
Em Luís Eduardo, Advogado é condenado a pagar multa, solidariamente, por litigância de má-fé.
A mulher alegava que a negativação de seu nome no serviço de proteção ao crédito seria indevida, já que o débito seria inexistente e fruto de falha na prestação do serviço. Mas o juiz Claudemir da Silva Pereira considerou que a ré demonstrou a legitimidade do crédito por meio de farta documentação.
O magistrado lembrou que o advogado da causa já havia ajuizado outras ações artificiais na mesma vara, todas negando dívidas e pedindo indenização — atualmente existem 63 processos do advogado tramitando nos juizados baianos. Segundo o juiz, a peça da vez era genérica, padronizada, idêntica aos outros processos em curso e não contemplava minimamente as especificidades do caso.
De acordo com ele, a exordial não especificava o caráter compensatório da indenização, não demonstrava a extensão do dano e não abordava a capacidade econômica das partes nem a extensão da culpa da ré.
“Não se preocupou o causídico, ou a própria consumidora, em diligenciar sobre a existência, ou não, da dívida junto à empresa responsável pelas restrições creditícias envolvendo o nome do seu cliente, datas, valores, produtos etc.”, ressaltou.
O advogado sequer teria substituído os dados da petição, já que se referia à comarca como se pertencesse ao estado de Goiás, e afirmava que a sua cliente residiria em Santo Antônio do Descoberto (GO). Para o juiz, seria “inusual” o fato de o advogado contratar clientes em locais muito distantes de seus escritórios.
“Sendo o mesmo advogado e, sem escritório nesta comarca, insistindo nestas diversas lides, que demonstram sim a prática da advocacia predatória, com lide artificial e temerária, patente a má-fé, acredito que não é justo, desta forma, somente penalizar a parte, a consumidora, a demandante, que não sabe bem o que pode acontecer de uma aventura jurídica”, concluiu o juiz. A multa determinada foi de 9% do valor atualizado da causa.
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Acidente na BR 242 causa cinco vítimas fatais.


Na manhã desta sexta-feira, 30, por volta das 9h, ocorreu uma colisão grave envolvendo uma ambulância, uma carreta e um carro de passeio na BR 242, próximo ao Cerradão, no município de Barreiras.
Segundo informações preliminares, com o forte impacto os dois veículos saíram da pista. O carro de passeio ficou bastante destruído e as primeiras informações seriam cinco óbitos e vítimas presas nas ferragens.


