro.

Serão três dias de capacitação e formação para os cerca de 180 profissionais responsáveis pela gestão escolar. O evento tem como norte a recomposição das aprendizagens, com o objetivo de garantir o direito ao conhecimento às crianças,  adolescentes,  jovens e adultos que integram o sistema municipal de ensino.

O objetivo é apresentar, aos gestores e coordenadores pedagógicos, as estratégias e o planejamento da gestão escolar para o projeto pedagógico do ano letivo de 2023.

Jornada Pedagógica acontece nos dias 02 e 03 de Fevereiro

No dia 02 de fevereiro, a partir das 8h, no Quatro Estações Hall, acontece a grande abertura da Jornada Pedagógica.

O encontro vai reunir os cerca de 1.200 professores da rede municipal, em um dia com palestras sobre “O desafio de Promover a Aprendizagem Significativa”, “Inteligência Emocional com Propósito: um novo olhar na educação” e “Educação Tranformadora: como inspirar mudança positivas no ensino”. Apresentações culturais e momentos de confraternização.

No dia 03, as formações serão específicas para cada segmento, Educação Infantil, Ensino Fundamental Anos Iniciais e Finais, além de abordar temas como a educação Inclusiva.

FAB informa que 34 aeronaves já foram interceptadas em Roraima

R$ 200 mil por semana: quanto fatura um piloto de aeronaves no garimpo - Amazônia Real

A informação foi divulgada após anúncio do presidente Lula de interceptar aeronaves usadas em garimpo.

A Força Aérea Brasileira informou para a imprensa que  “mantém alertas de defesa no espaço aéreo que compreendem a Terra Indígena Yanomami, operando a partir de Boa Vista (RR) e cumprindo ações de policiamento do espaço aéreo 24 horas por dia’

Segundo a FAB, só em 2022, foram realizadas 34 interceptações de aeronaves nas proximidades de Boa Vista, incluindo a região Yanomami.
As restrições de fiscalizações aéreas são, há anos, um dos principais problemas enfrentados pelas forças de segurança que atuam na proteção do território Yanomami.

Há falta generalizada de aeronaves por parte do Ibama, Funai e Instituto Chico Mendes (ICMBio), além de outras forças policiais que apoiam as operações.
As informações foram prestadas após o presidente Lula (PT) determinar agilidade para cortar os tráfegos aéreo e fluvial de garimpos ilegais em terra yanomami, em Roraima.

O objetivo do governo é iniciar um processo de remoção dos criminosos, conforme anunciado pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.

Logística do garimpo na Terra Yanomami em Roraima é destaque em reportagem da BBC - Roraima 1

Em reunião com sete ministros e o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Marcelo Damasceno, Lula determinou que as ações sejam feitas “no menor prazo”, “para estancar a mortandade e auxiliar as famílias yanomami”.

As iniciativas visam combater, o mais rápido possível, o garimpo ilegal e outras atividades criminosas na região impedindo o transporte aéreo e fluvial que abastece os grupos criminosos” disse a Presidência da República, por meio de nota.

Amazônia tem mais pistas de pouso clandestinas que legais

No final de semana, Marina disse à Folha de S. Paulo que governo iria fazer uma megaoperação unindo diversos ministérios.O objetivo é remover entre 20 e 40 mil garimpeiros da região.

O garimpo ilegal é realidade de décadas na terra Yanomami, mas teve aumento exponencial em 2019, conforme apontam dados oficiais do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia.

Informe da Folha BV, de Roraima.

PGR denuncia mais 225 envolvidos no motim de 8 de janeiro.

AGU pede afastamento cautelar de servidores envolvidos nos atos golpistas

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nesta segunda-feira (30) mais 225 envolvidos nas invasões ao Palácio do Planalto, ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a PGR, os denunciados foram detidos no acampamento em frente ao Quartel General do Exército, em Brasília, e estão presos em unidades do sistema prisional do Distrito Federal, após a audiência de custódia e a decretação das prisões preventivas.

Eles são acusados pelos crimes:

  • associação criminosa

  • incitação ao crime equiparada pela animosidade das Forças Armadas contra os Poderes Constitucionais

Já são 479* denunciados pela PGR em razão dos atos golpistas do domingo, 8 de janeiro.

*Uma das denúncias está em segredo de Justiça

Agora, caberá ao plenário do STF decidir se aceita a denúncia e transforma os acusados em réus. Ainda não há data marcada para a análise.

As denúncias são assinadas pelo subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos, coordenador do Grupo Estratégico de Combate aos Atos Antidemocráticos, criado pelo procurador-geral da República, Augusto Aras.

Funcionários públicos

Por seu turno, a Advocacia-Geral da União e o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos encaminharam, de forma conjunta à Controladoria-Geral da União (CGU), pedido para “imediata instauração de processo administrativo disciplinar” contra servidores federais que tenham participado dos atos antidemocráticos do dia 8 de janeiro, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas.

No documento enviado, a AGU e o ministério informam que a participação de servidores nos atos de 8 de janeiro já está sob análise da CGU, mas afirmam ser “inadmissível a participação de servidores públicos federais em atos de vandalismo e depredação de patrimônio público em manifestação violenta e inconstitucional que prega a supressão do Estado Democrático de Direito”.

Barroso ordena investigação de suspeitas de genocídio indígena

Brasília 60 anos - Supremo Tribunal Federal

Foto de Marcello Casal Jr. – Conteúdo da Agência Brasil

Ministro do STF encaminhou determinação à PGR e outros órgãos

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a investigação de suspeitas de prática de genocídio e de outros tipos de crime contra o povo yanomami por parte do governo anterior, do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A ordem foi encaminhada à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Ministério Público Militar, ao Ministério da Justiça e Segurança Pública e à Superintendência da Polícia Federal em Roraima.

As apurações não se limitarão à suspeita de genocídio, mas incluem crimes como quebra de segredo de Justiça, desobediência e delitos ambientais que ameaçaram a saúde, a segurança e a vida de diversas comunidades indígenas.