Duas equipes do SAMU estão no local. A Polícia Rodoviária Federal foi acionada para registrar o acidente.
Reportagem de Jadiel Luiz / Blog do Sigi Vilares
Vai ter golpe?
Artigo de Eliane Brum* para El País.
“O que você acha? Vai ter golpe ou não?”. Esta é a pergunta recorrente, do sul ao norte do Brasil. Diferentes grupos têm marcado reuniões privadas pela Internet para debater o assunto. Encontros virtuais com a família, a versão pandêmica do famoso almoço de domingo, desde a eleição de 2014 mais perigoso do que um vidro inteiro de pimenta malagueta, foi tomado pelo tema. Eu mesma ouço essa pergunta várias vezes por dia. Há pessoas respondendo a convites internacionais com um texto padrão: “Atualmente, a média de mortes por covid-19 no Brasil é de mais de 1000 por dia, a variante Delta está se espalhando pelo país, a vacinação é lenta e Jair Bolsonaro pode dar um golpe a qualquer momento. Assim, torna-se difícil confirmar minha presença com tanta antecedência. O mais prudente seria confirmar o mais perto possível da data….”. Quando se torna corriqueiro falar sobre a possibilidade de um golpe de Estado e planejar os dias já incluindo essa “variável” é porque o golpe já está acontecendo —ou, em grande medida, já aconteceu. O golpe já está.
Já sabemos como morrem as democracias, é assunto exaustivamente esmiuçado nos últimos anos. Mas precisamos compreender melhor como nascem os golpes. A morte de uma e o nascimento do outro são parte da mesma gestação. Os golpes não acontecem mais como no século 20, ou não acontecem apenas como no século 20. Tenho trabalhado com o conceito de crise da palavra para analisar as duas primeiras décadas do século 21 no Brasil. Me parece claro que o estupro da linguagem é parte fundamental do método. Não apenas um capítulo do manual, mas uma estratégia que o atravessa inteiro.
Escrevo há mais de um ano que o golpe de Bolsonaro está em curso. O golpe de fundo começou antes de Bolsonaro assumir o poder no Brasil e se realiza e aprofunda a cada dia de Governo. Se o caso brasileiro é o mais explícito, a formulação atual dos golpes de Estado pode ser percebida em diferentes partes do globo, de Donald Trump, nos Estados Unidos, a Viktor Orbán, na Hungria. É importante perceber isso porque, se não o fizermos, não teremos como barrá-los.
No caso dos Estados Unidos, é verdade que, no último momento, as instituições, muito mais sólidas do que em qualquer outro país das Américas, mostraram-se capazes de impedir a tentativa de golpe de Trump. Mas também é verdade que, mesmo com Joe Biden no poder, o trumpismo cumpriu o objetivo de produzir um impacto profundo sobre a estrutura do país, impacto que segue ativo. Conseguiu, principalmente, produzir uma imagem, corrompendo a linguagem da democracia americana para sempre ao realizar o impensável, na cena da invasão do Capitólio. A porta agora está aberta.
No Brasil, o esgarçamento da linguagem é muito anterior à eleição de 2018, aquela que formalmente colocou a extrema direita no poder. É possível localizar pelo menos três momentos decisivos para o impeachment de Dilma Rousseff (PT), apontado por grande parte da esquerda como um golpe “branco” ou “não clássico”. Quando a presidenta é chamada de “vaca” e de “puta” em estádios de futebol, na Copa de 2014; quando, em 2015, um adesivo com sua imagem de pernas abertas se populariza nos tanques de combustível dos carros, de forma que a mangueira a penetre, simulando um estupro; e, finalmente, em 2016, durante a sessão que aprova a abertura do impeachment, em que Jair Bolsonaro, então deputado, dedica seu voto ao torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra, “o pavor de Dilma Rousseff”.
Ao evocar a tortura da presidenta durante a ditadura civil-militar (1964-1985), Bolsonaro a tortura mais uma vez, cometendo o crime (artigo 187 do Código Penal) de apologia à tortura, e conecta explicitamente os dois momentos históricos, o da ditadura e o do impeachment, expondo a ruptura democrática que os une. “Puta” e “vaca” na boca da massa espumando ódio (e também de algumas jornalistas), estuprada na traseira dos carros da classe média, torturada mais uma vez pelo elogio à sua tortura feito por Bolsonaro em pleno parlamento. Depois disso, qual seria a dificuldade de arrancar Rousseff do poder? Se tudo isso já tinha sido aceito como “normal”, qual seria o empecilho para aceitar o impeachment?
É isso que chamo de estupro, corrosão ou esgarçamento da linguagem. A preparação do golpe é primeiro um investimento nas subjetividades. Pela capacidade de viralização dos discursos nas redes sociais, assim como pela velocidade na produção e reprodução de imagens na Internet, a sociedade vai “aceitando” o inaceitável. Em seguida, passa a assimilá-lo —e finalmente a normalizá-lo e até mesmo a reproduzi-lo. Aquilo que até então era considerado regra básica de civilidade, fundamental para permitir a convivência, é convertido em “politicamente correto” —e o politicamente correto passa a ser maliciosamente tratado como “censura” ou “cerceamento da liberdade”. Quando o golpe formalmente se efetiva, o inaceitável já está aceito e internalizado.
O mesmo fenômeno permitiu a Bolsonaro executar seu plano de disseminação do coronavírus, espalhando mentiras para atacar primeiro as máscaras e o isolamento físico, depois as vacinas, resultando (até agora) em mais de 550.000 mortos. Afirmando publicamente, como figura pública máxima, o inconcebível, Bolsonaro tornou corriqueiro milhares de pessoas desaparecem da vida da família e do país a cada dia. Hoje, a média atual de mil mortes por dia, depois de já ter ultrapassado 4.000, é motivo de comemoração. Pelo mesmo esgarçamento da linguagem, Bolsonaro tornou possível a volta dos militares ao poder em um país ainda traumatizado pelos torturadores nas ruas, assim como a rearticulação da direita que sustentou a ditadura militar no passado. Ao romper os limites primeiro no discurso, ele abre espaço e prepara o terreno para o ato.
É também pela corrosão da linguagem que, aperfeiçoando o roteiro de Trump, Bolsonaro se prepara para 2022, atacando o sistema eleitoral para contestar a eleição em que poderá ser derrotado. Quando a eleição chegar, a repetição do discurso de fraude já terá corrompido a realidade. Nessa operação sobre a subjetividade coletiva, a fraude acontece antes, fazendo com que o que efetivamente acontecerá na eleição, o voto, não importe. É assim que o direito constitucional de eleger o presidente do país vai sendo roubado de mais de 200 milhões de brasileiros sem nenhum tanque na rua. A narrativa da fraude se infiltra e se realiza nas mentes antes de qualquer ato, descolando-se dos fatos. O que importa é a crença na fraude. Que ela não se comprove porque não aconteceu não faz a menor diferença. “Acreditar se tornou um verbo muito mais importante do que “provar” —e essa distorção é apresentada como virtude. O principal papel de figuras como Bolsonaro e outros, e antes deles Trump, é pronunciar o impronunciável, abrindo um caminho subjetivo para a concretização do assalto ao sistema democrático.
A corrosão da linguagem culmina com a corrosão da própria verdade. Este é o ataque final ao “comum”. Já vimos outros bens comuns essenciais para a vida da nossa e de outras espécies —como ar puro e água potável, por exemplo— serem privatizados, mercantilizados e reembalados para a minoria que pode pagar por eles. A estabilidade do clima, outro bem comum, foi destruída. Os novos velhos golpistas fizeram —e seguem fazendo— o mesmo com o conceito compartilhado de verdade. Assim como acontece com os teóricos da conspiração nos Estados Unidos e em suas versões brasileiras, a autoverdade —ou o poder auto-ortorgado de escolher a verdade que mais convém ao indivíduo ou ao grupo— se torna mais “real” do que os fatos. De certo modo, é um retorno a um tipo de teocracia. No caso, a “verdade” é corrompida e controlada pelos sacerdotes deste novo tipo de seita.
Obviamente, a verdade se afirma e acaba por se impor no plano da realidade, como a emergência climática acabou de demonstrar, colocando países como a Alemanha debaixo d’água e deixando o Canadá mais quente do que o deserto do Saara. Mas, enquanto isso, charlatões como Bolsonaro e outros provocam uma destruição acelerada do comum que, em grande parte, é irreversível, comprometendo não só o futuro das novas gerações, mas também o presente.
Bolsonaro é protagonista, sim, mas é também instrumento. Conhecido como uma metralhadora giratória de asneiras violentas e violências boçais durante seus sete mandatos no parlamento, seu “dom” foi instrumentalizado. A destruição do tecido social por uma operação na linguagem aposta nas chamadas “guerras culturais”. É na desumanização dos negros, das mulheres, dos LGBTQIA+ que começa o ataque. É na chamada “pauta dos costumes” que a violência vai sendo formulada como se fosse seu oposto. Quando Bolsonaro afirma preferir um filho morto em acidente de trânsito a um filho gay, por exemplo, ele coloca a abominação na homossexualidade, encobrindo a abominação que é sua afirmação. O inaceitável é ser gay —e não defender a morte de gays. O inaceitável é o aborto de um embrião —e não a morte de uma mulher com história e afetos por complicações em procedimentos sem cuidado. E assim por diante. A cada afirmação de extrema violência, Bolsonaro foi destruindo o conceito de inviolabilidade da vida e normalizando a destruição dos corpos. A principal função de figuras como Bolsonaro é tornar tudo possível —primeiro na linguagem, em seguida no ato.
Neste momento, Bolsonaro já cumpriu sua missão maior, o que pode eventualmente torná-lo descartável. Ele claramente vai se tornando um incômodo para os grupos que agora mais uma vez se rearticulam e que, com ele, conquistaram avanços inimagináveis até então, como os próprios militares, os representantes e lobistas do agronegócio, os evangélicos de mercado e o campo da direita. Assim como Fabrício Queiroz se tornou descartável e um incômodo para a quadrilha familiar dos Bolsonaro, ele mesmo se torna perigoso para os articuladores do projeto maior, que o reconhecem como uma peça importante do jogo, mas jamais como o dono do tabuleiro. Muito vai depender da capacidade de Bolsonaro se adequar, uma capacidade que nele parece inexistente. Suspeito que é esta parte de seu próprio fenômeno que Bolsonaro não compreende. Ao miliciarizar o Governo central, acreditou que estava no comando absoluto.
As democracias morrem por muitas razões, na minha opinião a mais importante delas é o fato de serem seletivas, em diferentes graus: só funcionam para determinada parcela da sociedade, deixando outras de fora. As democracias morreriam então pela corrosão provocada pela sua própria ausência. Ou morreriam pelo tanto de arbitrariedade com que são capazes de conviver. No Brasil, o nível de exceção que a minoria dominante da sociedade é capaz de tolerar é uma enormidade. Desde que as arbitrariedades sejam contra os pretos e contra os indígenas, contra as mulheres e contra os LGBTQIA+ está tudo “dentro da normalidade”. A possibilidade de as forças de segurança do Estado derrubarem portas, invadirem casas e executarem suspeitos e não suspeitos nas periferias e favelas urbanas durante todo o período democrático é, sem dúvida, o exemplo mais evidente do caso brasileiro.
As ditaduras nascem em diferentes tempos e espaços. Assim como as parcelas da sociedade beneficiadas pela democracia convenceram-se durante décadas de que viviam numa democracia, mesmo sabendo que grande parte da população era submetida a uma rotina diária de arbitrariedades, estas mesmas parcelas têm hoje dificuldade para enxergar que a ditadura já está consolidada em várias partes do Brasil, onde pessoas precisam abandonar suas casas para não morrer e as forças de segurança e o judiciário estão a serviço dos violadores. Hoje, nas áreas “nobres” das capitais e cidades, os ataques autoritários usam o judiciário e a Polícia Federal para se realizar, como nas recentes ofensivas a colunistas da imprensa tradicional, a mais recente delas contra Conrado Hübner Mendes, colunista da Folha de S. Paulo e professor da prestigiosa faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Há outras partes do Brasil em que os ataques são a fogo e bala, como na floresta amazônica, onde casas de indígenas como Maria Leusa Munduruku são queimadas e lideranças camponesas como Erasmo Alves Theofilo têm a cabeça a prêmio. Na floresta e nas periferias urbanas, corpos humanos tombam sem provocar alarde e as execuções pelas forças policiais explodem.
A percepção de golpe se alastra quando os que não costumam ser atacados passam a ser atacados, no Brasil a minoria branca e mais rica. É uma percepção legítima, porque é ela que mostra que o tecido social se rasgou em partes consideradas até então intocadas e intocáveis. A quebra destes limites sinaliza que outras forças se moveram, ameaçando o precário equilíbrio mesmo dos mais privilegiados. Em 2017, ao testemunhar a execução de um morador de rua pela polícia no bairro nobre de Pinheiros, a classe média se mobilizou para denunciar e protestar, celebrando uma missa na simbólica Catedral da Sé. Era ainda o Brasil de Michel Temer (MDB), mas a ditadura foi largamente lembrada. Ali, o “limite” estabelecido pela lei não escrita de que o Estado pode executar pessoas, mas apenas em bairros de periferia, havia sido rompido. A quebra demandava reação, pelas melhores razões e também para impedir que a violência policial rompesse outro limite e o próximo a tombar fosse alguém que habitasse não as ruas, mas os apartamentos e casas com um dos metros quadrados mais caros da cidade.
Ao se infiltrar no imaginário coletivo, o debate do “será que vai ter golpe” cumpre ainda outra função estratégica: a de interditar e ocupar o espaço do debate urgente do impeachment de Bolsonaro. Sobre isso, há um flagrante assalto à linguagem, ao normalizar o fato de Arthur Lira (Progressistas), o corrupto presidente da Câmara de Deputados, ter seu traseiro esparramado sobre mais de 120 pedidos de impeachment ou sobre o superpedido de impeachment. Pela repetição, a crítica legítima a Lira vai se esvaziando e passa a se assimilar que assim é: a mobilização da sociedade pela democracia, traduzida em pedidos de impeachment mais do que legítimos, é pervertida e usada como instrumento de chantagem do Centrão para tomar os cofres públicos. Sempre que aceitamos o abuso de poder e de função como inevitável, acostumando-nos às arbitrariedades, o golpe avança.
Hoje, com Bolsonaro, vários limites foram ultrapassados. Limites que, mesmo para um país de marcos civilizatórios tão elásticos como o Brasil, até bem pouco tempo atrás seria impensável tê-los rompido. Quando o assunto principal é se haverá golpe ou não, tema abordado com a mesma naturalidade do aumento do preço do feijão, o último jogo do Corinthians ou a mais recente série da Netflix, o que resta de democracia? O golpe já pedalou a linguagem, infiltrou-se no cotidiano e está ativo. O golpe já foi dado. A dúvida é só até onde ele será capaz de chegar.
Eliane Brum é escritora, repórter e documentarista. Autora de sete livros, entre eles Brasil, Construtor de Ruínas: um olhar sobre o país, de Lula a Bolsonaro (Arquipélago).
Acontece neste sábado, dia 31 de julho, o evento esportivo online ‘Jogos da Saúde’.
No próximo sábado (31), os amantes do esporte poderão assistir de casa, tanto pelo Youtube ou ouvir pelas ondas do rádio, o evento online ‘Jogos da Saúde’, uma realização da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Esportes, com o apoio da Mundial FM.
A prática de esporte é fundamental para a imunidade e com a flexibilização das atividades esportivas coletivas, a Prefeitura resolveu realizar amistosos entre algumas modalidades.
O momento ainda não permite público, mas quem não perde uma competição, poderá acompanhar no conforto de sua casa. Serão mais de cinco horas de transmissão ao vivo.
“Estamos muito felizes em retomar aos poucos as atividades coletivas, sabemos o quanto os nossos atletas estavam ansiosos para esse momento”, comentou a diretora de Esporte, Vania Cenci.
Para o prefeito Junior Marabá, todo o evento foi pensado visando a segurança dos participantes. “Estamos seguindo diversos protocolos de segurança, para que todos estejam seguros e que o show possa continuar”, disse.
Confira a programação:
14h30 – Abertura
14h45 – Basquete 3X3
15h – Basquetebol
15h50 – Handebol
16h30 – Futsal Feminino
17h20 – Futsal Masculino
18h – Voleibol
Diga aí: é mentiroso, charlatão, enganador, farsante, vigarista, gabola ou falso que chama?
O Presidente Provisório mente mais em um dia o que o macaco não pula em um ano.
Bolsonaro deu 1.682 declarações falsas ou enganosas em 2020, aponta relatório de ONG internacional
Um relatório da organização não-governamental Artigo 19, com escritório em noves países, inclusive o Brasil, mostra que o presidente Jair Bolsonaro emitiu 1.682 declarações falsas ou enganosas em 2020, ou seja, mais de quatro por dia. O documento também aponta ataques de Bolsonaro à imprensa e mostra uma queda no nível de liberdade de expressão no mundo em geral e no Brasil: o país obteve apenas 52 pontos numa escala que vai de 0 a 100. O índice é o mais baixo registrado pelo Brasil desde 2010, quando começou a ser calculado pela ONG. As informações fazem parte do “Relatório Global de Expressão 2021”, com dados de 161 países.
De acordo com o documento da ONG, que atua na defesa da liberdade de expressão e acesso a informação, as declarações falsas ou enganosas de Bolsonaro contribuíram para a aumentar o número de casos de Covid-19. A Artigo 19 também fez críticas à falta de transparência nos números da pandemia em alguns países, entre eles o Brasil.
“Em outros casos, a desinformação vem de indivíduos que ocupam posições relevantes — até mesmo chefes de governo, como Jair Bolsonaro — geralmente por meio de contas pessoais, em vez de oficiais, nas redes sociais. Esses indivíduos isolados podem ter um grande impacto na disseminação da desinformação. O presidente dos Estados Unidos [Donald Trump, que estava no cargo em 2020] foi provavelmente o maior impulsionador da ‘infodemia’ de informações errôneas sobre a COVID-19 em língua inglesa”, diz trecho do relatório.
O documento destacou algumas falas de Bolsonaro, como chamar a Covid-19 de “gripezinha”, enquanto “promove discursos antivacinas e anti-isolamento, piorando as taxas de infecção e causando uma crise de informação com discursos altamente polarizados”. Desde janeiro de 2019, quando assumiu o cargo e ainda não havia pandemia, Bolsonaro fez 2.187 declarações falsas ou distorcidas.
O problema da desinformação não se limitou ao Brasil, tendo se espalhado rapidamente nas redes sociais e aplicativos de mensagens de vários cantos do planeta. O tipo mais perigoso, diz o relatório, “tem sido as teorias de conspiração sobre minorias étnicas que espalham a doença e o discurso de ódio, traduzidas em discriminação e violência no mundo real, remédios caseiros espúrios para a prevenção ou cura do vírus e propaganda — tanto por autoridades políticas nacionais quanto estrangeiras”.
Ataques à imprensa
O levantamento aponta ainda 464 declarações públicas de Bolsonaro, seus ministros ou assessores próximos atacando ou deslegitimando jornalistas. “Essas atitudes influenciam as autoridades locais e se manifestam em atitudes, assédio e ações judiciais contra jornalistas. Esse nível de agressão pública não era visto desde o fim da ditadura militar. A crescente hostilidade social contra jornalistas e seus efeitos desencorajadores não devem ser subestimados”, diz o relatório.
Além disso, houve 254 violações no Brasil contra jornalistas e comunicadores em 2020, das quais 123 perpetradas por agentes públicos e 20 constituindo casos graves, como homicídios, tentativas de homicídio e ameaças de morte.
Outro problema foi o aumento no uso da Lei de Segurança Nacional, da época da ditadura militar “como arma contra manifestantes e jornalistas que desafiaram o presidente por sua falta de ação, mesmo com o aumento das evidências do escopo da emergência da Covid-19”.
No mundo todo, 62 jornalistas foram mortos e 274 presos. Os países com mais prisões foram China, Turquia e Egito. “As prisões quadruplicaram de março a maio de 2020, e o assédio e os ataques físicos aumentaram em todo o mundo — do Brasil à Itália, Quênia, Senegal e Nigéria”, diz trecho do sumário executivo do relatório.
Apesar das críticas a Bolsonaro e outros governos mundo afora, o relatório apontou o papel de algumas instituições como freio ao autoritarismo: “Algumas instituições demonstraram resiliência — governos regionais e Congresso foram um contrapeso efetivo no Brasil, enquanto o Judiciário no México bloqueou algumas das iniciativas mais problemáticas de López Obrado [presidente do país].”
Queda global na liberdade de expressão
Na escala de liberdade de expressão, que vai de 0 a 100 e é calculada a partir de 25 indicadores, o Brasil teve 52 pontos. É a pior pontuação da série, que começou em 2010, e é a mesma da Colômbia e do Gabão, ficando logo abaixo do Haiti, que teve 53 pontos. As melhores pontuações foram da Dinamarca e Suíça, com 95, e a pior foi da Coreia do Norte, que zerou. Na América Latina, os melhores resultados foram de Uruguai (92), Costa Rica (89), Argentina (88) e República Dominicana (87).
Em 2010, o Brasil tinha uma pontuação bem melhor: 89. Em 2015, ficou em 86. A primeira grande queda foi em 2016, quando obteve 73 pontos. Em 2017 e 2018, ficou em 66 pontos. Em 2019, nova queda, para 54 pontos. Países que têm entre 40 e 59 pontos entram na categoria de expressão restrita. Já aqueles entre 80 e 100 estão na categoria de expressão aberta, a melhor possível.
“Nos últimos cinco anos, o Brasil deixou de ser um dos países com maior pontuação mundial para ser considerado uma crise de democracia e expressão – e agora também uma crise de saúde pública. O Brasil é a perfeita avalanche contemporânea de problemas de expressão: populismo autocrático, desinformação, desigualdade severa e controle tecnológico. A pandemia consolidou as tendências observadas no último ano”, diz o relatório.
No mundo em geral, o relatório também mostra uma queda no grau da liberdade de expressão e imprensa. Ao todo, 61 países analisados têm pontuação inferior a 40, ou seja, são considerados em crise ou com altas restrições, o que dá 64% da população global. Em 2010, tais pontuações abrangiam 32% da população no mundo. E pelo menos 57 governos usaram a pandemia de Covid-19 como pretexto para limitar a liberdade e a democracia.
O aumento do autoritarismo é atestado por outros índices. Em 2010, 48% da população mundial viviam eu autocracias. Em 2020, passou para 68%. No ano passado, 96 países cometeram violações moderadas ou graves à democracia. Em 29, houve 155 desligamentos da internet. Também foi constatada a diminuição da privacidade e o aumento da vigilância, e um crescimento das demissões e cortes salariais de jornalistas no mundo todo.
Também foram registrados 331 mortes de defensores de direitos humanos, das quais 264 na América Latina. A Colômbia sozinha foi responsável por 53% dessas mortes no mundo todo.
Conteúdo do jornal Extra, editado por O Expresso.
João Leão não quer saber de Bolsonaro no PP, apesar da assunção do Partido ao Governo.
O vice-governador e líder do PP na Bahia afastou hoje a possibilidade de apoiar a inscrição do presidente Jair Messias no Partido. À Globo News, Leão afirmou que o PP é um partido democrático e reiterou que o PP não aceitará alguém que mande nos Progressistas.
O Bolsonaro não virá para o PP. Nós não vamos aceitar que alguém venha para comandar o Partido. Não existe isso dentro do PP. O Ciro Nogueira é um democrata e cada estado vai opinar sobre o fato.
Um amigo, que conhece a tropa de choque do Governo, nem sempre ética ou democrata, me asseverou agora à noite: “Eles vão acabar é arrumando um pijama para Leão”.
No entanto ninguém pode desprezar a longa experiência e a habilidade política de Leão. O que todos os oposicionistas baianos desejam é a ruína do tripé do teodolito, PDS – PP – PT. Mas disso todos os situacionistas estão conscientes, que a sua desunião pode significar o afastamento, depois de 16 anos no poder.
Particularmente, acho que quem deve arrumar um pijama de largas listras horizontais, quando de sua hospedagem nas instalações da Polícia Federal, é o tal Presidente. Mas isso só o futuro irá assegurar.
Frio muda a cara da principal metrópole do País. São Paulo tem menor temperatura do ano.
Os termômetros do Mirante de Santana, estação do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) na zona norte de São Paulo, marcaram 5,2°C às 7 horas da manhã desta quinta-feira, 29. A temperatura oficial é a mais baixa registrada na capital paulista em 2021 e supera o recorde anterior, de 6,3°C, aferido no último dia 20. A previsão é que o frio piore nesta sexta-feira, 30.
A cidade também bateu o recorde de menor temperatura mínima média dos últimos cinco anos, com 4,7°C, segundo a Prefeitura. O tempo frio é resultado de uma massa polar que chegou à cidade nesta terça-feira, 27, e atinge as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do País. Na noite de quarta, ao menos 18 municípios do Rio Grande do Sul registraram neve.
No extremo sul de São Paulo, os termômetros da estação de Engenheiro Marsilac marcaram -0,1°C durante a madrugada, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE). As estações automáticas do órgão municipal aferiram mínima média de 4,7°C na cidade, o menor registro feito desde 2016.
© Alex Silva/Estadão O abrigo emergêncial criado pelo governo do Estado na Estação Pedro II do Metrô recebeu 50 pessoas na noite desta quarta-feira, 28
Ao longo do dia, o sol predomina entre poucas nuvens e a temperatura não deve ultrapassar 13°C. Segundo o CGE, não há previsão de chuva e é esperada umidade do ar em torno de 40%.
O frio intenso continua até o final da semana, com a média da temperatura mínima abaixo dos 5°C durante as madrugadas. Na sexta, a cidade deve atingir um novo recorde de frio, com mínima em torno de 3°C. Em regiões periféricas, como Marsilac, valores negativos são esperados.
Abrigo para população de rua
A noite de quarta foi a primeira da força-tarefa de emergência montada pela Prefeitura de São Paulo para acolher a população de rua devido à frente fria. Cinco tendas foram dispostas em pontos estratégicos da capital para distribuição de sopas, cobertores, agasalhos, kits de higiene e atendimento médico. Além disso, mais de 800 novas vagas foram abertas em abrigos.
A Estação Pedro II do Metrô, no centro, também foi usada para”acolhimento emergencial” durante a noite, abrigando 50 pessoas. A iniciativa do governo do Estado funciona até dia 31 de julho e tem capacidade para atender até 400 pessoas. Exclusivamente masculino, o espaço oferece alimentação, água potável, colchões, cobertores e 20 banheiros químicos entre às 20 horas e às 8 horas.
No Belém, bairro da zona leste, o padre Julio Lancellotti, coordenador da Pastoral do Povo de Rua, abriu a Paróquia São Miguel Arcanjo para proteger desabrigados.
Bolsonarianas: Governo pretende distribuir vale-gás para ajudar nas próximas eleições.