Barroso exigiu as medidas em um despacho relacionado a uma ação que tramita no STF em segredo de Justiça. O ministro determinou a remessa de documentos que, segundo o Supremo, “sugerem um quadro de absoluta insegurança dos povos indígenas envolvidos, bem como a ocorrência de ação ou omissão, parcial ou total, por parte de autoridades federais, agravando tal situação”.

Segundo o ministro do Supremo, diversas medidas podem ter comprometido operações de repressão a garimpeiros, como a divulgação, no Diário Oficial da União, de data e local de realização de operação sigilosa de intervenção em terra indígena. As informações foram publicadas pelo ex-ministro da Justiça Anderson Torres, atualmente preso por suspeita de colaboração com os atos antidemocráticos de 8 de janeiro.

A Coordenação de Operações de Fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) também divulgou, conforme o magistrado, a data e o local da operação em e-mail destinado aos servidores do órgão.

Barroso também citou indícios de alteração do planejamento da Operação Jacareacanga, pela Força Aérea Brasileira (FAB). Segundo o magistrado, o repasse de informações a garimpeiros comprometeu o sucesso da ação.

Expulsão de garimpeiros

Em relação a outra ação, apresentada pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Barroso determinou a expulsão de todos os garimpeiros das terras indígenas yanomami, karipuna, uru-eu-wau-wau, kayapó, arariboia, mundurucu e trincheira bacajá. No processo, a Apib questiona a falta de proteção a essas comunidades durante a pior fase da pandemia de covid-19.

Segundo Barroso, a retirada deverá começar pelas áreas em situação mais grave. O ministro também questionou a eficácia da estratégia de asfixiar o fornecimento de materiais aos garimpos. “A estratégia anteriormente adotada, de ‘sufocamento’ da logística de tais garimpos, não produziu efeitos, se é que foi implementada”, escreveu o ministro.

Barroso determinou que a PGR seja informada do conteúdo integral do processo, para a apuração de eventual crime de desobediência pelas autoridades envolvidas e deu 30 dias para que a União apresente um diagnóstico da situação das comunidades indígenas e elabore um cronograma de execução das ações não cumpridas.

Perdas com a estiagem no RGS somam quase R$ 6 bilhões

Seca no RS é problema antigo; a solução também é velha conhecida | VEJA

A paisagem gaúcha, com rios interrompidos, se assemelha ao Nordeste do País no estio.

Dados apurados pela Famurs – Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul levam em consideração 123 cidades. Contingente de decretos de emergência, contudo, chega a 212.

As perdas econômicas causadas pela estiagem no Rio Grande do Sul já somam quase R$ 6 bilhões. Os dados foram apurados pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) junto a 123 municípios gaúchos.

Segundo a entidade, cerca de R$ 4,3 bilhões são referentes à agricultura, R$ 1,3 bilhão na pecuária e R$ 10 milhões em gastos com transporte de água pelas prefeituras.

O levantamento foi feito com base nas informações coletadas no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2ID), que indica cerca de 2 milhões de pessoas atingidas pela seca no Estado.

Mais de dois milhões de atingidos

Os municípios gaúchos de Barra Funda e Santana da Boa Vista foram, nesta segunda-feira, os mais recentes a protocolar declarações de situação de emergência junto ao Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2ID), do Sistema Nacional e Proteção e Defesa Civil, somando 214 cidades, ou 43% do total estadual, com protocolos feitos em razão da crescente estiagem.

O número não para de aumentar, o que gera preocupação por parte de autoridades e organizações atuantes no Estado, como a Famurs

Ministério Público do Trabalho abre inquérito para investigar mortes em silo de soja.

O Ministério Público do Trabalho (MPT), abriu nesta segunda-feira (30) inquérito para apurar as responsabilidades sobre o acidente que ocasionou a morte de dois trabalhadores em um silo de soja no município Luís Eduardo Magalhães, no oeste baiano.

 O acidente de trabalho aconteceu no último sábado, quando os dois homens ainda não  identificados foram sugados pelo equipamento de armazenagem de grãos. O nome do empregador responsável pela segurança dos empregados também não foi revelado nas informações preliminares divulgadas pela imprensa local. O Corpo de Bombeiros informou que o caso ocorreu numa fazenda no km 542 da BR-242 e que o silo tinha profundidade de cerca de 20 metros.

O MPT está soliciando informações à Policia Civil e ao Corpo de Bombeiros e aguardará o relatório de inspeção que será feito pelos auditores-fiscais do trabalho da Gerência Regional do Trabalho de Barreiras. O inquérito poderá resultar na proposta de um termo de ajuste de conduta ou em uma ação judicial caso se confirmem os descumprimentos de normas de saúde e segurança do trabalho.

Este é o terceiro caso de acidente grave em silos na regiao oeste da Bahia somente este ano. Dia 16, um trabalhador de 27 anos morreu soterrado em um silo de farelo de soja. O caso aconteceu em uma fazenda na cidade de Luís Eduardo Magalhães, na mesma semana, outro trabalhador saiu gravemente ferido depois de cair de um elevador em outro silo, desta vez em Barreiras. Todos os casos estão sob investigação do MPT.

Do MPT Bahia

PF deflagra operação e evita massacres em escolas de Santa Maria da Vitória na Bahia

Delegados afirmam que Polícia Federal "não é órgão de governo" - Política -  SBT News

Perfil em rede social anunciou plano para um ataque

Repórter Brasil com informações da PF

 Na manhã desta segunda-feira (30/1), a Polícia Federal deflagrou, na cidade de Santa Maria da Vitória/BA, a Operação Sentinela, que visa à repressão e prevenção de massacres em escolas.

A investigação foi iniciada a partir de trabalho de inteligência da Divisão de Repressão a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal, que identificou perfil em rede social anunciando um plano de massacre.

Após diversas diligências, foi possível a individualização do responsável pelas postagens, tendo sido cumprido mandado de busca e apreensão em sua residência.

Na oportunidade, foram apreendidos diversos aparelhos eletrônicos, dentre eles o telefone utilizado para realizar as postagens ameaçadoras. Os equipamentos serão submetidos à perícia.

As investigações seguem em segredo de Justiça.

Justiça do DF bloqueia bens de mais 40 presos por ataques aos três poderes.

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O juiz Francisco Alexandre Ribeiro, da Justiça Federal em Brasília, acatou o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e bloqueou os bens de mais 40 presos pelos ataques às sedes dos três poderes no Distrito Federal, em 8 de janeiro. A medida vale até se chegar a um valor de R$ 18,5 milhões, que é o prejuízo estimado no Palácio do Planalto, Câmara Federal, Senado e Supremo Tribunal Federal.

Ao todo, 92 pessoas e sete empresas estão com o patrimônio bloqueado – veículos, imóveis, valores depositados, entre outros – por envolvimento atos antidemocráticos. Há um terceiro pedido da AGU, contra outros 42 detidos, ainda em análise pela Justiça;

Para o juiz Francisco Alexandre Ribeiro existem “fortes indícios, portanto, de que os referidos réus tenham participado dos atos e das manifestações antidemocráticas que culminaram na invasão e na depredação multitudinária das sedes oficiais dos Três Poderes da República, razão porque é absolutamente plausível a tese da União de que eles concorreram para a consecução dos vultosos danos ao patrimônio público, sendo passíveis, portanto, da bastante responsabilização civil”.

De acordo com a AGU, Palácio do Planalto terá um gasto de R$ 7,9 milhões para reparar vidros quebrados, equipamentos danificados e objetos roubados ou danificados. Na sede do STF, as perdas foram calculadas em R$ 5,9 milhões. O Congresso Nacional orçou o impacto dos danos, nas duas casas, em R$ 6,5 milhões. Fonte: site Metrópoles

Mutirão do CADÚNICO reúne diversos serviços para a população

Mais de 1.300 atendimentos foram realizados

A dona de casa Emily Santana, aproveitou o mutirão do CADÚNICO, realizado nesta sexta-feira (27), no CRAS do Santa Cruz, em Luís Eduardo Magalhães, para atualizar as informações do Bolsa Família. “Eu gostei muito da iniciativa da Prefeitura, de reunir vários serviços em um só lugar. Isso facilita a vida da gente”, pontuou.

Além de Emily, outras 1.353 pessoas foram atendidas durante todo o dia de mutirão promovido pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Cidadania. Na oportunidade, inscritos no Cadastro Único (CADÚNICO), puderam tirar dúvidas, atualizar e/ou realizar a inscrição em programas sociais. A exemplo do ID Jovem, Passe Livre, Bolsa Família e Criança Feliz. Também estava disponível orientação jurídica e sobre crédito.

A parceria com a Secretaria Municipal de Saúde possibilitou a atualização da caderneta de vacina, incluindo a imunização contra o Covid-19 e a pesagem. Voluntários proporcionaram momentos de bem-estar e cuidado para os presentes, com corte de cabelo e até limpeza de pele. As crianças se divertiram com a pintura de rosto.

Ouro ilegal da Terra Indígena Kayapó termina em gigante italiana que fatura R$ 18 bi

Operação da Polícia Federal deflagra organização criminosa que atua no garimpo ilegal no sul do Pará. No exterior, metal é comprado pela Chimet, 44ª maior empresa italiana em faturamento.

ouro extraído ilegalmente nos garimpos da Terra Indígena Kayapó, no sul do Pará, alimentou a produção de um dos maiores líderes de metais preciosos da Europa. Trata-se de um grupo italiano especializado em refinar o minério para a confecção de joias, como alianças de casamento, e para a formação de barras de ouro que são guardadas em cofres de bancos suíços, ingleses ou americanos.

A compradora estrangeira deste metal de áreas proibidas da Amazônia – “legalizado” por meio de fraude antes de ir para o exterior – é a Chimet SPA Recuperadora e Beneficiadora de Metais, sigla em italiano para Química Metalúrgica Toscana, uma gigante do setor que ocupa a posição número 44 entre as empresas que mais faturam na Itália. Em 2020, ela teve a maior receita  da sua história: mais de 3 bilhões de euros (cerca de R$ 18 bilhões), um aumento de 76% em relação ao ano anterior.

Para chegar ao nome da refinadora italiana, a Polícia Federal investigou uma complexa organização criminosa do garimpo ilegal, formada por dezenas personagens que atuam no sul do Pará e que mantêm conexões com empresas sediadas em São Paulo, Goiás e Rio de Janeiro – que, por sua vez, “lavam” (legalizam por meio de fraude) e exportam o metal.

O esquema foi desnudado em outubro do ano passado com a Operação Terra Desolata, quando foram expedidos 12 mandados de prisão e 62 de busca e apreensão, além do bloqueio de R$ 469 milhões das contas dos investigados. Hoje, três meses depois da operação, todos os detidos foram soltos por meio de habeas corpus.

A Chimet nasceu nos anos 1970 de um braço da Unoaerre, outra líder do setor na Itália e empresa quase centenária, que se apresenta como a responsável por produzir 70% das alianças de casamento vendidas no país. As duas são controladas atualmente pela mesma família, a Squarcialupi, e estão sediadas em Arezzo, cidade que tem tradição milenar na produção de joias.

Descrita no seu próprio site como uma empresa “amiga do meio ambiente” e detentora de certificados de sustentabilidade “por sua atuação responsável”, a Chimet afirmou à Repórter Brasil que sempre compra o metal acompanhado de documentos que atestem sua origem legal.

“As compras em questão sempre estiveram acompanhadas de documentação que atesta a proveniência lícita do metal, como demonstrado também das faturas e das autorizações para a exportação do fornecedor, além dos documentos da aduana, sejam brasileiros ou italianos”, disse em nota. Entretanto, a empresa reconheceu “o risco de que efeitos negativos possam ser associados ao comércio e exportação de minerais de áreas de alto risco”. Leia aqui a resposta na íntegra.