Com o preço do botijão de gás de cozinha nas alturas e diante da resistência da equipe econômica em intervir no mercado, o governo federal estuda a criação de um auxílio voltado para a compra do combustível.
De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, a ideia é conceder um vale à população comprar tem ganhado força entre auxiliares do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
O projeto também faz parte do pacote social que o Planalto quer viabilizar neste ano para entrar em 2022 com rejeição menor.
Ainda conforme o diário paulista, a solução conta com a simpatia do ministro da Economia, Paulo Guedes, que costuma frear projetos do Executivo que envolvem aumento de despesas. A proposta aparece em momento de queda de popularidade de Jair Bolsonaro.
Em Salvador, com o último reajuste em junho, de 5,9% no preço do gás de cozinha, o produto está sendo vendido por até R$ 110, para entrega, e até R$ 100 nas distribuidoras da capital baiana.
Do jornal A Tarde, editado.
Conab realiza operação para contratação de frete de milho para diversos estados.
Milho chega aos criadores do Nordeste.
Nesta sexta-feira (30), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realiza operação para contratação de serviço de frete de milho. O objetivo é remover cerca de 9,3 mil toneladas do produto e garantir o abastecimento aos pequenos criadores cadastrados no Programa de Vendas em Balcão (ProVB).
O milho a ser removido está armazenado no estado de Mato Grosso, em unidades localizadas nos municípios de Vera, Gaúcha do Norte e Sorriso. O destino são os seguintes estados: Rio Grande do Norte (Umarizal, Currais Novos e Natal), Paraíba (João Pessoa), Rio Grande do Sul (Erechim e Marau), Santa Catarina (Campos Novos), Ceará (Russas), Bahia (Itaberaba), além do Distrito Federal (Brasília).
As empresas interessadas em participar do pregão precisam comprovar que sua atividade econômica principal é compatível com o serviço a ser realizado. Elas também devem estar incluídas no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf), no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais da Conab (Sican), entre outras exigências especificadas no edital. Confira os detalhes.
Agora o “passa boiada” do meio ambiente invade as telas.
Fonte: Agência Pública
Brasil Paralelo lança documentários que negam desmatamento e distorcem temática indígena com parcerias com o governo e investimento de ruralista
Por Ethel Rudnitzki, Laura Scofield, Rafael Oliveira
Nos primeiros seis meses de 2021, a Amazônia perdeu uma área de 4.014 km². A taxa de desmatamento registrada pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) é a maior para um primeiro semestre na última década e acompanha a tendência de aumento dos índices desde 2018. A despeito dos números, um documentário lançado em junho, que conta com participação de membros do alto escalão do governo, afirma que há “muito alarde” sobre queimadas e desmatamento na floresta amazônica. Os entrevistados argumentam que um sobrevoo na região demonstra que ela é uma “floresta preservada”.
A responsável pelo filme que nega o cenário atestado por monitoramentos geoespaciais é a empresa gaúcha Brasil Paralelo. A produtora conservadora se coloca como “contrária à ideologização na produção de conteúdo” e é conhecida pelo documentário 1964: O Brasil entre armas e livros, que tenta recontar a história do golpe militar de cinco décadas atrás, além de outras produções apontadas como revisionistas.
Em 2021, a produtora que se pretende uma “Netflix da direita” lançou dois documentários focados nas questões ambiental e indígena: Cortina de fumaça e A esperança se chama liberdade. Investigação da Pública revela que os filmes contam com participação, auxílio e divulgação de integrantes do governo federal, além de investimento de um ruralista que já foi pego em fiscalização contra uso de mão de obra escravizada.
O documentário Cortina de fumaça, disponibilizado no YouTube, baseia-se na tese de que organizações civis e agricultores dos Estados Unidos e de países europeus defendem o meio ambiente porque estariam interessados em frear o crescimento agrícola do Brasil. Já o documentário A esperança se chama liberdade, exclusivo para assinantes da produtora, faz uma defesa da exploração agrícola nos territórios indígenas como se essa fosse uma forma de garantir autonomia aos povos.
Em entrevista exclusiva para assinantes da Brasil Paralelo, o diretor e fundador da produtora, Lucas Ferrugem, afirmou que a empresa “sempre” quis fazer um documentário sobre ambientalismo, mas estava esperando um “timing legal”. O momento esperado chegou, quando são promovidas discussões de projetos de lei (PL) no Congresso Nacional, como o “PL da Grilagem”, o da mineração em terras indígenas, o licenciamento ambiental, além do julgamento da tese do Marco Temporal no Supremo Tribunal Federal (STF).
Questionada, a Brasil Paralelo disse que o timing não foi proposital. “A BP foca em temas perenes com razoável durabilidade no debate público. Por isso buscamos o ‘macro’ da questão que, inclusive, permite compreender melhor os acontecimentos do dia a dia político, jamais o contrário”, disse o diretor de relações institucionais da empresa, Renato Dias. “Com a ascensão da personalidade midiática Greta Thunberg e o aumento nas notícias sobre queimadas na Amazônia, achamos que era um bom momento para entrar na pauta e levar este conteúdo às pessoas”, completou.
Capa do documentário “Cortina de Fumaça” na plataforma de assinantes da Brasil Paralelo
Organização não governamental mais criticada no documentário, o Greenpeace rechaça a narrativa apresentada no filme. “O pseudodocumentário [Cortina de fumaça] faz jus ao nome, ao promover desinformação sobre o desmatamento no Brasil e tentar desqualificar o trabalho de ativistas, de organizações não governamentais e da mídia tradicional, que denunciam a destruição ambiental em curso no país. Tudo isso no momento em que o desmatamento segue descontrolado, as queimadas voltam a atingir níveis recordes e o país fica cada vez mais isolado e sob pressão internacional”, afirmou à Pública a porta-voz do Greenpeace, Carolina Pasquali.
Relações com o governo
“Espero que esse filme chegue principalmente nas pessoas que podem tomar alguma atitude, seja do ponto de vista empresarial ou político”, disse Ferrugem em entrevista ao portal Notícias Agrícolas no dia 30 de junho, depois do lançamento da obra.
Meses antes, na tarde de 7 de maio de 2021, a ministra Damares Alves recebeu em seu gabinete em Brasília quatro integrantes da produtora. A reunião fazia parte das gravações para o documentário Cortina de fumaça, que foi ao ar pouco mais de um mês depois. Cercada por pinturas e artesanatos indígenas, a ministra negou a existência de genocídio indígena – pelo qual o presidente Jair Bolsonaro foi denunciado em pedidos de impeachment e internacionalmente – e falou sobre sua identificação pessoal com a causa. “Nós temos áreas de conflito, mas o povo brasileiro na sua grande maioria ama os povos indígenas”, defendeu em entrevista gravada para o documentário.
Ministra Damares Alves recebeu Brasil Paralelo em seu gabinete em Brasília
Um dia antes, a equipe havia visitado a sede da Funai para entrevistar o atual presidente, Marcelo Xavier. Na conversa, disponível em versão estendida na plataforma da Brasil Paralelo, Xavier defendeu que o indígena deve “alcançar a sua dignidade através do auferimento de renda” proveniente da produção comercial em suas terras.
Também alegou que poucos indígenas morrem por conflitos agrários: “Há casos de indígenas que foram mortos por se envolverem com tráfico de drogas, atropelados, dentre outros casos, e algumas entidades insistem em jogar esses casos como conflitos fundiários”, disse o presidente da Funai, também delegado da Polícia Federal. A afirmação contradiz o levantamento da Comissão Pastoral da Terra (CPT), que demonstra que o assassinato de indígenas por conflitos no campo bateu recorde sob o governo Bolsonaro. Foram registrados nove crimes de homicídio somente em 2019, maior número em 11 anos – o que representou 28% do total de mortes por conflitos no campo no ano, 32. Além dos assassinatos, os indígenas sofreram nove tentativas de homicídio e 39 ameaças de morte, segundo os dados da CPT.
Xavier apareceu também no outro filme lançado pela produtora gaúcha, A esperança se chama liberdade. A produção – realizada pela organização Fé & Trabalho e distribuída pela Brasil Paralelo – acompanhou a agenda do presidente da Funai em viagem à Terra Indígena Sangradouro, da etnia Xavante, para promover o projeto Independência Indígena, criticado pela Associação Xavante Warã em nota de repúdio, mas exaltado na peça.
Cena do documentário “A Esperança Se Chama Liberdade” na qual o presidente da Funai, Marcelo Xavier, aparece
A participação de Xavier nos filmes lançados pela produtora foi facilitada pela assessora de imprensa da Funai, Débora Schuch da Cruz – o que rendeu a ela agradecimentos especiais nos créditos finais de Cortina de Fumaça. Débora acompanhou o chefe na viagem, de acordo com dados do Portal da Transparência, e divulgou o lançamento do filme no site da Funai. “Documentário destaca importância do desenvolvimento sustentável para a autonomia indígena”, enfatiza a manchete.
Os filmes servem de munição política para a administração da Funai. Em reunião com a Associação Nacional de Desembargadores (Andes) no dia 25 de maio, Marcelo Xavier apresentou o trailer do documentário A esperança se chama liberdade, que classificou como “emocionante”. O vídeo foi usado como forma de legitimar os esforços da “Nova Funai” em regulamentar a mineração em terras indígenas (TIs) através do PL 191, em tramitação no Congresso Nacional. A pauta da exploração agrícola e minerária nas TIs foi o tema da maior parte das reuniões do mandatário da Funai em 2021.
Durante a reunião com os desembargadores, Xavier reclamou da alta quantidade de demandas judiciais que estariam atrapalhando o andamento dos trabalhos da Funai e questionou as denúncias feitas por ONGs internacionais. “As pessoas se envolvem nisso e fazem de tudo para inviabilizar o nosso trabalho, e isso é muito triste porque as pessoas não estão vendo o quanto estão prejudicando as comunidades indígenas. Esse vídeo é um exemplo do que nós temos”, disse.
Na semana de lançamento dos documentários, um evento da Comissão de Meio Ambiente da Câmara, presidida pela governista Carla Zambelli (PSL-SP), também indicou o material da Brasil Paralelo como fonte de informação confiável sobre a pauta socioambiental. O antropólogo Edward Luz, convidado para participar de audiência sobre a relação do terceiro setor com o tema, citou Cortina de fumaça ao argumentar que existe uma “agenda internacional que atende as vontades, desejos e caprichos de poderosos grupos econômicos internacionais”. Conhecido como “o antropólogo dos ruralistas”, o consultor parlamentar foi um dos entrevistados para o documentário, por indicação “de uma ministra”, conforme contam os diretores da Brasil Paralelo em live para seus membros assinantes.
Nas redes sociais, ministros, servidores e parlamentares governistas também divulgaram o lançamento dos documentários. “Para descobrir como a mídia usa o setor ambiental e o ministro Ricardo Salles para atacar Jair Bolsonaro, veja ‘Cortina de Fumaça’, o novo documentário da Brasil Paralelo”, publicou Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que já participou de outros filmes da produtora.
Os documentários da Brasil Paralelo foram recomendados também pelo superintendente de Assuntos Indígenas da Casa Civil do governo do Mato Grosso, Agnaldo Santos, que divulgou os dois filmes, clamando por “independência indígena”. O presidente da Associação Xavante Warã, uma das mais importantes do estado, criticou: “O erro dele é só pensar na roça mecanizada. Soja! Que [é] isso? Isso não é política não. Tem grandes erros do governo do estado do Mato Grosso”.
Continue Lendo “Agora o “passa boiada” do meio ambiente invade as telas.”
Gestão de Junior Marabá cumpre a Lei do Magistério, com o pagamento de gratificações.
Houve ainda a mudança de nível e enquadramento dos professores