PF desnuda organização criminosa que explora ouro ilegal na TI Kayapó (Pará), uma das mais prejudicadas pelo garimpo (Foto: Felipe Werneck/Ibama)

O Brasil, nesse caso, é “a área de alto risco” devido à facilidade de se fraudar a origem do ouro, bem como à fragilidade da fiscalização por parte da Associação Nacional de Mineração (ANM) e demais órgãos. As notas fiscais que declaram a origem do minério são em papel, preenchidas pelo vendedor, que facilmente pode mentir sobre o local de onde foi extraído o metal.

‘Infelizmente, o ouro ilegal é uma realidade no mercado europeu’, diz presidente de associação italiana de ouro

“Infelizmente, o ouro ilegal é uma realidade no mercado europeu. As empresas têm essa dupla face, compram ouro de procedência ilegal para atingirem certos padrões internacionais de quantidade de produção”, afirma Nunzio Ragno, presidente da A.N.T.I.C.O., sigla da associação italiana para a proteção do setor do ouro.

O inquérito da PF aponta ainda que a Chimet adquire o produto da brasileira CHM, em uma relação de parceria “estabelecida há décadas” por intermédio do italiano Mauro Dogi e seu filho Giacomo, que moram no Brasil. Ambos são os sócios da CHM e figuram como investigados pelo comércio ilegal de minério.

Eles são descritos pelos investigadores como “os principais destinatários do ouro ilegal oriundo das terras indígenas da região”. Mauro Dogi já foi funcionário da Chimet na sua fábrica em Arezzo. “Observa-se que o próprio nome da empresa CHM é a simplificação de Chimet”, diz o inquérito da PF, revelado pelo jornal O Estado de S.Paulo e obtido pela Repórter Brasil.

Segundo o documento da PF, a Chimet pagou à CHM do Brasil o equivalente a 317 milhões de euros (R$ 2,1 bilhões) na aquisição do metal. A empresa europeia alega que o volume adquirido de ouro é irrelevante em relação ao total – 70 toneladas – trabalhado anualmente nas fábricas do grupo.

A CHM, por sua vez, comprou o metal da Cooperouri (Cooperativa de Garimpeiros e Mineradores de Ourilândia e Região) que, segundo a PF, extrai o ouro do território indígena. Como prova, os policiais informam que a empresa fundada por Dogi fez 25 depósitos à cooperativa, no total de R$ 11,7 milhões, no período de um ano (entre 2019 e 2020).

Além de extrair o minério de área ilegal, segundo a PF, a Cooperouri também adquire o metal de garimpeiros e atravessadores clandestinos que atuam na mesma região – foram transferidos R$ 246 milhões a estes fornecedores entre setembro de 2015 e setembro de 2020.

Exportação em voos privados

A CHM também atua como exportadora do ouro ilegal. O inquérito aponta que a exportação acontece “em voos privados, sem o devido conhecimento das autoridades competentes, sem passar pelo Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex)”.

Questionada, a Receita Federal disse à Repórter Brasil que “se a exportação é clandestina não há que se falar em registro no Siscomex, pois sua característica é evadir-se dos controles do Estado”, e que a Receita e a PF “trabalham em conjunto em ações de combate ao contrabando e ao comércio ilegal de ouro”.

A Chimet, por meio do advogado Roberto Alboni, afirmou que Mauro Dogi trabalhou como operário na sede italiana durante cinco anos, entre 1990 e 1995, dando a entender que não se trata de pessoa que mantenha relação com os altos escalões da empresa. A companhia ainda contestou a informação citada na investigação brasileira: disse que sua relação com a CHM do Brasil durou “de quatro a cinco anos”, sendo interrompida em outubro passado após a notícia da operação realizada pela Polícia Federal (e não décadas, como afirma o inquérito).

Em nota, a CHM negou que tenha adquirido ouro de terras indígenas e disse que suas aquisições foram feitas “de cooperativas aptas a minerar em suas respectivas áreas, as quais sempre apresentaram a documentação legalmente exigida e necessária para exercer suas atividades.” A empresa confirmou que o minério adquirido tem como destino grupos estrangeiros e afirmou que “todo o ouro comprado no mercado interno passa pelo crivo da Receita Federal e da Polícia Federal quando do processo de exportação”. As atividades da empresa, segundo seus advogados, estão temporariamente suspensas. Leia aqui a resposta na íntegra.

Repórter Brasil tentou contato com a diretoria da Cooperouri, mas o advogado responsável pela defesa da cooperativa e de um dos seus diretores, Douglas Alves de Morais, não respondeu às perguntas enviadas pela reportagem até a publicação deste texto.

O patrão de Badia al Pino

O fundador da Chimet, Sergio Squarcialupi, que já foi presidente da Unoaerre, é descrito na imprensa da Toscana como “il patron di Badia al Pino” [o patrão de Badia al Pino], em referência a um distrito de Arezzo onde está uma das instalações da empresa. Sua filha, Maria Cristina Squarcialupi, é a atual presidente do conselho de administração da fabricante de joias Unoaerre.

A família Squarcialupi, em especial o patriarca Sergio, foi investigada pela Procuradoria de Arezzo a partir de  2008, em um caso que envolveu agentes públicos acusados de favorecer a companhia com licenças ambientais forjadas.

O fundador da Chimet foi condenado por diversos crimes, como dano ambiental, organização para tráfico ilícito de rejeitos e falsidade ideológica, mas as decisões foram revertidas na Suprema Corte de Cassação (equivalente ao Supremo Tribunal Federal) em 2017.

Quem enfrentou o grupo, inclusive judicialmente, alega se tratar de um conglomerado demasiadamente forte e poderoso. Para quem defende a família, como o advogado Roberto Alboni, o que houve foi uma perseguição judicial marcada por erros. “Foi um processo doloroso, Sergio Squarcialupi até perdeu a saúde por causa disso, mas a empresa teve a oportunidade de mostrar que não houve nada de errado”, ressaltou.