Com o objetivo de valorizar os professores de Luís Eduardo Magalhães, o governo Junior Marabá vem cumprindo a Lei nº 268 de 2007, de Plano de Cargos, Carreira e Salários do Magistério Público do município.
Os recursos são oriundos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e de recursos próprios. Na nova gestão, estão sendo pagos desde o mês de julho, o valor mensal de R$ 13.928, dividido entre 19 trabalhadores do magistério.
Alguns já tinham direito desde o ano passado. Essa é uma gratificação de estímulo ao aperfeiçoamento profissional, previsto no artigo nº 73 da Lei nº 268. Quando Junior assumiu, ele reuniu a sua equipe de Recursos Humanos, para analisar os títulos dos professores e conceder os benefícios a quem de fato tinha direito.
“Nós sabemos que para uma educação de qualidade, o investimento tem que iniciar primeiramente no professor. Um profissional valorizado, motivado, que recebe o justo pela sua formação, trabalha melhor e consegue passar com qualidade todo o seu conhecimento. A nossa gestão tem o compromisso de honrar os nossos professores e consequentemente os nossos alunos”, destacou.
Enquadramento de 20h para 40h – Mais uma vez, fazendo cumprir a Lei do Magistério, no seu artigo nº 37, através do enquadramento de 20h, para 40h, num valor total mensal de R$ 17.406,94, 11 professores estão sendo beneficiados. São profissionais com mais de cinco anos cumprindo 40h, no entanto, essas 20h eram adicionais. Mudança de nível – Fazendo cumprir o plano de carreira do magistério, 14 professores mudaram de nível sendo: – 03 professores do nível I p/ III (médio p/ graduação); – 08 professores do nível III p/ IV (graduação p/ pós graduação); – 03 professores do nível IV p/ V (pós graduação p/ mestrado); Representando um custo mensal de R$ 9.839 para o Município.
Cidades gaúchas amanhecem congeladas e ainda neva em alguns locais. Frente fria amaina e partir de segunda.
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Depois de uma noite de quarta-feira encantadora para turistas e moradores de diversas cidades do Rio Grande do Sul onde a neve caiu com força, o dia amanheceu com belas paisagens na região da Serra e Campos de Cima da Serra. Apesar da neve ter cessado, os campos amanheceram brancos e com acúmulo de gelo.
Confira as fotos:

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Programa “Meu Lar” já fez vistorias em 50 casas para licitação e reforma.

Uma equipe formada por membros da Secretaria de Trabalho e Assistência Social e da Infraestrutura, vistoriou nesta quarta-feira (28), a casa de número 50, que será beneficiada na Primeira Etapa do Programa ‘Meu Lar’, da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães.
“Estou há seis meses desempregado, passando por um momento difícil. Para construir nossa casa foi uma luta grande, ocorreu esse incidente e agora com a ajuda de vocês vai ser bem melhor, vamos dar a volta por cima. Estamos felizes por receber esse apoio da Prefeitura, para recuperar a nossa vida de novo”, falou esperançoso, Seu Gilvan Santos, de 42 anos.
Segundo avaliação do especialista, o engenheiro Civil, Luis Guilherme Della Costa, a residência vai precisar de uma reforma estrutural. “Essa é uma casa um pouco atípica, porque passou por um incêndio, então ela vai precisar de um pouco mais de cuidado e atenção na hora da reforma. Vamos fazer uma análise mais técnica, mais criteriosa, até para não colocar a equipe em risco e uma reforma que ofereça segurança também aos moradores”, pontuou.
O gerente de Habitação do município, Geazi Nunes, que também acompanhou a visita, falou da concretização do trabalho: “Estamos aqui concluindo as 50 primeiras casas que serão beneficiadas nessa primeira etapa do projeto. A nossa equipe está acompanhada de um profissional de engenharia que está realizando as vistorias, para iniciarmos a licitação”.
De iniciativa da Prefeitura, e capitaneada pela Secretaria de Trabalho e Assistência Social, o ‘Meu Lar’ é uma parceria entre as pastas de Infraestrutura e Governo. O programa é mantido exclusivamente com recursos próprios do município e deve alcançar mais de 500 famílias, com reformas de banheiros, telhados, pisos e garantindo a dignidade às pessoas em situação de vulnerabilidade.
Também participaram da vistoria, a assistente Social, Kelle de Cássia e Raquel Pinheiro.
Nevasca, chuva de gelo e muito frio, ontem, no Sul. Hoje friagem atinge centro-oeste e sudeste.
A cidade de Gramado, no Rio Grande Sul, registrou neve e chuva congelada na tarde desta quarta-feira (28). Segundo informações da prefeitura, a primeira neve do ano na cidade foi registrada no dia 29 de junho. Até a manhã desta quinta (29), persiste a previsão de queda de neve nas Serras Gaúcha e Catarinense.
De acordo com meteorologistas, chuva congelada e neve são fenômenos diferentes. No caso da neve, trata-se de uma precipitação de cristais de gelo translúcidos e brancos, formados pelo congelamento do vapor d’água suspenso na atmosfera, em geral em formato hexagonal. Já a chuva congelada normalmente antecede a precipitação de neve e se assemelha a um granizo pequeno, que cai e salta, podendo fazer barulho.
Em um vídeo disponibilizado no site do Inmet, a meteorologista Morgana Almeida informa que, eventualmente, em áreas de maior altitude, entre os dias 29 e 31, as temperaturas mínimas ficarão entre -6ºC e -8ºC. “Teremos, pelo menos durante três dias consecutivos, temperaturas máximas inferiores a 10ºC na Região Sul”, disse.
O Inmet acrescenta que a presença de um ciclone extratropical no Oceano Atlântico intensificará os ventos no litoral da Região Sul e também favorecerá a incursão de umidade nas serras gaúcha e catarinense.
“A combinação de umidade com o ar frio poderá favorecer a ocorrência de chuva congelada e/ou queda de neve nas áreas de maior altitude”, acrescenta a meteorologista.
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), na manhã de hoje, as estações do instituto já registraram temperaturas baixas (inferiores a 5°C) em praticamente toda a região Sul e no sul do Mato Grosso do Sul, com destaque para 7,8ºC em Bom Jardim da Serra (SC), -5,2°C em São Joaquim (SC), 5,1ºC em General Carneiro (PR), -3,7ºC em São José dos Ausentes (RS), -2,9°C em Campos Novos e Curitibanos, ambas em Santa Catarina.
Possibilidade de neve no Sul do Brasil em 28 e 29 de julho de 2021
As horas mais frias do dia são ao amanhecer, em torno de 7 horas, quando a “geada levanta com vento”. A sensação térmica desse fenômeno e conhecida por todos os gaúchos, catarinenses e paranaenses.
Hoje é dia de renovação de ofertas no Grupo Marabá




Polícia da Paraíba prende miliciano acusado de ordenar morte de Marielle.
A Polícia Civil da Paraíba prendeu, nesta quarta-feira (28), um chefe de milícia acusado de ordenar a morte da vereadora pelo Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL), ocorrida em março de 2018. O nome do detido não foi revelado pelas autoridades, mas trata-se de Almir Rogério Gomes da Silva, chefe da milícia da Gardênia Azul e do Morro do Tirol.
A prisão foi realizada por policiais da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), no município de Queimadas, a cerca de 140 km de João Pessoa. O detido estaria na companhia de outro homem, que também foi preso. A operação atendeu a um pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), que investiga o caso.
Segundo o delegado responsável pelo caso, a operação ainda está em andamento.
A denúncia do MP fluminense, no entanto, se refere a uma outra execução, ocorrida em 12 de outubro daquele mesmo ano, na zona oeste do Rio de Janeiro. Almir, junto com outros três criminosos, teriam assassinado uma pessoa que teve uma briga com a esposa em público durante uma festa, o que não teria agradado aos milicianos.
A relação de Almir com o assassinato de Marielle Franco teria sido revelada por Julia Lotufo, viúva de outro miliciano, Adriano da Nóbrega. Adriano acabou morto em troca de tiros com a polícia no interior da Bahia, no início de 2020, sem ser interrogado pela polícia sobre sua participação no assassinato da parlamentar municipal.
“Parte dos milicianos ligados ao homem capturado em Queimadas hoje foi presa em operações policiais naquele estado. Mas ele, que é um dos chefes desse grupo, conseguiu escapar dessas investidas. Trata-se de um criminoso muito perigoso, com indícios fortes de que estava traficando drogas e planejando ataques a instituições financeiras no nosso estado”, afirmou Diego Beltrão, delegado que coordenou a operação.
Cagadas ‘In Concert’: Governo retira post do armamento.
A Secom (Secretaria de Especial de Comunicação Social), do governo federal, apagou um tuíte publicado nesta manhã com uma foto de um homem armado para celebrar o Dia do Agricultor.
“Hoje homenageamos os agricultores brasileiros, trabalhadores que não pararam durante a crise da Covid-19 e garantiram a comida na mesa de milhões de pessoas no Brasil e ao redor do mundo”, dizia a publicação.
Na entrevista concedida hoje à Rádio Mundial, Bolsonaro voltou a insistir na liberação de armamentos para fazendeiros. Mal sabe ele que fazendeiros de porte não tocam em armas para se defender ou defender suas propriedades. Contratam, como o próprio presidente já fez, milícias armadas. O seu vínculo com as milícias do Rio de Janeiro é claro e profícuo.

Jovem comete suicídio em Luís Eduardo Magalhães
Na manhã desta quarta-feira, 28, um homem identificado como Ailson da Rocha Ramos, de 25 anos, foi encontrado morto, dependurado por uma corda, na área de uma residência, após cometer suicídio em uma residência localizada na Rua Jequié, no bairro Santa Cruz, em LEM.
A Polícia Militar chegou ao local por volta das 11h. De acordo com informações, foi o patrão e colegas de trabalho da vítima que sentiram a falta do rapaz e foram até a residência, onde o rapaz foi localizado.
Amigos lamentaram a morte do jovem. “Ele era evangélico e tinha recém separado, mas não apresentava nenhum problema,” lamentou uma amiga
O corpo foi removido para o IML de Barreiras pelo rabecão, após perícia realizada no local.
Fonte:Reportagem de Weslei Santos/Blog do Sigi Vilares
Aroeira, a respeito da propaganda da SECOM
Vovós participam das atividades do dia dos Avós em Luís Eduardo.

Nesta segunda-feira (26), Dia dos Avós, 70 idosos (devidamente imunizados com a segunda dose contra o Covid-19), que frequentam o Programa de Atendimento à Terceira Idade (PROMATI), de Luís Eduardo Magalhães participaram do ‘Brechó Armário da Vovó’, ação realizada pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Trabalho e Assistência Social, para homenagear os avós.
“Foi uma tarde de brindes, sorteios, dinâmicas. Um dia muito alegre, porque eles ficaram muito felizes e estavam precisando realmente desse momento”, disse a coordenadora do PROMATI, Eliúde Lima.

A titular da pasta, Scheilla Bernardes, participou da mesa de abertura e falou da importância dos avós para a sociedade.
A dona de casa, Maria Célia, de 66 anos parabenizou a iniciativa. “Toda a equipe nos surpreendeu pelo belo trabalho que vem sendo realizado, desde as consultas, até as atividades”, destacou.


Voluntária do Programa, avó de três e quase bisavó, a senhora Maria Alda se disse feliz em participar da organização do evento. “Isso aqui me faz muito bem, me alegra e dá sentido a minha vida”, contou.
‘Operação Sossego’ é intensificada durante final de semana em Luís Eduardo
No último final de semana a Secretaria de Segurança de Luís Eduardo Magalhães e as forças de segurança do município, intensificaram as ações da ‘Operação Sossego’ a fim de combater a poluição sonora noturna.
“Nós intensificamos o patrulhamento nos principais bairros da cidade, para prevenção de crimes e combate a perturbação do sossego, causada por poluição sonora durante o período noturno”, relatou o secretário de Segurança, João Paulo Nascimento.
A ‘Operação Sossego’ também deverá acontecer nos próximos finais de semana.
Durante a Operação do último final de semana diversas pessoas, carros e bares foram abordados pelos agentes.
Resultado da Operação:
– 30 veículos 4 rodas sendo estes;
– 150 pessoas abordadas;
– 11 veículos com som;
– 02 conduções até o DISEP;
– 01 autuação da SUTRANS;
Família do Piauí escapa ilesa após acidente na BR 135, em Barreiras.

No final da madrugada desta quarta-feira, 28, ocorreu um capotamento na BR 135, na altura do Km 171, nas proximidades do contorno viário de Barreiras.
De acordo com informações, no veículo estava uma família que viajava de Brasília para a cidade de Canto do Buriti, no Piauí, com cinco ocupantes a bordo. O motorista perdeu o controle ao passar por uma carga de milho derramada na pista.
O veículo ficou com as quatro rodas para cima. Dos cindo passageiros, um homem e uma mulher foram socorridos por uma ambulância do SAMU para o Hospital do Oeste e passam bem. O motorista sofreu ferimentos leves nas mãos. Dois dos outros ocupantes não se machucaram.
Reportagem de Jadiel Luiz/Blog do Sigi Vilares
Prefeitos decidem criar consórcio para acompanhar e fiscalizar o andamento das obras da Fiol e BR-030.
Encaminhamento foi tirado de encontro realizado em Jequié, com a presença do vice-governador João Leão
Um encontro de prefeitos, realizado em Jequié, no Sudoeste baiano, nesta sexta-feira (23), com a presença do vice-governador João Leão, debateu o andamento das obras da Ferrovia Oeste Leste (Fiol) e da BR-030. Juntos, os dois empreendimentos vão viabilizar o escoamento da produção de grãos e minérios de ferro na Bahia, possibilitando um acréscimo de até 25% à receita do estado. Durante o evento, promovido pela União dos Municípios da Bahia (UPB) e pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual do Planejamento (Seplan), os prefeitos decidiram criar dois consórcios para acompanhar e fiscalizar o andamento das obras nos municípios do traçado da ferrovia e da rodovia. Outro encaminhamento foi a elaboração de uma carta a ser entregue ao Ministério da Infraestrutura, demonstrando a importância econômica do projeto.
O presidente da UPB, Zé Cocá, prefeito anfitrião do evento que reuniu gestores de 33 cidades, destacou a necessidade de um planejamento conjunto das ações dos municípios na defesa da Fiol e BR-030. Ele ressaltou que a criação do consórcio favorece a organização dos prefeitos e a articulação para o andamento da obra, que permitirá a interiorização do desenvolvimento no estado. “Precisamos de um marco, um consórcio para que a gente leve a Fiol à frente. Precisamos avançar mais e nos unir. Não estamos falando de uma simples passagem de trem, mas de uma obra que pode mudar a Bahia”, afirmou ao exaltar que a presença do vice-governador no encontro fortalece a pauta dos municípios.
João Leão comandou uma apresentação de dados levantados pela Seplan para mostrar como a industrialização dos municípios da Bahia pode melhorar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do estado. “A região metropolitana concentra 76% da atividade econômica na Bahia. Se juntarmos com o Litoral Norte, temos 87% da receita do estado concentrada em um território que representa apenas 4,3% da nossa população. Está errado isso, é inconcebível. Precisamos aumentar a receita de todos os territórios. Eu vim aqui cuidar daquilo que a gente pode consubstancialmente fazer para aumentar a receita e o desenvolvimento dos municípios. Para isso, temos essas duas obras fundamentais”, pontuou.
Ao final do evento foi criada uma comissão de prefeitos, que se reúne na próxima terça-feira (27), em Salvador, para configurar a formação dos consórcios. O encontro contou ainda com a presença dos deputados federais Cacá Leão, Leur Lomanto Júnior, Jorge Solla e os deputados estaduais Antônio Henrique Júnior, Eduardo Salles, Fabíola Mansur, Euclides Fernandes, Zé Raimundo, Josafá Marinho e o secretário estadual de Trabalho, Emprego e Renda, Davidson Magalhães.
Olha só o que o Governicho de Bolsonaro pensa que é um agricultor.
Na mão, um fuzil equipado com luneta. É assim que o Governo Federal, através dos fascistas da Secretaria de Comunicação, vê o agricultor. A imagem provocativa não se coaduna com a importante missão da agricultura brasileira. O escárnio, a proposta de confronto, é mais uma do Governo do atraso. Ainda bem que as pesquisas indicam que acaba logo.
Em contraposição, o ex-presidente e pré-candidato Lula da Silva, mandou publicar a foto com a legenda em seu twitter:
“Se não se trabalha na roça, o povo não almoça; se o agricultor não planta, o povo não janta.”
Como disse, o gaúcho Administrador de Empresas, mestre em Administração e Negócios, Milton Rosa, hoje, no Twitter, “as classes de maior renda não estão preparadas para a democracia. Fazem de tudo para que o neoliberalismo funcione, admitem a morte, a fome e a miséria, aceitam ser governados por fascistas, ineptos e ladrões, desde que minimizem o risco de políticas que ataquem a desigualdade!”
No Dia do Agricultor, Abapa lembra que a missão do produtor rural vai além de plantar e colher.

Imagine o que significa alimentar 1,2 bilhão de pessoas no mundo hoje, e saber que precisa produzir, em menos de dez anos, o suficiente para mais quatrocentos milhões? Isso tudo, priorizando a sua própria população, tirando das lavouras não apenas o suficiente para abastecê-la, como fazer isso em abundância: multiplicando por seis, gerando excedente para satisfazer às necessidades do mercado externo, totalizando aqueles 1,6 bilhão de pessoas que dependem desta eficiência produtiva para comer e vestir. E tudo isso, sem subsídios governamentais, com sustentabilidade, e utilizando apenas 10% do seu território.
A responsabilidade do produtor brasileiro é grande. Por isso, ele ganhou um dia no calendário: 28 de julho, Dia do Agricultor. Para celebrá-lo, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) lançou uma campanha comemorativa, lembrando que, para dar conta da sua missão, muitas vezes, o agricultor tem de assumir funções que vão muito além de plantar e colher.
O texto do anúncio e do spot de rádio é uma alusão aos programas, desenvolvidos pelos cotonicultores do Oeste da Bahia, que trazem benefícios para toda a comunidade, seja para esta ou para as próximas gerações: Parabéns a você que alimenta e ajuda a vestir o mundo, mas que também constrói estradas, recupera nascentes, cuida do meio ambiente, gera emprego, renda e desenvolvimento social.
“São tópicos gerais, que podem ser desdobrados em muitos outros, como por exemplo, a qualificação profissional”, diz o presidente da Abapa, Luiz Carlos Bergamaschi, referindo-se ao trabalho desenvolvido pelo Centro de Treinamento da Abapa. Com seus parceiros, a Abapa, através do CT, tem ajudado a desenvolver a carreira de muitos profissionais locais, aumentado sua empregabilidade, pelo oferecimento de cursos gratuitos com foco no mercado regional de trabalho.
Bergamaschi lembra ainda que, muitas vezes, para garantir a eficiência na produção e ajudar o país a cumprir sua missão de grande provedor mundial de alimentos e fibras, os agricultores têm de investir até mesmo na logística.
“É o caso do programa Patrulha Mecanizada, de recuperação de estradas vicinais, que agora passou também a asfaltar estas vias. Por elas trafegam a produção das fazendas e os insumos, conectando as unidades produtivas às rodovias estaduais e federais. Estas obras não atendem apenas aos produtores. Por estas vias passam milhares de pessoas das comunidades locais ou de fora, e a qualificação das estradas se estende a todas elas, trazendo economia de tempo, segurança, conforto e muito mais”, afirma.
As ações de responsabilidade social e ambiental também estão no escopo das ações da Abapa, como o programa de Recuperação de Nascentes, que a entidade desenvolve em parceria com a Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba).
“Cuidar do patrimônio hídrico é essencial para o produtor rural, porque não se faz agricultura sem água. Mapeamos, diagnosticamos e, se preciso, recuperamos as nascentes, que são a garantia da preservação dos rios e manutenção dos ecossistemas. Este ano, fomos até premiados nacionalmente por esta iniciativa, com o reconhecimento da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico, a ANA. Isso é cuidar do próximo e pensar no futuro”, argumenta Bergamaschi. A Abapa desenvolve ações, através de projetos, com apoio do Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão (Fundeagro) e Instituto Brasileiro do Algodão (IBA).
O presidente da Abapa frisa que seria impossível fazer tudo isso, se a busca pela qualidade e sustentabilidade não começasse dentro da própria fazenda. “Trata-se de uma mentalidade que perpassa os planos individual e coletivo. Ser agricultor é missão, responsabilidade e compromisso. Nada mais justo que um dia no calendário para homenageá-lo”, finaliza.
Hoje é o Dia do Agricultor. É hora de voltar a incentivar a agricultura e o cooperativismo.
O dia 28 de julho celebra, oficialmente, o Dia do Agricultor. A data faz referência à criação do Ministério da Agricultura em 1960, no mandato de Juscelino Kubitschek. A data é uma homenagem a todos que trabalham com o campo, considerada a mais antiga profissão do mundo, atividade primária na economia.