Fachada da produtora de joias Unoaerre, que compra ouro da Chimet e diz fabricar 70% das alianças de casamento da Itália (Foto: Reprodução/ Google Maps)

Procurada, a Unoaerre disse nunca ter comprado ouro diretamente do Brasil. No entanto, em seu balanço de sustentabilidade de 2020, ela informa que realiza a maioria de suas aquisições, bem como o refinamento do ouro, com a parceira Chimet, descrita no mesmo documento como uma companhia que atende os critérios de atestar que o ouro tem uma “origem legítima” e “livre de conflitos”.

Como se tratam de empresas irmãs, é provável que o ouro extraído ilegalmente da terra indígena dos Kayapós tenha terminado nos dedos dos noivos italianos.

Procurada pela Repórter Brasil, a Guardia di Finanza, uma das forças policiais que se ocupa de questões financeiras e econômicas na Itália, disse que atividades como a descrita pela Polícia Federal brasileira no inquérito – ouro ilegal brasileiro que é “lavado” e vai parar numa empresa italiana – poderia ensejar alguma investigação das autoridades italianas. Mas, por ora, ressaltou a assessoria de imprensa, não há nenhuma análise a respeito.

Uma das dificuldades para esse tipo de investigação é o fato de o ouro brasileiro ser “lavado”, ou seja, “legalizado” no Brasil antes da exportação. Como há um documento que atesta tratar-se de metal supostamente legal e lícito, o problema passa a ser das autoridades brasileiras, escapando da atribuição das autoridades italianas.

Tanto a Chimet como a Unoaerre têm certificados de boas práticas de organizações como a Responsible Jewellery Council, com sede em Londres, que elaborou uma linha guia para o setor de modo a observar a legalidade do ouro e a preservação dos direitos humanos, inclusive durante a sua extração. Elas ainda estão sujeitas a um regulamento aprovado pelo Parlamento Europeu em 2017 que impõe a obrigatoriedade do controle das fontes dos metais preciosos originários de fora da União Europeia e comprados por alguma empresa sediada na Europa.

Lula manda cortar tráfego aéreo e fluvial para garimpos em terra yanomami

Lula, em reunião com ministros sobre povo yanomami - Ricardo Stuckert

Por Carla Araújo  Lucas Borges Teixeira, do UOL. Foto de Ricardo Stuckert, da Presidência da República.

O presidente Lula (PT) determinou hoje agilidade para cortar os tráfegos aéreo e fluvial de garimpos ilegais em terra yanomami, em Roraima. O objetivo do governo é iniciar um processo de remoção dos criminosos, conforme anunciado pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.

Em reunião com sete ministros e o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Marcelo Damasceno, Lula determinou que as ações sejam feitas “no menor prazo”, “para estancar a mortandade e auxiliar as famílias yanomami”.

As iniciativas visam combater, o mais rápido possível, o garimpo ilegal e outras atividades criminosas na região impedindo o transporte aéreo e fluvial que abastece os grupos criminosos.

As ações também visam impedir o acesso de pessoas não autorizadas pelo poder público à região buscando não apenas impedir atividades ilegais, mas também a disseminação de doenças”, completou o Planalto.

No final de semana, Marina disse à Folha de S. Paulo que governo iria fazer uma megaoperação unindo diversos ministérios.

Conforme adiantou o colunista do UOL Leonardo Sakamoto, o objetivo é remover entre 20 e 40 mil garimpeiros e acabar com a exploração do ouro ilegal em território amazônico — compromisso de Lula desde a pré-campanha.

O terrorismo volta a atacar, agora derrubando torres de energia.

Mais de 6 mil pessoas ficaram sem energia elétrica na região do Vale do Rio Pardo (RS), após um ato de sabotagem causar a queda de uma torre de energia no Vale Verde.

O incidente ocorreu por volta das 16h do sábado (28), afetando moradores de Vale Verde, General Câmara, Passo do Sobrado e Rio Pardo. Cerca de 20 parafusos foram retirados da estrutura fixada em uma base de concreto, relataram técnicos da Cooperativa Certaja, responsável pela energia na região. Sem os parafusos de fixação a torre cedeu, fazendo entortar outra torre de fornecimento distante cerca de 60 metros. O fornecimento de energia só foi restabelecido por volta das 20h.

De imediato, os 3,2 mil habitantes de Vale Verde ficaram sem luz. Como a sub-estação local atende a região, também foram afetados moradores de outros três municípios. Numa ação preliminar, técnicos da Certaja transferiram a carga para uma subestação de Taquari.

Entretanto, tal medida fez a tensão dos 220 nominais cair para 200 volts. Fazendo com que alguns aparelhos elétricos que demandam de maiores tensões como ar-condicionados seguissem sem funcionar. A previsão é que a o abastecimento seja normalizado na próxima segunda-feira (30).

A torre caída encontra-se na localidade de Cerro do Chileno, a cerca de 10 quilômetros do centro de Vale Verde. Técnicos da Certaja desconfiam que a retirada dos parafusos ocorreu nos últimos dias, já que o local foi vistoriado há cerca de duas semanas. A Polícia Civil foi acionada e irá investigar o caso.

“Acho que é difícil descobrir quem fez isso, mas é coisa de gente muito mal intencionada ” disse Carlos Gustavo Schuch, prefeito de Vale Verde.

Atualização da caderneta de vacina chega à comunidade de Muriçoca

A comunidade rural de Muriçoca, em Luís Eduardo Magalhães será beneficiada nesta terça-feira (31), das 8h às 13h, na unidade de saúde, com a atualização da caderneta de vacina. A ação é promovida pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Saúde.

Estarão disponíveis todas as vacinas preconizadas pelo Ministério da Saúde, inclusive a do Covid-19. Para receber a imunização, o paciente deverá comparecer ao local com um documento oficial com foto, caderneta de vacina, comprovante de residência e o cartão do SUS atualizado. Crianças e adolescentes devem ser acompanhados por um responsável legal.