Diariamente, é comum o brasileiro sentar-se à mesa para fazer suas refeições e não é diferente em qualquer lugar do País. Mas um dos os responsáveis por trazer o alimento em cada mesa todos os dias é o agricultor. E mais do que isso – o produtor rural também é produz matéria-prima para inúmeros insumos consumidos no dia a dia, a exemplo de roupas, móveis e do cafezinho de toda manhã.
Nesta quarta-feira, dia 28, é celebrado o Dia do Agricultor.
A data reforça ainda mais o papel daqueles que vivem e trabalham na agricultura, valorizando os trabalhadores para que o setor cresça ainda mais. Com a maioria dos produtos de mesa cotados em dólar, resta ao produtor rural alcançar alimentos baratos aos trabalhadores da cidade no momento em que a fome atinge largas fatias da população urbana.
São necessários, cada vez mais, o incentivo ao pequeno agricultor, às cooperativas de produtores e a comercialização, sem atravessadores, de produtos básicos na dieta do brasileiro.
Produtos da agricultura familiar baiana são comercializados em rede de hipermercados do Distrito Federal.


Cada dia mais empreendimentos da agricultura familiar baiana fortalecem o relacionamento comercial com grandes redes de supermercados. O resultado disso são mais produtos nas gôndolas, competindo com marcas já tradicionais no Brasil. Desta vez, produtos à base de umbu e de maracujá da Caatinga e derivados de milho chegam à rede de supermercados Carrefοur, no Distrito Federal.
Os doces em massa, em corte e geleia de umbu, orgânicos, da Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (Coopercuc) e o Flocão de Milho não transgênico, da Cooperativa Agropecuária Mista Regional de Irecê (Copirecê), estão nas prateleiras de nove estabelecimentos da unidade federativa.
A Coopercuc e a Copirecê são apoiadas pelo projeto do Governo do Estado, Bahia Produtiva, para que as cooperativas acessem mercados competitivos. Os recursos são aplicados desde a base produtiva até na comercialização dos produtos.
A parceria entre a rede Carrefour e as cooperativas foi realizada por intermédio da Central do Cerrado, cooperativa formada por mais de 30 organizações, entre cooperativas e associações de agricultores familiares extrativistas das regiões do Cerrado e da Caatinga, conectando quem produz a quem consome.
Para o Assistente Técnico na Gestão da Coopercuc, Daílson Andrade, essa é mais uma conquista da agricultura familiar: “Inicialmente, vamos atender ao Distrito Federal, mas já estamos negociando para chegar também a Goiás. Esse é resultado do apoio do projeto, que tem nos ajudado a impulsionar novos negócios”.
Para a Assistente Técnica na Gestão da Copirecê, Vamary Santos, é um grande passo para a cooperativa: “Isso representa muito para a Copirecê. Estamos entrando em uma das maiores redes de varejo do Brasil. Estamos muito orgulhosos do nosso trabalho”.
Cadernetas Agroecológicas é projeto de destaque do Governo da Bahia

O terceiro e último encontro virtual do seminário Cadernetas Agroecológicas – Tecendo Saberes e Vivências, realizado na sexta-feira (23), apresentou os resultados econômicos e refletiu o processo de aplicação das Cadernetas Agroecológicas junto a 374 agricultoras envolvidas no Pró-Semiárido, projeto do Governo do Estado.
Dentre os dados expostos, está o valor da produção gerado por elas, que ultrapassou R$1,2 milhão em um ano de anotações.
Para traduzir os números, a Cooperativa de Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (Coopercuc), Cooperativa de Trabalho e Assistência à Agricultura Familiar Sustentável do Piemonte (Cofaspi) e os Institutos Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (Irpaa) e de Desenvolvimento Social e Agrário do Semiárido (Idesa) traçaram perfis representativos de agricultoras de diferentes municípios, para daí aprofundar as análises a respeito da renda, aspectos relacionados à diversidade da produção, estratégias de comercialização, capacidade de gestão e contribuição dessas mulheres para agrobiodiversidade do Semiárido.
No caso da agricultora Clarice Duarte, da comunidade Curral Novo, do município de Juazeiro – BA, acompanhada pelo Irpaa, 74% da renda gerada por ela vêm do seu quintal produtivo, 15% do trabalho no roçado e 11% com a caprinocultura. Somadas as rendas monetária e não monetária, considerando o consumo da família, o que foi vendido, doado ou fruto de trocas comunitárias, dona Clarice conseguiu gerar uma renda de R$16.674,65.
“Quando a técnica falou: ‘Clarice, 16 mil’. Ave Maria, eu fiquei no céu. Eu tirei isso tudo no ano, aqui dentro da comunidade, porque eu não saio, só vendo aqui mesmo. Ainda mais nessa pandemia, que eu não posso mais vender em porta em porta. Foi um prazer tão grande, eu consegui comprar uma moto 2021, aí fiquei mais contente ainda pra trabalhar”.
O uso das Cadernetas apontou ainda que a mulher agricultora é a principal responsável pela produção agroecológica e que o serviço de ATC tem sido imprescindível para que ela adote novas técnicas, práticas e avance nesse papel de forma consciente e fortalecida.
“As Cadernetas evoluíram e o que a gente vê agora é um movimento, a formação de uma rede! Esse instrumento atestou que as agricultoras são as grandes guardiãs da agrobioidversidade, e o Pró-Semiárido tem assumido essa agenda e se tornado referência”, assinalou o Oficial de Programas do FIDA no país, Hardi Vieira.
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Meteorologistas explicam porque o Sul ficará congelado a partir desta madrugada.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) vem atualizando informações sobre a nova massa de ar polar que causará “frio intenso” nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e no sul da Região Norte entre os dias 28 de julho e 1º de agosto.
© Shutterstock Segundo meteorologistas, as temperaturas começam a declinar de forma acentuada a partir de hoje (27) no Rio Grande do Sul
Segundo meteorologistas, as temperaturas começam a declinar de forma acentuada a partir de hoje (27) no Rio Grande do Sul. A frente fria deverá trazer chuvas para os três estados da Região Sul, estendendo-se também ao sul de Mato Grosso do Sul para, amanhã (28), chegar em algumas localidades do Sudeste, como o leste de São Paulo, o sul de Minas Gerais e, em seguida, no Rio de Janeiro e Espírito Santo.
Em um vídeo disponibilizado no site do Inmet, a meteorologista Morgana Almeida informa que, eventualmente, em áreas de maior altitude, entre os dias 29 e 31, as temperaturas mínimas ficarão entre -6ºC e -8ºC. “Teremos, pelo menos durante três dias consecutivos, temperaturas máximas inferiores a 10ºC na Região Sul”, disse.
“A combinação de umidade com o ar frio poderá favorecer a ocorrência de chuva congelada e/ou queda de neve nas áreas de maior altitude”, acrescenta a Meteorologia ao informar que persiste a previsão de que – entre os dias 28 e 31 de julho – o ar frio predominará por toda a Região Sudeste, Centro-Oeste e sudoeste da Amazônia Legal, ocasionando mais um episódio de friagem.
Entre os dias 30 de julho e 1º de agosto, a previsão é de que o ar frio avance sobre sul da Bahia e partes do interior da Região Nordeste, com “declínios de temperaturas entre 6ºC e 4°C, especialmente nas áreas de maior altitude”.
Entre os destaques climáticos elencados pelo Inmet está a persistência de chance de “mais um evento de queda de neve” nas serras gaúcha e catarinense, de forma “fraca e bem isolada” entre os dias 28 e 29, não sendo descartada a possibilidade de chuva congelada ou neve na serra do Sudeste no Rio Grande do Sul.
Os dias mais críticos – em termos de menores temperaturas, mínimas e máximas na Região Sudeste – serão 29 e 30 deste mês, com mínimas entre -2°C e -5°C na Serra da Mantiqueira, divisa entre São Paulo e Minas Gerais e máximas abaixo de 15°C em parte da região, especialmente nas regiões metropolitanas de São Paulo e Belo Horizonte. “Também são previstas temperaturas negativas no sul do Mato Grosso do Sul e no sudeste de São Paulo”.
Com relação a geadas, a Meteorologia informou que há previsão de “geadas amplas, que podem chegar com forte intensidade em algumas áreas, em todo interior do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, além do sul e sudoeste do Paraná e, com menores chances, de forma mais pontual e de menor intensidade, entre o noroeste do Paraná e o extremo sul do Mato Grosso do Sul”.
Há também previsão de “geada ampla” dia 29 em praticamente toda a Região Sul, sul de Mato Grosso do Sul e sudeste de São Paulo. Não está descartada a possibilidade de chuva congelada nas áreas de maior altitude da Serra da Mantiqueira, localizada na divisa entre São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
No dia 30, a previsão de geada se entende para todo o estado de São Paulo, sul, Campo das Vertentes, oeste, Triângulo e Alto Paranaíba em Minas Gerais. Na Serra da Mantiqueira, a geada poderá ter intensidade de moderada a forte. Há também possibilidade de geada, de forma mais isolada, no sul de Goiás.
Motorista faz manobra arriscada e PRF descobre camionete roubada.