– 31.01 (Terça)
Muriçoca
8h às 13h
Unidade de Saúde.

A tragédia indígena é de responsabilidade dos militares

Por Celeste Silveira, em A Postagem

Bolsonaro não tinha um partido ou um grupo político organizado para tocar a máquina pública brasileira depois que foi eleito em 2018. O que fez? Usou as Forças Armadas como partido.

Quando se vence uma eleição, bem, é necessário… governar. A campanha fica pra trás e o dia a dia da máquina pública aparece na sua frente. Como nomear ministros, diretores de estatais, de agências reguladoras e todos os cargos que a administração de um país precisa pra FUNCIONAR?

Nas democracias do mundo todo, essa tarefa cabe aos partidos e seus quadros. É assim no Brasil, nos EUA, na França, no Japão. O que fez Bolsonaro? Sem partido nenhum, isolado na vida pública como sempre foi, o presidente eleito recorreu aos militares. Ministérios, estatais e agências foram ocupados por fardados.

O Tribunal de Contas da União identificou mais de 6 mil militares em postos civis no governo. Quase metade deles, identificou a Controladoria Geral da União, eram irregulares – “há militares que não poderiam estar exercendo a função civil e outros estavam mais tempo cedidos à administração pública do que a legislação permite. Há ainda aqueles que estavam recebendo mais do que deveriam, quase R$ 40 mil reais por mês”

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Só em cargos comissionados era 2.673 militares em 2021. Com um detalhe: 2.075 são da ativa. Eles não fazem falta nas unidades militares que serve originalmente? Ao menos abre-se aqui um debate sobre a utilidade (ou inutilidade?) de usarmos impostos para manter esses empregos. Aparentemente, com o fim do governo Bolsonaro, não precisamos deles nos quartéis.

As principais estatais do Brasil foram comandadas, via de regra, também por militares: Infraero, Correios, Petrobras, Itaipu.

Na Funai, órgão que deveria ter evitado o holocausto indígena que vimos nas últimas semanas, dos 39 coordenadores regionais, 22 eram militares — apenas dois eram civis servidores de carreira. Como poderia dar certo? Bem, de certa forma, deu certo: em um áudio publicado pela agência de jornalismo O Joio e o Trigo, um coordenador da Funai prometeu liberar garimpo em terras indígenas.

Qual a conclusão de tudo isso? Simples: que o governo Bolsonaro foi um governo MILITAR. Um governo militar que chegou ao poder pelo voto.

A tragédia, a desumanidade, a ofensa, a humilhação, a incompetência e a destruição que vimos nos últimos anos são, por consequência, MILITARES, e que assim passem à história.

“Não estamos conseguindo contar os corpos”, diz relato do genocídio

Quer ter uma ideia do horror do genocídio, planejado, desenvolvido e executado pela alta cúpula do Governo Bolsonaro?

Leia então a matéria da agência Sumauma, que relata a tragédia em toda a sua extensão.

Chuva aumenta relatos da ferrugem da soja na safra 22/23

Como nas safras anteriores, o mês de janeiro vem apresentando rápido aumento nos relatos de ferrugem-asiática nos estados e municípios produtores de soja.

Segundo levantamento do Consórcio Antiferrugem, na safra 2022/23, há 119 relatos da doença e a ferrugem está presente em nove estados brasileiros, sendo 79% das ocorrências em lavouras comerciais na fase de enchimento de grãos.

Na mesma época, na safra passada, havia 59 relatos, porém, as condições climáticas eram diferentes – menor volume de chuvas na região Sul do País, Mato Grosso do Sul e Paraguai – o que reduziu a ocorrência da doença.

A pesquisadora Cláudia Godoy, da Embrapa Soja, explica que a ferrugem está favorecida pelas chuvas bem distribuídas ao longo desta safra. “Em regiões em que as chuvas estão regulares, a doença é mais comum quando ocorre falhas de aplicações de fungicidas ou os fungicidas utilizados têm baixa eficiência para o controle da ferrugem”, explica Godoy.

De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), mais de 50% das lavouras estão em fase de enchimento de grãos (após R5), situação onde a doença causa menos dano. Godoy afirma que o potencial de dano da ferrugem-asiática é maior nas lavouras ainda em estádio vegetativo, floração e formação de vagens, que recebem maior quantidade de inóculo do fungo das áreas semeadas mais cedo.

“Permanecendo as condições favoráveis para a doença, as lavouras mais atrasadas irão necessitar de aplicações com fungicidas com alta eficiência para o controle da doença”, alerta. “Mesmo os produtos mais eficientes para o controle devem estar associados ao uso de fungicidas multissitios, à medida que aumenta o inóculo da ferrugem nas regiões”, comenta.

A comparação da eficiência de fungicidas registrados e em fase de registro para o controle da ferrugem-asiática vem sendo feita em experimentos em rede, realizados desde a safra 2003/2004, no Brasil. Os fungicidas são avaliados individualmente, em aplicações sequenciais, em semeaduras tardias, para determinar a eficiência de controle. Os resultados mais recentes sobre a eficiência dos fungicidas para controle da ferrugem podem ser acessados na publicação Eficiência de fungicidas para o controle da ferrugem- asiática da soja, Phakopsora pachyrhizi, na safra 2021/2022: resultados sumarizados dos ensaios cooperativos

Outras doenças da soja na safra 22/23 – A pesquisadora da Embrapa relata ainda a ocorrência de outras doenças nessa safra. Nas regiões do Cerrado, por exemplo, onde vem ocorrendo boa distribuição de chuvas nas semeaduras iniciais, tem-se observado alta incidência de mancha-alvo. Além disso, na região Sul, há relatos de mofo-branco nas regiões mais altas com temperaturas mais amenas e em períodos de menor precipitação a presença do oídio.

Da Embrapa Soja

Janaina sobre o bolsonarismo: “Desgraçaram o País e não conseguem ver ou assumir a própria burrice”

A advogada que redigiu o texto do Golpe de 2016, a candidata a senadora derrotada nas eleições de 2022, afirmou que “a falta de visão do bolsonarismo é tal, que nem quando alguém defende seus direitos mais básicos, eles conseguem entender

A falta de visão do bolsonarismo é tal, que nem quando alguém defende seus direitos mais básicos, eles conseguem entender. É triste! Desgraçaram o País. Estão desgraçando a própria vida e a de suas famílias e não conseguem ver, ou assumir, a própria burrice”, afirmou no Twitter a autora do texto do Golpe de 2016, a também deputada Estadual e candidata derrotada ao Senado Federal, nas eleições de 2022, Janaina Paschoal.

Ainda me xingam! Resgatem tudo que escrevi! Quantas vezes alertei que Bolsonaro iria perder, por só ouvir os radicais? Depois do resultado, quantas vezes aconselhei seus apoiadores a voltarem para suas casas? Por que me agridem? Por não quererem admitir que eu estava certa?“, disse, se sentindo uma voz importante a ser ouvida.

Urbs Magna

Bolsonaro, recordista mundial de pedidos de impedimento!

“Se pedido de impeachment fosse tijolo, seu pai era a muralha da China, miliciano vagabundo”, diz Janones a Eduardo Bolsonaro”

Invertida do deputado mineiro contra o deputado paulista se deu após tuíte em que o filho do ex-presidente comentou segundo pedido de impeachment contra Lula, recebido pela Câmara dos Deputados.

Urbs Magna

Lula recebe hoje a visita do Chanceler da Alemanha

O chanceler alemão Olaf Scholz chega hoje (30) ao Brasil e terá encontros com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com delegações de empresários. 

Segundo a Embaixada da Alemanha, a viagem de Scholz incluiu, também, Argentina e Chile, visando enfatizar a importância da América do Sul para o governo alemão.

O presidente Lula disse que a relação de amizade e cooperação entre os dois países seria retomada.

Hoje recebo o chanceler da Alemanha, @OlafScholz

. Vamos trabalhar para retomar uma relação de amizade e cooperação entre nossos países, para desenvolvimento sustentável, investimentos e geração de empregos.

Chega de piratas na profissão de jornalista!

Da jornalista Hildegard Angel, no Twitter:

A atividade jornalística tem que voltar a ser regulada e os diplomas e registros exigidos. Não é para criar dificuldades, é para evitar que qualquer irresponsável se aproprie da denominação “jornalista”, e usando dessa condição saia por aí pregando golpe, motim, etc, como ocorre.

Desembargador manda Saúde recontratar 1,7 mil cubanos no Mais Médicos.

Desembargador manda Saúde recontratar 1,7 mil cubanos no Mais Médicos

© REUTERS/Fernando Medina

O governo de Cuba decidiu deixar o programa social em 2018, citando declarações “depreciativas e ameaçadoras” do então presidente eleito Jair Bolsonaro (PL) sobre a presença dos médicos cubanos no Brasil.

O desembargador Carlos Augusto Pires Brandão, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília, decidiu que a União deve recontratar mais de 1,7 mil médicos cubanos que participaram do programa Mais Médicos.

O governo de Cuba decidiu deixar o programa social em 2018, citando declarações “depreciativas e ameaçadoras” do então presidente eleito Jair Bolsonaro (PL) sobre a presença dos médicos cubanos no Brasil.

Com o rompimento do acordo, os profissionais que faziam parte do 20º ciclo do programa precisaram voltar ao país de origem. O grupo é o único que não pode renovar o contrato com o governo brasileiro.

Brandão determinou que os médicos tenham o contrato de trabalho renovado por um ano. O desembargador deu dez dias para o Ministério da Saúde apresentar um plano de reincorporação dos profissionais.

A decisão cita a crise humanitária vivida pelo povo Yanomami. Na avaliação do desembargador, o programa vai ajudar a implementar ações de saúde pública urgentes nas comunidades indígenas. “Há estado de emergência de saúde pública declarado, decretado por intermédio do Ministério da Saúde”, aponta a decisão.

O Mais Médicos foi criado em 2013, no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), para atender regiões carentes sem cobertura médica. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já havia sinalizado interesse em retomar o programa.

A decisão judicial atendeu a um pedido da Associação Nacional dos Profissionais Médicos Formados em Instituições de Educação Superior Estrangeiras e dos Profissionais Médicos Intercambistas do Projeto Mais Médicos para o Brasil (Aspromed).

Para o coordenador jurídico da entidade, Humberto Jorge Leitão de Brito, a decisão corrige uma “injustiça” e “observa o caráter humanitário do projeto”.

“Os profissionais intercambistas atuam, em sua grande maioria, em regiões de difícil acesso, onde a presença de um médico para prestar a assistência primária para a população se faz ainda mais necessário. É o caso das localidades onde vive o povo Yanomami, que têm passado por uma crise sanitária gravíssima”, defende.

Terceira guerra mundial e o fim do mundo se aproximam.

Terceira Guerra Mundial: o que pode acontecer? - Brasil Escola

Um general de quatro estrelas da Força Aérea dos Estados Unidos disse em um memorando que seu instinto lhe diz que o país vai entrar em guerra contra a China nos próximos dois anos, comentários que funcionários do Pentágono disseram não ser consistentes com as avaliações militares norte-americanas.

“Espero estar errado”, escreveu o general Mike Minihan, que chefia o Comando de Mobilidade Aérea, à liderança de seus cerca de 110 mil membros. “Meu instinto me diz que vamos lutar em 2025.”

A carta era datada de 1º de fevereiro, mas havia foi enviada na sexta-feira.

As opiniões do general não representam a visão do Pentágono, mas mostram preocupação nos mais altos escalões militares dos EUA sobre uma possível tentativa da China de exercer controle sobre Taiwan, que Pequim reivindica como parte de seu território.
Tanto os EUA quanto Taiwan, um importante polo global de produção de chips, realizarão eleições presidenciais em 2024, potencialmente criando uma oportunidade para a China realizar uma ação militar, escreveu Minihan.