Uma caminhonete Chevrolet S10 roubada foi recuperada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nesta segunda-feira (21), em Luís Eduardo Magalhães. Uma equipe realizava policiamento ostensivo no km 208 da BR 020, quando flagrou o condutor de uma caminhonete S10, realizando ultrapassagem proibida.
De imediato, foi dada ordem de parada e foram solicitados os documentos de porte obrigatório e, quando em uma verificação minuciosa no Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV), a equipe identificou indícios de falsificação e com sinais claros de adulterações nos caracteres de impressão.
Durante a vistoria nos elementos identificadores, os PRFs constataram indícios de adulterações nos sinais de remarcação do motor e verificou-se também que o veículo transitava com placa clonada, pertencente a uma outra caminhonete, da mesma marca e modelo, com registro de roubo, em abril de 2020, na cidade de Brasília (DF).
O veículo apreendido e o motorista foram apresentados na Delegacia de Polícia Civil, para os procedimentos cabíveis. Inicialmente, ele responderá pelos crimes previstos nos artigos 180 (receptação), 304 (uso documento falso) e 311 (adulteração de sinal identificador de veículo automotor), todos do Código Penal.
A PRF ressaltou que o combate às fraudes veiculares é uma das áreas de atuação ordinária da instituição e ações pontuais são realizadas sempre que se constata uma maior incidência desse tipo de crime em determinadas regiões do país.
Luís Eduardo retoma aulas 100% remotas para quase 20 mil alunos.

As aulas na rede municipal de Luís Eduardo Magalhães foram retomadas nesta terça-feira (27), 100% remotas, para os quase 20 mil alunos do município, através da plataforma online ‘Escola em Casa’.
Os estudantes que não têm acesso à internet, poderão retirar suas atividades semanalmente na escola em que estão matriculados.
Protocolo sanitário
Juntamente com a Secretaria de Saúde, a Educação já iniciou um documento com regras para um possível retorno híbrido.
“O nosso objetivo principal é organizar de forma bem estruturada para receber esses quase 20 mil alunos, que diariamente serão 10 mil alunos. Então é um grande número de alunos, a nossa preocupação é receber esses alunos de forma apropriada”, explicou a diretora de Ensino, Miriam Martins.
‘‘Dinheiro com Propósito’ nesta terça-feira (27), em palestra promovida pela Prefeitura.

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços, realiza nesta terça-feira (27), às 19h, no auditório do Sicredi a palestra ‘Dinheiro com Propósito’, com a Coach Life e Financeiro, Thaís Souza.
“O objetivo da palestra é trazer o verdadeiro sentido da prosperidade, que é muito mais do que ter uma conta com muito dinheiro”, contou Thaís.
“Estamos levando conhecimento e informação de qualidade para os nossos empreendedores. Falar sobre dinheiro é de extrema importância. Saber onde e quando investir para ter sucesso. Essa é mais uma palestra cuidadosamente selecionada para os nossos amigos empresários”, afirmou o diretor de Indústria e Comércio, Gilson Sena.
Sobre a palestrante
Thaís Souza é formada em Administração, pós graduada em Comunicação Organizacional, Life Coach Financeira e Analista Comportamental.
Serviço
A atividade faz parte da série ‘Amigo Empresário: cuidando do comércio’. As reservas podem ser realizadas pelo telefone (77) 3628-5968.
Secretaria de Saúde realiza a entrega de cobertores doados por empresários locais.

A secretária de Saúde, Maria Gabriela Izoton realizou no início da manhã desta segunda-feira (26), a entrega de 100 cobertores para as unidades de saúde, Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e Unidade de Controle Covid-19 (UCC).
As mantas foram doadas por Alexandre Murata, Tadeu Muterle e outros empresários locais.
“A UPA recebeu 80 unidades e a UCC, 20. Ficamos agradecidos pelo apoio do empresariado local”, disse a secretária.
Mais de 1.200 pessoas já receberam cartão do Auxílio Emergencial em Luís Eduardo.

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Trabalho e Assistência Social já realizou até esta terça-feira (27), a entrega de 1.293 cartões para os beneficiários do Auxílio Emergencial Municipal, com o valor referente a duas parcelas: R$ 600. Ao todo, serão 2.100 contemplados.
A dona Lucilene Gonçalves falou da alegria em receber o benefício. “Eu estou muito feliz hoje com o recebimento do cartão”.
Trabalhadores do setor de eventos também foram beneficiados. “Nessa segunda remessa, cerca de 35 artistas receberão os cartões, já com o dinheiro na conta”, disse o diretor de Cultura e Turismo, Carlos Gramacho.
O secretário interino de Cultura, Danilo Henrique, falou da importância de valorizar esse setor tão afetado pela pandemia.
“Eles foram os primeiros a parar e estão sendo os últimos a voltar com a flexibilização dos decretos. Junto ao prefeito, ficamos muitos felizes em poder alcançar também esse público”, ressaltou.
Para a titular de Trabalho e Assistência Social, Scheilla Bernardes, é a continuidade de um sonho que vem sendo concretizado.
“Dia de alegria para a gente receber as pessoas aqui na Secretaria, para a entrega da segunda etapa dos nossos cartões do Auxílio Emergencial Municipal. E ainda no mês de julho, vamos concluir o pagamento da terceira parcela”, explicou.
“Estamos vendo as pessoas saírem muito felizes em direção ao comércio local, para gastar aqui, na nossa cidade, no nosso comércio”, comemorou.
Confirmação de cadastro
Cerca de 181 beneficiários ainda precisam atualizar os seus cadastros.
G7 informa que queimadas interromperam fibra ótica de transmissão de internet

Em Luís Eduardo, Piscicultura terá suporte técnico permanente.

Mais um resultado da agenda cumprida em Salvador; diretor de Associação Sustentável visita Luís Eduardo Magalhães.
O secretário interino de Agricultura de Luís Eduardo Magalhães, Danilo Henrique, juntamente com o diretor de Agricultura do município, Kenni Henke, receberam nesta segunda-feira (26), o diretor da Mandacaru – Associação de Apoio ao Desenvolvimento Social Sustentável, Carlos Augusto de Sena.
Segundo Danilo Henrique, a empresa foi contratada pelo governo do estado para oferecer todo suporte técnico e captação para os piscicultores do município.
“Carlos Augusto veio conhecer o potencial e as necessidades de Luís Eduardo Magalhães e logo após vai enviar um técnico que vai ficar sempre aqui, acompanhando os nossos piscicultores”, disse o secretário.
“Esse é mais um resultado da agenda que cumprimos na semana passada, na Bahia Pesca, em Salvador”, concluiu.
Na retomada, País cresce 5,3% este ano, mas apenas 1,6% em 2022.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) melhorou a perspectiva de crescimento do Brasil neste ano, citando a melhora nos termos das trocas comerciais do país, mas ao mesmo tempo reduziu a alta estimada para 2022.

O relatório Perspectiva Econômica Global do FMI, divulgado nesta terça-feira (27), mostrou que o fundo estima um crescimento do Produto Interno Bruto brasileiro de 5,3% em 2021, 1,6 ponto percentual a mais do que era previsto em abril.
Entretanto, para 2022 a projeção de crescimento foi reduzida em 0,7 ponto, para 1,9%.
A melhora do cenário do país para este ano ajudou a elevar a perspectiva de crescimento econômico da América Latina e Caribe para 5,8% em 2021, 1,2 ponto a mais do que em abril. A previsão para a região no ano que vem, por sua vez, melhorou em apenas 0,1 ponto, e ficou em 3,2%.
“A melhora da projeção para a América Latina e Caribe resulta principalmente de revisões para cima no Brasil e México, refletindo resultados melhores do que o esperado no primeiro trimestre”, disse o FMI no relatório.
Além disso, o Fundo citou repercussões positivas para o México da melhora do cenário para os Estados Unidos e termos comerciais em alta expressiva no Brasil, que tem sido favorecido pela alta dos preços das commodities.
Já a perspectiva para o grupo de Mercados Emergentes e em Desenvolvimento, do qual o Brasil faz parte, passou para 6,3% em 2021 e 5,2% em 2022, ante 6,7% e 5,%, respectivamente, previsto em abril.
A projeção do FMI para a expansão do PIB brasileiro este ano ficou em linha com a do Ministério da Economia feita em meados deste mês. Mas para 2022 a expectativa do ministério é melhor, para 2,51%.
Já a estimativa de crescimento do PIB na pesquisa Focus realizada semanalmente pelo Banco Central junto a uma centena de analistas de mercado está em 5,29% para 2021 e 2,1% para 2022.
O FMI chamou a atenção para a possibilidade de piora da pandemia e de condições financeiras externas mais apertadas, o que seria um revés grave para a recuperação dos mercados emergentes e em desenvolvimento, levando o crescimento global para abaixo do cenário básico previsto no relatório.
O relatório destacou ainda a inflação elevada esperada para esse grupo de países, relacionada em parte à alta de preços dos alimentos.
“A comunicação clara de bancos centrais sobre o cenário para a política monetária será importante para moldar as expectativas de inflação e proteger contra aperto prematuro das condições financeiras”, disse o FMI.
“Existe, entretanto, o risco de que as pressões transitórias possam se tornar mais persistentes e que os bancos centrais possam precisar adotar ações preventivas”, completou.
Da Agência Brasil.





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![A então candidata a vereadora, Marielle Franco (PSOL), em discurso no Rio de Janeiro. [fotografo]Mídia Ninja/Flickr[/fotografo]](https://static.congressoemfoco.uol.com.br/2020/10/marielle-franco-comicio-midia-ninja-750x430.jpg)









Foi constatado por fiscais da Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, um vazamento de esgoto da estação elevatória da Embasa, localizada no bairro Florais Léa IV, que atingiu área de proteção permanente (APP). Contaminando toda a área, que inclusive tem várias nascentes de águas que desaguam no Rio de Pedras.