“Esses comentários não são representativos da visão do departamento sobre a China”, disse uma autoridade militar dos EUA.

O secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, disse no início deste mês que duvidava seriamente que o aumento das atividades militares chinesas perto do Estreito de Taiwan fosse um sinal de uma invasão iminente da ilha por Pequim.

A China intensificou pressão diplomática, militar e econômica nos últimos anos para Taiwan aceitar o governo de Pequim. O governo de Taiwan diz que quer a paz, mas que vai se defender se for atacado.

Em resposta a um pedido de comentário, o brigadeiro-general da Força Aérea, Patrick Ryder, disse em comunicado que a competição militar com a China é um desafio central.

“Nosso foco continua sendo trabalhar ao lado de aliados e parceiros para preservar um Indo-Pacífico de paz, livre e aberto”, disse ele.

Costa do Descobrimento: suspeito de duplo homicídio de indígenas presta serviço de segurança privada.

Foto: Divulgação/SSP

Um suspeito de participar do duplo homicídio dos indígenas Samuel Cristiano do Amor Divino, 21 anos, e Nauí Brito de Jesus, 16, é procurado, neste sábado (28), por equipes da Força Integrada (FI) de Combate a Crimes Comuns envolvendo Povos e Comunidades Tradicionais da Secretaria da Segurança Pública.

O homem, que está com prisão decretada, atua no Extremo Sul da Bahia, prestando serviço de segurança privada. Em um imóvel utilizado por ele, na zona rural de Porto Seguro, os policiais apreenderam armas, celulares, rádios comunicadores, entre outros dispositivos eletrônicos.

“Estamos com equipes espalhadas pela região buscando o foragido que possui mandado de prisão temporária”, contou o titular da 23a Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), delegado Moisés Damasceno.

O comandante do 8° Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Alexandre Costa de Souza, acrescentou que unidades territoriais e especializadas da PM atuam em conjunto promovendo varreduras. “O patrulhamento segue reforçado na região por tempo indeterminado”, completou.

PGR opina contra suspensão da posse de 11 deputados eleitos

Sede da Procuradoria-Geral da República

Imagem de José Cruz, da Agência Brasil

Parecer foi enviado ao STF nesse sábado (28)

A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ontem (28) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer para manter a posse de 11 deputados federais eleitos no dia 1º de fevereiro.

O documento é assinado pelo subprocurador Carlos Frederico Santos e foi motivado por uma petição feita ao Supremo por advogados do Grupo Prerrogativas. Os membros da entidade acusam os deputados eleitos em 2022 de incitarem os atos antidemocráticos de 8 de janeiro por meio de postagens nas redes sociais.

O pedido envolve os deputados Dr. Luiz Ovando (PP-MS), Marcos Pollon (PL-MS), Rodolfo Nogueira (PL-MS), João Henrique Catan (PL-MS), Rafael Tavares (PRTB- MS), Carlos Jordy (PL-RJ), Silvia Waiãpi (PL-AP), André Fernandes (PL-CE), Nikolas Ferreira (PL-MG), Sargento Rodrigues (PL-MG) e Walber Virgolino (PL-PB).

No parecer, o subprocurador da República afirma que o pedido deve ser rejeitado pelo ministro Alexandre de Moraes, relator da petição, por falta de legitimidade jurídica para pleitear a suspensão da posse dos parlamentares.

“Não se pode olvidar que são legitimados para ajuizar o recurso os partidos políticos, as coligações, os candidatos e o Ministério Público. Logo, os requerentes não detêm legitimidade para postular qualquer recurso sobre a diplomação”, afirmou Santos.

A posse dos deputados e senadores eleitos será realizada na quarta-feira (1º) e contará com reforço na segurança. A Polícia Legislativa detectou diversos riscos durante a cerimônia, como “invasão em áreas não autorizadas, a tomada de refém, a presença de atirador ativo, ameaça de explosivo e ainda, a sabotagem em infraestruturas críticas”.

Carro atinge poste e três pessoas ficam feridas, em Luís Eduardo.

Na tarde de ontem, sábado, 28, por volta das 16h, o condutor de um veículo Renault Clio colidiu seu veículo contra um poste de energia na Avenida JK, no bairro Jardim Europa, em Luís Eduardo Magalhães, deixando três ocupantes feridos.

Segundo informações extra-oficiais, o condutor ao tentar desviar de um buraco, acabou perdendo o controle da direção, rodando na pista, vindo a colidir no poste de energia elétrica.

O poste e o veículo tiveram danos materiais e as três vítimas feridas foram socorridas por equipes do SAMU e encaminhadas para a UPA.

Fonte: Redação do Blog do Sigi Vilares

Flávio Bolsonaro sobre o Pai: “Pode não voltar ao País!”

Durante participação em um evento em que o PP e o Republicanos oficializaram apoio à candidatura do ex-ministro Rogério Marinho (PL-RN) neste sábado (28), o senador Flávio Bolsonaro disse que não há previsão de retorno do ex-presidente Jair Bolsonaro para o Brasil.

“Não tem previsão, ele que sabe. Pode ser amanhã, pode ser daqui a seis meses, pode não voltar nunca, não sei. Ele está desopilando. Você nunca tirou férias, não?”, disse.

Durante o evento, o filho do ex-presidente ainda foi questionado se o presidente estava sozinho, e afirmou que não tem conhecimento das pessoas que estão com Bolsonaro, mas que “com certeza são pessoas próximas a ele”.

Com tanto país bom para morar, como Bielo Rússia, Ucrânia, Turquia, Emirados Árabes, Afeganistão, Irã, Arábia Saudita e até Tuvalu, para que Jair voltaria ao Brasil? Por causa de Michelle não seria, porque ela não quer vê-lo pintado de ouro e ele projeta toda a sua misoginia na moça. Nos honre com o seu silêncio e com sua ausência, sr. Messias de araque! Agora a liderança do gado está com a Michelle e com o Valdemá.